Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum

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Saudades daquele tempo em que eu era a menininha do papai, livre de todos os problemas, daquele tempo de pequenos grandes momentos em uma família perfeita e ao mesmo tempo imperfeita, ou simplesmente normal, daquele tempo em que jogávamos conversas e risadas bobas fora, em que ficávamos uma tarde toda de domingo ou feriado juntos, fazendo nada, mais juntos e felizes, um tempo em que sempre quis que passasse rápido e que chegasse logo o futuro, mais agora, que o presente de hoje é o futuro que eu antigamente desejava chegou, daria tudo para ter aqueles momentos de volta, momentos frios que vivo agora, esperando um novo futuro caloroso, feliz e novamente unido, PAI, hoje se dou algum tipo de desgosto, saiba que só estou buscando ser o seu maior orgulho em um futuro não muito distante. TE AMO!

Se eu te encontrar um dia agonizante,
morrendo em desespero, de remorsos,
pelo mal que me fazes a todo instante,
eu rezarei por ti um Pai Nosso.
E se pensares o quanto me ultrajaste e me pedires perdão,
eu dar-te posso. Em louvor a algum bem que me causaste,
eu rezarei por ti Um Pai Nosso.

Eu quero que Deus nos proteja das dores do coração.

Enquanto eu tiver força, coragem e fé, eu não cansarei de lutar.

Eu gostei de mim e da vida como não gostava há muito tempo...

Quem dera eu fosse poeta, capaz de cantar amores, encantar os passarinhos e fazer sonhar as flores...

⁠...tanto que me vinha a vontade, se pudesse, nessa caminhada, eu carregava Diadorim, livre de tudo, nas minhas costas.
(Grande Sertão: Veredas, p . 388)

Eu posso estar sorrindo, curtindo, festando e ao mesmo tempo o meu mundo estar desabando, assim como também posso fingir que estou abalada por você e ao te ver zombando, desabo seu mundo com um sorriso imenso.

Quantas vezes eu chorei, por apenas lembrar do seu nome.

E durante muito tempo eu vinha pedindo a Deus para ele me abençoar daí ele ouviu as minhas orações e me deu você.

Eu poderia ser um psicopata de amores, mas resolvi ser frio.

Eu trabalhei muito duro. E eu espero que as pessoas vejam que as coisas não acontecem do dia pra noite.

