Ja Chorei de tanto Rir
Eu não terminei porque não senti.
Terminei porque senti demais.
Porque a pureza assusta
quem já aprendeu a sangrar em silêncio.
Teu sorriso inocente
pedia um cuidado
que minhas mãos, trêmulas,
não sabiam se mereciam tocar.
Não foi sobre você.
Foi sobre o medo
de quebrar algo bonito
com minhas próprias cicatrizes.
Eu fui embora não por falta,
mas por excesso.
Porque às vezes amar
é também saber recuar.
A escuridão já domina o céu
Apenas as estrelas brilham
Com todo seu esplendor
Uma noite que se abre
Para os sonhos
As imagens de rostos, bocas,
Lábios se beijando,
Braços se apertando.
Corpos de amando,
Olhos conversando.
No silêncio, que só um olhar apaixonado pode entender.
Saudades, que doe o peito.
São momentos mágicos
Que já se eternizaram na minha memória.
Amo-te como jamais amei.
És toda minha razão de viver.
És meu sol,
És meu ar.
És a lua e as estrelas do meu céu.
Só você tem que existir
para indicar o caminho a seguir.
Já me calei pra tentar me distanciar...Pra tirar você da minha cabeça, do meu coração...
É nesse momento que me dói a alma...
Não consigo!
Meus dias ficam sem cor, sem brilho, as vezes sinto vontade de desaparecer...
Estou com raiva de mim...
E com raiva de você também...
Não me pergunte o porquê, não terei resposta porque talvez não tenha motivo... Eu só queria me distanciar...E toda vez que tento fico mal...
Já "conheci" muita gente!
Algumas, já nem me lembro mais, pois simplesmente passaram em minha vida e não deixaram nada de si...
Outras, já partiram deste mundo,deixaram marcas, lembranças e muitas saudades.
Convivo em meio a tantas, mas sou sincera em dizer que não as conheço... Muito difícil conhecer realmente alguém, quando na verdade, muitas vezes, desconhecemos a nós mesmos. Bom, esse é meu ponto de vista sobre as pessoas- inclusive eu que por vezes já me contrariei, me surpreendi e tive que engolir meus próprios mi mi mi...
E nessa mistura louca de essências humanas, a gente tenta se superar sem sufocar os gritos da alma, suportando as dores, engolindo lágrimas e atropelando alguns sentimentos e convivendo com as decepções. A cada dia que começa ou termina, me sinto vitoriosa por sobreviver às muitas atribulações do cotidiano e permanecer de pé pronta pra um novo combate, uma nova batalha e para dar continuidade à vida sempre agradecendo a Deus, o grande autor de toda criação, Àquele que nunca falha, nunca nos falta, nunca nos abandona.
Gratidão por tudo! Fé e confiança!
A vida segue e eu estou pronta!!
Há um cárcere pior que a solidão:
É o corpo que respira contra a vontade da alma que já se apagou.
Maldito quem é dono de um coração que bate
e de um espírito que já assinou sua rendição,
sem permissão para que um silêncio definitivo
sepulte o que a vida já consumiu.
Cada dia que passa muita gente não gosta de pôr as mãos na massa; daí já podemos sentir quem é que fracassa.
Arrependam-se e aprendam mais com outros líderes eficazes, se suas lideranças e ministérios já deram sinais de fracassos, fraquezas e fragmentação.
Trate a Deus como seu Patrão superior: Ele paga bem e já pagou com o sangue de Seu Filho na cruz para dar a recompensa que você tanto merece.
A era da mentira, da tentação e falsidade de Satanás já era: entraram a graça e a verdade de Cristo nos corações dos santos que se firmarem em Seus mandamentos e pegarem nas rédeas e no poder do Espírito de Deus.
A pior cegueira é achar que já se vê,
É falar alto demais e não ouvir você.
É ter pouco saber, mas muito a ensinar,
Com o ego na frente, sem vontade de escutar.
