Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum

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Não há nada pior do que dor no coração, estar apaixonada. É como se houvesse uma doença física. Você passa por algumas semanas e pensa: 'Oh, eu estou bem, me sinto melhor e, de repente, do nada, ela vem de novo. A parte mais difícil é quando esta dor vai embora. Isto te traz uma série de questões que podem te fazer se sentir um fracasso ou como se houvesse algo de errado com você. Você não pode fugir de si mesmo e tem de lidar com isto.

Nem sempre quando te jogam uma pedra é para te ferir, pense que essa pedra que nos faz parar e olhar para trás mais uma vez.

Às vezes uma senhora gosta de se divertir.

É tornando-se alguém de verdade,
com uma presença sólida no mundo,
que você conseguirá aplacar o pavor
de enfrentar a vida, de partir para o jogo,
de cair, de levantar, de cair novamente.
Só vence quem entra em campo,
e só entra em campo quem treina.

A PRINCESA SOFIA



Num tempo muito distante viveu, num reino de paz e harmonia, uma linda princesa que se chamava Sofia. Ela estava com doze anos. Era obediente, estudiosa, e muito caridosa. O rei e a rainha sentiam muito orgulho da filha: não desse orgulho que diz: “ta vendo? Minha filha é a maior, a melhor!” – Não crianças! Era um orgulho de pais que vêem seus ensinamentos dando frutos saudáveis e fortes.

Um dia a princesinha entrou na sala do trono, onde seu pai trabalhava com os ministros, pedindo:

- Papai, posso trabalhar na escola da aldeia, para ajudar as freiras?

- Filha, você não tem idade para trabalhar. Quando tiver será assistente de sua mãe na Assistência Social para os aldeões. – respondeu o rei.

- Não é bem um trabalho, papai! Eu quero contar histórias para as criancinhas de até cinco anos. Sabe aquelas histórias que você e a mamãe me contavam? Então! É isso que eu quero fazer, assim eu vou aprendendo a lidar com crianças porque eu quero ser professora. – falou com convicção a princesa Sofia.

O rei disse que ia pensar e que depois daria uma resposta. À noite, quando estava deitado ao lado da rainha, o rei lhe contou o desejo da princesa. A rainha ficou encantada e pediu ao marido que apoiasse a filha nesse intento. No dia seguinte, durante o café da manhã, o rei comunicou à princesa que estava dado o consentimento para ela trabalhar com as freiras na escola da aldeia. Foi passado o decreto real e princesa se apresentou à freira, diretora da escola, que a levou a presença dos alunos dizendo que daquele dia em diante a princesinha contaria histórias para eles durante o recreio.

As crianças adoraram. Imagine uma princesa contando história numa escola de aldeões. Era demais. E chegou o dia. Sofia ganhou uma sala onde ela espalhou almofadas pelo chão, formando um semicírculo e no centro colocou um banquinho para ela sentar. As crianças foram chegando, meio tímidas, e sentando cada uma numa almofada. Depois de todo mundo acomodado, ela se apresentou e pediu que ninguém a chamasse de princesa. Ela era somente Sofia. As crianças bateram palmas e, em pouco tempo, estavam tão íntimas parecendo que se conheciam há anos. E Sofia começou:

- Hoje eu vou contar uma história de fada. Peço a atenção de todos. – disse sorrindo a linda princesinha começando.

“Era uma vez um homem rico que andava por uma estrada indo para sua casa quando surgiu a sua frente uma velha, com uma vasilha na mão, pedindo um pouco de vinho para seu filho que estava muito doente. O homem chamou seu empregado dizendo-lhe que enchesse a vasilha até a borda. O empregado assim fez, mas o vinho só alcançou a metade da vasilha. O serviçal ficou apavorado. Ele havia despejado todo o vinho do barril. O seu senhor pensaria que ele estava roubando a outra metade do vinho. Então ele foi falar com o seu patrão, levando o barril como prova:

- Senhor, não sei o que aconteceu, mas o vinho não encheu a vasilha da velha, e como pode ver o barril está vazio. O que devo fazer? – perguntou o servo tremendo.

- Eu prometi àquela senhora que encheria a vasilha, e o farei nem que tenha que esvaziar todos os barris de vinho da minha adega. Vá, vá pegar outro barril. – ordenou o homem.