Eu nunca mais vou me envolver com alguém de novo. Cansei de quebrar a cara. Essa frase marca o início de um ciclo e o começo desse clichê que a gente repete na tentativa de se proteger na próxima vez. É mais ou menos como um mantra que já prepara o coração para o que vem: segura a surpresa, manda aquela alegria inicial de ter encontrado alguém bacana embora, dá uns tapas na expectativa e te faz prometer para si mesmo que dessa vez vai ser diferente: dessa vez você não vai se envolver.
Essa frieza é característica de quem já sofreu por amor ou por menos que isso. Mas frieza é uma palavra forte, então digamos que seja uma proteção. Essa proteção é a armadura impenetrável de quem foi convocado para a guerra, mas sofre de apatia. É o brigadeiro de panela quente para quem já queimou a língua. Essa proteção é a hesitação de quem não quer repetir um novo ciclo de descasos e esperanças. Ela funciona de forma radical e direta, porque descarta qualquer um antes mesmo dele chegar a algum lugar.
A formação de defesa de pessoas que optaram por “esconder os sentimentos” e viver na desconfiança é pesada. Os que não se declaram solitários por acidente, acabam pode depositar essa postura em outros. Isso porque sempre calha de aparecer alguém que finalmente “valha a pena” para você e essa pessoa vai ser o alvo de todas as suas inseguranças e negações passadas. A frustração de já ter se arrependido, faz com que você manipule as suas vontades e apare as atitudes. Vez ou outra, isso tudo te faz mais amargo, onde o sabor agridoce vai embora e você não percebe que está exagerando. Na sua cabeça, tudo funciona como um teste para o coitado (ou coitada) que tentar algo com você. É que eles estão vivendo a sua síndrome do “Dessa vez vai ser diferente. Eu não vou me envolver.”
Mas existe uma premissa certa nisso tudo: você vai quebrar a cara de novo. Independente da postura que se assuma, você vai passar por alguma frustração. Seja a frustração de estar sozinho, quando não é isso que se quer ou a frustração de finalmente se abrir de novo e se decepcionar. Parece um tanto quanto pessimista, mas é que você encara o “quebrar a cara” como algo negativo. Só que é uma experiência que faz parte de uma vivência maior. Quebrar a cara ensina, e muito, sobre nós mesmos. Ensina sobre padrões de comportamento que nós podemos cometer e erros que dizemos ser dos outros, mas na verdade nos pertencem. Ensina a aprender mais sobre as nossas expectativas e a forma com que lidamos com elas, além de mostrar que pessoas constituem a nossa vida de forma plena e quais podem ser descartadas quando há decepção. Aliás, isso ensina mesmo se foi decepção ou insistência, quando o problema da vez era com a gente. E ensina mais ainda que o ser humano, por mais burro e teimoso que possa ser, ainda possui a capacidade de amar de novo.
Você vai se encantar de novo e se perguntar se dessa vez vai ser diferente, por mais frio ou receoso que seja. Você vai engolir em seco e fingir que nada mudou, mas vai pensar em baixar a guarda. Essa esperança bonita que motiva e que também nos torna um pouco mais bobos e um pouco mais cegos é o que faz com que relacionamentos não sejam apenas relacionamentos. São situações que engrandecem e servem de auto-análise. E elas dizem muito sobre a gente e o nosso modo de ver o mundo. Revela vontades que a gente nem imaginava ter e devolve uma maturidade que vai sendo lapidada ao longo do jogo, com seus ganhos e perdas. E esfrega na nossa cara que a gente vai quebrar a cara de novo e que vai amar de novo. Por mais “evitáveis” que tenhamos nos tornado, ainda somos apaixonantes e apaixonáveis. E essas defesas que a gente cria, com um pouco de persistência e afeto, acabam caindo por terra. E isso pode ser bom ou pode ser ruim. Mas a gente só vai descobrir se der a cara à tapa. Mesmo que isso signifique quebrá-la depois e se apaixonar logo em seguida.

Não importa se eu cair eu sempre vou me levantar

Motivos para desistir? Eu tenho de sobra. Mas o meu amor e a minha vontade de continuar são maiores. Isso de dizer "não conseguiria viver sem você" é muito clichê, eu conseguiria sim, eu só não quero. Não quero ter que viver sem o conforto do seu sorriso, sem a paz do seu olhar, sem o calor do seu abraço e sem todas nossas brincadeiras e bobagens. Não é egoísmo, mas eu quero você totalmente, exclusivamente e somente para mim. Sinceramente não sei da onde surgiu tanto sentimento, não sabia que era possível amar alguém tanto assim.

“Você era diferente”. Eu não era diferente, eu era ingênua. Eu acreditava nas pessoas, eu confiava nas pessoas, eu tinha fé nelas. Mas a vida me mostrou do pior jeito que não dá para se confiar em qualquer um por aí, de falsidade o mundo está cheio e de inveja o mundo está transbordando. Os “monstros” não estão embaixo da sua cama, e sim ao seu lado.

Eu sinto


E quando o sono vem, quando os meus olhos se fecham. Eu sinto. Os sonhos chegam devagar, e eu posso sentir as tuas asas pousarem sobre coração. Doce sensação.
Me guarda e me consola.
Não ouço. Não vejo. Mas sei.
E eu, agora, em tuas asas descansarei
e quando o sono se for eu perceberei,
sentirei a tua presença.
Eu sinto.

"- Ela disse: 'Estou com tanto medo...' E eu perguntei: 'Porquê?' Aí, ela respondeu: 'Porque estou me sentindo profundamente feliz, Dr. Rasul. E uma felicidade assim é assustadora.' Voltei a perguntar por quê, e ela prosseguiu: 'Só permitem que alguém seja assim tão feliz se estão se preparando para lhe tirar algo', e eu disse: 'Agora, chega. Já basta dessas tolices'."

Na luta da humanidade contra o câncer, eu estou do lado do câncer.

Que seja romântico, que seja diferente, que seja perigoso. Mas que seja só eu e você.