Ja Gostei de Vc mais Hj Nao Gosto mais

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Você pode brigar feio com seu melhor amigo, e não perdoá-lo, mas você sabe que sua vida está mais triste sem ele.

Na minha infância não se falava em trauma. Nós éramos mais ou menos consolados, e a vida seguia sem muito espaço para dramas. Fazia parte do processo educativo aprender a resolver os próprios problemas desde cedo. Me virei como pude.

Eliane Brum
Meus desacontecimentos: a história da minha vida com as palavras. Porto Alegre: Arquipélago, 2014.
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Solidariedade é fazer o bem,
sem olhar a quem...É doar não só
o que não te serve mais,
mas também aquilo que
você tem em abundância
seja material ou espiritual.
Solidariedade é um gesto de amor,
praticado por pessoas
de coração puro
e de alma generosa.

CONVÍVIO DOS MORTOS

Quero tudo que não me foi,
Tudo talvez o que não mais é
A despedida da antiga e errônea dor
Da pobre esperança sensata
constituída em fé.
Quero abraçar esta noite nebulosa como última,
aquela que não se veem a chegar
A que possui dois córregos de um mesmo rio separados,
Que sem escolha trilharei...
Ao certo, onde será o que se esperam?
Quero junto a ti nesta sossegada paz
Ir além do conhecido, do eterno
Do místico ao surreal,
Do terço à boêmia.
Quero esse sentimento mentiroso e egoísta
Devastador!
Que o que em outrora, de um lado da moeda, consolador!
Quero estar com olhos de enfermos e desfalecidos diante de tuas faces e momento,
Ver-te de baixo
Para que nao o veja,
O olhar negro, abetumado, abioso,
Pois bem sei que o lugar que virgílhas
Em mero relance antigas idas,
Não encontrarás o recinto que cobriu-me
Como o soprar da ultima vela.

Não quero enxergar o que os os lhos inibem
As neblinas que não se dissipam,
Omite ao olhar a certa cegueira
Sob tão cedo catatumbas bem mal cuidadas,
Que não tiveram a verdadeira despedida
Desta face de teus cabelos
E do medo que se prega.
Em suspiros que sussurram, se proliferam
E nao se passam, se propaga
Contaminam este convívio dos mortos,
Inquieto, constante, devaço, tenebroso
Infecta os vivos que temem, não deixam a de temer...
E nestas caminhadas noturnas que rogam
Suplicam ao tempo que não permitira esquecer
O vácuo deste solo sem saída
Que o menor ser procura romper,
Quero encontrar este endereço baldio
Que se fez morada e não flui
Que vaga e não dilui
Neste imenso cemitério que não mórbido
Se tem o que não foi,
O que apenas se constitui.

Willas Fernandes. 17.12.15.

Suas frases feitas e mentirosas não enfeitam mais a cabeceira de minha cama.

Acabou. 2015 virou a esquina.Não volta nunca mais.
Assim como as oportunidades perdidas, os beijos não dados e as palavras não ditas que nele ficaram e nele naufragaramno passado.
2015 deixa saudade, arrependimento, alívio. Mas deixa tudo para trás.
O que foi feito, foi feito. O que foi sentido, foi sentido. O que foi vivido, foi vivido.
O que não foi, virou poeira.
E da poeira, viroupretérito.
Mas será que o pretérito virou esquecimento? Jamais ..
Enquanto um ano dá adeus,ooutrojá nos atropela com a velocidade de um carro a 220km/h.
E ele chegasem pedir, sem permissão, ele chega sem bater na porta ou semque tenhamos tido tempo de engolir orestinho amargo de 2015. 
365 oportunidades velhas são deixadas para que 365 novas sejam ofertadas.
E sabeo que eu espero do ano novo?
Eu não espero nada.
Eu espero muito é de mim mesma!
Eu espero doar sem me preocupar sevou receber algo de volta.
Eu espero ser para o mundo sem me preocupar seo mundo me será de volta.
Eu espero ser a melhor versão de mim mesma!!
Eu espero que os meusbraços sejam grandes o suficiente para que eu consiga abraçar as oportunidades que a vida me atirar pelo caminho.
Eu espero ser sábia para conseguir dar valor ao que realmente forde valor e me desligar do que não for.
Eu espero serum repelente para o que foramargo e negativo.
Eu espero deixar o passado passar leve.
Eu espero fazer as pazes comigo mesma.
Eu espero que existamsegundas chances.
Mas espero não precisar delas.
Eu espero seguir em frente.
Mas espero ter consciência de que o que importaé a direção e nãoa velocidade.
Eu espero saber esperar!
E sabendo esperar, eu espero nada esperar! Giselle

Perdido em um holocausto psíquico, lá não há trevas ou labaredas. Lá nada há, isso é o que mais dói!

