Ja Vivi um grande Amor
Cirurgiões têm um ditado: “todo sangramento deve parar”. É como nossa versão de “isso também passará”. Toda crise eventualmente tem um fim. Ou você salva seu paciente, ou não. Então, de um jeito ou de outro, o sangramento vai parar. Na verdade, até onde o ditado vai, ele não é tão reconfortante assim.
Todo sangramento deve parar. Às vezes, há um preço. Você perde o braço, remove o órgão. Você escolhe conviver com a perda, porque ao fim do dia, você fará o que puder para se manter vivo. E às vezes, por um milagre, isso funciona. O sangramento para. Mas às vezes, não importa o quanto tente, ainda não é suficiente.
Lápide 2
Epitáfio para a alma
Aqui jaz um artista
mestre em desastres
viver
com a intensidade da arte
levou-o ao infarte
deus tenha pena
dos seus disfarces
Como não viver por Aquele que morreu nossa morte, para que vivamos por Sua vida? Ser um cristão é ser constrangido pelo amor de Cristo.
O medo da morte segue do medo da vida. Um homem que vive totalmente está preparado para morrer a qualquer momento.
Ao iniciar um casamento, o homem deve se colocar a seguinte pergunta: você acredita que gostará de conversar com esta mulher até à velhice? Tudo o mais no casamento é transitório, mas a maior parte do tempo é dedicada à conversa.
Me dê livros, vinho francês, fruta, bom tempo e um pouco de música ao ar livre tocada por alguém que não eu conheço.
No Brasil é assim: quando um pobre rouba, vai para a cadeia, mas quando um rico rouba ele vira ministro.
Faz de tua vida mesquinha um poema.
E viverás no coração dos jovens e na memória das gerações que hão de vir.
Esta fonte é para uso de todos os sedentos.
Toma a tua parte.
Ela é assim mesmo: nasceu com uma cabeça dura, mas com um coração mole. Marrenta e doce ao mesmo tempo. Às vezes princesa, às vezes ogra. Meio sonhadora, muito pé no chão. Uma desajustada e perfeita confusão!
Cada um dá aquilo que tem a oferecer...
Realmente...
Nunca espere de alguém algo que esse alguém não tenha a lhe oferecer...
Jamais espere muito das pessoas... espere somente de você mesmo... busque oferecer mais de você as pessoas, mas para aquelas que mereçam... não desperdice tempo com pessoas que não sabem valorizar as suas atitudes... e principalmente seus sentimentos...
Viva simplesmente a dor e o prazer de ser você... Se realize com o que é... e busque ser cada dia melhor... pensando somente em você... Nunca procure a sua felicidade em outra pessoa... afinal ela só pode estar em um lugar... dentro de você... Não busque alguém que irá lhe salvar... o seu único salvador é você mesmo...
Às vezes você se encontra em um caminho que você nunca esperou. O que não significa que ele não pode levá-lo a um lugar bonito.
A maior tristeza da perda de um ente querido não é apenas pela sua partida, ausência ou saudades, mas também por não sabermos para onde foi e com quem está.
Não há nenhuma maneira de medir a qualidade e o sucesso de um produto pelo qual os consumidores são forçados a pagar.
“Um homem enraivecido está sempre cheio de veneno. Se não encontrar onde derramar, irá derramar dentro de si mesmo"
Não adianta você me cobrar um sentimento que eu não sinto e nem querer ocupar um lugar que não esta disponível. Não se iluda. Eu não tenho nada para te oferecer.
O Camundongo da Cidade e o do Campo
Fábula de Esopo
Um camundongo que morava na cidade foi, uma vez, visitar um primo que vivia no campo. Este era um pouco arrogante e espevitado, mas queria muito bem ao primo, de maneira que o recebeu com muita satisfação. Ofereceu-lhe o que tinha de melhor: feijão, toucinho, pão e queijo.
O camundongo da cidade torceu o nariz e disse:
– Não posso entender, primo, como você consegue viver com estes pobres alimentos. Naturalmente, aqui no campo, é difícil obter coisa melhor. Venha comigo e eu lhe mostrarei como se vive na cidade. Depois que passar lá uma semana, você ficará admirado de ter suportado a vida no campo.
Os dois puseram-se, então, a caminho. Tarde da noite, chegaram à casa do camundongo da cidade.
– Certamente você gostará de tomar um refresco, após esta caminhada, disse ele polidamente ao primo.
Conduziu-o à sala de jantar, onde encontraram os restos de uma grande festa. Puseram-se a comer geleias e bolos deliciosos. De repente, ouviram rosnados e latidos.
– O que é isto? – perguntou, assustado, o camundongo do campo.
– São, simplesmente, os cães da casa – respondeu o da cidade.
– Simplesmente? Não gosto desta música durante o meu jantar.
Neste momento, a porta se abriu e apareceram dois enormes cães. Os camundongos tiveram que fugir a toda pressa.
– Adeus, primo – disse o camundongo do campo. – Vou voltar para minha casa no campo.
– Já vai tão cedo? – perguntou o da cidade.
– Sim, já vou e não pretendo voltar – concluiu o primeiro.
Moral:
Mais vale o pouco certo do que o muito duvidoso.
