Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum
Para um homem proteger o seu amor ele tem que enfrentar 5 mil homens, ja uma mulher para proteger seu amor precisa afastar ele das amigas.
Isso já faz um bom tempo, prestei atenção em uma mulher que percorria o corredor do museu.
Num quadro em especial, essa mulher parou, e ficou parada em inércia durante muito tempo, muito tempo mesmo, talvez na tentativa de resolver algo, ou não.
Ela olhava para aquele ponto fixo, como se estivesse num estado de transe.
Fiquei curioso, e não me contive. Como me considero hábil em fazer perguntas com suavizadores, pois acredito que é com as perguntas que se pode ir descobrindo o que está faltando numa informação incompleta, talvez eu pudesse de forma indireta ou direta lhe ajudar, ou não. O que importava é que a minha intenção naquele momento era positiva, queria resolver o mistério da sua inércia temporária.
Eu estou me perguntando senhorita, o que poderia me dizer sobre o que está focando agora?
Ela respondeu: Estou vendo uma sujeira ali, e me mostrou com o seu dedo no ar onde focava.
E lhe fiz uma nova pergunta: Senhorita, esse pequenino ponto sujo neste quadro grande é tão importante para você a tal ponto, de que todo o resto que poderíamos considerar talvez belo, prazeroso, alegre do que você viu, ou ouviu ou sentiu até então, ter perdido a importância? Não sei se você poderia novamente ampliar o seu foco agora?
A mulher num instante mudou sua fisiologia, sua respiração ficou diferente, sua face ficou mais relaxada, assim como os seus ombros e começou a se movimentar novamente no seu ritmo natural.
Não sei o que se passou no seu diálogo interno, nem o que sentiu especificamente após, só sei que seu foco não era mais o mesmo, algo tinha mudado na estrutura ou na sequência do que ela estava focando anteriormente, e isso me remeteu a um estado emocional desejado enquanto continuava comigo no meu diálogo interno.
Arcélio Alberto Preissler
Quando a mulher diz, “vou te fazer uma pergunta, não mente pra mim.”
- Mente não moço. 😂😂😂
Ela já tem nomes, datas de nascimento, fotos, prints, vídeos, cpf, endereço e tudo. 😂😂😂
Já contei sobre essa mulher?
Ela tem uma doçura amarga
Bebendo sensações por prazer
Engarrafando suas motivações
Ela está ficando velha
Velha demais para ser feliz
Para aproveitar quem ficou
Para esquecer sua cicatriz
É tempo de colher amizade
De rir, e brincar, e cantar
Preparar reuniões em família
De sorrir e se emocionar
Velha demais para sonhar com o amanhã
Está escrevendo suas ultimas linhas
Esperando La Muerte chegar à porta
Saboreando a última xícara de lembranças
O TEMPO AO VENTO
Era uma noite qualquer
Lhe conheci menina
Hoje uma mulher
Que já não brinca mais em esquina.
Lembro de duas crianças contando estrelas
Olhares puros refletindo o mesmo desejo
Se estivesse várias de você todas queria têlas
Pois sabia que todas de você teria o mesmo beijo.
Aquele seu sorriso acompanhado de timidez
Seu olhos cintilantes que refletia a lua
Que por segundos me tirava a lúcidez
A minha vontade era também a sua.
Lembro daquele dia chuvoso
Do calor de duas mãos dadas
Momento façanhoso
Ali duas almas afeiçoadas.
Hoje vivemos pelos quatros ventos
O tempo sem intervalo avança
Tento voltar o ponteiro pra viver os momentos
Voltaria comigo a ser criança?.
Alguém já falou que não existe fúria maior no inferno do que a de uma mulher rejeitada. É a mais pura verdade. Se existe alguma coisa que elas não aceitam é serem rejeitadas, recusadas por quem quer que seja. Inadmissível!!. Prepare-se para a vingança, que será a mais terrível possível, e muito provavelmente, se possível, será para a vida toda.
