Ja Gostei de Vc mais Hj Nao Gosto mais

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Não aguento mais essa confusão dentro da minha cabeça que, acaba passando para o meu coração e me ferindo novamente…

“Se eu deixar de ter você, é como não ter mais o que esperar… ou sei lá o quê.”

Porque eu não quero mais, sabe?
Porque muita coisa mudou, e dizem que aos 30 as mulheres ficam com mais preguiça de tudo que não é incrível.
Eu cansei de noites em claro com quem não muda o meu dia.
Cansei de minutos ao telefone, com quem não diz exatamente o que eu preciso ouvir.
Não sei mais desperdiçar carinhos.
Não é qualquer mensagenzinha no celular que acelera meu coração.
E entre meu sofá e um gostosão sem cérebro... deito e durmo tranquilamente.
Não troco facilmente meus livros por uma noite suando na balada e uma madrugada fedendo a cigarro.
Aliás, homens que fumam eu risquei da lista. Os que dirigem bêbados também. E dos que não tem muita intimidade com a gramática, tô fora! Eu sei que a lista diminuiu consideravelmente. E as possibilidades de "desencalhar" também. Mas eu não faço questão de nada agora, sabe? Lembro que aos vinte eu sentia uma carência enorme quando ficava algumas semanas sem alguém...
Se uns acham que fiquei mais fria perto dos 30, eu digo que fiquei é mais seletiva. E o amor-próprio? Vai muito bem, obrigada! E admito, um amor cairia muito bem! Mas amor de verdade, sabe? Daqueles que transmitem paz só de olhar. Alguém que me aceite com todo o meu histórico de amores mal sucedidos, e minhas teorias malucas sobre o verbo amar.
Alguém de quem eu não precise mais do que a minha própria vida, mas que precise de mim pra vida inteira. Alguém só meu. E que não sinta necessidade de ser de mais ninguém. Não quero o cara sarado da academia, quero o cara de coração bem resolvido.
Não quero o cara perfeito. Só quero o meu cara.
E por isso eu espero, sabe? Sem procurar, porque isso me cansa demais. E eu ainda sou meio à moda antiga. Ser conquistada, pra mim, tem muito mais valor.
Eu ando naquela fase de me amar, pra saber ser amada depois. Eu ando me redescobrindo e me apaixonando por mim mesma. Tirei do baú os velhos gostos que sempre fizeram de mim uma boa companhia pra mim mesma. E vou vivendo. Não seguindo o fluxo das coisas. Vou vivendo do meu jeito, com as minhas manias, os meus livros, as minhas poesias, minhas músicas e meu sonho secreto de encontrar meu príncipe, mesmo que não seja tão encantado assim, e de finalmente, viver o meu “felizes para sempre”.

Porque a felicidade que eu tanto procurava nos outros, eu encontrei dentro de mim.


[K]

“Vou me arrepender depois, mais eu nao resisto a nós dois!

VIVA HOJE, NÃO DEIXE PARA AMANHÃ!


Hoje eu acordei mais feliz, me sinto diferente dos outros dias, fiquei surpreso comigo mesmo quando dei um beijo e um forte abraço em minha esposa, senti que ela gostou da minha atitude mas me olhou meio desconfiada pois eu não tinha costume de fazer essas coisas; já os meus filhos levaram um susto danado quando os convidei para brincar de bola e outras brincadeiras, eu os peguei no colo, beijei-os e fizemos uma bagunça danada, no inicio eles ficaram meio receosos e sem entender muito bem o que estava acontecendo comigo mas, aos poucos foram se soltando e nos divertimos abeça.

Já no trabalho não foi muito diferente, continuava sem entender o que estava acontecendo, sabia que não era uma pessoa amável e amigável com os outros, porém sentia uma necessidade tão grande de cumprimentá-las, abraça-las, beija-las que não conseguia conter-me, e o mais engraçado de tudo isso era que as pessoas, à medida que eu ia cumprimentando elas me retribuíam de forma meio constrangida e com caras de desconfiadas. Nas ruas, eu via as pessoas e sentia que devia cumprimentá-las, a maioria delas eu nem sequer conhecia ou fazia idéia de quem eram, mais, sentia como se fossem intimas, aos poucos fui percebendo que a coisa estava mesmo seria, pois sabia que passei a minha vida inteira evitando as pessoas, sendo egoístas, vivendo somente em prol de mim mesmo e isso me tornara uma pessoa amarga, sem brilho, sem amigos, e embora tivesse família, vivia completamente longe dela e das pessoas que me amavam.

