Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum

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No amor
Eu já lancei os dados
Onde a sorte me levar
Eu to jogando!
Acredito no destino
E nos desígnios de Deus !

Eu já perdi a conta
de quantas vezes senti fraqueza
ao levantar.
Mas Deus é tão bom comigo,
que me renova e me dá força
todos os dias.

Ninguém sabe das minhas dores
Só eu sei!
Já dei nó em pingo d'água
Já sobrevivi a um enorme vendaval
E já caminhei por entre tempestades
Então não me julgue
Deixe que a minha vida
Cuido eu!

E se alguma vez você for embora, eu vou dizer antes de ir que você é o melhor momento que eu já conheci

“Como é que se diz eu te amo?” – Não foi só Renato Russo: Todo mundo, em algum momento da vida, já se fez essa pergunta. O amor pode se converter em palavras, mas em tantas outras coisas também. E –em se tratando de amor e afins – acho que as palavras se tornam obsoletas, inúteis, insuficientes. Até porque já me disseram ‘eu te amo’ de tantas formas.
Aquecendo meu café, saindo mais cedo pra me dar uma carona, me abraçando forte. Me fazendo cafuné. Elogiando meu cabelo. Me trazendo inspiração de presente. Me dando o lugar na fila quando eu estava apressada, segurando meus livros no ônibus quando não havia lugar para sentar, tomando minhas dores numa discussão, deixando-me à vontade em minha solidão quando precisei. Já recebi amor embrulhado pra presente.
Já me disseram eu te amo com um simples sorriso – e foi tão melhor do que aquelas três palavras. Já me trouxeram amor em forma de consolo, em forma de beijo, em forma de bronca. Incrível como o amor pode ter tantas formas e ser sensacional em todas elas.
Por isso é tão injusto culpar alguém por não conseguir converter o amor em palavras quando consegue convertê-lo em tantas outras coisas mais bonitas, mais sinceras, mais autênticas. É triste condenar aquele que não sabe traduzir o que sente em palavras quando é mais conhecedor do amor que tantos poetas habilidosos.
Em um mundo em que o amor é tão banalizado, em que dizer “eu te amo“ se transformou numa simples forma de puxar assunto, ser amado em silêncio é um privilégio – porque, curiosamente, a verdade do amor se revela melhor sem palavras. Pequenas gentilezas traduzem-no melhor que qualquer verso de amor exagerado. Ceder numa briga é mais belo que qualquer buquê de rosas vermelhas – que, em poucos dias, estará murcho e jogado numa lixeira.
Nesse mundo em que expressar-se deixou de ser uma necessidade para transformar-se em obrigação, aprender a respeitar o silêncio do outro faria bem às nossas relações. E aprender a ler o silêncio do outro faria bem à nossa alma –pois o silêncio pode dizer tanto se a gente tiver sensibilidade pra ouvir.
Cabe-nos parar de condicionar o amor a um milhão de versos, de verbos, de alianças, de declarações públicas clichês, de atitudes pré-concebidas. Valorizemos quem “nos ama calado, como quem ouve uma sinfonia.”Porque o amor genuíno tem um milhão de sentidos – cada um mais intraduzível que o outro.

só de pensa em você já me faz tão feliz
que só de olhar você eu me apaixono cada
vez mas

Eu estou no chão daqui já não caio.

Eu que já não quero mais ser um vencedor
Levo a vida devagar pra não faltar amor

Quando você disse até logo, eu ja soube de cara que isso levaria muito tempo. Teve tom de adeus. O modo que você me olhou, tinha ar de despedida. O beijo tinha gosto de final, um beijo que você não deu, mais que eu senti.

No fim eu era infantil.
E já estava na hora de abandonar isso, o tempo passa, a vida pede para que nos tornemos pessoas maduras.

A vida pede.
As pessoas pedem.
E chega um momento em que a vida exige.
As pessoas exigem.
Então eu começo a me questionar.
Questionar e questionar.
Essa infantilidade faz parte de quem eu sou?
Faz parte dessa parte não aceitar isso?
Eu peço.
Eu exijo.

É difícil passar pelas portas desse caminho estreito, então estou parada sobre ela.
Parada no meio do caminho.
Eu peço.
Eu exijo.
Caminhe!
Meus pés não se movem, então peço mais uma vez.
Caminhe!
E continuo na mesma.

