Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum

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Quando uma pessoa sofre de um delírio, isso se chama insanidade. Quando muitas pessoas sofrem de um delírio, isso se chama religião.

Perder um pai ou uma mãe, senhor Worthing, pode ser considerado um infortúnio; mas perder ambos parece descuido.

Uma coisa não é forçosamente verdadeira lá porque um homem morreu por ela.

O amor não passa de uma asneira cometida por duas pessoas.

Uma coisa é querer aprender. Outra é querer garantias de que não vai errar.

Transformai uma árvore em lenha que ela arderá; mas, a partir de então, não dará mais flores, nem frutos.

O declínio da literatura indica o declínio de uma nação.

Há quem defenda os seus erros como se estivesse a defender uma herança.

O livro é uma extensão da memória e da imaginação.

A hipocrisia é uma homenagem que o vício presta à virtude.

Nunca bata uma porta, você pode querer voltar.

O coração é uma riqueza que não se vende nem se compra. Presenteia-se.

A beleza é uma contradição velada.

Jean-Paul Sartre
SARTRE, J., Situações

Quando se percebe que tudo é uma piada, ser O Comediante é a única coisa que faz sentido.
(Eduard Blake, o Comediante em Watchmen)

A perseverança não é uma longa corrida; ela é muitas corridas curtas, uma depois da outra.

A sinceridade imprudente é uma espécie de nudez que nos torna indecentes e desprezíveis.

Vocês nunca conseguirão saber como um piloto se sente quando vence uma prova. O capacete oculta sentimentos incompreensíveis.

Construir sobre a vontade de uma multidão é loucura; a vontade de um povo é como um relâmpago que dura um segundo.

Você não consegue fazer uma revolução com luvas de seda.

A Raposa e o Leão

Uma raposa muito jovem, que nunca tinha visto um leão, estava andando pela floresta e deu de cara com um leão.
Ela não precisou olhar muito para sair correndo desesperadamente na direção de um esconderijo que encontrou. Quando viu o leão pela segunda vez, a raposa ficou atrás de uma árvore a fim de poder olhar antes de fugir. Mas, na terceira vez, a raposa foi direto até o leão e começou a dar tapinhas nas costas dele, dizendo:
– Oi, gatão! Tudo bom?

Moral da história:
Da familiaridade nasce o abuso.