Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum

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⁠Sou cego para tua intenção mas enxergo profundamente o que sentes no presente...

Afinal, quem engana e consegue ficar feliz?...

...Será que o mentiroso sabia um fato engraçado sobre o enganado?...

... que ele sente piedade...

...E te observa partir,...

...Enganado,... Mas sentindo paz e felicidade...

...E voltando para sua realidade paralela de amor, para raciocinar, e planejar a próxima aventura...

... Você consegue se livrar do seu mal?...

Respeita toda existência,... Por favor.

Inserida por Diogovianaloureiro

⁠Sou cego para tua intenção mas enxergo profundamente o que sentes através da sua fala...

Afinal, quem me engana com segunda intenção consegue sentir-se verdadeiramente feliz?... Ou o terror óbvio que habita no coração do mentiroso já aponta o destino que a ele é reservado?

...Será que o mentiroso sabe esse fato engraçado sobre o enganado: _Ele sente piedade em observar-te mentir...

... Se sente aliviado ao te ver ir embora e ter a sensação de se libertar do convívio com um manipulador com preço e sem valor.

... Será que a mente cheia de segunda intenção consegue se livrar do próprio veneno que destila?... Ou apenas colhe o que planta em vida? Será essa conduta inconsciente?

Ter empatia é aprender a respeitar toda forma de existência se colocando na posição do outro,...

Não somos todos iguais.

Inserida por Diogovianaloureiro

⁠Carta Aberta aos Filósofos,

Sou um vivente e sobrevivente da filosofia. Ela me escolheu antes mesmo que eu pudesse escolher.

Observo o apelo comercial de muitos que se dizem filósofos, comprometidos com as engrenagens do capitalismo, vendendo o mundo ideal enquanto contribuem para a alienação das pessoas. Isso se parece mais com a dança da fogueira do que com a atitude do filósofo, que deveria ser, por essência, inconformado com a alienação.

A dança da fogueira sempre existiu. Mas ao invés de libertar, muitos preferem entreter os prisioneiros, vendendo sombras como se fossem luz. A inconsciência é individual, mas toda consciência é coletiva. E a exploração, a indiferença e as ilusões fabricadas pelo mercado sempre serão revisitadas, seja pela dor, seja pela história.

Este é um lembrete de que nossa vida é finita e, nesse intervalo, não podemos nos confundir entre o essencial e o perecível. Entre a verdade e a conveniência. Entre justiça e lucro.

Não desejo ferir egos, até porque desconheço o senso de self.

O que importa não é o que nos beneficia, mas o que é justo.

Inserida por Diogovianaloureiro

Tantas pessoas podem testemunhar sobre minha vida. Mas não sabem quê sou na verdade, por isso peço à vos caros compatriotas caso queiram saber de mim, não se revoguem, nem peçam alguém para testemunhar de mim,quem conhece a verdade minha, sou eu.

Inserida por Furucuto

A minha pressa na vida é estimada pelo excesso da aritmetica que existe na minha mente. Não sou veloz mas tenho motivos para tal.

Inserida por Furucuto

Virtualidade

Não espere de mim
O que não posso dar
Sou apenas o inicio
E a continuação da realidade
Sou apenas um sonho

Não espere de mim
O que não vai gostar
Sou apenas a maciez do teu lábio
E o amor rebelde
Sou apenas um caminho

Não espere de mim
O que não vai querer escutar
Sou apenas um silêncio
Que teu coração agride
Sou apenas um serinho

Não espere de mim
O que teu coração vai desacreditar
Sou apenas um papel sem apoio
E o amanhecer de solidariedade
Sou apenas alguém sem empenho

Não espere de mim
Porque passará tua vida chorar
Sou apenas um meio
Que torna a [felicita-idade]
Sou apenas no mapa um desenho

Não espere de mim
Uma felicidade que te farás zurrar
Sou apenas um alheio
Que não quer nada da seriedade
Sou apenas um tristonho

Não espere de mim
O que não posso outorgar
Sou apenas uma luz sem raio
E uma vida sem caridade
Sou apenas um moinho

Não espere de mim
O que não posso coadjuvar
Sou apenas um velho búzio
E a continuação da leda de ode
Sou apenas um cheirinho

Daniel Perato Furucuto
Massinga
2017

Inserida por Furucuto

O meu silêncio não diz que sou gigante, não diz que esqueci do passado, mas também não significa que sou covarde aos seus intentos.

