Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum

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Sou raiz...
por que 'roots' ja virou moda.

Sou apenas um capitulo do seu livro, onde já não tem sua atratividade, mas calma alguém pode ser encantar com esta página e ser seu capitulo favorito. E ser o seu livro de cabeceira.

Não diga que sou perfeita, porque não sou. Não tente me iludir, isso pra mim já não cai mais.

(...)
O que sou e como penso,
Aqui vai com todo o senso,
Posto que já veja irados
Muitos lorpas enfunados,
Vomitando maldições,
Contra as minhas reflexões.
Eu bem sei que sou qual Grilo,
De maçante e mau estilo;
E que os homens poderosos
Desta arenga receosos,
Hão de chamar-me tarelo,
Bode, negro, Mongibelo;
Porém eu, que não me abalo,
Vou tangendo o meu badalo
Com repique impertinente,
Pondo a trote muita gente.
Se negro sou, ou sou bode,
Pouca importa. O que isto pode?
Bodes há de toda a casta,
Pois que a espécie é muita vasta...
Há cinzentos, há rajados,
Baios, pampas e malhados,
Bodes negros, bodes brancos,
E, sejamos todos francos,
Uns plebeus, e outros nobres,
Bodes ricos, bodes pobres,
Bodes sábios, importantes,
E também alguns tratantes...
Aqui, nesta boa terra,
Marram todos, tudo berra;
Nobres Condes e Duquesas,
Ricas Damas e Marquesas,
Deputados, senadores,
Gentis-homens, vereadores;
Belas Damas emproadas,
De nobreza empantufadas;
Repimpados principotes,
Orgulhosos fidalgotes,
Frades, Bispos, Cardeais,
Fanfarrões imperiais,
Gentes pobres, nobres gentes,
Em todos há meus parentes.
Entre a brava militança
Fulge e brilha alta bodança;
Guardas, Cabos, Furriéis,
Brigadeiros, Coronéis,
Destemidos Marechais,
Rutilantes Generais,
Capitães de mar e guerra,
– Tudo marra, tudo berra –.
Na suprema eternidade,
Onde habita a Divindade,
Bodes há santificados,
Que por nós são adorados.
Entre o coro dos Anjinhos
Também há muitos bodinhos –.
O amante de Siringa
Tinha pêlo e má catinga;
O deus Mendes, pelas contas,
Na cabeça tinha pontas;
Jove quando foi menino,
Chupitou leite caprino;
E, segundo o antigo mito,
Também Fauno foi cabrito.
Nos domínios de Plutão,
Guarda um bode o Alcorão;
Nos lundus e nas modinhas
São cantadas as bodinhas:
Pois se todos têm rabicho,
Para que tanto capricho?
Haja paz, haja alegria,
Folgue e brinque a bodaria;
Cesse, pois, a matinada,
Porque tudo é bodarrada.

Luiz Gama
Trovas burlescas. São Paulo: Sesi, 2017.

Porque será que já se passaram anos , e ainda sou totalmente entregue à você?
Não me entendo ; não entendo você, nosso sentimento
Tem dias que me pego perguntando se você pensa em mim como eu penso em você , se você me deseja como eu desejo você.
Enquanto vivemos assim sem nos deixar pelo amor, a cada dia que passa anseio pelo teu corpo junto ao meu , seus lábios , sua pele ...
Anos apenas nisso , quando será que vamos nos permitir e sentir o que desejamos fazer?

Não consigo guardar rancor, nem dinheiro. Já calorias sou especialista!

Sou tudo o que já vivi, sou tudo o que passou. Sou palavras, frases e versos. Sou amável, sou amada. Sou amor. Sou um conjunto de verdades, mentiras e momentos. Sou um conjunto de histórias, a vida de alguém, sou a história de uma vida. Posso ser dor. Sou tudo, sou todos. Sou nada, sou ninguém. Sou apenas mais um que se mantém.

B.

Sou novo pra entender a vida,mais a viida ta muito veelha e ja não consegue mais me acompanhar.

Não sou o tipo de pessoa que enlouquece de amor. Sou o tipo de pessoa que já acreditou que amava loucamente mas aprendeu que amor não enlouquece: sereniza.

Sou um louco demasiado apaixonado pelo que vem ao futuro. Interessante saber o que ja passou, e curioso saber o que está por vir...

Já me acostumei com o seu “Bom dia” toda manhã, isso prova que sou seu primeiro pensamento do dia.

