Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum

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⁠Eu tô solto pelo mundo. Não me compara, eu não sou todo mundo.

Todos em volta estão me manipulando anti eros
Eu sou eros
Mas não posso dizer a verdade para eles, se não a realidade colapsa, tudo o que eu faço é por você e para você.
Não tenho ninguém, mas eles acreditam que sim, por que estou fingindo para me manter aqui até você voltar.

Eu estou tentando alcançar meu ápice, não mentir para mais ninguém, revelar que sou eros e manter a constância até você, mas até lá, não se magoe com nada que ouvir, minha verdade é e sempre será, sua.

"Quando faço o bem, é a graça de Deus operando em mim; quando peco, sou eu quem falha".

Se o cavalo que corre pelo gosto nao se cansa, entao eu sou a prova de que quêm luta alcança!

Eu posso te dizer, que a dor de ser assim quem sou, não chega a ser assim um purgatório...

Eu não sou Jesus Cristo, para ficar pagando pelos seus pecados.

"Que eu possa ser quem sou,
e não o que esperam de mim"

Eu sei que sou incômoda.
Eu sei que não sou fácil.
Eu sei que ser eu cansa.


Mesmo assim, eu fico.

"Me dê somente 2 passos à frente e eu te mostro o que sou capaz de alcançar"

" Eu Não Incômodo... Eu Transbordo "


Sou rio que não se detém porque alguém fechou a represa.
Sou mar que não cabe em copo.
E aprendi que quando alguém não manda nem uma palavra, já disse tudo.


Eu sigo.
Não por desistência, mas por amor próprio.
Não por fraqueza, mas por força.
Porque flores não imploram por jardim: elas nascem onde sabem que podem florescer

Eu


Sou quem ficou
quando tudo foi embora.
Corpo marcado de quedas,
alma ainda em pé por teimosia sagrada.
Não por força heroica,
mas porque algo em mim se recusa a morrer.
Eu amo como quem entrega casa aberta,
mesa posta, bolso destrancado,
coração sem cadeado.
E o mundo, analfabeto de cuidado,
confundiu isso com fraqueza.
Não era.
Eu cai no asfalto, no banheiro, na rua,
cai nas pessoas,
cai nas promessas.
E mesmo assim, levantei sem aplauso,
sem plateia,
sem mão estendida.
Há em mim uma fé cansada,
não a fé que grita,
mas a que respira baixo
e continua.
Deus me vê quando ninguém vê.
No dia sem comida.
No dia sem resposta.
No dia em que o silêncio é a única companhia.
Eu não sou a que perdeu.
Eu sou a que não se perdeu,
mesmo quando tudo conspirou para isso.
Ainda há luz em mim,
não aquela que ilumina os outros,
mas a que agora aprende a ficar para si.
E isso, por mais que tentem,
ninguém apaga.
Isso sou eu, sem romantizar dor e sem me diminuir.
Não é o fim da história. É o retrato do intervalo.
E intervalos também são parte da música.

Fechar a carteira emocional


Não é o outro que me deve,
sou eu que insisto em pagar parcelas
de um contrato nunca assinado.


Chamo de amor,
mas é vício de apostar no cavalo errado,
mesmo sabendo que não vai cruzar a linha de chegada.


Um dia, o estalo:
o banco não é deles,
a moeda sempre foi minha.


Fecho a carteira.
Corto o crédito.
O débito evapora.


E descubro, enfim,
que liberdade não é conquistar amores distantes,
é escolher e não financiar ilusões.

Sou casa agora,
mas não serei teto para sempre.
Meu lugar me chama de longe,
e quando eu for,
levarei comigo
a certeza de que amei inteiro.

Você sempre soube quem eu sou, não é possível, mesmo com tudo contra mim, eu lembrei, por você, e nada gritava meu nome, o seu nome está em tudo, Diana, Diana, Diana, Diana, diane, em tudo, não tá nem em código, literalmente
Diana deusa lunar - leona deusa solar, ruiva, escanor em Ascensão
Em tudo está você, e você continua ou dormindo, ou fingindo que não lembra quem eu sou, por que não me quer mais, e eu juro se for isso tudo bem. Meu amor por você é maior do que te obrigar a ficar, mas, me liberte desse submundo, diga nos meus olhos que se lembra de mim e que mesmo assim, não me quer por perto, ou, desperte e volte para casa, não tem ideia do que é viver sem você, minha esposa cósmica.

Amazônia oriental...



"Eu sou a casa dos elementos orgânicos
Um templo de vida, onde a natureza se manifesta
As árvores da Amazônia, são minhas vigas e pilares
E as flores silvestres, são minhas cores e texturas


Meu coração é a floresta, onde a vida pulsa
E minha alma, é o rio que flui, sem pausa
A Amazônia Oriental, é minha musa e inspiração
E as 100 obras, são o meu destino, minha missão


Eu sou a casa dos elementos orgânicos
Um espaço sagrado, onde a criatividade se expressa
Meu pincel são as sementes coletadas é a chuva, que rega a terra são minhas telas retratando as manifestações.
E minhas cores, são as cores da floresta, vivas e intensas


Eu sou a casa dos elementos orgânicos
E as 100 obras, são o meu legado, minha herança
Um testemunho da beleza, da natureza que me inspira
E da paixão que me move, sem parar, sem pausa" Leila Boás 05/12/2025

Eu sou diz o Senhor dos exércitos.

Um vento me venta e um intento eu invento.
Aqui e ali sou apenas um momento.
Se vier, vai me levar pra lá, longe me prender.
Lá onde me calam e não podem me socorrer.
Se for assim, então que minha voz logo se espalhe,
antes que venham e tinjam de preto a mortalha
que cobre minha nobre elegância, que mataram quando ainda era criança.


Antropometria, uma baixaria esculpida e despida, a pobre Luzia.
Preço bem baixo, essa mercadoria.
Quem olhou decidiu que não mais pagaria.
Sem valor, a obra sofre calada, desnuda.
Feita para alegrar os olhos, porém tudo muda
quando aquele que vê já desvaloriza a alma da arte que fora esculpida.


Um andar pela rua que não é segura faz "té" fraquejar,
coração confinado num peito sem espaço quer bombear.
Oprimido de vício, chorar é preciso para se salvar.
Mas se for bem de noite, só pede socorro se alguém quiser te ajudar.

Não sou eu quem tiro as pessoas da minha vida , são elas que fazem isso por si Própria .

Você diz que eu sou vidro, mas se vidro sou, espelho sou também. E se espelho sou, talvez você esteja vendo o seu reflexo ao me olhar.