Ja Gostei de Vc mais Hj Nao Gosto mais

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Eu me amo antes de nunca mais dizer...

Sou seu portal mais forte, sorte sua que te entreguei a chave...

As pessoas são como dados têm 6 lados ou mais, cada dia caem em um lado diferente ou no mesmo, dependendo da atenção que recebem.

Olá! Você é a segunda pessoa com quem mais dialogo. A primeira sou eu mesmo!

070726

Nem que Seja


Demétrio Sena - Magé


Todo mundo contrai uma mentira
pra ser mais envolvente que a de alguém,
sobre ser, sobre ter, sobre sentir,
ir além de si mesmo para os outros...
De virtudes, grandezas e talentos;
das conquistas que nunca foram fatos;
adventos, milagres e prodígios;
valentias, boatos e destrezas...
Esse mundo que agora todo mundo
inventou ao redor de sua tela,
não tem fundo nem teto; só abismo...
É um ser que tem muito a se tornar,
é um ter que tomar de qualquer canto,
nem que seja do canto da sereia...
... ... ...


Respeite autorias. É lei

A sobrevivência do mais forte é sobre ter coragem de matar algo para poder continuar vivo.

- Uma das coisas mais lindas do mundo é a necessidade de sabermos que somos verdadeiros em tudo, sejam palavras, gestos ou até mesmo em um olhar discreto. Pois a melhor reação é aquela que é devolvida do mesmo jeito.

Se descubra... você nem imagina como é bela em sua essência.

Às vezes, as mais belas rosas se escondem entre espinhos e exalam perfumes suaves.

Às vezes, o maltrapilho esquecido oferece compaixão, mais do que um engravatado social.

Às vezes, amar é mais importante do que admirar.

Às vezes, querer demais estraga, e esperar amadurece.

Às vezes, precisamos apenas de elogios, e outras vezes de abraços demorados.

Às vezes, sou eu e outras vezes é você em meus sonhos.

Às vezes...

By Ubirajara Almeida

Aprendi que as cavernas ensinam mais do que as montanhas.

Descobri que o lugar mais alto da vida é, na verdade, aos pés da cruz. É ali que o orgulho morre e a graça nos alcança.

Capítulo — Quando a porta se fechou

A chegada da minha filha mais nova deveria ter inaugurado um dos períodos mais felizes da nossa família. Mas, quase ao mesmo tempo em que ela nasceu, o mundo inteiro fechou as portas. A pandemia nos trancou dentro de casa, silenciou as ruas, modificou rotinas e obrigou milhões de pessoas a reaprenderem a viver.

Eu acreditava que estávamos enfrentando apenas mais uma fase difícil.

Não estávamos.

Enquanto o mundo parava, meu casamento também parava — só que de uma forma muito mais silenciosa.

Meu marido já não era mais meu marido.

Ele vinha para casa apenas para jantar e dormir. Nos fins de semana, trabalhava. As conversas desapareceram. Não existiam mais planos, risadas, confidências ou discussões sobre o futuro. Falávamos apenas do que faltava comprar, das contas da casa ou de alguma necessidade imediata das crianças.

Nem sobre os filhos ele perguntava.

É claro que eu percebia que alguma coisa havia mudado. Mas tentei justificar tudo.

Pensei que fosse a pandemia. Pensei que fosse o peso de um bebê recém-nascido. Pensei nas dificuldades financeiras. Pensei na minha própria dor, porque eu ainda não havia aprendido a sobreviver à morte da minha mãe. Havia dias em que a saudade voltava inteira, sem pedir licença, e eu mal conseguia respirar.

Talvez, eu dizia para mim mesma, fosse apenas uma fase.

Talvez estivéssemos todos emocionalmente cansados.

Passei um ano inteiro acreditando nisso.

Mas o amor, quando vai embora, deixa pistas por todos os cantos da casa.

Ele já não pegava nossa filha caçula no colo. Não brincava com ela. Não perguntava como ela estava. Saía cedo, sem sequer dizer bom-dia, e voltava apenas para cumprir uma rotina mecânica de comer e dormir.

O que mais me machucava, porém, era vê-lo perder a paciência com nosso filho do meio. Qualquer motivo era suficiente para uma explosão, e eu sempre precisava me colocar entre os dois para protegê-lo.

A casa já não era um lar.

Era apenas um endereço onde quatro pessoas dividiam o mesmo teto.

Até que chegou um sábado de novembro.

Ele entrou com um lanche nas mãos. Entregou às crianças. Sentou-se. Comeu em silêncio.

Então olhou para mim e disse, sem alterar a voz:

— Vou embora. Não aguento mais.

Foi como ouvir uma sentença.

Perguntei por quê.

Disse que podíamos conversar. Que poderíamos tentar. Afinal, eram treze anos de casamento. Treze anos de histórias, sonhos, dificuldades e conquistas.

Mas ele já havia partido antes mesmo de sair pela porta.

Disse apenas que estava com depressão e que precisava se afastar.

