Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum
não tenho medo da morte...ja vivi o bastante e com isso aprendi que essa vida nada mais é do que uma luta diária para se manter de pé.A morte seria o alivio e o fim dessa luta nesse mundo que cobra tão caro para sobrevivermos nele..tenho medo é da reação daqueles que vão ficar com minha partida.Peço a Deus que lhes de entendimento para entenderem que a morte é o fim de todo sofrimento,de lutas e da correria do dia a dia .Enfim, a morte é o alivio de tudo,e que entendam que no sono da morte a gente encontra a paz.....Devido a paz desse sono provisório ou eterno(cabe a Deus nos acordar ou não) livre de lutas e sofrimentos é que me faz não sentir medo da morte....Demorei para entender isso e só agora com 50 anos de idade e que ja passei por tanta coisa,aprendi o certo o errado vivi alegrias,tristezas,ja sorri ja chorei ,acertei, errei,etc,etc é que entendi isso e esse entendimento fez com que esse medo não exista mais em mim...
A nossa realidade passa a ser uma verdade absoluta quando em nossa mente os sonhos já existem como uma verdade real. Somos aquilo que desejamos ser!
Não adianta ir contra o que você sente... Não adianta ser uma cópia do que já existe. Seja fiel a você, seja original.
Filosofia dentro de uma garrafa de vinho
Já parou para pensar, o quanto uma garrafa de vinho pode lhe ensinar sobre a vida?
Para se conceber um vinho de qualidade, primeiro devemos prepara o terreno para o plantio.
Após, devemos selecionar as melhores sementes e plantar com todo carinho e amor.
Cuidamos, regamos e zelamos para que as sementes plantadas possam dar bons frutos.
Deve-se ter paciência, colhê-las somente quando estiverem no momento exato da maturação.
Se as uvas forem colhidas antes do tempo ou depois do tempo, não terão todo o sabor e aroma dignos de um vinho de qualidade.
Depois de colhidas as frutas serão esmagadas, prensadas e passarão pela fermentação.
Para depois, serem levadas à toneis para amadurecerem com o tempo.
Você deve estar se perguntando…
O que isso tem a ver com a vida?
Na vida estamos em um processo de eterna transfonação e amadurecimento.
Prepare o terreno da sua vida, plante conhecimento, rege com muito trabalho e zele com amor.
Que com o passar dos anos seu esforço se transformará em realização.
Nem uma lágrima. Talvez por que já sangrei chorando demais durante o combate. Talvez por que o que estávamos fazendo já não era surpresa e sim rotina. E eu sabia, você sabia, todos sabiam que estava errado e nos recusávamos a aceitar, por que a dor de perder fala mais alto que a de aceitar. Eu, depois de relutar contra as lágrimas e lutar 75 rounds consecutivos contra o amor, acabei perdendo. Fiquei mais perdida e zonza do que já estava antes de entrar nessa luta. Apenas depois dessas 75 vezes reconheci que estava perdendo, e teria que aceitar a derrota. E aceitei. O problema, é que você viu minha derrota como uma desistência, para lutar contra outro, uma luta da qual eu já participava. Era o que tu dizia. Tu, depois de perceber que eu tinha me rendido, lutastes com tua maior força pra me por de volta no ringue e continuar lutando até a morte. Mas o que você não entendia é que de tanto meus ouvidos sagrarem de dor eles já não ouviam mais, e eu não te ouvi mais. até que uma hora, você aceitou a derrota , estranhamente havia dois lutadores e um, tarde de mais, também percebeu sua perda. Agora você ainda não querendo aceitar, mandou eu me desfazer das minhas medalhas e troféus, e me deu meus merecidos parabéns por ter atingido ele bem na ventricular novamente e por ter feito a mesma chave de braço de antes. Eu só quero que entenda que eu te amo e sempre vou amar, e é por isso que te deixei livre, para lutar e ganhar de quantos quiser, deixei livre , sem regras no jogo. Engraçado, parecia tudo um grande jogo, onde havia regras que toda luta tem. E essas regras são um desperdício de vida. Aproveite sua vida, viva com amor. Transforme toda essa fúria em adrenalina e va para o combate novamente, mas agora, não aceite derrotas.
