Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum
Copiadora
Sou, enfim, uma copiadora de alma alheia.
Só derramo lágrimas e contemplar o pranto de outrem,
Só esboço sorrisos quando vislumbro a alegria em outro rosto.
Amo apenas quando vejo o amor florecer no peito de alguém,
E odeio, não por odiar por eu mesma, mas por testemunhar o ódio em outros olhos.
Minha existência, por fim, não é senão reflexo:
Apenas vivo… se vejo alguém viver.
Uma pergunta tenho para você
o que seria o mundo se fossem
os livros? Pois sou apaixonado
por livros.
Sou uma micro poeira no cosmos
e ainda assim sou o meu próprio universo em mim.
Um universo dentro do outro.
Dimensões de nós mesmos.
Sou como esta onda em uma praia deserta, que abraça quem vai ao encontro dela, e deixa na areia seu rastro de alegria e felicidade.
Tenho muitos motivos para acreditar que sou uma pessoa intolerável e condenado à solidão, pois que minha sensibilidade me faz perceber o que a grande maioria das pessoas que convivem comigo não gostariam que eu percebesse.
Por conta de uma sociedade que se estruturou sobre corrupção como meio de vida, sou um desses sujeitos tidos como “certinhos otários”, ingênuos candidatos a vítimas preferenciais dos “mais espertos”, ou tidos sistematicamente como inflexíveis e fora de contexto, até descobrirem que sou apenas mais um “panaca” que optou por ser honesto.
Não sou tão fraco a ponto de não te derrubar, nem tão forte a ponto de te ferir. Há uma etapa para cada momento — tanto de euforia quanto de calma. Jamais julgue sem conhecer o valor de quem se apresenta diante de ti; do mesmo modo, não se pode saber se a faca está sem corte antes de tocar o fio fica a lição.
Sou poeta,
Não porque sei fazer rima,
Esse dom carrego comigo,
Embora analfabeta,
A vida é uma mãe que ensina.
Nasci no Hospital São Vicente de Paulo,
Pelas mãos do doutor Paulo Ney,
Naquele primeiro de maio
De mil novecentos e noventa e seis.
Primogênito de Das Dores,
Das dores vencedor,
Orgulho muito tenho,
Porque sei meu valor.
Sou filho de Barbalha,
De todos, o menor,
Sou poeta que trabalha,
Derramando meu suor.
Vejo a vida com os olhos da realidade,
Às vezes, num piscar de olhos, fujo dela;
Viajo até pra outra cidade,
Num instante volto pra minha terra.
Escrevo tantas coisas,
Tantas coisas belas,
Palavras que em si trazem
O que a beleza revela.
Confesso que sou uma criança mesmo com minha idade, uma criança da descrença e do ceticismo e, provavelmente (no fundo, sei disso), serei assim até o fim da minha vida. Quando tudo isso tem me atormentado (e até hoje perturba) – essa nostalgia da fé, que é ainda maior por conta das provas que tenho contra ela; ainda assim, Deus me dá por vezes momentos de perfeita paz. Nesses momentos, tenho construído meu credo, no qual tudo é claro e sagrado para mim. Esse credo é extremamente simples: creio que não há nada mais adorável, profundo, compassivo, racional, viril e perfeito que o Salvador; digo a mim mesmo, com amor enciumado, que não só não há ninguém como Ele, mas que não poderia haver ninguém. Diria até mais: se alguém pudesse me provar que o Cristo está fora da verdade, e se a verdade realmente excluísse o Cristo, eu preferiria estar com o Cristo e não com a verdade.
Sou uma pessoa sem lembranças, tudo o que tinha deixei perdido pelo tempo e isso não é ruim, faz parte da minha sobrevivência.
