Ja Gostei de Vc mais Hj Nao Gosto mais
Vamos colocar os poetas para fora já que estamos em 'quarentena'? Que tal todo mundo começar a escrever poesias, poemas, micropoemas, microcontos e prosas colocando os seus posts no modo público?
Sugestão de hashstag:
#PoesiasDeAmorPeloBrasil
De tantos juros que este nosso Brasil já pagou da dívida externa, ao invés de uns e outros insistirem em picuinhas, todos juntos deveríamos nos unir para pedir o cancelamento da nossa dívida externa e de toda a nossa América Latina, precisamos sermos protegidos e cuidados, a nossa gente precisa viver e ter direito a realizar os sonhos!
Falta trabalho para a imprensa. Estes anos todos ela foi subsidiada e a informação já era para ter alcançado os rincões do Brasil. Deveria ser feita uma auditoria pública da aplicação do dinheiro público destinado à imprensa.
Magnífico Espírito Santo
que amo profundamente tanto,
Já perdi as contas de quantos
Versos Intimistas sigo sempre
te louvando com igual disposição
do majestoso Ipê-ovo-de-macuco
que deixa o vento espalhar
as suas pétalas de amor
pelos caminhos do coração
enfeitando o seu abençoado chão.
A beleza de um Ipê-róseo
em Minas Gerais é incomparável,
E faz lembrar que sob ele
já houve o encontro com
o inevitável que continua mais
vivo do que antes e com os meus
Versos Intimistas continua
em curso até o final dos dias,
Porque sabemos o quê
queremos e como queremos
de um jeito inteiramente nosso
sem nenhum mistério
no ritmo do nosso Hemisfério
que nem mesmo o tempo há de deter.
Na beira do Madeira
já estive quando
estava na vibrante cheia,
Agora para mim
é memória e conto
daqui de Rodeio a História.
Sem você se dar conta
por todas às vezes
já perdi a conta
nas Alagoas de Nosso Senhor
que do nada me deparei
com o Anjo Corredor,
Só sei que ainda não
me deparei com o seu amor.
Dancei Arara no Norte,
no Nordeste e no Sudeste,
Troquei de par e já fiz par
com o homem do bastão,
Arara por muitos olvidada
que me faz ainda dizer
para o meu próprio coração
que só falta você ser o meu
par com todo amor e paixão.
Carpideira para fazer
que o defunto
tem que descansar,
Alguém já descobri
que era preciso ter,
O mundo mudou
e hoje ninguém
mais vai encontrar,
Ao menos escrevi
um poema para lembrar.
...
Uma porção bem feita
de Carne-do-Sertão
para ganhar o seu coração,
Você não vai conseguir
resistir por muito tempo não.
...
Caminhando pela estrada
eu vi o Carneiro Encantado
com a sua estrela cravada
de brilhantes na testa,
Fiquei intrigada e segui
adiante espalhando pela terra.
Alma maruja traz um pouco
de tudo aquilo que precisa
ser refeito na Baía da Babitonga
que eu já perdi a minha conta.
Embora não tenha perdido
a esperança de Ilha Alvarenga
por ser poesia, poema e poeta
com apego ao mar e esta terra.
Desistir não é e nem nunca
será a opção porque viver
é o quê move pleno o coração.
Não perder jamais as correntes
e deixar que pousem solenes
na existência feita para a navegação.
Os astros dançam
sobre a Baía de Babitonga,
De embalar a sua imagem
já perdi a minha conta.
O meu endereço austral
está escrito neste Hemisfério,
E no coração o poderoso
e mais sagrado mistério.
As correntes conduzem
para a Ilha de Mandijituba
sob esta fase da Lua oculta.
Tenho todos os mais
altos sinais de pertença:
amar esta terra é a sentença.
Um dia já foi pouso
tropeiro o Rio Negro
do meu Sul Brasileiro
nascido na Serra do Mar.
Filho deste Hemisfério
Sul qua se divide entre
duas terras desta Pátria
e que une a existência.
Tudo ainda é muito pouco
perto do que o Rio dá
sem pedir nada em troca.
Neste Rio Negro também
está escrito a nossa história,
e cabe a nós gratidão e a glória.
A Dança da Ratoeira
Algo em nós já morava
com amor e paixão,
De longe a Dança da Ratoeira
atrai a nossa atenção,
Entramos sem permissão
e acabaram chamando
para o centro para cantar
e dançar a tradição,
Foi assim que você de vez
entregou o seu coração.
Existência Campeira
Santo Antônio já passou,
continuo o desafiando
e ao Nosso Bom Senhor;
Vou em busca de melão,
cravo, rosas e de manjericão
para fazer enquanto
canta no ritmo nativista
a Capelinha de Melão
para a Festa de São João.
Só sei que continuarei
sem mudar o coração
que riscos sempre rejeita,
Pois encontrar um amor pede
paciência para não virar
um balão que logo queima.
Assim celebro com festa
minha existência campeira,
sublime e orgulhosamente brasileira.
Balançadas pelo vento
as bandeirinhas
já estão dançando,
vai ter Festa Junina
na Coxilha Rica.
Com Pinhão cozido
ou na chapa,
com Chimarrão na mão
e com o quê é próprio
do Sul se celebra
a tradição por toda
a bela Santa Catarina.