Me sacrifico pelo amor, já fiz e faço renuncias em nome dele. Não, não me julgue.Sou indefinida, alguns espaços não defino. São incontantes e travessos.
Existem varios caminhos, sempre me fiz livre em escolhas.
Como disse Nietzsche: "Há sempre alguma loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura."

Aquela vida, gostosa de ser vivida, já não a conhece mais, já não sou mais capaz, já não sei o que é viver...
Se devo passar por isso? Não sei... Mas o que importa é que quem realmente tem valor será mais feliz sem mim...
Não consigo ver uma luz, um caminho a seguir, meus olhos foram vendados, pela decepção e abandono.
Suportar essa dor, como fazê-lo? Se as forças que eu achei ter, já não me servem de nada.
Fui vencido pelo obscuro, fui dilacerado pela ilusão, fui movido pelo desconhecido, e acabei sem meu coração...
Este está pisoteado, maltratado e arruinado, já não vejo esperanças, ele já não me influencia.
Mais uma alma iludida pelas falsas alegrias do amor...

Nasci em 1976, na Alemanha, mas sou lusitano e escrevo quando o silêncio já não chega.

Penso sobre identidade, tempo, sombra,
e sobre a estranha nobreza que persiste no imperfeito.

Vejo-me como uma figura quixotesca,
uma espécie de poeta da triste figura,
não por heroísmo, mas por partilhar a teimosia dos valores,
a lucidez da honra
e a coragem de enfrentar os meus próprios gigantes…
e ilusões.

Não procuro glória.
Escrevo para dar forma ao que, de outro modo, me consumiria.

REENCONTRAR

Versos soltos pelo vento,
Vago no mar do tempo,
Sou sombra do que já fui,
Em caminhos que desencontro.

Essência evaporada, perdida,
Num caleidoscópio de sonhos,
Colorido que se esvai,
Preciso me reencontrar.

Pintar de novo as manhãs,
Com cores de esperança,
Coração que pulsa vida,
Em harmonia e dança.

Sigo nessa estrada incerta,
Procuro em mim o brilho,
Faço da jornada a meta,
Renascer é meu trilho.

E em cada passo, revivo,
Nas notas de uma canção,
Buscando o que é perdido,
Em eco e ressurreição.

Roberval Pedro Culpi

⁠Caminho

Não sou flor o tempo inteiro
Às vezes comigo-ninguém-pode
Já me perdi tentando me encontrar
E acordei com um deserto no peito

Já fui mar, já fui vento
Já fui rima e hoje remo
Não sou flor o tempo inteiro
Mas eu teimo...
Às vezes comigo ninguém pode
Mas trato bem
quem me trata com
respeito

Da noite para dia
Sou poeta ou poesia
Sou o óleo tentando se misturar com a água
Um simples grão areia, que o mar não conseguiu arrastar
Sou uma vírgula, mas também sei ser um ponto final

É difícil confessar minhas fraquezas
Mas eu teimo em buscar a luz para o meu dia, assim fica bem mais fácil viver.

Escuridão pra quê te quero?
Se consigo viver todas as cores.
Hoje posso estar branco e preto
Mas amanhã um arco-íris!
Poema autoria de #Andrea_Domingues ©️

Todos os direitos autorais reservados 02/09/2021 às 14:00 hrs

Manter créditos de autoria original _ Andrea Domingues

⁠Já travei viárias batalhas em minha vida, já perdi e já ganhei, e sou consciente que para ganhar uma guerra, temos que perder algumas batalhas, passei por vários obstáculos, e estou aqui com o pensamento que toda guerra tem fim, continuarei lutando para ser uma vencedora.

⁠As vezes sou amarelo
Ou cor de caramelo

Já fui roxo fosco
Misturado ao azul anil
no carnaval fui lantejoulas
parafraseando o Brasil

Já pintei-me nas cores
do poema de Drumond

Me embelezei dos versos
que Osvaldo Montenegriou
Até rimei melodias
que o triste palhaço me ousou.

⁠Mendiguei o seu carinho
Ela nunca me notou
Tô seguindo o meu caminho
Não sou flor que já murchou
Querendo, fico sozinho
Não me serve o seu carinho
Fui eu quem me encontrou

"⁠Já perdi, já ganhei, já sofri, já chorei, hoje sou forjado por tudo, não desisti, mas me reinventei".