O empregado voltou com um outro barril de vinho e quando pingou a primeira gota a vasilha se encheu até a borda cumprindo assim a promessa do homem rico. Tempos depois um governante malvado, de um país vizinho, declarou guerra ao país do homem rico. Depois de muita luta o povo conseguiu expulsar o governante malvado, porém o homem rico que lutou contra o invasor, ficou prisioneiro em uma das celas de uma prisão naquele país desconhecido.

Ele estava desiludido. Pensava que ninguém jamais viria buscá-lo. De repente uma claridade invadiu a cela onde o homem estava, e surgiu, bem no meio, a velha da vasilha de vinho. O homem, de tão espantado, não podia falar. A velha rodopiou sendo envolvida por um arco-íris de rara beleza. Quando parou o giro, apareceu uma linda fada, jovem, com cabelos compridos, trazendo em uma das mãos a varinha mágica. A linda fada foi logo dizendo:

- A honradez e o cumprimento das promessas é o que mais admiro nos homens. E como um dia provou que é honrado e não faz promessas da boca para fora, eu ordeno que volte para sua casa, mas não conte a ninguém, nem mesmo à sua esposa o que aconteceu. – disse-lhe a fada girando no ar a varinha mágica.

E o homem chegou a sua casa. A alegria era tanta que a família nem se lembrou de perguntar como ele conseguiu escapar. As fadas não gostam que se revelem os seus segredos. Por isso, todos que são agraciados com seus favores devem ficar de boca fechada. E como forma de agradecimento, devem ajudar o próximo sem esperar pagamento.”

A princesa Sofia terminou a história. As crianças bateram palmas. Até as freiras aplaudiram a princesinha. A diretora da escola confidenciou a uma professora que Sofia seria como uma irmã para aquelas crianças.

- Você viu? O silêncio, a atenção! Viu que exemplo? Foi Deus quem mandou esta linda princesinha! – disse ela sorrindo e agradecendo porque, naquele país, a finalidade da escola era a de formar homens e mulheres de caráter irrepreensível com a ajuda dos pais, mesmo sendo camponeses.

Maria Hilda de J. Alão.

Cada derrota é uma oportunidade para seguir avante. Desvie-se delas, evite-as e você desperdiça seu futuro.

Da alergia para a alegria é uma questão de mudar o r para o outro lado do g. Também entre a antipatia e a simpatia há pouca distância. O obstáculo está na comunicação. -

Você nunca deve ver os seus desafios como uma desvantagem. Em vez disso, é importante entender que as experiências que você adquire enquanto enfrenta e supera as adversidades são, na verdade, uma das suas maiores vantagens.

Com certeza devo ser uma excelente atriz, devo disfarçar muito bem minhas emoções, pois mesmo estando em pedaços por dentro, ainda sim , amigas me procuram para pedir conselhos... será que não enxergam no fundo dos meus olhos a minha tristeza?? Me olho no espelho pareçe que meu rosto esta desfigurado, pq a tristeza tem o dom de nos deixar feias , envelhecidas. Eu que preciso de consolo tenho que consolar.....
E não consigo ver alguém precisando de mim e não fazer nada, acho que Deus me colocou nesse mundo para isso, sabe que quando estou fazendo isso, esqueço um pouco de mim... que bom............

Numa sombra de uma árvore um lápis um violão você como inspiração em letras de uma canção

Doce como um limão.
Delicada como uma pedra.

Tenho saudade de quando “decepção” pra mim era colocar uma fita no vídeo game e não pegar.