Não gosto de dar conselhos, mas quero deixar aqui uma idéia. Quando quiser ficar livre de uma mulher, faça todo tipo de sacanagem com ela para que a mesma termine a relação. Você só sairá ganhando com isso. Ela vai pensar que te magoou e te deixará em paz, e você ficara mais em paz ainda, por ter conseguido o que queria, que era se ver livre da peça, sem ser atormentado pelo resto da vida por uma mulher rejeitada.
E hoje que te vi de novo
Tão crescida já mulher
Fez mais uma vez meu coração
Se render junto aos seus pés...!
É o que dizes néh "/
O meio difícil é me fazer acreditar,
em meio de tantas mentiras que me contou!
Mais axo que é melhor deixar tudo como está...!
realmente já amou uma mulher?
Para realmente amar uma mulher, para entedê-la
você deve conhecê-la por dentro, ouvir cada
pensamento
Ver cada sonho, e dar-lhe asas quando ela quiser
voar
e quando se vir impotente nos braços dela, você
saberá
que realmente ama uma mulher.
quando você ama uma mulher diz a ela o quanto é
desejada
quando você ama uma mulher diz a ela que ela é única
porque ela precisa de alguém pra dizer-lhe que vai
durar
pra sempre
Então me diga você realmente, de verdade, já amou uma
mulher?
Para realmente amar uma mulher deixe que ela te
abrace
até você saber como ela precisa ser tocada
você tem de respirá-la, tem de sentir seu gosto, até
senti-la em seu sangue
e quando vir seus futuros filhos nos olhos dela, você
saberá que realmente ama uma mulher
quando você ama uma mulher diz a ela o quanto é
desejada
quando você ama uma mulher diz a ela que ela é única
porque ela precisa de alguém pra dizer-lhe que vai
durar pra sempre
Então me diga você realmente, de verdade, já amou uma
mulher?
Dê a ela confiança, abrace-a apertado, um pouco de
ternura, trate-a direito e ela estará lá cuidando bem
de você, é preciso amar sua mulher. Apenas diga-me,
você realmente de verdade, já amou uma mulher???
O coração de uma mulher é um território hostil e sem dono, já o do homem é de um desbravador que se arrisca em terreno inóspto; após um homem conquistar um coração a luta estará por começar, pois outros viajantes passaram pelo terreno agora seu e o então soberano deverá conquista-lo novamente e assim por todos os dias em que desejar possuí-lo.
Palpite
Julia é uma mulher que tem lá suas feridas, umas já fechadas, e outras bem escondidas; tem sempre um sorriso no rosto, independente de como esteja por dentro; é apaixonada por música, cinema, Vinícius de Moraes e brigadeiro; tenta não se arriscar tanto quando o assunto é coração – embora não tenha muito sucesso quando tenta evitar –; ama o sol e adora um dia de chuva, daqueles pra ficar embaixo do cobertor, vendo filme.
Rodrigo é egoísta, talvez até demais; não é daqueles que contam a sua vida de primeira e diz “acabou”, ele é completamente o contrário; às vezes surpreende como ele é tão complicado e difícil de entender; gosta do sol, mas prefere uma boa chuva; não é lá muito preocupado com o futuro; gosta de observar os sorrisos dos olhos – diz que é o mais sincero – e adora soltar umas cantadas ao pé do ouvido só pra poder ver um sorriso envergonhado.
Embora possa não parecer – ao menos nesse pedacinho contado de cada um -, eles são umas das pessoas mais parecidas que eu já vi... A maior diferença é que Rodrigo tem uma namorada, e o maior problema foi o destino tê-los apresentados na hora errada.
Ou não, vai ver que era pra ser assim mesmo: um amor incomum, que dispensa explicações; que só de olhar, você já entende. É exatamente como Rodrigo definiu: esse amor deles é uma espécie de amor-amizade.
Bem, eles se conheceram num bar, e Julia nunca pensou que isso viesse dar em algum lugar, muito menos nessa amizade que eles têm hoje... Afinal, a primeira coisa que Rodrigo disse para ela foi logo uma reprovação. Ele a viu pedindo cachaça, olhou estranhamente, e deve ter pensado algo como “porque diabos uma mulher ia pedir cachaça? Ela parece tão frágil! Deve estar é querendo afogar as mágoas na cana mesmo”, quando falou:
- Cachaça? Mas que coisa feia, rapaz!
