Ja Chorei de tanto Rir
Já ouvi alguém dizer: É melhor estar no inferno com os amigos do que com os hipócritas no céu.
Mais não se esqueça.
Não haverão hipócritas no céu, e seus VERDADEIROS amigos não estarão no inferno.
“Há leveza nos que dormem sem se saberem. Já os despertos, esses não descansam: convivem com o peso de cada escolha e com o eco das consequências.”
”A força esvai. A vontade perece. O brilho se apaga. O ego esmorece. O tempo já não resta. Não há mais tristeza. Não há mais dor. O frio e o calor deixam de importar. E a gente se torna mais leve, pois todo o peso da existência se dissolve no simples ato de não mais ser.”
“O frio que nos atinge no inverno pode ser contido pelo fogo. Já o inverno, quando atinge a alma, obscurece-a em um estado de inércia: o zero absoluto.”
“Nem todo brilho está na luz direta. Ser essencial no silêncio e penumbra é virtude dos que já compreenderam seu papel.”
“O cansaço turva minhas vistas e entorpece meus pensamentos. O discernimento, já afetado, oscila entre o sim e o não, o certo e o errado, o real e o insólito. Repousar, por agora, é o melhor a se fazer. Pois, quando desperto, existe um universo a percorrer.”
“Quando o homem se torna o próprio perigo e o medo já não mais o habita, a consciência cede lugar ao instinto e a humanidade se dissipa.”
”Maturidade é quando o tempo já não nos apressa, mas nos envolve como brisa que sussurra: você está apenas de passagem.”
Um dia todo mundo já foi criança e teve medo de arrancar um dente de leite. E esse dente ficava lá, mexendo, machucando, mas o medo da dor em tirar o que já doía parecia ser ainda maior. Na vida muitas coisas são assim. Uma farpa no dedo, o receio de uma cirurgia, um siso que não para de doer (mas que você toma um antiinflamatório e, pronto! O desconforto aparentemente desapareceu!). Acontece às vezes comigo, acontece às vezes com você. Priorizamos relações tóxicas ao invés do nosso bem estar, desejamos parceiros muitas vezes destoantes das nossas necessidades, nos diminuímos para caber no mundo do outro. Desde amizades a relacionamentos, idealizamos pessoas, construímos situações imaginárias, romantizamos nosso sofrimento. Temos mania de cultivar nossas pequenas e grandes dores, sejam elas físicas, emocionais, espirituais. Somos apegados com a dor, com o sentimentalismo, com aquilo que nos faz mal, quando podemos simplesmente nos libertar. Nos foi ensinado desde sempre, através de filmes e histórias, que o amor resolve tudo, que príncipes encantados existem, que há um pote de ouro lá no final do arco-íris somente para quem se esforça. Somos tão cobrados socialmente, temos uma autocrítica tão enraizada, que idealizar pessoas e situações se torna extremamente fácil. Mas ninguém nos conta que idealizar pessoas é torcer lá no fundo para que elas te idealizem também. Afinal, por que simplesmente não podemos aceitar as pessoas como elas são e querermos ser apenas nós mesmos aos olhos do próximo? É tão mais incrível lidar com o que cada um é de verdade. Com seus defeitos, suas qualidades, erros e acertos. Aceitar que ninguém é perfeito, e que você também não é. Aliás, não devíamos nem querer que alguém nos olhasse assim. Não somos santos e nem pecadores, somos apenas humanos. É preciso amor próprio para ser quem se é, e é preciso amor próprio para se libertar. É preciso amor próprio para tirar aquela farpa do dedo quando se é criança, porque dali já entendemos que tudo bem, vai doer, mas é tirando o que nos machuca que começamos o nosso próprio processo de cura. Coragem é se deixar curar, é resiliência, entrega, aceitação, e acima de tudo, força. É assim, dando nosso primeiro passo, jogando fora o que não mais nos serve, e priorizando a nossa saúde mental, que compreendemos que dentro de nós já existe um pote de ouro pronto para ser descoberto a cada etapa do nosso autoconhecimento.
Resiliência:
A Superpoder do Profissional Moderno
Você já ouviu falar em resiliência? Não é só mais uma palavra difícil para encher o currículo.
É o que ajuda a gente a dar a volta por cima quando tudo parece desmoronar no trabalho – seja aquele prazo impossível ou as mudanças repentinas.
O que é Resiliência?
