Ja Gostei de Vc mais Hj Nao Gosto mais

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O caminho degradante que no Brasil, se segue já era previsível desde a década de 1970, pelos militares, por sermos uma nação continental, da mesma forma que será com a Amazônia brasileira, imensa, insondável, não dividida, sem uma mão forte para administrar. Falo por que vivi lá. O que é imenso, perde se o controle, e é maldosamente no interesse de uma minoria gananciosa, permitirem alguns estados brasileiros, terem o tamanho que tem.

Grande parte da ficção na literatura e nos meios audiovisuais, já sabemos a muitos anos que são acessados por sintonia fina com a realidade do inconsciente coletivo universal. Jules Gabriel Verne, conhecido nos países de língua portuguesa como Júlio Verne nascido em Nantes, França, 8 de fevereiro de 1828 e falecido em Amiens, França, 24 de março de 1905, é sem duvida o mais claro exemplo disto como escritor francês, considerado por críticos literários o inventor do gênero de ficção científica, tendo feito previsões em seus livros sobre o aparecimento de novos avanços científicos, como Viagem ao Centro da Terra de 1864, Da Terra à Lua de 1865 e Vinte Mil Léguas Submarinas de 1869. Antecipando no século XIX os caminhos científicos de foco para as novas descobertas nas próximas gerações.

" Recorda-te com sobriedade e firmeza. Já atravessaste dias que julgavas impossíveis. Já suportaste dores que acreditavas insuportáveis. Já venceste batalhas que ninguém viu, mas que definiram quem te tornaste. Não te subestimes diante do caminho que ainda se impõe. Há em ti uma força comprovada pela própria experiência. E é sobre essa verdade silenciosa que se constrói toda grandeza futura. "

" É humilhação discutir com o ignorante e um insulto para quem já sabe desse princípio. "

