Ja Gostei de Vc mais Hj Nao Gosto mais

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O corpo quase sempre sofre mais durante a vida do que no momento da morte; a Alma nenhuma parte toma nisso. Os sofrimentos que algumas vezes se experimentam no instante da morte são um gozo para o Espírito que se vê chegar o termo do seu exílio.

Allan Kardec
O Livro dos Espíritos

A noite é longa, profunda, vazia e pensativa.
É nela onde os pensamentos mais insanos, barulhentos e caóticos atormentam.
Um misto de passado, futuro e incertezas se reúnem para atormentar a tranquilidade frágil que se cria na mente.

A noite é longa, profunda, vazia e pensativa.
É nessa escuridão que ela encontra abrigo, é nessa solidão que ela busca conforto e nesses pensamentos insanos que a loucura se aproxima da genialidade.
Uma Genialidade louca, fugaz e imprecisa.

A noite é longa, profunda, vazia e pensativa.
É a noite que os pensamentos à perturbam com coisas vagas que jamais terá reposta satisfatória.
Coisas que somente ela percebe a imensidão que tem, se torna profunda, em um profundo abismo que se atira e não se encontra fim.
E assim, a noite segue Longa, profunda, vazia e cognitiva.

Seus olhos de menina, sobre caem ao vago noturno esvaecer da longa noite que traz o conforto aparente do amanhecer.

A noite, Longa, profunda, vazia, pensativa da lugar ao esclarecer.

A coisa mais autêntica sobre nós é nossa capacidade de criar, de superar, de suportar, de transformar, de amar e de sermos maiores que nosso sofrimento.

Porque ninguém sobrevive apenas de promessas; e é preciso muito mais que elas nesta vida. Atitudes são fundamentais!

Há muitas coisas mais importante que o dinheiro. Conseguí-lo é uma delas.

Em alguns momentos, a gente precisa de mais do que nos dão. Certos períodos são delicados, exigem mais atenção, cuidado, amor, dedicação, delicadeza. Acho que é isso: tô precisando do céu.

Ele dizia que eu tinha que ser mais calma, e eu sempre dizia que eu sempre fui assim, e que na verdade toda essa loucura que chamam de impulsividade era apenas pressa de me libertar das minhas agonias.

AMAR É

Amar é saber repetir as boas lembranças do passado, reviver seus momentos mais belos, ter a certeza de que a esperança só terminará com a vida.

Ser racional demais, enlouquece o mais lúcido dos homens. Agir com emoção,as vezes, é o tempero do ato enfadonho de viver e se relacionar com outros seres"racionais".

"Há três caminhos para cair na desgraça: o mais rápido é o jogo, o mais agradável são as mulheres, e o mais seguro é consultar um economista".

⁠Eu iria tomar as coisas que ela mais amava: seu negócio. Seu status. Sua confiança.

Nomeei-te rainha.
Há maiores do que tu, maiores.
Há mais puras do que tu, mais puras.
Há mais belas do que tu, há mais belas.

Mas tu és a rainha.

Quando andas pelas ruas
ninguém te reconhece.
Ninguém vê a tua coroa de cristal, ninguém olha
a passadeira de ouro vermelho
que pisas quando passas,
a passadeira que não existe.

E quando surges
todos os rios se ouvem
no meu corpo,
sinos fazem estremecer o céu,
enche-se o mundo com um hino.

Só tu e eu,
só tu e eu, meu amor,
o ouvimos.

Vez em quando é bom baixar um pouquinho.
Baixar a bola.
Baixar o nariz empinado.
Pra chegar mais perto, pra ouvir o outro.
Pra enxergar o que de cima não se consegue ver.
Baixar um tantinho pra lembrar de onde veio.
Pra ajudar quem precisa a se levantar.
Faz mal não, viu?
Nem é humilhação.
É humildade.
Coisa boa de se ter!

Afinal de contas, nada é mais importante que o laço familiar.

Quando ela foi embora eu perdi mais que a minha namorada... perdia a minha parceira, a minha confidente e amante, perdi a mulher que amava, a mulher com quem queria passar o resto da minha vida ... mas o que mais me custou perder foi a minha melhor amiga...

Seja firme, seja rocha, seja luz e seja paz.