Naquele momento, eu acreditei.

Por mais que meu coração estivesse sendo despedaçado, minha maior preocupação deixou de ser o fim do casamento.

Passei a acreditar que o homem que eu amava estava doente.

E pessoas doentes precisam de cuidado, não de abandono.

Depois que ele saiu, tentei ligar todos os dias.

Mandava mensagens.

Perguntava se estava bem.

Perguntava quando veria as crianças.

Não havia respostas.

Nenhuma.

Nem para saber dos próprios filhos.

Naquela época eu também enfrentava outro medo.

Eu estava desempregada.

Precisava alimentar duas crianças pequenas e reconstruir uma vida inteira.

Foi então que decidi transformar um pequeno espaço da casa numa sala de reforço escolar.

Comecei com apenas dois alunos.

Era pouco.

Mas era um começo.

Em dezembro já atendia quatro crianças. Ainda não resolvia todos os problemas financeiros, mas me devolvia algo que eu havia perdido havia muito tempo: a sensação de que eu podia construir alguma coisa com as minhas próprias mãos.

Foi também em dezembro que ele voltou.

Não porque sentisse saudades.

Nem porque quisesse conversar.

Eu havia mandado uma mensagem dizendo que, se ele não buscasse seus pertences, eu colocaria tudo no lixo.

Ele apareceu.

Entrou em casa como quem nunca tivesse ido embora.

Deu bom-dia.

Sorriu para as crianças.

Brincou com elas.

Riu.

Como se nada tivesse acontecido.

Depois devolveu a chave da casa, pegou suas coisas e foi embora.

Simples assim.

Sem lágrimas.

Sem conversa.

Sem despedida.

Sem qualquer demonstração de emoção.

Parecia alguém visitando parentes distantes durante uma viagem: entra, cumprimenta, pega o que veio buscar e segue seu caminho.

Naquele momento, eu ainda alimentava uma pequena esperança.

O Natal estava chegando.

Treze anos juntos.

Dois filhos.

Talvez ele aparecesse.

Talvez quisesse reconstruir alguma coisa.

As crianças pediram para falar com o pai.

Liguei.

Ele atendeu.

Havia música ao fundo.

Estava arrumado.

Desejou feliz Natal.

Mas disse que não viria.

Naquele instante, algo dentro de mim finalmente acordou.

Ele não estava tentando se curar.

Não estava vivendo um tempo de afastamento.

Ele já estava vivendo outra vida.

E, pela primeira vez desde que tudo começou, compreendi que eu precisava parar de esperar.

Naquela noite, entendi uma verdade dolorosa.

Os filhos eram meus.

A responsabilidade era minha.

A força teria que nascer de mim.

Não porque eu tivesse escolhido isso.

Mas porque a vida havia escolhido por mim.

E, embora eu ainda não soubesse, foi exatamente naquele momento — quando todas as portas pareciam fechadas — que comecei, silenciosamente, a reconstruir a mulher que eu seria dali em diante.

Liberte o seu coração. Corações livres são mais felizes.

Aos poucos cada um de nós vai deixando de existir, vai perdendo a importância, vai ficando mais velho, às vezes pode até perder a memória. A vida não é eterna, os dias não são eternos. Aproveitem cada um que está convivendo com vocês no hoje. Vivam um dia de cada vez mas vivam com fé em Deus e com a intensidade necessária pra ser grato pela saúde e pela respiração.

"A lealdade é a mais rara das virtudes, porque permanece exatamente quando todas as razões para permanecer parecem ter desaparecido."

É sentir até perder o fôlego —
e ainda assim,
querer mais um instante.
Helaine machado

eleição, o povo vai carregando mais uma decepção. Na Copa ou na política, a cobrança vem depois, quando a esperança se perde e a realidade corrói.
Promessa sem resultado não enche a mesa de pão, não leva remédio ao posto nem melhora a situação. Quem sofre é quem espera por alguma solução, e continua enfrentando a mesma condição.
Verso 10
Tem hospital sem médico, remédio em falta também, e o povo se pergunta: "até quando vai ser assim?" A campanha passa rápido, a cobrança fica no ar, porque quem recebeu confiança tem que trabalhar.
Não basta fazer discurso nem aparecer na televisão, é preciso compromisso com a população. Pois quem sente o peso da dificuldade no chão, sabe que promessa vazia não traz transformação.
Refrão
Na Copa e na política existe uma lição: não basta só promessa, tem que ter realização. O povo quer respeito, trabalho e dedicação, porque esperança sem resposta vira frustração.
Helaine Machado 🎤🏙️⚽🗳️🔥

"Como dizia Jalison Santos:


Os meus olhos conhecem mais o meu coração do que as pessoas."

Às vezes, a separação é a única confirmação possível daquilo que é mais valioso numa união.

Acredito que a causa do Sucesso é muito mais atitude do que aptidão...

Sem nenhum demérito mas acredito que aprendo mais com meus filhos do que aprendi com meus pais.