Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum

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Os políticos são uns otimistas. Eles acham que podem tornar o país pior do que já é.

E o meu coração quando se encanta, já era.

e no final a gente acaba perdendo as pessoas, porque já estávamos esperando por isso.

Hoje fiz um origami pensando em você
Como todos os outros que já fiz
Dobrei o papel como se aquela folha
Fosse um toque em sua pele
Sentindo a textura, as curvas, gramaturas
Resistência
Senti fluir as formas, os detalhes
Uma flor, um leão, um lindo passarinho
De um origami surgiu uma poesia
De uma poesia, apareceu você.

Já fiz muitas coisas erradas,
Se arrepender não é o bastante.
Por isso temos que nos redimir.
Muitas coisas são restauradas
E outras nunca terão conserto.
Tentar é o primeiro passo
Para se livrar do mau que um dia fizera.
E com sorte... Ser feliz.

E o príncipe das trevas finalmente encontrou a luz, só para entãp perceber que já não era mais uma opção

⁠Já refletiu sobre a sabedoria dos cachorros?
Eles nos ensinam a beleza da simplicidade ao amar suspendendo o juízo e vivendo na presença.
Quando chegamos em casa, eles nos recebem com alegria e em plenitude, não importa o nosso estado de humor. Eles nos mostram outro olhar sobre as relações. Mais generoso e empático.
Somos os únicos seres vivos do planeta capazes de julgar. Diante disso, qual a melhor forma de resolver um problema de relacionamento entre líderes e liderados? Tal como os cachorros, a chave está em amar o ser humano tal como ele é, admirando suas virtudes, mas aceitando suas imperfeições. A nossa capacidade de gerar e receber afeto transcende quaisquer julgamentos.

Um sábio já disse certa vez: a melhor maneira de viver a vida é jamais criar expectativas. Com nada. Nem ninguém.

A vida é toda constituída de belezas e incertezas,
Já a morte não possui beleza nenhuma,
Mas nela está a única e ignorada certeza que possuímos na vida inteira.

Vc é lindo, estou apaixonada..., todo "mundo" já enxergou isso....MENOS "o principal interessado "!!!! - Você está com a faca e o queijo na mão capitche?!?!?

Você já sentiu medo? Medo de perder alguém?
Medo de acordar e de repente tudo ter mudado?
Até onde podemos tocar um coração? Quanto somos capazes de amar?
Essas são perguntas importantes... Existem algumas delas que precisamos saber responder...

O meu coração sabe... ele sente, ele bate... Ele vive!
O meu coração sabe o que eu sinto por você... Ele sabe o que eu tenho guardado.
Você me faz perguntar o que eu jamais havia perguntado a alguém, ou a mim mesma...
Você me faz responder o que eu nunca soube responder antes de te conhecer...

Nós estamos aqui, estamos eu e você, juntos!
Eu posso sorrir por lembrar-me de você; isso pode ser clichê? Mas eu estou sorrindo por você, com você, e por sua causa.

É difícil admitir que não se quer perder, não se quer deixar para trás... Mas se você prometer ficar, talvez eu tenha coragem de lhe responder á todas essas perguntas...

Talvez eu possa dizer a você que:

Eu amo você...

Saudade é solidão acompanhada, é quando o amor ainda não foi embora, mas o amado já... Saudade é amar um passado que ainda não passou, é recusar um presente que nos machuca, é não ver o futuro que nos convida... Saudade é sentir que existe o que não existe mais... Saudade é o inferno dos que perderam, é a dor dos que ficaram para trás, é o gosto de morte na boca dos que continuam. Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade: aquela que nunca amou. E esse é o maior dos sofrimentos: não ter por quem sentir saudade, passar pela vida e não viver. O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido. E disso, meus amigos, eu não posso ser acusado: vivi, sofri, me apaixonei por tudo o que a vida me ofereceu!... Confesso que vivi!

Aguinaldo Silva
na novela Fera Ferida

Nota: Texto muitas vezes atribuído de forma errônea a Pablo Neruda. É uma fala do personagem Poeta Afonso Henriques, na novela Fera Ferida, escrita por Aguinaldo Silva, Ricardo Linhares e Ana Maria Moretzsohn.