JÓIAS DEVOLVIDAS.
Do livro: Quem Tem Medo da Morte?
de Richard Simonetti.
“Jóias Devolvidas” é um dos contos mais conhecidos e emocionalmente penetrantes da literatura espírita contemporânea. A narrativa apresenta uma reflexão profunda sobre o apego humano, a transitoriedade da matéria e a verdadeira natureza dos vínculos afetivos sob a perspectiva da Doutrina Espírita.
O enredo gira em torno de uma mulher que perde prematuramente os filhos e mergulha numa dor devastadora. Revoltada contra Deus e incapaz de aceitar o sofrimento, ela procura um sábio homem espiritual em busca de explicações. Esperava consolo imediato, talvez alguma fórmula para anestesiar a própria angústia. Entretanto, recebe uma comparação inesperada.
O mentor lhe pergunta se ela possuía jóias valiosas guardadas em casa. A mulher responde que sim. Então ele questiona:
“Se alguém lhe emprestasse jóias preciosas durante alguns anos e depois viesse buscá-las, você acusaria essa pessoa de roubo?”
A mulher responde negativamente, afirmando que aquilo que é emprestado continua pertencendo ao verdadeiro dono.
É nesse instante que surge o núcleo filosófico do conto.
O sábio explica que os filhos não pertencem aos pais em sentido absoluto. São Espíritos imortais confiados temporariamente ao cuidado da família terrestre. Deus os concede por empréstimo sublime para que haja aprendizado, reencontro, reparação e amor. Quando regressam ao plano espiritual, as “jóias” são apenas devolvidas ao verdadeiro proprietário da Vida.
A alegoria é profundamente coerente com os princípios espíritas sobre reencarnação e sobrevivência da alma. Segundo O Evangelho segundo o Espiritismo, os laços familiares transcendem o túmulo, e a morte física não rompe os vínculos do afeto legítimo. O corpo perece, porém o Espírito continua sua jornada evolutiva.
O conto não banaliza a dor materna nem reduz o luto a um discurso frio de resignação. Pelo contrário. Richard Simonetti trabalha a dimensão psicológica da perda mostrando que o sofrimento nasce, muitas vezes, da ilusão de posse. O ser humano acostuma-se a dizer “meu filho”, “minha esposa”, “meu pai”, como se as almas fossem propriedades definitivas. O Espiritismo, entretanto, ensina que ninguém possui ninguém. Todos são companheiros temporários na travessia terrestre.
Há também um aspecto moral extremamente elevado na narrativa. A maternidade e a paternidade aparecem como missões espirituais e não como direitos absolutos. Os pais são administradores de consciências em formação, responsáveis por oferecer amor, orientação ética e amparo moral enquanto durar a experiência encarnatória.
Sob prisma psicológico, o conto toca numa das maiores angústias humanas: o medo da separação. A perda física parece insuportável porque a consciência materialista encara a morte como extinção. Já a visão espírita modifica radicalmente essa percepção. A ausência transforma-se em distância temporária. O túmulo deixa de representar destruição definitiva e passa a simbolizar apenas mudança de estado existencial.
A força do texto reside justamente na simplicidade simbólica da metáfora. As jóias representam aquilo que mais amamos. E quanto mais valiosas, menos realmente nos pertencem. O amor verdadeiro não aprisiona, não reivindica posse e não exige permanência eterna na matéria. Ama sabendo libertar.
O conto também dialoga profundamente com a questão 934 de O Livro dos Espíritos, quando se discute por que criaturas boas sofrem tanto na Terra. A resposta espírita demonstra que as provas dolorosas frequentemente possuem finalidade educativa, expiatória e evolutiva. Muitas vezes, reencontros familiares são breves porque certas almas necessitam apenas de pequeno contato regenerador antes de retornarem ao mundo espiritual.
Richard Simonetti consegue transformar uma reflexão doutrinária em experiência emocional. Não escreve apenas para instruir intelectualmente, mas para tocar regiões profundas da alma humana. Seu conto convida o leitor a substituir revolta por entendimento, desespero por esperança e posse por gratidão.
A verdadeira tragédia não é devolver as jóias ao Céu. A verdadeira tragédia seria jamais ter recebido seu brilho por um único instante sequer.

Fontes:
Quem Tem Medo da Morte?
O Livro dos Espíritos.
O Evangelho segundo o Espiritismo.
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“Todo futuro admirado pelos homens já foi um presente ignorado.”

"Há dias em que o amanhã repousa tão perto do coração que já se pode ouvi lo-respirar."

"Quando tudo parece imóvel, o amanhã já começou a mover se nas profundezas invisíveis do destino."

"Quem cultiva uma pequena esperança hoje já começou a construir o amanhã."

Já vi prioridades
Sendo jogadas na lata do tanto faz,
O caminhão de recolha passando,
E arrependidos correndo atrás.

Meu querido eu,
Tire da gaveta aquele par de asas.
Você já cuidou do voo de muitos,
É hora de cuidar do seu.

A dor do fracasso é remediada com o tempo,
Já a dor do arrependimento, persegue a vida inteira.

Já fui presa,
Já prendi caçador.

Você nem suspeita,
Mas mentalmente já foi tanta coisa pra mim,
Só nunca foi ausência.

O encontro com o verdadeiro amor,
É como raspar o tacho que foi preparado um doce,
Já sabendo o quão sera gostoso.

O tempo apenas passa,
Uns aprende e amadurecem,
Já outros...

Já que tudo é passageiro,
Se preferir,
Reserve seu assento na janela,
Para essa viagem.

Passarinho que já foi ferido,
Sabe a diferença.
Do que é laço,
E o que é nós.

​A sua trajetória trilionária já começou no caráter, e a maior vitória será ver que todo o sucesso acumulado serviu para erguer os outros, mesmo quando ninguém acreditou na nobreza das suas intenções.

O magistrado que se considera infalível já começou a afastar-se da justiça.