Julia o olhou com uma cara um tanto quanto desprezível, em relação ao comentário dele, mas logo abriu um sorriso e soltou sem nem pensar:
- Mas o que é que tem de feio? Nunca visse uma mulher beber cachaça não, foi? Hahahaha.
- Claro que já, mas é que você parece tão...
- Frágil? Eu sabia que tu tinha pensado alguma coisa desse tipo...
- Bem, era o que eu ia dizer... Mas é que não sei explicar, eu acho que não combina muito bem contigo. Além do mais que cerveja é bem melhor, não acha não?
- Hahahaha, eu não gosto muito de cerveja não, ainda tô aprendendo a gostar. Mas e aí, me conta o que tu pensou quando me viu pedindo cachaça?
E daí em diante, começaram a conversar sem nem saber o quão especial um seria para o outro.
Aos poucos, foram se descobrindo... Era como se em cada dia, Rodrigo contasse um capítulo de sua vida – o engraçado é que ele ainda não acabou o seu “livro” até hoje – e Julia contasse um pedacinho do que ela era. Descobriram gostos iguais para tudo: pra música, pra sentimento, pra escrever, pra olhos e pra sorrisos. O tempo passava rápido para eles, quando na verdade passava tão lento que só fazia uns três meses que eles se conheciam... E mesmo assim, já tinham um laço tão forte como alguém que se conhece há anos.
Num dia, sem nem ter porquê, discutiram que sobre o destino. Disseram que ele havia se atrasado, que havia feito as coisas numa ordem inversa, que eles deviam ter se conhecido antes, só pra ter mais tempo. Mudaram de assunto. Falaram sobre alguns textos, uns filmes e sobre o clima. Caíram no assunto “nós”. Discordaram e concordaram, ficaram sem resposta e sem saber o que dizer. Por fim, chegaram numa conclusão: que deixasse a vida levar, porque o que tivesse de acontecer, iria acontecer de todo jeito.
Ficaram por quase uma semana sem se falar – o que era muito para eles -, até que Rodrigo ligou pra Julia e cantou:
- “Tô com saudade de você, debaixo do meu cobertor. De te arrancar suspiros...”
- “... Fazer amor.” Que música mais indecente pra cantar pra mim, num acha não? Hahahaha.
- Hahahahaha, acho não. Tô com saudade de você... Vamos sair? Agora?
- Agora? Às onze e meia da noite?
- É, agora! Bora pra aquele bar, onde a gente se conheceu?
- Tá bom... Vou só trocar de roupa e a gente se encontra lá em quinze minutos, tá?
- Tá certo, não demora!
- Relaxa. Beijo.
Julia desligou o telefone e ficou só ouvindo o barulho que seu coração fazia... Ou era amor, ou era saudade. Ela só não sabia bem do que se tratava.
Quando Julia desligou, Rodrigo correu pro banho. Não conseguia parar de pensar no tamanho da saudade que tava sentindo. Saudade do sorriso dela... Das conversas, do carinho. Saudade deles dois.
Julia chegou, e cinco minutos depois, Rodrigo também. Sentaram-se, ele pediu uma cerveja e falou:
- Cachaça, senhorita?
- Hahahaha, não, engraçadinho. Para você que não sabe, agora eu tomo cerveja – e o olhou desprezando o comentário dele de novo.
Parecia que estava tudo igual. O mesmo lugar, o sentimento, eles, a amizade... Tudo estava como era pra ser. Ficaram por lá até quase uma hora da manhã, e nesse tempo, conversaram muito; tanto, que não sei como eles ainda tinham do que falar.
Foram juntos até o carro, estava chovendo. Antes que Julia entrasse em seu carro, Rodrigo a puxou e sussurrou no ouvido dela:
- Me diz como é que você conseguiu me viciar assim, desse jeito, me diz?