É estranho você olhar pra uma pessoa que já esteve tão próximo de você e enxergar um desconhecido. Você conhece cada olhar, cada gesto, cada cara boa ou ruim. Eu nunca aceitei fins sem motivos, e talvez seja a coisa que mais me perturbe na vida. Amizades ou amores que terminam sem razão.
Medo, traição, problemas, seja o que for, tudo nessa vida tem um motivo, por mais bobo que seja. Só não sei o que leva uma pessoa que era próxima da gente valorizar mais o que há de ruim do que o que era bom. Pessoas que nunca mais se falam por causa de um erro, que nunca tentaram entender, ou conversar sobre o assunto.
As pessoas preferem fugir dos problemas, quase sempre. Talvez seja mais fácil mesmo. Afinal, estamos na era do descartável. É mais fácil fugir e arrumar uma pessoa nova, aproveitar a parte boa, e tcharãm, ir embora de novo. De que valem aqueles relacionamentos dos nossos avós? E talvez até dos nossos pais? Que apesar das diferenças, estão sempre juntos. Aqueles que se casaram cedo, e não conhecem a palavra separação. Eles sim, pra mim, tem valor.
Aquelas amizades que não cabem nos dedos de tanto tempo que estão nas nossas vidas, que dividem alegrias e tristezas, que amam os defeitos, e que estão sempre do nosso lado. Essas sim tem valor. As pessoas têm esquecido dos valores morais, que mais vale um amigo que está ao seu lado há dez anos, do que outro que acabou de conhecer.
Pessoas que aproveitam só do que as pessoas tem de bom, mas não aguentam os defeitos. A verdade? Eles não aguentam nem os próprios defeitos, e por isso, acham que ninguém vai suportar também. Ninguém quer ser maltratado, ninguém quer ficar sozinho. Se todo mundo praticasse mais o amor, todo mundo seria mais feliz!
Vou lhes contar uma pequena história que aconteceu comigo.
Ja tive amizades que achei que duraria pra sempre, e amigos que nao vejo a anos mas sei que quando encontro parece que nao se passaram mais que algumas horas.
O ser humano tem uma defesa automática, chamada de instinto, necessario para sua sobrevivência.
No reino animal, Lobos nao andam com Hienas, muito menos caçam juntos, pois sabem que se assim o fizerem, apenas um lado saira lucrando com isso.
Da mesma forma, levando isso para a vida real, amizade verdadeira é para poucos, nao confunda piedade, com amizade.
Quando vc recebe um afago, nao pense que está recebendo o melhor que o outro poderia lhe oferecer, e sim que ele apenas lhe deu um pouco do seu tempo, migalhas, para que vc nao morra de fome.
XEQUE-MATE, BABACA!
A partida já durava pouco mais de 45 minutos, uma pequena eternidade para uma criança de 5 anos e meio.
– Mamãe, eu sei que o certo é jogar em silêncio, tentando “adivinhar” as próximas jogadas, mas preciso falar uma coisa – disse em tom solene, esfregando os olhinhos já cansados.
– Pode dizer, filha.
– Acho esse Rei muito “babaca” – disse apontando uma das duas peças coroadas por uma cruz.
– “Babaca”? Como ele pode ser um “babaca” se ele é a peça mais importante do seu reino? Se ele for capturado, você perde e acaba a partida – retruquei.
– Ah, mãe, o xeque-mate deveria ser com a eliminação da Rainha. Já reparou que ela é muito poderosa e que ele é um tremendo “Zé Mané”?
– Respeite o seu Rei, não fale assim dele – reclamei com um sorriso no canto da boca. – Onde você está aprendendo essas palavras?
– Mãe, a Rainha é toda “triunfante”. Consegue “dançar” pelo tabuleiro inteiro, como se fosse uma pista de dança… Olhe – e movimentou a sua Rainha na horizontal, vertical e diagonal, por várias casas já vazias. – Ela é tão esperta que “observou” e “aprendeu” os movimentos da Torre e do Bispo.
