Ja Vivi um grande Amor

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Ao sabor dos teus gestos.
A minha alma é impaciente.
Com amor sem limites.
Doce que vê em sonhos.
Sorrateiros com o meu coração.
O teu cheiro ficou entranhado.
Entranhado na minha pele.
O teu sorriso.
Sabores da doçura dos teus beijos.
Vislumbra a tua alma.
Flutuando ao sabor.
Dos teus gestos
Carinhos
Abraços
Olhares
Ternuras.
Ao sabor dos teus gestos.
A minha alma respira amor.
Respira o teu corpo perfumado!

O amor é ridículo até você se apaixonar. E é bonito até alguém te decepcionar.

Quando me vi sem ti, estava só. Perdi o amor, perdi o sono, perdi a fé, perdi você.

Erros meus, má Fortuna, Amor ardente
Em minha perdição se conjuraram;
Os erros e a Fortuna sobejaram,
Que para mim bastava Amor somente.

Tudo passei; mas tenho tão presente
A grande dor das cousas que passaram,
Que as magoadas iras me ensinaram
A não querer já nunca ser contente.

Errei todo o discurso de meus anos;
Dei causa (a) que a Fortuna castigasse
As minhas mal fundadas esperanças.

De amor não vi senão breves enganos.
Oh! Que tanto pudesse que fartasse
Este meu duro Gênio de vinganças!

⁠O amor pra sua vida

O amor da sua vida...
O amor da sua vida não é aquele que será teu. O amor da sua vida é aquela pessoa que te faz sentir como ninguém mais consegue. Aquela que causa em você um turbilhão de sentimentos, que te leva aos extremos e que te deixa durante horas pensando em como uma só pessoa é capaz de fazer isso.
Esse amor é aquele único, que só se encontra uma vez...
O íntimo, instigante, surpreendente e avassalador...
Um "amor da minha vida" transforma a desesperança em um facho de luz que abre possibilidades a sentir outra vez e se deixar encantar por um novo alguém.
É aquele amor que você nunca vai esquecer, aquele que te fez sonhar acordado, que te faz dar um sorriso quando lembrado... É esse amor que você ainda consegue sentir, suave, doce e intenso.
Talvez ainda esteja vivendo esse amor, talvez já o tenha vivido ou quem sabe... Ainda nem encontrou. Mas quando encontrar... Ah...
O amor da sua vida muitas vezes pode não ser o amor pra sua vida.
O amor da sua vida é o que abre as portas para o "pra" sua vida, aquele que realmente vai ser teu e não um sentimento memorável e passageiro.
Talvez você tenha encontrado os dois amores em uma só pessoa. Isso é fantástico! Sinta-se privilegiado.
Ter o amor pra sua vida com o amor da sua vida é simplesmente incrível.
Essa diferença é sutil e poucos entendem que nem sempre quem você ama permanecerá ao seu lado. Amor sozinho não se sustenta. Precisa-se de paixão, desejo, cumplicidade, confiança... E outros muitos pequenos detalhes que, sozinho, o amor não consegue suprir.
O amor da sua vida trará a falta de atenção em um diálogo, as borboletas no estômago, as pupilas dilatadas, a vontade sem limites...
O amor pra sua vida, proporciona as mesmas experiências, mas ao invés de te encher de dúvidas ele te preenche de certezas, te acalenta com abraços e aquece com a segurança de um "Eu te amo".
As vaidades, o "eu", o "talvez" não existe mais. A mente pensa racionalmente e o "eu" vira "nós"...
As utopias dão lugar às realizações e à convivência concreta.
O amor pra sua vida é assim. Puro e simples. Sem mágoas, sem dores. Tudo flui. Transborda.
O amor pra sua vida é voluntário, do nada, quando menos se espera.
Ele pode estar perto, virando a próxima esquina.

Quem chora pelo efêmero ecoa seu vazio, quem chora o choro da alma reflete a solidez do amor.

Amor à primeira vista é alma trocando
de corpo feito pássaro de ninho, é sede
repentina, sede da água do outro...

O amor ideal precisa de distância.

⁠Tudo na vida é conquistado de pouco em pouco, até se tornar
grandioso. Fé, felicidade, amor e sabedoria, são conquistados
todos os dias.

Preciso te dizer o quanto penso em você... Não sei se é amor..não sei se é atração..só sei q vem do fundo do meu coração...

Meu homem, meu melhor amigo, amor, amante... Fazedor de risadas, gracinhas, palhaçadas... Motivo da minha felicidade, outro eu... Meu equilíbrio, minha proteção, eterno companheiro... O grande amor que existe em minha vida.

A ausência de amor torna a pessoa egoísta, amarga, maldizente e invejosa, fazendo assim com que aos poucos, afaste os poucos que lhe restam sentenciado-se a solidão.

Se você foi traído pela pessoa que dizia que te amava é porque nunca foi amor, mas sim conveniência.

Não é a lua que se movimenta no céu estrelado, são as nuvens. Não é o meu amor que está deixando de fluir por você, são seus atos, que a cada dia me decepcionam mais.

O amor gera curas milagrosas. Amar a mim mesmo
opera milagres em minha vida.

O oposto do amor não é nenhum ódio, é a indiferença. O oposto de arte não é a feiura, é a indiferença. O oposto de fé não é nenhuma heresia, é a indiferença. E o oposto da vida não é a morte, é a indiferença.

Elie Wiesel
US News & World Report, 27 de outubro de 1986

Quanto ao amor por outra pessoa, sou radical: ou é tudo ou é nada, não aceito migalhas. Ninguém merece ser amado pela metade...

Tenha coragem suficiente para confiar no amor mais uma vez e sempre mais uma vez.

Sejas ambicioso, busques sempre a felicidade, lambuze-se de amor, de paz interior e transborde-se de DEUS em seu coração.

Basta dizer que não estou amando. Talvez eu seja ‘indomável’ demais para casos de amor prolongados. O que mais preciso é do mundo. Nunca seria capaz de dizer, nos braços de uma mulher, o mesmo que um herói de Wagner: ‘Deixe-me morrer!’. Quero viver… e ver mais do mundo, & Deus sabe por que, e o amor de uma mulher é um dos muitos amores indomáveis. Uma coisa é certa: a paixão goetheana não é a minha. Há irritação, agitação, ‘loucura’ demais em mim para esse estado de languidez. Preciso correr, sempre. Só dois tipos de mulher servem para mim: uma louca Edie que iguala minha própria impaciência e loucura e horror, até a exaustão de um de nós, ou uma garota simples (parecida com a minha mãe) que absorve e compreende e aceita isso tudo. Ontem mesmo uma mulher em San Francisco sufocou seu bebê até a morte porque ela ‘não queria que qualquer outra pessoa o tocasse’. De fato, sim, ‘deixe-me morrer’ em uma paixão wagneriana… vou acreditar no que Leon Robinson diz em ‘Viagem ao fim da noite’ — ‘estou bastante ocupado tentando me manter vivo’. E junte a isso… ‘e me divertindo loucamente’ com isso. Isso começa a indicar a falta de amor peculiar de minha posição nos últimos 3 anos, talvez nos últimos 26 anos… e nunca gostei tanto de uma ideia sobre mim mesmo, sério, e acho que isso também significa algo: espontaneidade é a palavra que mais me agrada… Por Deus, não é todo dia que se encontra um álibi perfeito para si mesmo, e o mais impressionante é que é tão brutalmente verdadeiro!