Por mais dolorosa que seja a caminhada, por mais difíceis que as coisas possam estar, eu não desisto de lutar, quem guia os meus passos é Deus. Não permita que as pessoas arranquem lágrimas de ti. Só se for de felicidade. Firmeza nos pés e amor, dedicação em tudo que fizeres. As pessoas más vão
tentar tirar seu chão, vão tentar te jogar do abismo, mas o teu Deus te deu asas e te ensinou a voar. Você não pertence a este mundo, está de passagem, você é filha do Céu. Carregue em teus ombros todos os que você possa aguentar. Seja firme, seja rocha, seja luz e seja paz.

Há um lado meu que pede: “Mande tudo para o inferno”. E outro que ainda insiste: “Mais um pouquinho de paciência, só um pouco mais”.

Quanto maior a visão de um líder, mais alto ele habita

Por mais que seja sem muita lógica nunca critique as ideias de uma criança.

Lerdeza


A frase que o Everton mais ouvia da mãe era "levanta e vai buscar", geralmente seguida de um epíteto, como "seu preguiçoso" ou, pior, "lerdeza". Porque o que o Everton mais fazia, atirado no sofá na frente da TV na sua posição de costume (que a mãe chamava de "estrapaxado"), era pedir para lhe trazerem coisas. Uma Coca. Uns salgadinhos...

- Levanta e vai buscar!

- Pô, mãe.

- Lerdeza!

O Everton já estava com quinze anos e era uma luta convencê-lo a sair do sofá e ir fazer o que os garotos de quinze anos fazem. Correr. Jogar bola. Namorar. Ou pelo menos ir buscar sua própria Coca.

- Esse menino um dia ainda vai se fundir com o sofá...

Everton não queria outra coisa. Ser um homem-sofá. Um estofado humano, alimentado sem precisar sair do lugar. E sem tirar os olhos da TV. E como era filho único, e insistente, sempre conseguia que lhe trouxessem o que pedia. Quando não era a mãe, sob protestos ("Toma, lerdeza, mas é a última vez") era Marineide, a empregada de vinte e poucos anos cujo decote era a única coisa que fazia o Everton desviar os olhos da TV, e assim mesmo por poucos segundos.


***

Um dia, estrapaxado no sofá, o Everton se deu conta de que estava sozinho em casa. A mãe tinha saído, o pai estava no trabalho, a Marineide de folga, e ele sem ninguém para lhe trazer uma Coca, uns chips de batata e uns Bis. Levantar-se e ir buscar estava fora de questão.

Fechou os olhos e concentrou-se. Concentrou-se com força. Depois de alguns minutos, ouviu ruídos vindo da cozinha. A geladeira abrindo e fechando. Uma porta de armário abrindo e fechando. Depois silêncio. Quando abriu os olhos, a Coca, os chips e os Bis pairavam no ar, à sua frente. Ele só precisou estender a mão.
No dia seguinte, Everton testou seu poder recém-descoberto na Marineide, que até hoje não sabe como a sua blusa desabotoou sozinha e seu soutien simplesmente voou longe daquele jeito, e logo na frente do menino. Everton também acendeu a TV e mudou de canais sem precisar usar o controle remoto, e fez um vaso voar pela sala só com a força do seu pensamento. Apagou a TV e ficou, atirado no sofá, refletindo sobre o que significava aquilo. Ele era um fenômeno. Tinha um poder único - fazia as coisas acontecerem apenas pela sua vontade. Contaria aos pais, claro. Eles poderiam ganhar dinheiro com seu poder. O pai saberia como. Ele se transformaria numa celebridade. Cientistas do mundo inteiro o procurariam, sua capacidade extraordinária seria usada em benefício da humanidade. No combate ao crime, por exemplo. Nas comunicações. Na medicina a distância.

***

E se aquilo fosse, de alguma forma, um poder religioso? Até onde a revelação do seu dom milagroso seria um sinal de que ele tinha uma missão a cumprir na Terra? Até onde aquilo o levaria? Fosse o que fosse, uma coisa era certa. Ele teria que sair do sofá.

***

- Mãe.

- Ahn?

- Eu quero daquelas coisinhas de queijo. E uma Coca.

- Levanta e vai buscar.

- Pô, mãe.

- Tá bem. Mas esta é a última vez.

E já a caminho da cozinha:

- Lerdeza!