Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum

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Sorrir virou um ato de resistência, e eu já não tenho forças pra resistir.

A vida pesa, e eu já não sei onde apoiar minhas mãos pra continuar.

Um pouco de amor já me basta. É o suficiente para eu sentir vida vivendo em mim.

⁠O texto mais profundo que eu já escrevi foi para alguém que nem sabe ler.

⁠Eu não cansei de viver... mas eu tô cansado de algumas coisas que eu já vivi.

⁠Você é a única amiga que eu já tive.

Eu não sei se encontrarei; se já não o procuro, por vezes até escondo-me.
Não sei por que, mas não sei se arrependo-me.
Amar-te imensamente
Desejando sempre.
Buscando fugir disso, mas sentindo ainda o sabor de teus braços quentes.⁠

"Eu já deixei alguém ir por ser inteiro demais.”
“Às vezes, o problema não é quem vai — é quem ocupa o lugar antes.”

Eu sei o que é chorar de cansaço, de desespero e de dor. Sei que talvez muitos de vocês talvez já tenham passado por isso ou estejam passando agora. Posso afirmar com toda certeza, isso tudo vai passar. Você além de superar o problema, vai sair dele mais maduro e mais fortalecido. E não é qualquer coisa que vai te derrubar depois disso. Quando eu digo que tudo passa, é porque passa realmente. Não é apenas uma mensagem de carinho e força. É a certeza de quem pensou que não teria forças para suportar, de quem já sentiu na pele! Acredita, tudo passa. Só tenha fé. Creia em Deus acima de todas as coisas. E o mais Ele fará.

Até parece que eu já tinha te beijado em outra vida e que desde sempre você já era meu.

Hoje, eu, depois de tantos anos, vi a mulata da minha vida.


Ela já não tinha mais aquela aparência da nossa adolescência.
Tinha se tornado uma mulher madura.
Estava tão bela, que nem uma deusa chegava aos seus pés.


Ela estava ajudando os necessitados.
Continuava com a sua bondade e gentileza.


Em algum momento, ela olhou direito pra mim.
Porém, imagino que já havia me esquecido.
Mas eu estava muito diferente.


Pois ela mudou para melhor.
Eu fiquei pior.
Não só de aparência, mas também de alma.


Mas senti que ela olhou dentro de mim.
Como se visse minha alma.


Ali, eu desabei.
Chorei como uma criança.


Ela estava vindo até mim.
Porém, eu fugi.
De medo e vergonha.


Quando cheguei em casa,
eu lembrei de nossa época da escola.

Olhei no fundo dos olhos dela e disse:


"Não quero me ferir de novo, eu já me feri tanto... Sabe?, quero que seja uma rosa para mim, mas que não tenha espinhos."


E no outro dia...
-Ela me abraçou com seu perfume.

Mesmo quando parece que não tenho nada, há algo em mim que já chama atenção. Coisas que nem eu sei medir, mais que despertam desconforto, inveja, raiva .... e tudo isso sem esforço. Agora imagina quando eu me conhecer de verdade 🤔

Já tive ódio demais, hoje eu só busco o amor.

Projota

Nota: Trecho da música Pra não dizer que não falei do ódio.

Eu já te contei
que hoje, quando fechei os olhos ,
bebi o teu cheiro ?

Quando a mentira Cansa

Eu já contei muita mentira bem construída para mim mesmo. Aquelas frases que soam inteligentes, fazem sentido num café com amigos, mas não fecham a conta com a realidade do meu dia a dia. “É só uma fase.” “Está controlado.” “Eu aguento mais um tempo.” Lá no fundo eu sabia que não era verdade, mas repetir essas justificativas era mais fácil do que admitir que eu tinha medo de mudar. O problema é que o corpo não negocia com esse tipo de mentira durante muito tempo. O cansaço aumenta, a irritação cresce, a paciência desaparece. Não é azar, não é só pressão externa: é o desgaste de sustentar uma vida que já não faz sentido para aquilo que eu sei que poderia ser.


