Ja Chorei de tanto Rir
O ser humano que não tem audácia para ser honesto já anuncia sua própria derrota.
Porque a honestidade exige coragem — coragem de assumir erros, de falar a verdade, de encarar a vida sem máscaras.
Quem não faz o bem não representa ninguém.
Não representa família, não representa valores, não representa nem a si mesmo.
É apenas um vazio ambulante, um corpo caminhando sem propósito, sem raízes, sem honra.
Afinal, caráter não se herda, não se compra, não se finge.
Caráter se prova.
E só quem tem coragem de ser íntegro, mesmo quando ninguém está olhando, é que pode dizer que realmente vale alguma coisa.
O resto… é só aparência tentando se passar por gente.
Por favor, mantenha a porta fechada.
Não temas — não há risco de invasão.
Eu já estou do lado de fora,
e não existe em mim sequer a sombra de voltar.
Quando a porta se fecha, não é apenas madeira e ferro.
É escolha. É sentença.
É o fim que não precisa de palavras,
apenas do silêncio que pesa e confirma.
Alguns caminhos não se desfazem em gritos,
nem em despedidas longas.
Eles se encerram assim:
com a firmeza de um gesto,
com a certeza de que não há retorno,
com a dignidade de quem sabe que partir também é necessário.
Ei amigo ou amiga, você já entregou a sua vida a Jesus? Faça isso hoje, agora! Você precisa estar pronto(a) para se encontrar com Deus; a morar no céu, pois a morte poderá nos atingir a qualquer momento ".
Anderson Silva
Floresça mas não se esqueça dos espinhos que te feriu, floresça e não se esqueça que você já superou suas feridas, floresça e não se esqueça que você pode viver mesmo que com cicatrizes, floresça e não se esqueça de todos os dias tentar ser um pouco mais feliz!
Já senti saudades e já me senti perdida, já senti que era o fim, já me senti sozinha e sem amigos e senti também o fim que amarga e que encoraja, já senti a solidão minha melhor companhia, já senti vontade de regressar mas não menos que de seguir!
Você já passou por coisas piores.
Essa dificuldade é só mais uma prova de que você irá vencer em nome de Jesus. Amém! 🙏
Nosso Salvador, Jesus Cristo, morreu na cruz.
Nela, sangrou por nós.
Muitos já não acreditam mais.
Um homem sem fé é como um homem sem olhos e sem ouvidos.
No mundo em que vivemos, muitos vivem apenas pelos prazeres da carne
e se esquecem da alma e do Espírito Santo.
Pois Ele nos deu o livre-arbítrio
para fazermos o que quisermos de nossas vidas.
Mas, ao longo do tempo, nós, seres humanos, erramos demais.
Chegamos a um nível de pobreza espiritual,
de inveja, ganância, egoísmo e tristeza.
O poder enlouqueceu o homem.
O poder muda todos.
Já não podemos confiar em ninguém.
A vida é traiçoeira.
O mundo é ilusão.
Tudo é passageiro.
Quem tem, chora miséria;
mas quem não tem é quem sempre tem para dar.
E assim sobrevivemos
neste mundo louco.
Amar é maravilhoso; eu já amei intensamente. Mas precisei descobrir que, antes de tudo, era eu quem precisava do meu próprio amor. E foi assim que percebi que onde eu via um ponto final, havia apenas uma vírgula uma pausa para me reencontrar, não o fim da minha história.
A mulher mais rara que já conheci, de um tom tão encantador que não encontrei nada nem mesmo parecido na escala das cores.
Já não escrevo como antes.
Esta metamorfose é notória demais.
Houve tempos em que escrever não era um exercício exaustivo — era apenas uma forma de conversar comigo mesmo.
Hoje, parece-me que o meu Eu e eu sofremos uma mudança drástica. Sentar-me para dialogar com ele tornou-se uma tarefa árdua, quase impossível.
Mas o que julgavam? Que era apenas acordar e escrever? Não. Nunca funcionou assim.
A verdade é que percebo, aos poucos, que estou a perder um grande amigo: o meu Eu.
Riamo-nos tanto das complexidades e banalidades… e nunca partilhei algo tão íntimo com outro alguém senão com ele.
Nem sei por que vos escrevo isto. Talvez não me entendam. Não estais preparados para compreender-me. Já é tarde demais. Estive acessível durante tanto tempo, esperando ser entendido, mas o meu Eu decidiu libertar-me deste tédio.
Encarnei uma introspecção feroz, que me levou a muitos estágios: da lógica à filosofia, dos delírios ao retorno — sempre o retorno.
O lado sombrio cessou por um tempo, mas agora que o meu Eu se esvai, sinto que não terei mais controle sobre as trevas que habitavam o meu ser.
Antes de conhecer o meu Eu, eu e elas — as trevas, o abismo — éramos um só. Eu ia para a cama, mas elas não; eu ficava de vigia para não sucumbir. O meu universo não tinha colorações, apenas escuridão.
Com a chegada do meu Eu, tudo mudou. Olhámo-nos nos olhos com sinceridade.
Quando vos digo que não sou pertença vossa, ignorais o facto. Apenas quereis ouvir o que convém ao vosso ego.
Mas o meu Eu esvai-se… esvai-se e nunca mais retornará.
E quando eu também me for, não me sigam.
Tentei trancar-lhe as portas dentro de mim, implorei que ficasse. Disse-lhe que ninguém o poderia substituir, que sem ele eu sucumbiria.
Ele ajoelhou-se para me alcançar. Questionei-o: “Porquê tudo isto?”
Mas apenas partiu.
E eu morri com a sua partida.
Morri, porque a minha paz era a única força que me mantinha longe das sombras.
Morri sem remorso, apenas para reencontrar o meu fiel amigo — o meu Eu.
Não compreendereis isto.
Não me sigam.
Vivam a vossa vida.
Há em mim tremores de mundos complexos, de uma aura tenebrosa.
Apartai-vos de mim.
Não pedi socorro.
Livrem-me da vossa pena.
Tirai-me do alcance da vossa visão.
— SUSATEL
"Não consigo perder o que já perdi, nem ganhar o que já ganhei, meu apetite esta nos sonhos que somos "squads smarts", seria, esse pensamento, coisa de, "familiares inteligentes", no mundo dos negociadores"
Já pensou que falar — ou simplesmente responder um bom dia pode mudar tudo em uma relação?
A cordialidade abre portas, aproxima pessoas e evita conflitos.
Dê e responda mais
BONS DIAS!
A todo instante temos a oportunidade de descobrir, de aprender algo novo. Já nos basta perder algumas delas simplesmente por não dominar outro idioma.
Já pensou na possibilidade de alguém muito importante e marcante na sua vida ter tido algum contato contigo há muito tempo, e nem ela, tampouco você têm essa lembrança?
Podem parecer vivências novas, intensas, mas que num tempo distante nada significaram, sendo apenas uma passagem sem registro na memória.
