Ja Chorei de tanto Rir
Deus não serve para quem é inteligente, se você é inteligente você já é o Criador da sua própria História e do seu destino.
Quantas vezes o desânimo já bateu à sua porta, exigindo mais do que você podia oferecer, ou até mesmo tirar de si?
Medos, desilusões, angústias... É quase impossível encontrar alguém que, algum dia, não tenha sido abatido por esses sentimentos.
Mas lembre-se: ninguém pode exigir de você aquilo que não se pode tirar.
O medo não reivindica a essência da coragem, pois sabe que ali não mais existirá.
Assim como o fracasso não bate à porta do sucesso, a tristeza não desafia a alegria, e a paz não coexiste com a guerra.
Sabe por quê?
Porque o seu coração só entrega aquilo que ele carrega.
Carregue dentro de si apenas aquilo que, de fato, o ajudará a lidar com esses sentimentos.
Apague o que de mal existe, as culpas que não são suas, os pesos que não te pertencem, os pensamentos que só atrasam a caminhada.
E então, regue a sua essência.
Com coragem, com fé, com aquilo que te fortalece.
Com lembranças que te salvam nos dias escuros, com palavras que te devolvem ao centro quando tudo parece ruir.
É da raiz bem cuidada que florescem os ramos mais fortes.
É da alma em paz que nasce o gesto mais firme.
Não se trata de ignorar as dores, mas de não alimentá-las.
De saber que o que cresce em você é fruto do que você decide cultivar.
Então escolha bem.
Todos os dias.
Mesmo nos dias nublados.
Mesmo nos dias em que a força parecer pouca, porque é nesses dias que regar a essência faz mais sentido do que nunca.
Os animais não precisam das palavras humanas, só em eles existirem ao seu redor, já se tornam muito mais gentil.
A impressão de quem chega pode ser a mesma de quem já está há mais tempo. No fim, diminuir ou rir de alguém não te torna maior — apenas te iguala à falta de conhecimento.
Hoje acordei, e o Diabo, sentado aos pés da minha cama, disse-me:
“Ama — como quem já não tem tempo.
O inferno não é a ausência de amor,
mas lembrar que podias amar e não quiseste.
Nem Deus te salva do que deixaste de viver.”
O amanhã não existe, pelo menos ainda não existe.
Aproveitem agora e já.
O tempo é cruel, não aceita trocas e não negocia um segundo sequer.
Apenas vivam.
“Conhece-te a ti mesmo” de Sócrates, como se já aconselhasse Narciso. Porém Sócrates sabia perfeitamente que quem se conhece não cessa de aprofundar-se e de se ultrapassar. Se os antigos dizem: “Conhece-te” e os cristãos dizem: “esquece-te” é que eles não falam do mesmo eu. E só é possível conhecer um com a condição de esquecer o outro.”
O tempo já foi embora, os dias já não são 24 horas; me espanto que tal dia distante chegara. Viver deixou de ser vivido? Ou será que o vivido deixou de se viver?
Quando percebo que algo ameaça minha paz, já acendo o alerta.
Não é medo, é maturidade.
Porque antes de qualquer coisa, eu me respeito.
Sou muito bem comigo mesmo, e às vezes até melhor só…
Do que tentando ser “o cara certo” em uma relação errada.
A minha paz não é negociável.
E se for pra perder a cabeça, que seja por um sonho —
nunca por alguém que não sabe cuidar.,
Já fui tempestade em corpo humano.
Corria, entregava, me doava tudo em excesso, tudo por quem não merecia.
O descanso era luxo, o sono um privilégio raro.
E mesmo assim, eu seguia, quebrado por dentro, inteiro por fora.
Fui chão para muitos que nunca se abaixaram para me levantar.
Hoje, minha vida mudou.
Não porque ficou mais fácil, mas porque aprendi a escolher.
O que antes era urgência virou direção.
O que era excesso virou equilíbrio.
O que era entrega virou cautela.
E agora, quando me permito parar, respirar, dormir… incomoda.