Talvez você também tenha criado essas histórias para continuar onde já não faz sentido ficar. Um relacionamento que só se mantém por hábito, um trabalho que já não te desenvolve em nada, uma rotina que te deixa num piloto automático confortável, mas sem vida. A mente é criativa para arranjar justificativas: agora não dá, não é o momento, depois eu vejo isso. Só que cada “depois” é uma escolha. E, queiramos ou não, a identidade que temos hoje é o resultado exato da soma do que aceitamos, do que ignorámos, do que adiámos e do que escolhemos manter. Não é um rótulo abstrato. É a consequência prática da forma como temos vivido.


Quando eu parei de me ouvir como vítima e comecei a olhar para mim como responsável, a pergunta deixou de ser “por que é que a minha vida está assim?” e passou a ser “que tipo de pessoa eu tenho decidido ser todos os dias?”. Não adianta só desejar mais, querer mais, sonhar mais. A questão é: eu sou o tipo de pessoa que sustenta aquilo que diz que quer? Os meus hábitos, a forma como eu gasto o meu tempo, as conversas que eu alimento, as relações que eu tolero, a maneira como eu fujo do desconforto… tudo isso revela quem eu sou hoje, não quem eu conto que sou. E dói perceber isso, mas é uma dor lúcida.


Hoje eu entendo identidade como esse espelho que não mente. Não é sobre a imagem que eu vendo, é sobre o rasto que eu deixo. Se eu quero uma vida diferente, não basta pedir por oportunidades novas, eu preciso aceitar o custo de me tornar alguém à altura daquilo que eu diz que quer construir. Enquanto eu continuar a proteger as minhas desculpas, vou continuar a proteger também os resultados que me incomodam. A virada começa quando eu assumo, sem drama mas sem fuga: a vida que tenho hoje é a versão prática da pessoa que eu venho escolhendo ser. A pergunta que fica é simples e incômoda: eu quero mesmo continuar a ser esta pessoa?

Eu te amei, mesmo quando já não tinha forças para te carregar nos meus pensamentos.

Eu te amei, mesmo quando minhas forças já não bastavam para sustentar tua presença nos meus pensamentos. Ainda assim, eu te amei.

Desculpa por te ligar,
eu não aguentava mais.
Precisava ouvir tua voz —
um simples “olá” já bastaria.
Se ele estiver aí do teu lado,
inventa qualquer desculpa,
mas fala comigo do teu jeito,
que eu vou entender.
Tua voz acalma minha angústia,
dissolve minha solidão.
Você desmontou meu mundo,
que antes parecia tão forte.
Agora estou em tuas mãos,
jóia rara da minha vida.
Por tantas vezes clamei teu nome:
minha senhora, meu tormento.
Fala comigo
briga, xinga,
faz qualquer coisa
só não me deixa te implorar em agonia.
Somos culpados,
ontem foi tão bom.
Eu não consigo esquecer aquele momento.
Você fez amor como Afrodite,
e até agora parece que revivo
aquele ato de amor proibido.
Diz pra mim, vai marcar outro encontro,
Quero viver tudo de novo,
esse amor extraordinário contigo, senhora amor de mim..

Eu não vou me esconder,
porque você já conhece o fogo que trago no peito.
Sabe das minhas intenções,
essas que não cabem em silêncio nem em disfarce.
Intenções de te amar sem limites,
de incendiar teu corpo com meus desejos furiosos,
de te tomar pela paixão extravagante
que nasce só quando teu nome toca minha pele.
Você está aqui, mulher,
vivendo em cada parte do meu mundo,
respirando dentro dos meus sonhos,
ocupando o espaço onde antes só havia vazio.
E se o amor é tempestade,
eu aceito ser o vento, o trovão, o relâmpago —
tudo,
desde que você continue sendo
a razão ardente da minha vida.