- Só te digo uma coisa. Ou melhor, duas. Uma: nem venha com isso agora... Pare. E outra: eu tenho um palpite. Sobre a gente.
- Como é que eu posso parar com você sorrindo pra mim desse jeito e com seus olhos âmbar me olhando assim?
- São verdes, já disse.
- Pra quê tu insiste que são verdes? Âmbar é muito mais bonito.
- Então tá bom, eu deixo que eles sejam âmbar só pra tu.
- Hahahaha, obrigado. Me diz aí, qual é o teu palpite?
- “Eu sinto a falta de você, me sinto só... E aí, será que você volta? Tudo à minha volta é triste... E aí, o amor pode acontecer. De novo, pra você, palpite.” Era esse.
Rodrigo puxou-a pra mais perto e disse, perto da boca dela:
- “Tô com saudade de você, do nosso banho de chuva, do calor na minha pele, da língua na tua”. E esse era o meu pra você.
Beijou-a.
Na cabeça de Julia vinham milhares de coisas para serem gritadas, mas ela só conseguia mesmo era pensar que acabava de descobrir se era amor ou se era saudade. E não era nenhum dos dois.
Rodrigo não conseguia pensar em mais nada, só na chuva fria e o beijo que o esquentava por dentro, e na vontade de ter Julia sempre por perto.
Soltaram-se. Julia o olhou com os olhos cheios da confusão que brotara na sua cabeça, mas com a certeza que vinha de dentro do seu coração e disse:
- Como é que tu conseguiu roubar um pedaço do meu coração assim, tão facilmente?
- Eu sempre fui um bom ladrão.
- Ridículo.
O silêncio fez-se presente por uns dois minutos, e eles sabiam o que havia acontecido ali. Além de ficarem ensopados de água, eles de descobriram o que sentiam. Julia sabia que precisava dele, e Rodrigo sabia que precisava dela; eles eram como um vício, um para o outro.
Rodrigo beijou-a na testa, e já ia embora quando Julia disse:
- Entenda só uma coisa: Eu nunca vou deixá-lo ir.
O resto ficou subentendido, como um parênteses em aberto na cabeça de cada um.
Um dia, aconteceu algo estranho. Ela estava se transformando em uma mulher. E agora já não era mais feita de menina. Era mulher inteira. Mas os sonhos já não eram tão mais inteiros. As amigas sumiram. E agora era leve. Leve até demais. Qualquer um poderia fazê-la voar.
Um homem sem uma mulher não é um homem de verdade, já uma mulher sem um homem continua sendo uma mulher
Já não era mais uma menina.Os anos já haviam transformado sua meninice,era mulher feita.Ainda assim seus olhos coloridos guardavam uma inocência incompreendida,sua ¨cinderelice¨era nítida.
Descobriu o tempo,seu amigo e seu vilão.O tempo que lhe conferia maturidade, que lhe trazia sabedoria e serenidade diante da vida era o mesmo que lhe roubava o viço;e via o seu próprio tempo escorregar intermitentemente.
Já tive uma mulher que amava, ela podia acordar com o rosto de marcas travesseiro, isso nunca incomodava. Podia acordar com olhos fechadinhos, porém sei que me enxergava de mão no queixo a admirar seu despertar. Dava um selinho na boca e um bom dia, sim! Como era bom ... Não soube valorizar.
“Uma mulher inteligente, quando faz perguntas a um homem, já sabe todas as respostas. Quando um homem lhe mente, ela finge, apenas finge que acredita, porque a mulher é uma fingidora, finge tão completamente, que chega a fingir amor, sabendo que o amor lhe mente (…) Mas porque é dor o que deveras sente, a cada mentira que finge, apenas finge acreditar, torna-se mais seca, cada vez mais seca, até que um dia morre por dentro como morrem as plantas.”
[In: Diário dos Imperfeitos]
Uma mulher que tem bom gosto para se vestir, já andou metade do caminho para encontrar um homem que tenha bom gosto em querer despi-la.
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