Hey Deus, me ajude a prosseguir, por que se eu cai com força eu não vou consegui levantar mais

Quem Planta o mal colhe o mal , vai ser ferro contra ferro eu quero paz dinheiro mais tudo não é como eu quero

O professor não é mais um transmissor de conteúdos, e sim um orientador da aprendizagem: está mais próximo do aluno e o estimula a pesquisar e compartilhar o conhecimento com iniciativa e autonomia.

Entenda de uma vez amor: Tu não necessitas de nenhuma jóia, teu sorriso é mais bonito do que qualquer pérola e ilumina o dia de qualquer um que tenha a sorte de o apreciar.

mais um dia agente tem que se tocar, que não estamos na terra do nunca.

Aniversário não é tempo de se achar mais velho.
Idade a gente não conta em anos e sim em experiências vividas.
Idade não se conta em tempo, mas em amizades criadas e com sorte, mantidas.
Idade faz da gente mais gente e da vida, mais vida !

Por mais que tenhas alcançado o último degrau, não esqueças de suas origens, pois foi o fator primordial de sua conquista.

Mas por mais que tentemos seguir em frente, por mais tentador que seja não olhar para trás, o passado sempre volta para nos infernizar. E como a história nos mostrou inúmeras vezes, quem esquece o passado está destinado a repeti-lo.
[…]
Às vezes o passado é uma coisa que não conseguimos esquecer. E às vezes o passado é algo que faríamos tudo para esquecer. E, às vezes, descobrimos algo novo sobre o passado, que muda tudo o que sabemos sobre o presente.

NÃO NOS RELEIO MAIS

Se nos esbarrarmos por aí, não olhe para mim franzindo o cenho, não olhe tentando decifrar, dado que vou passar com a minha face quieta e tranquila de quem não tem mais tempo para escancarar os motivos do porquê não deu certo ou para reformular aquela longa lista que vislumbra o seu mau caráter. Não olhe fingindo também que achou normal. Na verdade, olhe como quiser, quem sabe posso até cumprimentar você, e caso isso ocorra, será, sem dúvidas, sem grandes gestos de reprovação.

É que eu podia estar até hoje rugindo aos quatro ventos o quão covarde você foi. Podia falar das promessas vazantes e da sua capacidade de deixar até o porteiro decepcionado com aquela cena ridícula da sua partida com direito a um forte bater dos portões, enquanto eu quem chorava e urgia embaralhando as palavras, perguntando como você havia tido coragem de fazer tudo aquilo de novo.

Eu podia falar das mentiras absurdas, e das tentativas frustrantes em que você parecia acreditar nas suas próprias desculpas, como se achasse, em tais ocasiões, ser de fato aquele personagem, um que criou tão longínquo de quem é quando a máscara cai. Eu podia falar para as pessoas as partes que elas não viram, que só a minha dor conheceu, fragmentos que são ainda piores do que os que todos os já descrentes de você conseguiram na época, captar. Eu podia escrever centenas de textos, um sobre cada situação inacreditável que me propus passar pela esperança barata que comprei de você. Eu podia expor sobre aquela vez em que desviou os olhos e fingiu por mais de cinco minutos que não ouviu nada, mesmo tendo em mente a lembrança da sua audácia de citar dias antes que quem desvia o olhar e pensa muito para responder, provavelmente não é confiável.

Podia dizer para os seus amigos para ficarem de olhos abertos, porque não duvido nada que qualquer um deles possa ser a próxima vítima dos seus surtos de vestir uma fantasia que não lhe é cabível. Podia chamar a sua mãe e sua família para conversar, e contar daquela festa em que você fez um teatro tão bem feito, que talvez a saída seja lhe matricular em um curso avançado de artes, ou em um psiquiatra.

Eu podia continuar escrevendo este texto até dar um livro só de parágrafos de tudo que eu podia fazer e falar com o rancor do que você plantou de inadmissível em mim. Eu podia. Só que o seguinte é que não sinto mais necessidade de chamar a sua atenção para tentar receber algumas novas migalhas justificativas, tampouco sinto o desespero de lembrar tanto que devo esquecer a ponto de atrasar o árduo trabalho do tempo. Já não é mais a hora de rever o que ficou embaçado, a etapa de releitura está finalizada.