Pede voz, pede vez, pede ser acolhida,
Mas fecha os ouvidos pra lição da vida.
Quer ser mestra sem nunca ser aprendiz,
Esquece que ouvir também torna alguém feliz.
Quem não escuta, não cresce, não vai além,
Pois aprender é troca, é dar e receber também.
Sabedoria não grita, não tenta impor,
Ela fala baixo… e primeiro escuta com amor.
Cristão sábio não precisa abrir a boca quando alguém lhe acusa, porque já sabe que Deus é o seu Defensor.
É que me perdi dentro do meu próprio ego. Nas entrelinhas de palavras repetidas, vi que já não havia mais nenhuma outra palavra que pudesse me fazer voltar ao que era. [...]
O Brilho do que Fica
A xícara de café já estava fria sobre a mesa, mas eu continuava ali, encarando o vapor que não existia mais. No celular, uma música qualquer tentava preencher o silêncio da casa, que parecia maior naquela manhã. Olhei para a estante e vi o livro que você me emprestou quando tudo ainda era confusão na minha cabeça. Lembrei daquela tarde chuvosa, da sua paciência em me ouvir e de como, sem perceber, você se tornou o meu porto seguro.
Sabe, eu nunca fui bom com despedidas. Mas, enquanto guardava as últimas camisas na mala, entendi que partir não era sobre fugir de você. Pelo contrário. Eu resolvi partir justamente porque gostei tanto de você — e, se quiser a verdade, ainda gosto. Gosto, sobretudo, da forma como o destino nos apresentou e do jeito leve com que você
estendeu a mão quando eu mais precisei.
No fim das contas, a vida me ensinou que o tempo tem o hábito cruel de desgastar até as cores mais vivas. E eu não queria ver o que fomos se apagar em brigas bobas ou rotinas amargas. Às vezes, é melhor fechar a porta enquanto o riso ainda ecoa no corredor. É melhor guardar uma lembrança boa de alguém do que insistir até que a decepção tome o lugar do carinho. Vou levar comigo esse retrato intacto de nós dois, guardado onde o tempo não alcança.
Que Deus é fiel,
o mundo já sabe,
ou ao menos deveria saber — e nós, até quando somos fiéis?
Deus tem sido sempre tão Generoso conosco que, se a Graça não fosse um Favor Imerecido, o Constrangimento talvez fosse muito maior que a Gratidão.
Não porque me falte reconhecimento, mas, porque sobra consciência das próprias falhas.
A graça, quando compreendida de verdade, não infla o ego — ela o desarma.
Talvez, sem essa plena consciência de imerecimento, dificilmente eu escaparia do abraço do constrangimento.
E há algo de profundamente pedagógico no favor que não se pode pagar, negociar ou justificar.
Ele nos retira do centro do palco, desmonta a agridoce ilusão de mérito e nos coloca no único lugar possível diante do Divino: o da humildade…
A Espiritual e a Intelectual.
Quem entende a graça não anda de peito estufado; anda de cabeça baixa, não por culpa, mas por reverência.
O constrangimento, nesse contexto, não é a vergonha paralisante, é puro espanto.
É perceber que, apesar de quem somos, carregados de rastros de podridão, continuamos sendo alcançados pelas mãos misericordiosas do Pai.
Que mesmo quando nossas mãos estão vazias de boas razões, elas ainda são preenchidas de misericórdia.
E isso nos educa mais do que qualquer repreensão.
Talvez a maior evidência de maturidade espiritual seja justamente essa: não transformar a generosidade de Deus em direito adquirido, nem a graça em moeda de barganha.
Quem vive consciente do favor imerecido não se acostuma com ele — agradece, cuida e tenta responder, não com merecimento, mas com fidelidade.
Que Deus é fiel, o mundo já sabe ou ao menos deveria saber — e nós?
Até quando somos ou tentamos ser fiéis?