– Isso é mesmo. Ela é uma peça muito importante, filha. A perda da Rainha é uma grande derrota para o reino. Considero o “começo do fim” da partida – expliquei.
– E esse “Zé Mané” aqui é todo duro, travado e “perna de pau”. Já viu como ele “dança”? – Disse pinçando o seu Rei com seus miúdos dedinhos e o movimentando pelas casas que o circulavam. – Ele fica assim fazendo movimentos curtinhos, todo indefeso e fraco. Raiva desse “babaca”. Não quis aprender nada na vida. Até o Cavalo sabe saltar… E ele? Só sabe “se esconder na sombra da Rainha” – palavras literais da minha pequena.
– Amor, não fale assim. Se você estiver com raiva ou aborrecida, vai interferir no jogo e você não vai conseguir pensar na melhor jogada. Como eu sempre te digo, Xadrez exige concentração, “sangue frio”, estratégia e equilíbrio. E outra, não desrespeite o seu Rei. Seu dever é protegê-lo a todo custo, para continuar na partida. Acha melhor parar para descansar e continuamos depois?
– Mãe, a senhora está “toda” enganada – disse fazendo carinha de desdém.
– Oi? – Questionei, sem entender.
– Eu ainda “sou princesa”, mas serei como a Rainha, vou viver observando e aprendendo, toda poderosa, dançando com um longo vestido brilhante pela pista inteira. Mas não quero fazer sombra em nenhum “Zé Mané”… Na verdade essa conversa toda foi para te distrair, foi um papo “estlatégico” – pronunciou “fazendo bico” e levantando levemente os pequenos ombros. – Xeque no seu Rei, esse “babaca” aí.
Estatelei os olhos e tive que me render, orgulhosa, abrindo a retaguarda do meu Rei para que ela pudesse capturá-lo com o seu último e aparentemente inocente Peão, que “conseguiu atravessar” o tabuleiro quase sem ser visto por mim, no decorrer do nosso diálogo.
Parecia inofensivo, mas… Por vezes, o Discípulo supera o Mestre.
Xeque-mate, “babaca”.
Todo mundo tem uma estrada para percorrer, isso é fato ... contudo, os caminhos que já percorremos nos fizeram o que somos hoje, uns melhores outros piores e existem aqueles ( mais ou menos ), entretanto quando chegamos ao ponto de exaltar e agradecer pela magnificência em que nos tornamos, isso significa ter muita ousadia para ser pretensioso ou muita competência para ser insano e irracional ... mas a mídia social aceita tudo, e acaba por transformar comédia em drama ou vice e versa e tem gente que ainda aclama ...
Você já se perguntou, conversou com alguém ou começou uma conversa com o tema “O tempo esta passando rápido”.
Você já reparou que conforme os dias vão rolando as pessoas que te amam, e ou as pessoas que você ama, participam pouco dos seus dias?
Temos a mania de viver o momento, mas sem saber o que é o momento. O momento as vezes é aquela coisa sensacional, naquele momento, porque um minuto depois já apareceu outra coisa sensacional.
O tempo esta passando rápido, SQN.
Em meio a tantas coisas sensacionais que aconteceu e acontece eu deveria escrever um livro, mas não faço idéia do que eu estava fazendo no dia 09/10/2016. Também não tenho idéia do que eu estava fazendo no dia 09/10/2015.
O tempo não está passando rápido, o tempo é contínuo, comum a todos. Eu que completei esse tempo com vazio, tudo sensacional era na verdade, nada. O tempo está passando rápido porque eu me alimento de coisas vazias.
Tenho lembranças nos mínimos detalhes de algumas coisas que no calendário diz que foi a anos atrás. Tem gente que eu não lembro nem o nome. Eu vivo com pessoas que eu não conheço e afastei as pessoas que me amam, isso porque eu impedi que as pessoas importantes fizessem parte da minha vida, certo momento eu escolhi os estranhos.
As vezes temos saudades das coisas que escolhemos não ter.
Digamos que você conhece uma estrada, uma estrada longa de uns 2000km você já rodou várias vezes por ela, conhece cada casa dessa estrada, cada ponto de parada e sabe que tanto a estrada quanto o final dela não tem mais graça, é tudo repetido, não tem nada novo. Você pegaria ela mesmo assim? Ou iria por uma nova estrada que pode ser até mais longa, porém você sabe que vai encontrar tudo novo, e que no final dela tem uma nova continuação pra outra estrada nova.