Não ache que estarei sendo indiferente para que deixe em seus pensamentos o tanto de perguntas que já deixou nos meus. Não é um evento de vingança, paga na mesma moeda quem ainda faz as contas do troco, o que não é o meu caso. Não ache que estarei sendo educada para que afete alguma parte do seu ego intacto pelas vezes em que fiquei no chão frio sem reparar o tamanho do disparate. É apenas e somente, o fato de que tenho muita coisa para fazer, sem mais paciência para repetições. É apenas o meu cansaço do que nada acrescenta. É apenas, a maturidade. Ela nos acalma, nos leva a entender que não dá para consertar um carro quebrado pela milésima vez, melhor comprar um novo. Ela nos leva a querer somente o que impulsiona. Ela fez com que, eu simplesmente ingerisse e observasse que o mundo não tem os seus olhos e nem a sua cabeça errônea, ele tem muita gente que não vira as costas. Ele tem gente com princípios, gente com capacidade de crescer sem deixar rastros de sangue sujo por aí, e acima de tudo, tem gente que já alcançou o grau no qual estou: que liga mais para o curso de espanhol do que para um passado que já não faz a mínima diferença de quais tantos a mais segredos esconde. É que seguir em frente não foi difícil como eu imaginava a uns meses atrás, difícil mesmo foi estar com você, foi padecer e aguentar.

Não quero mais respostas, as que preciso estão aqui, vêm de mim, são sobre o que sei, sobre as minhas capacidades, e estas verdades agora me bastam. O que vale é a minha consciência, que vive mais do que limpa, diferente do peso que o seu travesseiro tem que suportar. O que vale é a minha leveza e meu futuro. E a única certeza que tenho é que em nenhum dos dois tem espaço para você. Não existem mais linhas em branco, mais falta e nem mais brechas, apenas olho agora para um livro velho que de tão distorcido e empoeirado atrapalhou a minha vista e a minha respiração, deixando após o encerramento apenas um gosto maior em valorizar o oxigênio que recebo ao não fixar em obras polvorosas.

Então, se nos esbarrarmos por aí, olhe franzindo o cenho, olhe tentando decifrar, e olhe até fingindo também que achou normal. Só não olhe pensando que vai conseguir despertar novamente a louca detetive que fez surgir em mim, porque será então, a primeira vez nisto tudo, que você se iludirá.

Não há no mundo canto melhor que o teu, tua voz suave e penetrante em meu coração é a mais verdadeira definição do amor. Desejo todos os dias que o teu canto, beija-flor, me acompanhe para a eternidade embalando nossa história.

A pior dor não é o do amor,
Nem da decepção,
Das brigas,
Dos términos,
Mais sim olhar para o horizonte
E não conseguir enxergar,
O que ah de tao especial em você
E ficar procurando um defeito,
Sendo que você tem varias qualidades,
Não busque defeitos
Porque eles sempre vão aparecer
Mais busque olhar pro horizonte
E buscar o seu potencial e evoluir
Porque errar faz parte,
Mais evoluir é uma dádiva.
Mayluh

Pedra és rocha

Não sei se são mais vivas as marcas que deixo onde passo ou as que levo de onde passei. O que sei é que, por gostar de opostos, quero que permaneçam vivas. Não fosse a sútil possibilidade de deixar marcas na areia da praia, poderia dizer que não teria apego algum pelo mar. Mas deixo marcas nele, e se outrora o mar vier a esmorecê-las eu deixo marcas também enquanto regresso. Travados em batalha pela vida, eu e o mar poderíamos passar anos a fio nesse desbravar. A areia adoraria ser pisada, socada, marcada por meus pés, como faz a mulher guerreira no trabalho doméstico com pano de chão... O mar equilibrado ficaria conformado, se recolheria e só iria voltar no dia seguinte. Não fosse a alegria, a extraordinária alegria de ver de cima, talvez nem me trouxesse tanto contento a altura. Mas não sou que marco a pedra mais alta e sim ela que marca em mim. É o relevo, o infinito limitado, o vento que chega, o misto de medo e alegria. As marcas são fortes, atemporais... Quantos anos de água até mudar sua forma? Não sei! O que sei é que: pedra és rocha e sobre as marcas que deixas em mim serás a força motriz para me fazer viver.

Acabei de quebrar uma, das duas taças de cristal que eu tinha há quarenta anos. Não preciso mais dela.