Já que a passagem está bloqueada, acabo saindo da porta e retornando ao conforto da casa.
Retorno ao conforto das paredes coloridas e me deito na cama.
-Há um jeito de passar?
Enquanto estiver próxima a essas paredes, essa pergunta não será levada a sério.

Então,
Eu peço!
Eu imploro!
Alguém me tire daqui!

Sexta feira eu te amo.
Sábado vamos curtir.
Domingo já desanimei.
Segunda infartei.
terça vamos para escola de novo, porque é de lei.
Quarta vamos celebrar.
Quinta vai ser uma explosão.
Para sexta feira chegar com emoção e muita diversão.

Eu estava com o coração machucado, já havia desacreditado no amor, aí você chega para colorir minha vida e me faz tão bem... todos os dias quando acordo eu penso: o que eu fiz para merecer você?

Quantas vezes eu já achei, que Deus não existia , Porque minhas orações, não correspondia.

Como pode alguém sonhar
O que é impossível saber?
Não te dizer o que eu penso
Já é pensar em dizer

Marasmo

Ontem o dia nasceu
Eu já tinha nascido
Há muitos outros dias
Como hoje
Caminhei pelas sombras
Pra não me queimar
Evitei pessoas
pra não falar
Não escutei ninguém
Pra não discordar
Não tive ideias
Pra não ter que explicar
Almocei pra variar
Então com ontem
Continuei a caminhar
Não peguei na enxada
Pra não calejar
Não defendi o certo
Pra não brigar
Não briguei
Pra não sangrar
Não sangrei
Pra viver
Assim foi se o dia
Anoiteceu
A novela passou
Adormeci
Pra acordar ontem ou amanhã
Tanto faz
Até morrer
Sem ter visto a beleza do sol
Sem falar com pessoas e fazer amigos
Sem ter ideias pra melhorar
Sem passar fome pra entender
Sem fazer calos pra marcar
Sem defender o certo e brigar
Sem sangrar pra viver
Até morrer sem ter vivido
Sendo apenas um NADA
Num imenso MARASMO.

Ler carta por carta resultaria num trabalho imenso porque ao longo desses meses eu já lhe escrevi tanto que poderia inclusive editar o material e publicá-lo em forma de um livro. Minhas lágrimas foram traduzidas nas palavras. A minha espera tem o mesmo sentimento de página virada, frente e verso, o escopo de desvendar o que nunca foi, na realidade, um mistério. Você não precisaria ler o meu diário, bastaria que olhasse com firmeza os meus olhos. Eles sorririam para você, deixando óbvio que todas as palavras apenas complicam as intenções.

Os amigos

Amigos cento e dez, e talvez mais,
Eu já contei. Vaidades que eu sentia!
Supus que sobre a terra não havia
Mais ditoso mortal entre os mortais.

Amigos cento e dez, tão serviçais,
Tão zelosos das leis da cortesia,
Que eu, já farto de os ver, me escapulia
Às suas curvaturas vertebrais.

Um dia adoeci profundamente.
Ceguei. Dos cento e dez houve um somente
Que não desfez os laços quase rotos.

- Que vamos nós (diziam) lá fazer?
Se ele está cego, não nos pode ver…
Que cento e nove impávidos marotos!

Entre, Fique a vontade;
Mas já digo logo,
Eu não sei fazer sala,
Fazer graça, Fazer nada que não seja com vontade.

Se eu já pensei em mudar meu futuro ? Claro que já pensei. Mas ai veio o meu presente e eu desabei.
Se eu já pensei em mudar meu passado ? Claro que já pensei. Mas ai veio meu choro e eu desabei.
Nós temos pouco tempo pra viver e também pouco tempo pra mudar.
Então não há tempo pra errar, vamos pensar antes de vacilar.

Refrao. Atras dos muros

Tudo o que eu tenho
Tudo o que eu quero
Todos os meus erros voces ja sabem, supero
Eu quero ser livre ir pras ruas, é o que eu quero
Ver o sol nascer e ver o pôr do sol
Esse dia vai chegar
Eu espero
Agradeço os manos valeu a familia
Esse dia vai chegar
Voltar da estaca zero