...Mais

Já me apeguei muito a nessa vida , hoje não me apego a mais ninguém.
Talvez tenha me tornado insensivel

acordo pensando em você
não me alimento pensando em você
Isso já é doença
Preciso me acautelar

Todos já sabem o que sinto por você, Só você não vê. Basta ouvir sua voz Para o meu corpo estremecer...

ABRAÇO

Um abraço cura feridas,
Faz sorrir quem já tinha esquecido,
Acalma um coração aflito.
Abraço faz perdoar,
Faz querer voltar,
Porque se percebe
Que a vida não tem graça sem amar.
Mas abraço não pode ser de despedida,
Não dá, impossível!
Ele é recomeço,
Faz esquecer da vida
E isso não tem preço.
Abraço é linguagem da alma,
Tem que ser dado com calma.
Sentindo tudo...
E não sentindo mais nada.

Publicado em Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos - vol 157

Já acordei muitas vezes na madruga sem dormir, pensando em você.

Espelho Meu
”E aí, você vai dizer pros teus amigos que já esqueceu. Vai declarar pra meio mundo que já não sente mais nada. E pra provar isso, vai deletar as SMS e o número do celular dele da sua agenda. Vai deletar a música de vocês do seu computador e vai evitar ouvir. Vai parar de escrever coisas pra ele. Não vai mais andar na rua tendo aquela ponta de esperança achando que vai encontrá-lo. Vai sorrir e não se importar quando falarem dele. Vai lembrar a todos, todos os dias que ele não te afeta mais. Não vai procurar, não vai ligar. Vai esquecer tudo o que vier dele; os textos, apelidos carinhosos, momentos, risadas, brigas. Vai deletar as fotos dele do seu celular. Vai parar de esperar alguma ligação ou SMS de madrugada. Não vai mais pensar nele antes de dormir ou ao acordar. Vai ser indiferente quando algum amigo dele perguntar se você sente falta. Não vai mais arrepiar ao ouvir a voz dele ou esperar ansiosa pra que ele diga que sentiu sua falta. Você vai desapegar. Vai parar de sentir, literalmente. Vai convencer a ele e a todos de que você já superou. E vai continuar assim, até que você consiga convencer a pessoa mais importante disso tudo. Você.”

Aprendemos a viver cara a cara com o descaso. Nossa sociedade impõe o fracasso. Já estou acostumado ao café e ao tabaco. A doença é consequência desse presente passado. Meus grandes ídolos são odiados. Meus gostos são amargados. E, as grandes farsas e mentiras modernas, preparadas pra aquelas, pessoas que, sinceras, se deixam levar pela pressa, de tentar ser alguem, de viver o hoje, e esquecer o amanhã, pensar sem consiência, e agir sem consequências...

Vivo sempre no presente. O futuro, não o conheço. O passado, já o não tenho. Pesa-me um como a possibilidade de tudo, o outro como a realidade de nada. Não tenho esperanças nem saudades. Conhecendo o que tem sido a minha vida até hoje — tantas vezes e em tanto o contrário do que eu a desejara —, que posso presumir da minha vida de amanhã senão que será o que não presumo, o que não quero, o que me acontece de fora, até através da minha vontade? Nem tenho nada no meu passado que relembre com o desejo inútil de o repetir. Nunca fui senão um vestígio e um simulacro de mim. O meu passado é tudo quanto não consegui ser. Nem as sensações de momentos idos me são saudosas: o que se sente exige o momento; passado este, há um virar de página e a história continua, mas não o texto.

Breve sombra escura de uma árvore citadina, leve som de água caindo no tanque triste, verde da relva regular — jardim público ao quase crepúsculo —, sois, neste momento, o universo inteiro para mim, porque sois o conteúdo pleno da minha sensação consciente. Não quero mais da vida do que senti-la a perder-se nestas tardes imprevistas, ao som de crianças alheias que brincam nestes jardins engradados pela melancolia das ruas que os cercam, e copados, para além dos ramos altos das árvores, pelo céu velho onde as estrelas recomeçam.

Fernando Pessoa
SOARES, B. Livro do Desassossego. Vol.II. Lisboa: Ática. 1982. 186p.