Com tudo o quê
se pede, se pode,
na serra, no mar,
e se faz arraial,
o importante é ter
o seu sorriso sem igual.
Bordei a minha
fantasia de Cruz-Diabo,
Vou me juntar com
a multidão por todo o lado,
Quem já pensava outra coisa,
é só para o Carnaval quando
o coração estiver preparado.
...
Espinho de Cuandu
só funciona na defumação
quando encontrado
por obra do ocaso,
Caso o contrário virá
mau agouro por todo o lado.
...
O meu silêncio, o brio
e apego são herdeiros
de Cucuí neste meu
Alto do Rio Negro:
De alma, mente, corpo
e coração tenho
tudo deste guerreiro.
...
Cucumbi vibrante
segue intenso
e vivo no sangue.
...
Cucura nas mãos
de Jurupari dada
a Ceuci assim sou
segredo que não
deve ser conhecido
por que não é iniciado.
(Todo o cuidado é pouco)
...
Cuiba
é alegria
que rima
com poesia,
Na vida
a vitória é outra.
Sem reconciliação
nada é possível,
A vida por si só
já é muito difícil.
Pensar diferente
é de direção existencial,
O quê a gente tem aprender
mesmo é a conviver.
Quando não for possível
a leveza de ser,
Crie para si um mundo
paralelo para proteger
o seu próprio equilíbrio.
Não permita que ninguém
acabe com a paz
do seu sorriso,
No final quem te salvará
é o seu heroísmo.
Por isso se permita
a escuta também Apinajé,
ora com a Lua e ora com o Sol
seguir plantando as tuas cabaças,
Ter alma de chuva
ao encontro da terra e da águas.
É isso, já faz um tempo, tempo demais que mal consigo lembrar
a última vez que sentei neste mesmo computador
e comecei a cuspir todo meu amor e também a dor.
A dor, no início, sempre foi algo fictício, porque meu hobby sempre foi amar.
Hoje a dor me consome, como uma chama intensa que não irá apagar.
A depressão bate à minha porta e não consigo afastar.
Sinto-me completamente inútil, circulando meu quarto sem parar,
procurando momentos felizes, algo para me agarrar.
Não quero me fazer de santo, não, eu tenho minha dívida, algo para pagar,
pois estive do outro lado da moeda e consegui falhar.
Isso me custou tão caro que me custou minha vida;
como penitência, só sobraram os resquícios de uma alma sofrida.
Me levei ao extremo por não me aceitar,
é como se desfizesse a amizade que tinha comigo mesmo,
e não conseguisse mais nos salvar.
Pergunto a mim mesmo quando foi que tudo isso começou,
quando foi que tudo mudou.
Eu realmente não sei dizer
o quão difícil foi tentar nos esquecer.
Sinto-me algemado aos meus próprios pecados,
estou tão cansado; as lágrimas que descem em meu rosto
não limpam a minha alma e têm o puro gosto do desgosto.
Mal nos vemos, mal nos falamos, dois idiotas que seguem calados.
Pergunto a mim mesmo onde está minha fé,
se fui ladeira abaixo e ainda estou de pé.
Cada ano que passa, fico mais velho.
Lembro-me quando escrevi meu poema "Espelho Vadio", este é meu eu externo.
Tão pouco se dá,
tão pouco se tem,
tão pouco se ama,
tão pouco refém.
O vazio incolor
que agora me inova
de um amor indolor
que minha alma desova.
Sempre que pego o carro, passo em frente à sua casa,
mas já se passaram muitos anos e vi que você queimou a largada.
Tudo bem, você é muito bonita e jovem, talvez nunca mais me enxergue;
o tempo se passou e não existe mais ninguém que me alegre.
Talvez eu esteja um dia mais perto da morte,
talvez amanhã será meu dia de sorte.
Talvez minha família não suporte
que eu achei o bilhete dourado e esse foi meu passaporte.
E eu me sinto triste por você nunca ver minhas páginas meio rabiscadas
e conseguir entender o quanto você foi amada.
Invicto no fracasso, invicto no sucesso,
como diz o Black, cansei desse retrocesso.
Entre o desespero e a esperança, eu vagueio perdido,
como um viajante sem mapa, no deserto do desconhecido.
A fé, uma chama vacilante, em meio à tormenta,
não sei se me guia ou se me atormenta.
O tempo escorre como areia entre os dedos,
cada grão um sonho desfeito, cada segundo um lamento.
Em meu coração, há um eco de promessas quebradas,
um lamento sombrio pelas oportunidades perdidas.
E enquanto a noite se estende, escura e sem fim,
eu me afundo nas sombras, perdido em mim.
O silêncio que agora me envolve é um reflexo do meu desamparo,
uma vida que se esvaí, sem futuro claro.
Não há redenção para este espírito quebrado,
não há consolo no crepúsculo de um sonho fracassado.
E assim eu permaneço, preso no eco de minha própria dor,
um ser perdido, afogado na tristeza, sem nenhum amor.
E assim permaneço, preso no eco de minha própria dor,
um ser perdido, afogado na tristeza, sem nenhum amor.
Mas talvez, nesse torpor, eu encontre algum alento,
ou será que apenas me deixarei levar,
neste confortável entorpecimento?
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