Inserida por Furucuto

⁠Sou um professor há quase 2, 3 ou 4 anos, mas a quem acha que não tenho experiências suficientes para enfrentar os desafios da minha carreira, isto porque, a escola onde trabalho não tem meios suficientes para demonstrar as minhas habilidades. O que você espera duma escola sem sala de informática, sem Wi-Fi, sem laboratório, sem sala dos professores e nem uma régua para esboçar os gráficos, onde os gestores matam as habilidades dos alunos.
Daniel Perato Furucuto

Inserida por Furucuto

⁠Sou muito grato aos ingratos, pois, são eles que me dão a maturidade.
Daniel Perato Furucuto

Inserida por Furucuto

⁠Sou grato a aqueles que apaziguaram as piores coisas da minha vida, o vosso amor Esplandece-me a alma.
Daniel Perato Furucuto

Inserida por Furucuto

⁠Não sou um ignorante, sou amigo do silêncio.
Daniel Perato Furucuto

Inserida por Furucuto

Se decidi abrir novos horizontes na minha vida, que ninguém me critique, não sou culpado pela (estabilidade) mental de alguém.
Daniel Perato Furucuto

Inserida por Furucuto

Graças a Deus sou rica de saúde e amor

Inserida por EmillyGabriele

⁠Sou música
Dança
Alegria
Sou filmes
Plantas
Nostalgia
Sou café
Livros
Sou poesia

Inserida por TATISISA

NÃO SOU O MUNDO — SOU O QUE ELE ME PERMITE SER
Por: Marco Arawak


A Terra não é cenário.
É o chão de tudo o que acontece.
Antes de qualquer pensamento,
há algo que sustenta.
Antes de qualquer palavra,
há aquilo que torna possível existir.
Nada em mim começa em mim.
Meu corpo é feito de coisas antigas:
água que já foi nuvem,
pó que já foi estrela,
calor que atravessou outras formas.
Sou um encontro breve
de elementos que existiam antes do meu nome.
Não sou origem.
Sou continuidade.
A Terra não me acolhe por escolha.
Ela simplesmente existe.
E enquanto suas condições permanecem,
eu também permaneço.
O chão não me sustenta por cuidado.
Ele sustenta porque é chão.
Se falha, eu caio.
Sem intenção.
Sem julgamento.
A água não me protege.
Ela corre.
Se está limpa, me nutre.
Se está ferida, atravessa meu corpo ferido.
O ar não se oferece.
Ele está.
E quando falta,
não há filosofia:
há silêncio.
Nada na natureza me explica o sentido da vida.
Mas tudo nela a torna possível.
Não vivo em um mundo que me reflete.
Vivo em um mundo que me antecede
e continuará depois de mim.
Minha história não é centro.
É passagem.
Sou um instante dentro de algo maior,
um acontecimento breve
num ritmo que não pede significado.
E, ainda assim, existo.
Não como dono.
Como parte.
Cada respiração é um acordo invisível
com o que me cerca.
Cada passo é uma confiança no chão.
Cada dia é um empréstimo de equilíbrio.
Nada em mim é garantido.
A Terra não é boa nem má.
Ela não cuida,
não pune.
Ela simplesmente segue.
Mas eu sinto.
Eu temo.
Eu escolho.
E é nesse ponto que algo muda.
A vida não é protegida.
Ela acontece enquanto pode.
Mas dentro dessa fragilidade,
nós nos movemos,
amamos,
construímos,
lembramos.
Sou forma por um tempo.
E toda forma, um dia, se desfaz.
Nada desaparece de verdade —
apenas muda de lugar, de estado, de nome.
Quando algo termina,
outra coisa começa.
O planeta não perde.
Ele se transforma.
Eu, sim, posso desaparecer.
Por isso, existir não é um direito natural.
É uma condição frágil.
O mundo não foi feito para mim.
Eu fui feito dentro dele.
Mas o modo como vivo dentro dele
não é neutro.
Tudo o que faço
— usar, gastar, descartar, modificar —
retorna de algum modo.
Nada realmente vai embora.
Tudo permanece, de outra forma.
O que jogo fora
continua existindo em algum lugar.
O que fere a Terra
volta, cedo ou tarde, ao corpo.
A natureza do planeta não pede admiração.
Mas pede limite.
Não pede discursos.
Pede cuidado.
Não quer que eu me veja nela.
Quer que eu compreenda
o peso de estar aqui.
Não sou a voz do mundo.
Sou um de seus muitos gestos.
Talvez isso seja o mais profundo:
não habito algo que me pertence.
Habito algo ao qual pertenço.
Sou feito da mesma matéria
que rios, montanhas e ventos,
mas organizado de modo frágil,
breve, reversível.
Não carrego a Terra dentro de mim.
Dependo dela em tudo.
Se ela sustenta,
eu existo.
Se ela se rompe,
não há pensamento que me salve.
Não é metáfora.
É condição.
A natureza do meu planeta
não é ideia, nem símbolo, nem consolo.
É a base silenciosa
sobre a qual a vida se arrisca.
Compreender isso
não me eleva.
Me responsabiliza.
Porque não estou aqui para dominar o mundo,
mas para não quebrar
o que me permite estar.
Não sou o sentido da Terra.
Sou apenas algo que acontece nela.
Mas enquanto aconteço,
posso escolher
não ser ruína.
E isso, talvez,
seja o que nos torna humanos.