Diferença está entre as coisas novas e que essa última não tem ponto final, você não precisa voltar pra trás, pois ela tem continuação pra você seguir em frente e continuar a conhecer coisas novas.
Isso é a vida, se desafie, tente sempre o novo, não insista no mesmo erro, mude sua rota, suas escolhas que algo diferente irá acontecer na sua vida
Retirante.
Ninguém deixa uma região
só porque não lhe quer bem
quando alguém deixa o sertão
já fez de tudo e nada tem
receba bem o nosso irmão
dê respeito ao cidadão
e a terra de onde ele vem.
Já é noite
E a lua brilha.
Com versos, rimas
E muita alegria.
Dedejo-lhe uma
Boa Noite
Com essa poesia!
Mais uma das minhas reflexões.
Você sabe fazer escolhas?
A felicidade é, hoje, e já há algum tempo, um tema bastante visitado, sobre o que, existem inúmeras publicações que procuram, desde definir o que o termo possa significar, até fornecer receitas na linha da autoajuda, obviamente passando por obras produzidas sob a ótica de profissionais das diversas áreas da ciência, assim como por livros de escritores que procuraram resgatar a história de um assunto, o qual, desde os primórdios, ocupou a mente de muitos pensadores, sendo que até de Schopenhauer se encontram estudos a cerca desse tema.
Apesar de sabermos que muitas questões despertam o interesse momentâneo da sociedade, numa espécie de modismo, o assunto felicidade, ao contrário, parece que conquistou espaço na literatura e ganhou a atenção das pessoas e da mídia em geral, assim como de estudiosos do comportamento social e até das entidades governamentais.
Consciente da complexidade de que é revestido esse assunto, não cabe aqui tratar dele de maneira abrangente. Afinal, independentemente da visão que se possa ter da felicidade, não há como não reconhecer que ela está relacionada com muitos fatores sobre os quais podemos ou não ter o controle.
Entre tantas condições de que depende ser ou não feliz, está uma que diz respeito à nossa atitude perante os diversos fatos com que temos que lidar.
A atitude que adotamos frente a uma situação pode produzir resultados que afetam a nossa vida de uma forma positiva ou negativa.
Exceto aquelas ações que são acidentais, aquilo que fazemos é fruto de uma decisão, que pode ser consciente ou inconsciente.
No entanto, quanto mais nos conhecemos, menor é o número de decisões movidas pelo inconsciente, o que significa que nossas decisões podem ser mais coerentes com nossos objetivos à medida que seja menor a influência de fatores inconscientes nas nossas atitudes.
Por essa razão é que, neste texto, o título pergunta se você sabe fazer escolhas.
Para não passarmos imediatamente para as ações individuais, vamos imaginar que as pessoas, ao elegerem um presidente da república, governador, prefeito, presidente da sua agremiação ou o síndico do condomínio, estão escolhendo quem irá ter influência na sua vida.
Em que pese às poucas opções que se têm numa eleição de dirigentes públicos, a escolha que se faz sempre poderá ser a melhor ou a pior. E temos exemplos em todo o mundo, de políticos que ergueram uma nação, assim como daqueles que levaram ao caos o seu país.
Por mais que as circunstâncias possam influir no sucesso ou insucesso de um governante, o que mais pesa no resultado de uma gestão são as qualidades do gestor.
É até plausível pensar que seja possível que uma boa escolha não garanta um bom resultado, mas é bem pouco provável que uma escolha errada o produzirá.
Depois dessas divagações, é hora de encarar a questão da escolha do ponto de vista individual.
Se uma pessoa criativa consegue fazer de um limão azedo uma deliciosa limonada, é também verdade que ela conseguiria fazer algo mais apropriado para o momento se dispusesse dos ingredientes necessários.
Vale dizer que, não obstante a capacidade de cada um, frente às circunstâncias, em geral não se realiza um bom trabalho sem as condições adequadas.