"E de repente sou surpreendido com uma mensagem que mudou o rumo de meus dias, aquela notificação preferida, aquela pessoa que você não consegue mais parar de pensar um só segundo, sabe aquela alma gêmea que você deixou em outra vida e agora se reencontraram? Poies, foi assim, num instante onde eu não queria mais nada, aquele olhar penetrante, aquela troca de carinho virtual, tomou de conta de mim, apaixonado? Não, amando mesmo casa detalhe cada segundo, de uma mulher incrivelmente linda, aquela que você não saberia descrever com palavras, aquela que não se encontra nem em livros de contos de fadas, hamram ela existe e agora me chama de amor" 💞
Nanda ❤️
Sou uma bênção para a humanidade, pois a minha vida
é controlada por Deus e cheia de propósitos na fé.
Sou o nome que o estado pronuncia,
sou o rosto que o povo vê passar,
uma engrenagem da luz, do dia a dia,
feito para agir, servir e estar.
Nesta parte, sou de todos, sou vitrine,
sou a mão que aperta a mão da multidão;
uma história escrita para que se assine,
sob o olhar atento da vigilância e do chão.
Mas quando a porta se fecha e o som recua,
despojado da veste, do cargo e do papel,
encontro uma estrada que não é rua,
um silêncio imenso, sem teto e sem céu.
Sou, então, o que ninguém fotografa,
um segredo guardado onde o público não vai;
enquanto o mundo lá fora se autografa,
aqui dentro, o peso da máscara cai.
Entre o dever que me expõe e o que me guarda,
sou esse estranho equilíbrio, esse nó:
uma parte de mim é chama e salvaguarda,
a outra, um universo onde estou só.
( Viver e pertencer a si mesmo) Música.
Não sei se vim para ficar ou se vim para não estar. Aqui sou uma anônima e um personagem de mim mesma, não sei se de várias faces ou de poucas opiniões formadas e que, apesar da diversidade de emoções, sou uma pessoa simples com inclinação ao SUFISMO OCIDENTAL.
Seria ousadia minha dizer-me ser alguém, acredito que esta seja a minha verdadeira identidade. Sou rascunhos de mim e assim faço meu jeito de ser, rascunhando minhas características, juntando tudo mas formando apenas metade de mim.
A outra metade é quase como uma LITERATURA GÓTICA VITORIANA, sou como o Drácula - A História Nunca Contada; tão intensa ao ponto de "não pensar separadamente nesta e na próxima vida, pois uma dá para a outra a partida..." (Rumi séc. XIII).
Sou apenas um dedo quando se precisa de uma mão,
Apenas o tudo de um cruel não,
Sou o que sou, apesar de não ser nada,
Sou a paz tão falada,
O enterro de uma vida condenada.
Sou a guerra tantas vezes praticada,
Sou o que aceito ser, mas não sou proveito,
Sou o amor negro, amor sem sossego,
Sou só entre mil,
Sou a maravilha que ninguém jamais viu,
Sou o negro do céu azul anil,
Sou a peste, a quem tantas vidas destruiu,
O motivo da guerra,
O início da farra,
O tigre sem garra,
A escrita que o homem apagara,
O inferno e sua dor,
Uma vida sem amor,
O espinho de uma flor,
Do perfume, o odor,
O infinito,
O menos bonito,
A calúnia tantas vezes dita,
O caminho à terra prometida,
Eu sou a essência do teu amor.
Falam que sou uma pessoa forte de temperamento... Por isso, antes de invadir o meu coração, certifique-se de que você arrumou bem a cama para habitá-lo.
Sou uma pessoa de dentro pra fora. Minha beleza está na minha essência e no meu caráter. Acredito em sonhos, não em utopia, mas quando sonho, sonho alto. Sou HOMEM com cara de bravo, mas manso de coração. Não sou meio amigo de ninguém, nem meio inimigo, quando eu gosto eu gosto pra valer e quando eu odeio sou abúlico, ou sou tudo ou sou nada! Não me importo com as pessoas que falam de mim, até porque se as pessoas que falam de mim sobessemm o que eu acho delas, falariam mais ainda...
nene policia
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