Inserida por marco_antonio_arawak

O universo me define. Tudo que me encanta torna parte de mim. Sou intensa em tudo que faço. Posso não conquistar tudo que sonhei , mas posso ter tudo que consigo. A vida é um sopro. Somos poeira cósmica do universo. Se não Deus, o que mais faz sentido?

Inserida por sueliaaraujo

⁠O fato de Não precisar usar facetas para determinada companhia ou local me faz muito bem, pois sou simplesmente assim...

Inserida por JulioRascunho

Vento

Sou vento,
em teus movimentos,
no ar de teus acenos,
em plena rotação,
ou girando ao teu redor.
Sou ventania ou brisa,
forte enquanto agoniza,
distante do teu olhar.
Suave se te aproximas,
molhando-me os lábios
a me beijar.
Sou capaz de te dar energia,
também de me eletrizar,
com o toque das tuas mãos,
no atrito quente da paixão,
que só o teu corpo me dá.

Inserida por olindosantana

⁠Estou na fornalha ardente, mas as chamas não me queimam,
No abismo escuro, sou chama viva e intensa.
Na cova dos leões, resisto, forte e presente,
Na prisão do tempo, minha alma se renasce e pensa.
Desço ao pó, qual Nabucodonosor,
Esmagada, sem forma, sem rumo ou chão.
Mas, em meio à dor, ao frio, ao torpor,
Sinto Suas mãos me moldando, em oração.
Madrugada fria, clamo e espero,
Na voz que me guia, encontro abrigo e calor.
Mesmo na escuridão, sigo e persevero,
Pois Sua luz é o fogo que testemunho com fervor.
Renuncio a mim, que Ele viva em mim,
Não sou mais eu, sou Seu mover e existir.
Se preciso andar sem ver o fim,
Confiarei, sem hesitar, sem temer, sem fugir.
Que se cumpra o que ainda não vi,
Que floresça o que foi plantado em silêncio.
Pois no tempo certo, enfim,
Serei vaso, ouro purificado, em Seu precioso ensejo.
E quando o fogo cessar sua labareda,
E a noite se render ao amanhecer,
Saberei que a dor foi herança predileta,
Para em Sua glória, eternamente viver.

Inserida por Sarahkoelho

Voltas


Demétrio Sena - Magé


Sou testemunha não só das voltas, mas também das revoltas que o mundo dá.
... ... ...


Respeite autorias. É lei

Inserida por demetriosena