Ja Vivi um grande Amor
O primeiro dever do romancista é entreter. É um dever moral. As pessoas que leem seus livros estão doentes, tristes, viajando, na sala de espera do hospital enquanto alguém está morrendo. Livros são escritos por solitários para solitários.
Pequenas coisas sobre ela.
Ela tem um sorriso encantador, um alento para quem a ama.
Ela tem um brilho de esperança no olhar, esperança de dias melhores.
Ela tem um jeito único, cativante. Ela estava feliz!
Ela sentia-se sozinha, teve medo, estava com medo.
Ela sabia que ia partir, ela tentou se despedir,
mas eu não queria dizer nunca, nem jamais um adeus.
Ela se calou, seu sorriso foi lacrado,
o seu riso foi sufocado pela fumaça da dor e do medo.
A luz de seus olhos extinguiu-se,
apenas o vazio permanece lá, no lugar que habitava sonhos, paixões e planos.
De sua vida, ela não leva nenhum pesar.
Ela viveu, amou, dançou, sorriu e chorou.
Ela não habita mais no presente do ontem,
mas viverá eternamente no futuro.
Ela soltou da minha mão,
atravessou as soleiras de sua porta.
Mas ela não se despediu.
Ela foi viver, ela renasceu,
suas esperanças foram renovadas,
mas ela segue sozinha.
O fantasma do medo não mais existe,
agora ela está bem, tudo ficará bem.
A parte mais difícil de uma separação,
É quando um dos casais
Ainda ama o outro!
E é obrigado a matar
O sentimento mais puro
Que podemos sentir: o amor!
Foi preciso esperar até o começo do século XX para se presenciar um espectáculo incrível: o da peculiarísssima brutalidade e agressiva estupidez com que se comporta um homem quando sabe muito de uma coisa e ignora todas as demais.
Chegando de mansinho
Estou chegando de mansinho
Cabreiro e analisando tudo
Mas sinto que um novo mundo
um novo horizonte está pra chegar
Trago uma sacola murcha,
sem nada dentro pra mostrar
Mas trago um coração imenso
cheio de esperança e amor pra dar.
Venho vindo de tão longe
Com os pés cansados de tanto andar,
Mas sou destemido e forte
e coisa tão pouca não vai me assustar.
Sou bastante persistente
Não sei o que é medo não posso parar
O meu plano foi traçado
e um novo mundo eu vou começar.
Mais vale um jumento vivo que um filósofo morto, mas é melhor morrer como filósofo do que viver como jumento.
Fisicamente,
habitamos um espaço,
mas, sentimentalmente,
somos habitados por
uma memória. Memória
que é a de um espaço e
de um tempo, memória
no interior da qual
vivemos, como uma ilha
entre dois mares: um que
dizemos passado, outro
que dizemos futuro.
Podemos navegar no
mar do passado próximo
graças à memória
pessoal que conservou
a lembrança das suas
rotas, mas para navegar
no mar do passado
remoto teremos de
usar as memórias que
o tempo acumulou, as
memórias de um espaço
continuamente
transformado, tão fugidio
como o próprio tempo.
Menina Leonina.
Sorriso lindo, encantador.
Olhos brilhantes, um esplendor.
Ela é menina, linda leonina.
Sua presença é marcante, sua partida entristece.
Menina é ela, linda.
Leonina, personalidade forte.
Seu jeito tão lindo, leonino.
Fascina com um simples olhar.
Menina leonina.
— Quais são seus interesses?
— Um chalé de frente para a natureza, uma boa companhia e uma noite estrelada, é pedir muito?
É preciso individualizar o pensamento de cada um, antes que a epidemia da depressão, da psicopatia, do fanatismo ideológico e religioso, antes que sejamos escravizados psicologicamente. Antes que o mundo se transforme em um grande “laboratório” de zumbis comedores de cérebros...
❝ ... que esta noite que chega ... seja de paz e serenidade ... um sorriso de satisfação e felicidade ilumine seu rosto ... agradecendo a cada benção deste dia magnífico que tivemos ... ainda que algumas provações não tenham sido superadas ... um amanhecer abençoado de vitórias ... conquistas e alegrias esta sendo tecido pelo carinho de Deus ... é hora de descansar ... fortalecer a fé e ter as esperanças renovadas ... ❞
✨ Às vezes, tudo que precisamos é de uma frase certa, no momento certo.
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