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Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum

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⁠Às vezes, um casal é uma espécie de caos e ambos estão perdidos. Às vezes lutamos juntos, às vezes lutamos sozinhos, e às vezes lutamos um contra o outro, isso acontece.

⁠Às vezes, quando você olha para mim, como agora, posso sentir que está me julgando.

⁠Sua generosidade esconde podridão e maldade.

A decepção é algo que nos dá a chance de aprender e ser melhor;
A dor é algo que nos deixa mais fortes;
E as cicatrizes que ficam , são as lembranças de quando lutamos e vencemos.⁠

O amor pode florescer no mais espinhoso dos jardins.

Ficou bem claro desde meu primeiro suspiro que nasci para a felicidade ou a miséria de uma grande nação e, consequentemente, devo agir contra minhas paixões.

Os filhos são a esperança de todo matrimônio, mas para quem pertence à realeza, filhos são mais que uma esperança, são uma necessidade.

Exibem a alegria diante de mim e não me deixam agarrá-la.

Essa escuridão é o meu fardo. Você me traz luz.

Cubra suas feridas e suporte. Não perca o controle do seu destino.

Se só vamos ter metade, então devemos transformá-la na melhor das metades.

⁠O que era uma bênção se transformou em uma inconveniência.

⁠Cuidar de quem gostamos dá trabalho. Muito trabalho. Quem discorda não cozinha para uma família grande toda noite.

Uma Questão de Química (série)
1ª temporada, episódio 1.

Ovelha de Guarda
Por Mônica Barreto Alves
Fui a filha teimosa, a do contra, a rebelde, a ovelha negra que o rebanho não entende. Desobediente aos olhos de quem queria silêncio, fui o erro, o ruído, o eterno desavenço.
Meus passos eram tortos para a régua da família, enquanto os "escolhidos" brilhavam na trilha. Eles eram os troféus, o orgulho, a perfeição, eu era a sombra, o aperto no coração.
Mas o tempo, esse mestre que não sabe mentir, viu o brilho dos "queridos" um a um sumir. E quando o esquecimento se instalou no teu olhar, nenhum dos adorados veio te segurar.
O Alzheimer chegou, apagando o que restou, e o silêncio da casa os "perfeitos" afastou. Onde estão os troféus? Onde está a devoção? Não estão no teu leito, nem te dão a mão.
E aqui estou eu, a ovelha marcada, aquela que, para você, nunca valia de nada. Sou eu que te limito, que te guio, que te dou o pão, sou eu o teu porto, a tua única direção.
Sou eu quem segura o que a memória perdeu, quem cuida do pai que de mim se esqueceu. Porque o amor de quem foi julgado é o mais verdadeiro: não cuido por mérito, cuido por ser inteira.
A ovelha negra, no fim da jornada, é a única luz na tua estrada nublada.

O Avesso da Presença
Por Mônica Barreto Alves
Éramos cinco, e os olhos dela não brilhavam por mim.
Eu não era a escolhida, a doçura, o jardim.
Entre nós, as palavras eram pedras, o tom era de guerra,
brigas constantes, poeira que nunca se enterra.
Os preferidos viviam no altar da distância,
recebiam o elogio, a saudade, a importância.
Mas na casa deles, o rastro dela não ficava,
era o silêncio da ausência que lá habitava.
Já na minha porta, o passo dela era certo,
vinha com a crítica, com o dedo por perto.
Vinha ver se a casa estava limpa, se eu falhei em algo,
vinha para me acusar, do alto do seu palco.
Mas ela ia.
Mesmo para brigar, ela batia no meu portão.
Enquanto os "queridos" eram visitas de feriado,
eu era o seu destino, o seu porto irritado.
E o destino guardou o retalho mais pesado:
fui eu quem ouviu o seu grito desesperado.
Enquanto os outros estavam longe, no conforto do papel,
fui eu quem viu a dor rasgar o seu véu.
Fui eu quem chamou ajuda, quem correu pro hospital,
fui o braço que a segurou no portal final.
Ali ela entrou, e de lá nunca mais saiu,
mas foi nos meus olhos que o mundo dela ruiu.
Tive o que os outros, no luxo do orgulho, perderam:
a presença constante, os dias que se sucederam.
Fui o alvo das frases, mas também o seu retiro,
fui a última mão, o seu último suspiro.

O Pequeno Pai
Por Mônica Barreto Alves


Jonathan, meu primeiro, o fruto da minha imaturidade,
Crescemos juntos na luta, na dor e na saudade.
Nossa relação foi divina, o início de tudo,
O menino dos meus olhos, o meu porto seguro.


Mas o JOKAANA precisava de um pilar, de um cais,
E tu, tão pequeno, assumiste o papel de pai.
Enquanto eu trabalhava, o asfalto sob o pé,
Cuidavas e alimentavas os teus irmãos, com toda a tua fé.


Essa carga pesou, o cansaço te roubou a infância,
A adolescência chegou com a dor da distância.
O ódio veio à tona, os traumas foram jogados,
Decidiste partir, deixar os teus laços quebrados.


Foste morar com o pai, buscar o que parecia lindo,
Mas a realidade doía, o sonho ia sumindo.
Um ano depois, o destino nos uniu na rodoviária,
Eu e a Ana, chorando, numa prece extraordinária.


Recebemos-te de braços abertos, o perdão selado ali,
Pois o amor de mãe nunca morre, eu sempre soube de ti.
Hoje és o meu mais velho, o orgulho que me invade,
Mesmo com as marcas de uma vida com tanta dificuldade.


Sigo orando por ti, por cada sonho realizado,
Terreno e carro aos 25, o teu sucesso é sagrado.
Conseguiste o que eu ainda não alcancei, meu filho amado,
E a minha felicidade é ver o teu futuro abençoado.


O JOKAANA está de pé, e tu és a sua primeira pedra,
O pequeno pai que cresceu, e que o amor agora regra.
Amo-te além das falhas, além do tempo e da dor,
Pois tu és o início de tudo, o meu primeiro amor.

Encontrara uma abundante nascente no coração do deserto.

Inserida por lightinthedark

Tem gente que gosta de chocolate e tem gente que dá bom dia!

Inserida por ConfideFriasolitaria

Saudades de casa todos nós temos no entanto, poucos são aqueles que querem realmente retornar para ela.

Inserida por ConfideFriasolitaria

A grandeza dos esquisitos, loucos e estranhos é que eles são os únicos a não ter medo das coisas que todos os que são considerados ''comum'', costumam ter medo

Inserida por ConfideFriasolitaria