Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum
– Seu copo está meio cheio ou meio vazio?
– Acho que sou grato por ter um copo.
— Sou o conde Axel Von Fersen.
Um conde! Chamado Axel! Um militar! Com cabelos negros e olhos azuis! E angustiado! Ah, o universo se superou e iria receber flores.
Sou como o sol. O meu brilho ninguem apaga. Quando não brilho em lugar é porque estou em outro e ainda irradio luz para todos os astros.
Tenho muita fome de conhecimento. Sou daqueles que ama aprender, mas depois me sinto obrigado a ensinar. Por isso, escrevo livros: para poder compartilhar as lições boas e produtivas que colho por aí.
Não tenho simpatia por perguntas, explicações, sou econômica no falar, em certos momentos, o silêncio me define melhor. Meus olhos já são falantes e quando a vontade de verbalizar me agita... escrevo.
"Quando tentado a julgar
Feito um severo juiz
Devo lembrar que da vida
Sou apenas um mero aprendiz".
...De mim não sei do meu lugar.
Sei que sou fluida e móvel
tão pouco sei de mim e agora menos
quando meu ontem surpreende o meu agora..."
Não sou promiscuo,
Não sou bipolar…
Não sou louco,
Não sou demente,
Nem crente
E nem descrente.
Sou presente moral
Sou ausencia vergonhosa.
Não tenho pensamento lerdo,
Ou tenho?
Só sei que tenho ideias cabulosas.
Não penso só asneiras
Acredite nas palavras desse idiota.!
Ah!!!!!
Quantas suposições.
Seria mais fácil chegar até mim e perguntar.
Sou livro aberto pra quem sabe ler.
A questão é que nem todos tem fluência em Divês ...
Diva com orgulho!
O que você cogita,eu tenho certeza !
Não sei falar de amor
como aqueles que o possuía
Sou um romântico, na teoria
que não ama como queria
Mas, acredita que um sentimento assim
existe para quem sabe apreciar
A pureza do amor
que todos querem
E tão poucos aprendem a amar
Perdoe Minha Fúria...
Sou um homem calmo,
Tranquilo, ponderado.
Porém, eventualmente,
Tenho meus arroubos.
Não êxtase, mas fúria.
O animal sem controle
Me domina, aos gritos.
A razão, enfim, some...
E sob mercê da besta,
Ajo como tal, um tolo.
Faço tantas besteiras...
E quando a verve baixa,
Lamento... E tal criança
Arteira, murmuro: perdão?
Às vezes sou pura arquitetura.
Cimento e concreto armado
Linhas duras, ângulos obtusos
Paralelas infinitas, pontos em fuga.
Às vezes sou janelas abertas.
Florida, estampada, esvoaçante
Iluminada. Deixo o vento me percorrer.
Às vezes sou bancos.
Inerte, vazia
Parada, imóvel, espera
Outono ou inverno.
E, às vezes, sou toda natureza.
Viva!
Tudo coopera!
Sou feita de sonhos, grandes sonhos!
Movida pela fé, alimentada por esperanças.
Fé naquilo que agora parece tão distante... Mas teimo em tê-la.
Esperança que não perco mesmo em dias turvos...
E mantenho no coração uma verdade:
Acredito que tudo coopera para o nosso bem.
Até aquilo que nos entristece a alma.
Por isso, por mais que não compreenda...
Aceito o que vier como parte de algo que acontece
Para que a gente simplesmente evolua.
— Você é um idiota.
— Foi por isso que você não me ligou? Porque sou um idiota?
— Não. — Magnus caminhou em direção a ele. — Não liguei porque estou cansado de
você só me querer por perto quando precisa de alguma coisa. Estou cansado de assistir
enquanto você está apaixonado por outra pessoa... outra pessoa que, por acaso, nunca vai amá-
lo de volta. Não como eu amo.
— Você me ama?
— Seu Nephilim idiota — disse Magnus, pacientemente. — Por que outra razão eu estaria
aqui? Por que outra razão eu teria passado as últimas semanas consertando seus amigos
imbecis cada vez que se machucam? E o tirando de cada situação ridícula em que se mete?
Sem falar em estar te ajudando em uma batalha contra Valentim. E tudo de graça!
— Não tinha pensado por esse lado — admitiu Alec.
— Claro que não. Você nunca pensou por lado nenhum. — Os olhos felinos de Magnus
brilharam com raiva. — Tenho setecentos anos de idade, Alexander. Sei quando alguma coisa
não vai funcionar. Você sequer admite para os seus pais que eu existo.
Alec o encarou.
— Você tem setecentos anos?
— Bem — corrigiu-se Magnus —, oitocentos. Mas não aparento.
Tive relacionamentos longos e outros temporais,e tudo o que sou, quando o assunto é AMOR... devo a eles.
Sou um ser em construção, em constante evolução... Tentando fazer o que é certo, sem saber o que na verdade significa essa palavra... Insistindo em debater-se contra a corrente... Constantemente recuperando-se das mazelas que isso me causa... Às vezes me sinto um matinho tentando sobreviver em um espaço ainda fértil do lixão e as vezes me sinto o próprio lixo... No momento pretensiosa, me sentindo uma exceção que não consegue confiar em mais ninguém... Uma mente criativa com idéias simples que só funcionam no papel... Um suspiro que vive de momentos bons passados e que já não consegue mais acreditar em um futuro planejado... Vamos lá... Em frente... Como todos sou o que o momento me permite ser, e serei mais... Esperando que a minha essência resista....
Sou assombrada pelos meus fantasmas, pelo que é mítico e fantástico – a vida é sobrenatural. E eu caminho em corda bamba até o limite de meu sonho. As vísceras torturadas pela voluptuosidade me guiam, fúria dos impulsos. Antes de me organizar tenho que me desorganizar internamente. Para experimentar o primeiro e passageiro estado primário de liberdade. Da liberdade de errar, cair e levantar-me.
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