Ao chegar em casa, já a noite, estava muito feliz e fiquei surpreso quando meus filhos disseram que me amavam e que apesar do meu jeito sereno eu era um pai maravilhoso, o melhor pai do mundo, maior ainda foi o golpe que minha esposa dera no meu coração ao falar-me que era uma mulher feliz e agradecia a Deus todos os dias por estar ao meu lado, não me contive de emoção e deixei escapar algumas lágrimas, meu coração estava flutuante de emoção e fiquei sem saber o que dizer, pois senti que algo estava errado comigo, mas embora estivesse confuso com tudo aquilo que estava acontecendo, aquele era o dia mais feliz da minha vida. Fui dormir e estava ansioso para chegar o dia seguinte, porém, quando acordei, minha esposa, meus filhos, e tudo o que tinha vivido no dia anterior já não existia mais, procurei na casa inteira e não os encontrei, fiquei desesperado, tudo estava diferente e sem saber o que fazer comecei chorar angustiadamente, de repente, um senhor já com certa idade se aproximou e me perguntou com voz calma e serena:


Meu filho porque está chorando tanto e desesperadamente?
Respondi! Quero voltar para casa, preciso rever minha família!
Ele Continuou! Mas aqui é sua casa, não reconhece sua família?
Meu coração quase saiu pela boca. Não é possível o Sr. deve está me confundindo com alguém, tenho esposa e filhos e sei que eles não estão aqui, preciso encontrá-los.
Ele insistiu! Vc. esta em casa e essa é sua família!
Então tomei coragem e perguntei: Como pode o Sr. afirmar isso, o Sr. nem sequer me conhece, nem à minha família, nunca nos vimos antes e o Sr. vem me dizer que estou em casa com minha família, como pode, se ontem mesmo eu brinquei com meus filho, beijei minha esposa e tivemos momentos de paz e felicidade juntos, conversei com meus colegas de trabalho, cumprimentei as passoas na rua enfim, vivi o melhor dia de minha vida, como o Sr. me explica isso?
O homem parou por um instante, suspirou e continuou: Meu filho, você teve uma vida inteira para desfrutar do carinho e do amor de sua esposa, para amar e ser amado por seus filhos, para valorizar e ser valorizado por sua família e amigos, mas, infelizmente você não soube aproveitar, não soube reconhecer nem cultivar essas coisas tão simples mais importantíssimas na vida de cada pessoa, agora é muito tarde e você já não pode mais fazer isso, pois, já faz um mês que Vc. esta aqui conosco em sua nova casa e tudo o que Vc. pensa ter vivido ontem foi somente seu anjo da guarda resolvendo as coisas que Vc. dixou pendente durante o tempo em que esteve vivo para que agora em sua nova vida você tenha paz e tranqüilidade.

CONCLUSÃO:

A vida é o maior e mais importante presente que Deus nos deu, devemos preservá-la com muito amor, devemos desfrutá-la com sabedoria e precisamos valorizar tudo o que faz parte dela, devemos amar as pessoas que nos amam, nossos filhos, esposas, maridos, amigos, parentes, e devemos deixar claros esses sentimentos para que eles saibam o quanto os amamos, mesmo que através de pequenos gestos e atitudes as pessoas precisam entender que a vida precisa ser vivida com sabedoria, devemos ser gentil e humilde com os outros, valorizar nosso amigos, respeitar as pessoas, enfim, a vida é algo tão simples e ao mesmo tempo tão complexa e nós só a complicamos mais ainda, não devemos ter medo de expressar nossos sentimentos, pois é através deles que podemos deixar claro para as pessoas o quanto somos seres humanos.