Assim sendo, se escolhermos ver um filme sem ter tido informações suficientes para a escolha, são mínimas as chances de sairmos contentes do cinema. Entretanto, considerando o custo que isso representa, o prejuízo não será grande.
Mas e quanto a escolhas que têm um peso importante na nossa vida, como é o caso, por exemplo, de uma mudança de emprego, um casamento, etc?
Mais do que tentar entender as razões que nos levam a tomar uma decisão, o objetivo, aqui, é levantar essa questão de forma que possa fazer uma reflexão sobre o assunto.
A reflexão a que convido pode ser em relação a decisões tão simples como qual caminho seguir pra chegar a um lugar, como as mais complexas que têm a ver com as escolhas que fazemos em relação a lugares que frequentamos, a amizades que mantemos, a pessoas com quem nos reunimos para dividir as alegrias e as tristezas, ou mesmo para jogar conversa fora.
O que dizer, então, das decisões que norteiam a nossa vida quando decidimos nos casar, tem um filho, aposentar, mudar de residência, de cidade, ou então de país?
O que estará por trás de uma decisão?
Será Intuição, vontade de tentar uma nova coisa, vocação para assumir riscos ou apenas porra-louquice?
Decisões baseadas em dados concretos, fundamentadas em questões objetivas e coerentes com outros planos têm muita chance de produzirem os resultados esperados.
Por outro lado, aquelas baseadas apenas na intuição, levarão a bons ou maus resultados dependendo de quão acertada for a intuição que se teve, visto que, se todas as intuições fossem acertadas, nenhuma empresa fecharia e nenhum casamento acabaria.
Dias atrás, vi uma notícia sobre uma moça que frequentava um presídio para visitar um rapaz que estava recluso, por quem acabou se apaixonando e aguardava que ele fosse libertado para se casarem. Esse não é o único caso dessa natureza.
Longe de qualquer preconceito, pois um presidiário tem o direito de ressocializar-se e é isso que a sociedade espera. No entanto, excluindo-se casos específicos, o que, em geral, leva uma mulher ou um homem a fazer essa escolha?
Entretanto, se esse é um caso que chama a atenção pelo caráter heterodoxo da preferência, outros há que também merecem um exame mais detido das razões que determinam uma escolha.
Não há como deixar de considerar que fazer escolhas é uma habilidade, entre tantas que uma pessoa pode ou não ter.
Sem autoridade para me estender nesse campo do conhecimento, diria que tal habilidade, assim como outras, sofre influência de vários fatores. E, para não incorrer em erros maiores de conceituação, arriscaria classificar esses fatores como sendo, ao menos parcialmente, de caráter psicológico.
Esse atributo psicológico de tomar decisões, não poderíamos dizer que faz parte da inteligência emocional? Quer dizer, não tem nada a ver com a habilidade para a aritmética, com a familiaridade com as línguas, com a vocação para as artes, esportes etc.
Um bom financista tomará boas decisões em temos de investimentos, mas poderá se mostrar um desastre nas escolhas da relação afetiva. Ou seja, se não tomamos decisões certas, em algum campo da vida teremos prejuízo.
Afinal, quais são os pontos de contato da habilidade para a tomada de decisões com a felicidade?
Bem, na medida em que soubermos fazer escolhas alinhadas com os nossos planos e desejos, será mais seguro que alcancemos nossos objetivos e isso nos trará recompensa, mecanismo que nos faz sentir felizes.
Novamente, trazida à tona, a habilidade que se tenha de fazer do limão uma limonada, tem a ver com a capacidade de encontrar a felicidade, mesmo diante de adversidades. A isso se dá o nome de resiliência.
As atrocidades humanas causa de tantos sofrimentos é uma constante no mundo, já no principio nos conta a Bíblia Sagrada, havia dois irmãos, um irmão matou o outro, justamente o pior matou o melhor, o ingrato matou o grato, o preguiçoso matou o trabalhador, o invejoso matou o justo. Assim segue hoje... Virgem das dores , rogai por nós.
"Nossa casa, um gato, minhas roupas no seu corpo e uma noite de chuva já era o suficiente pra nos fazer sorrir".
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