Ja Chorei de tanto Rir
Por quê?
Sinto cravado, impregnado em mim
Sinto, mas não da mesma forma de outrora
Já não arde feito brasa, já não me faz insana
Já não me tira o sono, nem me faz sonhar
Mas nunca pareceu tão sólido, tão intacto, tão seguro.
Eu que tanto contemplo o perigo
O inesperado, as paixões avassaladoras
O frio na barriga.
Cá estou, presa, paralisada nesta história
Que não mais me empolga
Mas que não me deixa ir
Tenho que decidir?
Entre a aventura e a solidez
O entusiasmo e a calmaria
A segurança e a aventura
A paixão e o amor
Por que nos dizem o que fazer?
Por que querem que façamos escolhas?
Preciso dos dois.
Já até, em certa vez durante minha indecisa adolescência, mas confesso: Não sei fazer "tipinho". Essa coisa de tentar agradar a todos e se desagradar não é comigo.
"Ah sim! Sou muito rude e intolerante pra ficar sorrindo ao ouvir "bla-bla-blas", ou fingir que não gosto de tatuagens para parecer mais séria, ou esconder meu lado ético e socio-cultural, para fugir da caretice e ser mais rebelde. Nada de rebeldia sem causa. Sou egoísta demais pra não viver da forma exata que quero e com quem quero. Com o tempo aprendi táticas de convivências, mas não engoli as de conveniências"
Acreditem que seria fácil para mim abandonar esta vida se já não tivesse amor para dar e não amasse tanto os que estão no meu coração, ela por si só não possui qualquer sentido sem eles.
Eu tenho o direito de calar-me já que não tenho nada pra falar, mas não vivo só, e eu só não deixo à vontade alguém que possa me controlar com minha cabeça confusa e minhas incertezas.
Mesmo que eu esteja intocável em seus olhos, eu não tenho tanta percepção que se faz na sua vida imprevisível.
Nunca admitindo que você seja fraca suas verdades se perderam entre a lama e a desonra.
Eu já encontrei muito mais do que bons motivos para desfazer o meu laço com a tristeza;
Não quero mais viver com os olhos escondidos, me despedaçando por um ódio que não me pertence;
Derramarei o veneno que me cerca e intensificarei o ultimo gole de esperança diluindo a tensão que atrapalha meu caminho;
Já tive impressão de que sentiria sua falta algum dia,fiquei com medo de um dia estar nos braços de outro amor,e me vier boas lembranças de alguém tão insignificante.
O escritor já nasce escritor, cresce escritor e não morre nunca". (Estranhos na noite, romance, 1988)
A partir dos doze, comecei a sonhar outras coisas: sonhos. Mas eram pequenos desmaios. E já estão tão distantes de mim que não são mais meus. Gostaria mesmo era de pisar um carpete peludo, todo azul e rolar por vinte anos." (Estranhos na noite, romance, 1988)
Sou e não sou escritor. Escritor é todo aquele que já fez uma frase de pura literatura ou imaginou tê-la feito. Entre estes e os consagrados, pouca ou nenhuma diferença existe. Cada frase é o mesmo desafio para todos, e cada livro é um grito suicida do qual nunca se sabe se se salva" (Estranhos na noite, romance, 1988)
O escritor já nasce escritor, cresce escritor e não morre nunca!" (Estranhos na noite, romance, 1988)
O escritor já nasce escritor, cresce escritor e não morre nunca. É uma entidade escorrente. Às vezes, dá a impressão de ser uma folha, um balde, uma borboleta. Mas ele nunca se confunde com as outridades: é o escritor! Não pergunta muito, ele sabe até onde perguntar, porque suas perguntas não se reduzem a perguntas. Não responde tudo, o que não significa que ele minimiza as pessoas. É que ele entende a eficácia que é o silêncio." (Estranhos na noite, romance, 1988)
É normal as pessoas valorizarem aquilo que já se foi , aquilo que já se foi com o velho ditado
" Nunca é tarde de mais ," .
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