Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum
Existe uma coisa no teu jeito
que me encanta
Não quero te abandonar, você
sabe que eu confio em você
Amor, alguma coisa no teu estilo
me mostra
Que eu não preciso de outra
mulher
❤️
O que você realmente via era apenas uma personificação daquilo que possivelmente eu seria,mas no interior,ainda estava vazio
Meu sonho é uma utopia que somente eu posso entender, a melhor forma de felicidade é aquela que se sonha, eu... longe de tudo, com meus pensamentos, até que eu morra no mar do esquecimento, onde eu nunca saí....
Não quero afeto. Não quero emoções na minha vida. Eu quero viver como uma pedra, apenas existir e depois sumir. Não quero cartinha, não quero mensagem positiva, eu quero o mais puro ócio. Eu vim a Terra para me aproveitar do que tem nela e ir embora.
Uma casinha...
Vem construir uma casinha,
Uma pedra tua, outra minha...
Danças tu, canto eu
Um fado que nasceu
Não sei donde, nem porquê...
É coisa que não se vê,
Que do céu caiu,
Como alguém que lê
Um livro que não pediu...
às vezes eu queria uma mãe de verdade...
deve ser muito bom ter com quem conversar e pedir conselho, não sinto que tenho para onde voltar se minha vida der errado :,)
Eu estava quebrado e retornei ao lodo novamente. No entanto, o Oleiro da Criação me refez com uma Nova Mente.
Eu cansei destes"amores" unilaterais, onde só uma pessoa quer, onde só uma corre atrás.
Cansei de ser a presa, cansei de ser algoz e cansei de amarrar e de desatar os nós.
Nildinha Freitas
Talvez, só talvez…
Talvez, só talvez, eu esteja procurando neles uma parte de mim.
A parte que também é mais bonita ao vivo do que em foto.
Aquela que carrega um brilho silencioso, mas que nem todo mundo enxerga à primeira vista.
Talvez eu os escolha porque eu os vejo — mesmo quando eles se escondem.
E, no fundo, talvez eu só espere que um dia alguém me veja assim também.
Inteira. Real. Presente.
Não pela moldura, mas pela alma.
A super lua
Ao anoitecer algo chamou minha atenção
Eu vi uma super lua clareando a escuridão
Era meio diferenciada das que vi no meu Sertão
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Tinha capa de heroi com brilho de superação
Até pensei que vinha salvar a população
Que anda agoniada com tanta corrupção
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Fiquei impressionado com muita adimiração
Bati até um retrato para comprovar minha visão
Para depois não dizer que é tudo minha invenção
Cada dia que se passava eu sentia uma parte de mim indo embora, eu não entendia, eu fazia as mesmas coisas, frequentava os mesmos lugares e via as mesmas pessoas, mais tudo parecia tão cansativo, tudo ao meu ver era uma perca de tempo, o mundo tinha perdido a sua graça ou talvez eu que estivesse amarga de mais, mais quem se importa?
Eu, tu, dois filhos, um guri, e uma guria, juntos, fazendo um churrasco, tomando um mate e dando risada, que tal, topa essa comigo?
Tudo que eu queria era poder cevar um mate
ouvindo uma milonga na tua companhia.
Poder te abraçar e te beijar, dançar contigo
enquanto a chaleira lá na cozinha não chia.
Te dizer palavras sinceras, vindas desse coração
que te amou desde o primeiro dia.
Raiva, oque fazer com ela, eu viro uma bomba relógio, e quando o timer chegar no final, levo todo mundo pro ralo?
Eu dou uma coça? uma surra? uma sova? uma pancada?
todas essas palavras sugerem o mesmo, mostrar que nem tudo é preto no branco e nem tudo é escuro no claro mas sim que tudo que se planta, colhe.
Quem é a garota do abismo, uma artista? uma maluca?, alguem que só esta tentando?, bom eu sei e não sei quem sou, eu realmente sou uma artista, eu pinto quadros, escrevo poesia, e faço o mundo ter mais graça, porem eu tambem devo ser uma maluca, quem sabe quem é verdadeiramente são hoje em dia?, bom eu não faço ideia.
Sei que a garota do abismo é uma mulher forte e ao mesmo tempo uma mulher fragil, uma mulher feliz e uma mulher triste, Essa sou eu, a mais genuína verdade.
Tem uma alma branca nos meus manos!