TRES PROFUNDEZAS DA ALMA.
Há emoções que não se anunciam. Elas chegam como uma névoa espessa, silenciosa, cobrindo os contornos daquilo que antes parecia sólido. O coração, então, perde sua linguagem comum e passa a pulsar em um idioma antigo, feito de ausências, reminiscências e pressentimentos. Sentir, nesse estado, já não é apenas reagir ao mundo. É ser atravessado por ele.
O abismo não se abre sob os pés. Ele se revela dentro. É uma fenda íntima, cavada ao longo dos anos por tudo aquilo que foi silenciado, negligenciado, adiado. Ali repousam os afetos não correspondidos, os gestos que não retornaram, as palavras que nunca encontraram voz. Quando o homem olha para esse lugar, ele não vê apenas dor. Ele vê a si mesmo, sem as máscaras que o protegeram e o aprisionaram.
E então surgem as lágrimas. Não como um gesto, mas como uma rendição. Elas descem sem pedir licença, traçando no rosto a cartografia de uma história que não pôde ser dita de outro modo. Cada lágrima é uma ruptura com a rigidez, uma recusa em continuar fingindo força onde só há exaustão. Elas não explicam. Elas revelam.
Há um instante, raro e devastador, em que emoção, abismo e lágrimas se encontram. Nesse ponto, o homem não pode mais fugir. Tudo o que ele evitou o envolve com uma clareza quase insuportável. E ainda assim, há uma estranha dignidade nesse encontro. Porque ali, no fundo mais escuro, algo começa a se reorganizar. Não como consolo fácil, mas como verdade incontornável.
Poucos permanecem nesse lugar sem se fragmentar. A maioria retorna às distrações, às superficialidades que anestesiam. Mas aquele que suporta permanecer, ainda que ferido, descobre uma forma mais austera de existência. Uma vida que não se sustenta em ilusões, mas em consciência.
E quando finalmente as lágrimas cessam, não por ausência de dor, mas por esgotamento do engano, resta um silêncio diferente. Não mais o silêncio do vazio, mas o da compreensão. Um silêncio que não consola, mas sustenta.
Porque há dores que não pedem alívio. Pedem apenas que sejam vividas até o fim. E é nesse fim, tão íntimo quanto inominável, que o ser se reconhece, não como queria ser, mas como verdadeiramente é.

Tenho tudo pronto dentro de mim e uma alma que só sabe viver presentes. Sem esperas, sem amarras, sem receios, sem cobertas, sem sentido, sem passados.

(Re)acostumar

Estou me acostumando a não sentir tua ausência, a não derramar uma lágrima em sua presença e a não receber tua atenção. Estou me acostumando a ser largada, jogada e pisoteada, como se nunca houvesse sido alguém - seu alguém. Minhas promessas se tornam banais conforme o tempo passa e não as cumpro, porém continuo repetindo por vezes seguidas. Me prendi e perdi num replay em camêra lenta onde a cena que passa está longe de ser agradável. Contudo, permaneço estática como uma pedra. É, estou me reacostumando.

⁠Só é capaz de tocar uma alma quem tem suavidade de pétala e leveza de beija-flor.

A liberdade é uma experiência do dia-a-dia.

Revolucionar é ampliar horizontes.

Acreditar e desconfiar são os maiores dilemas sociais.

A criatividade brota entre a razão e o delírio.

A morbidez multiplica o sofrimento.

Não renove seu passado no presente.

Enfrente velhos dogmas com novos paradigmas.

As grandes idéias se escondem nas fendas do saber.

Fala-se cada vez mais para dizer cada vez menos.

Descobrir é revelar.

A simplificação sempre revoluciona.

O desconhecido ameaçador é um “velho conhecido”.

A libertação exige paciência.

São as falsas certezas que infernizam o viver.

Viver é ultrapassar limites.

Não conversamos ; combatemos ou recrutamos aliados.

O fim começa quando a esperança acaba.

Um verdadeiro mestre não intimida discípulos.

Julgar nossas culpas é tarefa alheia.

O desequilibrio é a norma social dominante.

Valorize as receitas simples do cardápio social.

A multiplicidade de alternativas dificulta o viver.

Existe menos fúria no inferno do que no coração de uma pessoa desprezada.
Ego ferido machuca mais do que um amor não correspondido.
Felizmente nem todos os homens são idiotas para alimentar o orgulho e vaidade de uma menininha que acredita ser a última bolacha do pacote.
Só um recado: Contra toda menininha vaidosa, existe uma mulher bem resolvida.

Se precisa tomar uma decisão mas não sabe o que fazer, espere. Fique atenta, porque a vida se encarregará de lhe dar uma dica, um sinal, e você poderá agir com mais segurança.
É através do sentir que seu espírito fala e sua intuição se manifesta.
A intuição é a verdade do espírito.

A sociedade é, sempre foi e sempre será, uma estrutura para a exploração e opressão da maioria por meio de sistemas de força política ditados por uma elite, aplicados por bandidos, uniformizados ou não, e sustentados por uma ignorância e estupidez deliberada por parte da própria maioria que o sistema oprime.