Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum
Aquilo que ninguém me conta que sou
É aquilo que realmente sou
As coisas que ninguém sabe sobre mim
São as coisas que me fazem acreditar que
dentro de mim existe a paz, o conhecimento e o desconhecimento
tudo ao mesmo tempo;
pra mim isso basta
pra quem não quer ser entendida
estudada
medida
nem normal, nem notada
subestimada, ou decifrada
em um minuto,
mas sim em uma vida.
CONSCIÊNCIA NEGRA
Ainda existe esse tal de racismo
Chega de hipocrisia e ignorância
Sou negra de pura elegância
E você o que acha disso?
São tantas bobagens esfarrapadas
Dizer que a cor faz a pessoa
Essa arrogância de gente atoa
Negro tem valor, são pessoas privilegiadas...
Somos todos irmãos
O Brasil é essa mistura de cor
Preconceito é falta de amor
Formamos a nossa Nação...
Preto, branco ou mulato, vamos nos unir,
A cor não decifra o caráter de ninguém
Respeito é pra quem tem
Motivos para chorar ou sorrir...
Autoria- Irá Rodrigues
http://ira-poesias.blogspot.com.br/
Sou calmaria
Mas vez em quando tenho também
meus rompantes !
É quando mais transbordo inquietude
e me visto de saudade.
O cansaço me fere profundamente
por dentro
Minhas flores se fecham
e só enxergo meus
espinhos .
Sou feito passarinho
Ainda que com o coração
magoado ,
triste ,
vazio e
sozinho ...
Insisto sim no amor!
Ando voando até um dia
quem sabe pousar
num ninho onde ...
Eu me sinta
segura
livre
leve e
com as asas bem
pairadas para sinceros
laços de amor e
de carinho.
Tenho meus erros, meus acertos e meus defeitos… não sou perfeito. Mas o pior que você arrancou de mim foi a confiança. Por um tempo, achei que nunca mais acreditaria em ninguém. Até lembrar que nem todo mundo carrega o seu caráter.
Sou muito mais vento quando
num içá de silêncios
desenho manhãs em meus templos.
Tempo gasto com meus alentos !
Entre o Barulho e Deus
Pareço igual a todos, mas minha alma sempre soube: sou diferente. Carrego um silêncio pesado, uma mente que grita verdades que não posso dizer.
E foi nesse barulho secreto que Deus me encontrou.Ele ouve o que ninguém ouviu, cura o que ninguém vê e fez da minha diferença o meu chamado.
Por quê?
Porque onde o mundo vê estranheza,
Deus enxerga destino. Porque aquilo que me doeu era exatamente o que Deus usaria para curar outros.
Porque minha voz nasceu para alcançar
quem sofre no silêncio.
Por isso.
Frágil e louca sei que sou,
negaria, se pudesse,
mas meu ser de amor padece,
cada dia o quero mais.
Entregando-me ao acaso
dessa tua companhia
me arrisco noite e dia,
te entregando a minha paz.
Vou subir num balanço de corda amarrada num galho d'arvore e ali vou sonhar que sou um pássaro
Sem vôos demasiado altos nem tampouco rasantes
Serei como um beija flor
Pairando no ar para beber o néctar da flor
Após o impulso, subir com a perna bem esticada
Sentindo que o ar me chega leve
E, lá do alto, pedir aos céus que não me falte forças ao dobrar os joelhos para voltar e num novo impulso, alçar outro vôo. Leve, confortável, alegre!
Quão pequeno é o pensamento do homem que diz: "Enfrentarei o diabo sem Deus, pois sou forte"; quão má é essa mente que se crê independente de Deus.
Sou mistério e desejo em forma de caos.
Feita de excessos, de fogo e de fuga.
Amo no limite, como quem queima e se consome,
e parto no auge, antes que a calma me alcance.
Deixo rastros — perfume, lembrança, vertigem.
Sou o encanto que inquieta, a ausência que arde.
Não nasci pra o morno, nem pra o quase.
Sou intensidade disfarçada de calma…
Faz uma loucura por mim.
Decifra-me, me lê nas entrelinhas,
descobre o que me acende,
decora meus silêncios e meus gestos,
e depois — me surpreende.
Não quero promessas, quero arrepio.
Não quero certezas, quero desejo.
Sou o mistério que te desafia,
a calmaria antes do incêndio.
Se tiver coragem… me desvenda.
Sou mistério e desejo em forma de caos.
Feita de excessos, de fogo e de fuga.
Amo no limite, como quem queima e se consome,
e parto no auge, antes que a calma me alcance.
Deixo rastros — perfume, lembrança, vertigem.
Sou o encanto que inquieta, a ausência que arde.
Não nasci pra o morno, nem pra o quase.
Sou intensidade disfarçada de calma…
e se quiser me alcançar,
faz uma loucura por mim.
Sou o poema que você não leu direito
Não me leia em voz alta.
Minhas sílabas têm espinhos.
E você sempre foi pura demais
pra sangrar desse jeito.
Eu tentei te caber.
Dobrei meus cantos,
Desmontei os móveis da alma,
Apaguei os quadros da parede
Pra ver se você entrava sem tropeçar.
Mas você preferiu as janelas,
E fez de mim uma porta trancada por dentro.
Você me lia como quem folheia bula,
Procurando efeitos colaterais
Pra justificar sua desistência.
Eu sou o poema que você fingiu entender.
O verso que você sublinhou
Só pra parecer que sentiu.
E acabou me apagando
Deixando apenas o papel marcado.
E agora você me olha
Como se eu tivesse sido tempestade demais
Pro seu guarda-chuva de pano.
Quando na verdade
Você que era feita de papel.
Não me peça explicações.
Agora sou o que sobrou
Do versos alagados
Que vazaram pelos olhos.
Você nunca me leu direito.
E agora quer tradução
para um idioma que você mesma inventou gírias?
Só te perdoo porque também não me entendo.
Só sei que doeu.
e que ainda dói
Mas agora, é voce quem vai sentir!.
Edgi Carvalho
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