Incomoda quem nunca viu o quanto já fui além dos meus limites.
Mas não me julgue por descansar.
Não me chame de preguiçoso.
Veja em mim alguém que aprendeu a se respeitar.
Porque meu descanso não é fuga.
É cura.
É reencontro.
É o silêncio que me devolve a paz que o mundo tentou roubar.
Preferem duvidar, apontar, se calar quando mais preciso.
Mas o que eles não sabem… é que eu já vi o futuro.
Já imaginei a virada, o momento em que tudo muda.
Cada conquista, cada passo firme, cada vitória que ainda vai chegar.
Eu não faço isso pra provar nada.
Não preciso convencer quem nunca esteve comigo.
Eu faço isso pra calar.
Calar as vozes que disseram “você não vai conseguir”.
Calar os olhares que subestimaram.
Calar o passado que tentou me limitar.
Porque quando acontecer e vai acontecer
eles vão assistir em silêncio.
Vão ver tudo o que eu construí.
Vão engolir cada dúvida, cada palavra não dita.
E eu?
Eu vou sorrir.
Não por vingança.
Mas porque eu sempre soube.
*Já fui plano B.*
Já fui a escolha de conveniência.
Aquele alguém que estava ali, sempre por perto, sempre disponível… mas nunca o suficiente para ser prioridade.
Fui o “e se não der certo com outro alguém”, o “só hoje”, o “você entende, né?”.
Fui o ombro amigo, o porto seguro, o consolo,mas nunca o destino final.
Fui plano B de quem nunca teve coragem de me colocar no centro.
De quem me queria por perto, mas não ao lado.
De quem dizia que eu era especial, mas só quando era conveniente.
De quem me procurava quando o mundo desabava, mas sumia quando o sol nascia.
E por muito tempo, aceitei.
Aceitei migalhas achando que era banquete.
Aceitei silêncios como se fossem respostas.
Aceitei ser metade, quando eu sempre fui inteiro.
Hoje, não mais.
Hoje, entendo que não nasci pra ser opção.
Não sou rascunho de ninguém.
Não sou pausa entre capítulos.
Sou história completa , e mereço ser lido com atenção.
Aos que me tiveram como plano B: obrigado.
Vocês me ensinaram o valor de ser o plano A de mim mesmo.
O homem que um dia foi muralha, hoje treme.
Meu pai, que já foi tempestade, agora é sombra do trovão.
Antes, sua voz era lei, sua presença, temor.
Erguia-se como torre inabalável, inquestionável.
Confrontava os frágeis, dominava os que dele dependiam.
Era força bruta, autoridade sem pausa,
um império de si mesmo.
Mas o tempo, esse escultor silencioso,
foi desgastando as pedras da sua rigidez.
Hoje o vejo com medo.
Não mais o medo que impunha,
mas o medo que sente.
Medo do fim, do esquecimento, da fragilidade que ele tanto desprezou.
E mesmo assim, a arrogância permanece.
Como armadura velha que ele se recusa a tirar,
como se admitir fraqueza fosse morrer antes da hora.
A prepotência não o deixou ou talvez ele nunca quis deixá-la.
Porque abrir mão do orgulho seria admitir que o tempo venceu.
E ele, que nunca soube perder,
prefere se agarrar ao que resta da sua antiga coroa.
Mas eu vejo.
Vejo o homem por trás do mito.
E, apesar de tudo, ainda é meu pai.
Mesmo que hoje ele não seja mais o gigante que um dia foi.
By Evans Araújo
Hoje eu gosto de gente da paz e do equilíbrio.
A vida já me apresentou distrações demais… e foi nelas que eu me ferrei e aprendi.
Por isso, hoje, pra colar comigo, tem que ser influência positiva, mente limpa e energia boa. Aprendi a observar mais, ouvir mais e sentir o ambiente. Piscou errado, trocou palavras e fugiu do combinado eu já fico pé atraz
Não é frieza… é maturidade de quem entendeu que paz não se negocia.