Resiliência é como um trampolim emocional. Caiu? Você se levanta. E mais forte! No trabalho, é isso que nos mantém firmes, mesmo em dias de caos.
Como Desenvolver Resiliência no Trabalho (Sem Virar um Robô)
Faça Amigos no Escritório:
Um "bom dia" sincero ou um café rápido podem criar laços que tornam os dias pesados mais leves.
Adapte o Olhar: Em vez de pensar "Por que comigo?", tente "O que eu aprendo com isso?".
Cuide de Você: Corpo e mente precisam de combustível – comida boa, risadas, pausas. Sem isso, até o melhor quebra.
Domine Suas Emoções: Tá difícil? Respire fundo antes de reagir. Isso pode salvar reuniões e relacionamentos.
Comemore Pequenos Passos: Não espere só o grande prêmio. Todo avanço é vitória!
Por Que a Resiliência É a Bola da Vez?
As empresas estão de olho nisso. Funcionários resilientes faltam menos, trabalham melhor em equipe e criam um ambiente mais positivo.
Em outras palavras, resiliência não é só bom para você – ela eleva todo o lugar.
Seja o Exemplo no Trabalho
Mostre que dá para vencer as tempestades com criatividade, calma e um sorriso no rosto.
Bruna Wotkosky -
Muito do que hoje é aceito como "normal", já foi considerado como uma prática "anormal" pelas convenções sociais reinantes, no passado. Tudo, neste mundo, evolui ou, no mínimo, deixa de ser.
Ser grato é uma qualidade de poucos, a Ingratidão externa o caráter de quem já teve sua índole destruída de dentro para fora.
“A Parapsicologia é tão necessária, que a CNBB – Conferência Nacional de Bispos do Brasil já compreendeu e ordenou que ninguém se ordene sacerdote, catequista ou agente de pastoral sem estudar a Parapsicologia.”
“Já presenciei vários (milagres), muitos mesmo. Um que me marca muito é de Nossa Senhora de Guadalupe. É um milagre onde todo mundo vê a imagem da santa, mas ela não está lá.”
“Uri Geller é um mágico, nasceu em Tel-Aviv e não veio de outro planeta como já foi publicado. Tenho fotos de quando ele era criança e era aluno dos franciscanos. Eu tive um debate com ele promovido pela então Revista Manchete e a Rede Globo de Televisão. Demonstrei que era tudo truque e que os truques que ele fazia, eu também fazia. Ele reconheceu e iam publicar isso. Para não ter que se retratar em público, Roberto Marinho e Adolfo Bloch me prometeram que Uri Geller tomaria o primeiro avião no dia seguinte e nunca mais falariam nele. Cumpriram, tanto que Uri Geller voltou, mas pelo Silvio Santos. Globo e Manchete nunca mais falaram dele.”
“À medida que vamos morrendo, vamos ressuscitando. São Paulo já dizia que não morremos, mas nos transformamos! À medida que vamos deixando o corpo físico, ressuscitamos num corpo espiritualizado. Durante a vida, vamos continuamente trocando nosso corpo. Os ossos demoram uns 6 anos pra se trocarem totalmente, o resto do corpo em seis meses se troca por completo. A alma é a mesma, mas com estruturas diferentes. O processo da morte demora 21 dias, mais ou menos. Quando se termina a morte, aí começa a eternidade, mas em nenhuma fração de segundo há um corpo sem alma ou alma sem corpo! Ressurreição sim, reencarnação não!”
“A experiência da senha já havia sido feita em Parapsicologia milhões de vezes (sem exagero), com parapsicólogos, hospitais, nas duas últimas guerras mundiais... NUNCA apareceu a senha! Como diz o slogan da Parapsicologia ‘Do além para o aquém não volta ninguém!’”
“Na ressurreição nos transformamos. A alma não ocupa lugar é espiritual. Todos que já morreram já ressuscitaram e cabem na ponta de um alfinete. O corpo espiritualizado não ocupa lugar. Céu e inferno são estados e não locais, e não sei onde estão, porque não ocupam um lugar. Mas, como dizia Cristo, metaforicamente: ‘Na casa do meu Pai há muitas moradas’. Uns têm méritos que cabem num dedal, outros méritos que cabem num copo. Cada um segundo seus méritos.”
“A reencarnação não existe. É uma das maiores idiotices já inventadas. Também está errado dizer que o ser humano irá ressuscitar depois de muitos anos após a morte.”