(Monólogo)
Quando eu era pequena
Eu sentava na Beira da calçada
Todos tinham patins
Todos comiam sorvetes eu comi o meu primeiro Magnum na vida em 2017, entrei no cinema aos 18, pisei no shopping aos 16, entre roupas e sapatos que podíamos ter usados, adquiri um problema sobre to nem ai se tenho o que vestir ta bom. Sabe aquela sensação de ir a loja com grana e escolher o que quer eu já estive com a grana na mão E não quis comprar. Eu entendi que tudo isso que não tive vem de um passado de exclusão, que por falta de sentimento e humanização fomos jogados ao que dá...
Sabe pras manas é mais difícil é ver as meninas receber bilhetes, flores, convites de encontro e receber apena proposta indecentes, sim, pois elas vem sem um pingo de respeito muito menos sentimento, como quem recebe favor em ser comida.
Sabe aquele jantar em família pra te apresentar, planos, amigos... pois é... Não existe privilégio em ser objetivada, não existe privilégio em ser hipersexualisada... Não existe privilégio em não ser tocada e sim ser apalpada como uma fruta na banca da feira...
A história é sempre a mesma...
Pra que dar mão atrapalha pra andar...
Pra que conhecer todo mundo basta saber o que se tem
Sentimento carinho pra que? Se não parar vai me perder... farei como todos te deixarei...
E tudo que as manas ouvem sobre não fazer por não gostar, por não importar, por ele dizer eu sou assim... coisas humanas, as manas veem eles praticarem com outras... sim outras que não sejam como elas...
É tanto mano levantando bandeira e dando rasteira naquela que eles usam na encolha... que humilham, que desumanizam, que zombam e ameaçam de uma solidão monólogo quando já abandonaram a dois a tempos...
Que ha com os manos que veem suas irmãs, filhas, mães, matriarcas sangrando e ao invés de aprender com elas, aprendem com o algoz e repete repete repete...
Não existe ativismo e amor afrocentrado de faixada, que alimente a alma de uma mulher negra... ela não quer ser como a branca, nem muito menos branca...
Ela quer ser amada, poder amar, na verdade ela não procura amor por ai... ela quer viver apenas o que sente, como gente.
(Rogéria Cardeal Hta )
TEM UMA ALMA BRANCA NOS MEUS MANOS!
De Rogéria Cardeal Hta
(Monólogo)
Quando eu era pequena
Eu sentava na Beira da calçada
Todos tinham patins
Todos comiam sorvetes eu comi o meu primeiro Magnum na vida em 2017, entrei no cinema aos 18, pisei no shopping aos 16, entre roupas e sapatos que podíamos ter usados, adquiri um problema sobre to nem ai se tenho o que vestir ta bom. Sabe aquela sensação de ir a loja com grana e escolher o que quer eu já estive com a grana na mão E não quis comprar. Eu entendi que tudo isso que não tive vem de um passado de exclusão, que por falta de sentimento e humanização fomos jogados ao que dá... Somos frutos de racismo...
Sabe pras manas é mais difícil é ver as meninas receber bilhetes, flores, convites de encontro e receber apena proposta indecentes, sim, pois elas vem sem um pingo de respeito muito menos sentimento, como quem recebe favor em ser comida.
Sabe aquele jantar em família pra te apresentar, planos, amigos... pois é... Não existe privilégio em ser objetivada, não existe privilégio em ser hipersexualisada... Não existe privilégio em não ser tocada e sim ser apalpada como uma fruta na banca da feira...
A história é sempre a mesma...
Pra que dar mão atrapalha pra andar...
Pra que conhecer todo mundo basta saber o que se tem
Sentimento carinho pra que? Se não parar vai me perder... farei como todos te deixarei...
E tudo que as manas ouvem sobre não fazer por não gostar, por não importar, por ele dizer eu sou assim... coisas humanas, as manas veem eles praticarem com outras... sim outras que não sejam como elas...
É tanto mano levantando bandeira e dando rasteira naquela que eles usam na encolha... que humilham, que desumanizam, que zombam e ameaçam de uma solidão monólogo quando já abandonaram a dois a tempos...
Que ha com os manos que veem suas irmãs, filhas, mães, matriarcas sangrando e ao invés de aprender com elas, aprendem com o algoz e repete repete repete...
Não existe ativismo e amor afrocentrado de faixada, que alimente a alma de uma mulher negra... ela não quer ser como a branca, nem muito menos branca...
Ela quer ser amada, poder amar, na verdade ela não procura amor por ai... ela quer viver apenas o que sente, como gente.
(Rogéria Cardeal Hta )
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