¨Você não precisa ser o líder do seu povo, mais, precisa encará-los de frente e com a cabeça erguida, por isso, também não seja o traidor deles” (Ailton Bahia)


Ailton Bahia, 29/09/2010 – 12:30hs

O voar não vem da asa. O beija-flor tão abreviadinho de asa, não é o que voa mais perfeito?

A dificuldade na filosofia é dizer não mais do que sabemos.

E com o passar do tempo, a gnt acaba aprendendo que o amor
não é mais que respeito mutuo com uma dose a mais de carinho.
Aprende tbm que amar é muito mais do que dizer apenas"eu te amo",
amar é indiscritivel,porém infelizmente nem todas as pessoas possuem essa capacidade, esse dom.
Aprende que a desilusão não é mais do que a ansiedade, a insegurança e a confiança demais nas palavras e promessas
de alguém que não merecia.
Aprende também que um amor não se cura com amor de outra pessoa, mas sim com o amor próprio!
Aprende que as decepções estão ai, porém é opcional sofrer por alguém que nem sabe o quanto vc o amou!

Aprende que deve pensar muito bem antes de fazer algo que possa prejudicar alguém que goste de vc, pois para as dores do amor, só existe um remédio, que cura: o tempo!

Devolva-Me

Rasgue as minhas cartas
E não me procure mais
Assim será melhor meu bem

O retrato que eu te dei
Se ainda tens não sei
Mas se tiver devolva-me

Deixe-me sozinho
Porque assim eu viverei em paz
Quero que sejas bem feliz
Junto do seu novo rapaz

Rasgue as minhas cartas
E não me procure mais
Assim vai ser melhor meu bem

O retrato que eu te dei
Se ainda tens não sei
Mas se tiver devolva-me

Não é à toa que a peça mais forte de um xadrez é uma dama. Parabéns, mulheres!

A lógica não pode ir mais além; nenhuma pedra de toque lhe permite descobrir o erro que atinge não a forma, mas o conteúdo.

Pra mim :
Não importa se ri ou se chora linda sempre estará por isso eu digo que coisas mais lindas nunca haverá

6ª Lei de Newton

Você sempre vai querer com mais intensidade aquilo que não pode ter.

Leva tempo para alguém ser bem sucedido porque o êxito não é mais do que a recompensa natural pelo tempo gasto em fazer algo direito.

“Quem sabe desafiar não seja a atitude mais correta agora?.”
(do livro: “Livrai-nos de todo mal”)

As memórias, até mesmo as mais preciosas, desvanecem-se com uma rapidez surpreendente. Mas eu não quero deixar isso acontecer. Não quero ver as memórias que eu mais valorizo ​​desaparecerem.

Eu fiz coisas das quais não me orgulho, eu feri pessoas e vou ferir muito mais, é impossível evitar pelo que estou tentando fazer, mas não tenho prazer nisso, na crueldade. Mas essa cidade, ela não é uma lagarta que se faz um casulo e renasce uma borboleta, uma cidade desmorona e some, ela tem que morrer antes de renascer.

Não ligo
eu ligo
eu finjo que não ligo⁠
mais eu ligo,
eu ligo pro meus sentimentos,
só finjo que não ligo,
todo mundo acha que eu não ligo, mais eu ligo
só queria não me importar de verdade, porque eu me importo, ligo pra tudo.
Mais finjo que não ligo.

Eu posso não ser muito, esperto, mais eu sei o que é o AMOR!

Ser brotinho não é viver em um píncaro azulado: é muito mais! Ser brotinho é sorrir bastante dos homens e rir interminavelmente das mulheres, rir como se o ridículo, visível ou invisível, provocasse uma tosse de riso irresistível.

Ser brotinho é não usar pintura alguma, às vezes, e ficar de cara lambida, os cabelos desarrumados como se ventasse forte, o corpo todo apagado dentro de um vestido tão de propósito sem graça, mas lançando fogo pelos olhos. Ser brotinho é lançar fogo pelos olhos.

É viver a tarde inteira, em uma atitude esquemática, a contemplar o teto, só para poder contar depois que ficou a tarde inteira olhando para cima, sem pensar em nada. É passar um dia todo descalça no apartamento da amiga comendo comida de lata e cortar o dedo. Ser brotinho é ainda possuir vitrola própria e perambular pelas ruas do bairro com um ar sonso-vagaroso, abraçada a uma porção de elepês coloridos. É dizer a palavra feia precisamente no instante em que essa palavra se faz imprescindível e tão inteligente e natural. É também falar legal e bárbaro com um timbre tão por cima das vãs agitações humanas, uma inflexão tão certa de que tudo neste mundo passa depressa e não tem a menor importância.

Ser brotinho é poder usar óculos como se fosse enfeite, como um adjetivo para o rosto e para o espírito. É esvaziar o sentido das coisas que transbordam de sentido, mas é também dar sentido de repente ao vácuo absoluto. É aguardar com paciência e frieza o momento exato de vingar-se da má amiga. É ter a bolsa cheia de pedacinhos de papel, recados que os anacolutos tornam misteriosos, anotações criptográficas sobre o tributo da natureza feminina, uma cédula de dois cruzeiros com uma sentença hermética escrita a batom, toda uma biografia esparsa que pode ser atirada de súbito ao vento que passa. Ser brotinho é a inclinação do momento.

É telefonar muito, estendida no chão. É querer ser rapaz de vez em quando só para vaguear sozinha de madrugada pelas ruas da cidade. Achar muito bonito um homem muito feio; achar tão simpática uma senhora tão antipática. É fumar quase um maço de cigarros na sacada do apartamento, pensando coisas brancas, pretas, vermelhas, amarelas.

Ser brotinho é comparar o amigo do pai a um pincel de barba, e a gente vai ver está certo: o amigo do pai parece um pincel de barba. É sentir uma vontade doida de tomar banho de mar de noite e sem roupa, completamente. É ficar eufórica à vista de uma cascata. Falar inglês sem saber verbos irregulares. É ter comprado na feira um vestidinho gozado e bacanérrimo.

É ainda ser brotinho chegar em casa ensopada de chuva, úmida camélia, e dizer para a mãe que veio andando devagar para molhar-se mais. É ter saído um dia com uma rosa vermelha na mão, e todo mundo pensou com piedade que ela era uma louca varrida. É ir sempre ao cinema mas com um jeito de quem não espera mais nada desta vida. É ter uma vez bebido dois gins, quatro uísques, cinco taças de champanha e uma de cinzano sem sentir nada, mas ter outra vez bebido só um cálice de vinho do Porto e ter dado um vexame modelo grande. É o dom de falar sobre futebol e política como se o presente fosse passado, e vice-versa.

Ser brotinho é atravessar de ponta a ponta o salão da festa com uma indiferença mortal pelas mulheres presentes e ausentes. Ter estudado ballet e desistido, apesar de tantos telefonemas de Madame Saint-Quentin. Ter trazido para casa um gatinho magro que miava de fome e ter aberto uma lata de salmão para o coitado. Mas o bichinho comeu o salmão e morreu. É ficar pasmada no escuro da varanda sem contar para ninguém a miserável traição. Amanhecer chorando, anoitecer dançando. É manter o ritmo na melodia dissonante. Usar o mais caro perfume de blusa grossa e blue-jeans. Ter horror de gente morta, ladrão dentro de casa, fantasmas e baratas. Ter compaixão de um só mendigo entre todos os outros mendigos da Terra. Permanecer apaixonada a eternidade de um mês por um violinista estrangeiro de quinta ordem. Eventualmente, ser brotinho é como se não fosse, sentindo-se quase a cair do galho, de tão amadurecida em todo o seu ser. É fazer marcação cerrada sobre a presunção incomensurável dos homens. Tomar uma pose, ora de soneto moderno, ora de minueto, sem que se dissipe a unidade essencial. É policiar parentes, amigos, mestres e mestras com um ar songamonga de quem nada vê, nada ouve, nada fala.

Ser brotinho é adorar. Adorar o impossível. Ser brotinho é detestar. Detestar o possível. É acordar ao meio-dia com uma cara horrível, comer somente e lentamente uma fruta meio verde, e ficar de pijama telefonando até a hora do jantar, e não jantar, e ir devorar um sanduíche americano na esquina, tão estranha é a vida sobre a Terra.