Ja Chorei de tanto Rir
depois de se doar doar tanto, nada sobra, só o vazio. esse vazio por vezes é preenchido por uma fúria que ninguém entende e que pode ser seguida por uma profunda culpa - turbilhões em mim -
Quando as matizes vítreas da realidade se quebram; O que vermos daquilo que tanto envolveu nosso ambiente?
A violência se passa, as razões de crimes não solucionados se tornam desrazões para decifra-los. Vidas se suicidam, pessoas não confiam em pessoas, por qualquer outro motivo ou por algum preconceito. Nesse tal lugar, estamos na Terra e o céu coberto de Matizes com diversas tonalidades da realidade. As suas sombras não se projetam com clareza e nem se sabe das formas de suas silhuetas por certo. Quebrando-se está as matizes, e a realidade sensível está se revidenciando a cada dia, por trás dessas matizes vitreas que não transparecem uma realidade.
No final, ela não criou-se por si mesmo, mas surgiu das ações humananas; Nas quais obscurecem todo o conhecimento.
Dói tanto que me sinto sufocada, eu me sinto vagando num poço. Em um poço pois um poço é fundo, e, assim, eu conseguiria desenvolver tudo com bastante calma e tempo. Me sinto vagando nesse poço de forma que me abraço internamente, tentando confortar minha cabeça, ao mesmo tempo que ela por si só têm autonomia para se sabotar. E tudo passa, as pessoas mudam, o tempo passa, as pessoas se vão. Eu fico. Meu poço se mantém. Ele só pode chegar ao fim, quando eu chegar ao fim.
Essa minha necessidade de te entender talvez tenha algo a ver comigo. A me ligar tanto a você que desejo pelo menos conseguir te entender, porque não posso comigo mesma.
Eu não queria ser assim. Daria tudo para sentir como os outros e não sentir tanto. Lidar com a minha cabeça me deixa tão triste, é cansativo. É um sentimento de culpa. Não culpa pelas coisas que sinto, mas culpa por não querer pensar.
Você é o meu objeto de desejo e obsessão. Acho que o problema é esse. Ninguém deveria sentir tanto, amar tanto.
Ninguém deveria sentir tanto, amar tanto. Existem momentos onde penso que o amor não existe. Ele é impossível de se desenvolver. Eu me sinto presa e não consigo me concentrar direito, fico impotente, descontrolada. Amor para mim é descontrole. Não posso amar alguém porque nesse processo eu preciso entender ela por completo, sentir que sei cada reação dela, atitude. Me sentir no controle. Eu preciso disso porque constantemente me sinto insolúvel. Eu não me entendo por completo. Nunca pratiquei o autoconhecimento mesmo pensando tanto. Nunca vou te entender por completo e esse é o problema. Eu preciso dessa segurança.
Não é justo te amar tanto, e mesmo assim, quando penso em você, só conseguir pensar em nossas lembranças antigas, nos nossos momentos passados e na forma que você me tratava como se eu fosse o seu vício da mesma forma que você é o meu.
Tens tanto medo de olhar com carinho, respeito e admiração para teu lado reprimido, que guias o teu próprio processo evolutivo a uma falsa ideia de iluminação.
Ter VERGONHA é um tanto comum, mas somos inseguros sempre com o desânimo que esta emoção nos causa. Por essa razão, temos que aprender a lidar com ela e perceber o quanto a VERGONHA nos atrapalha, pois ela carrega o sentimento de insegurança causado por medo do ridículo e da avaliação das pessoas. Embora a VERGONHA seja uma emoção limitadora, em determinado momento ela também nos leva perceber a necessidade da busca pela autoaceitação e do crescimento pessoal.
Sendo pois um sentimento plurifacetado, a VERGONHA apresenta-se com alterados estímulos, podendo apresentar-se como simples acanhamento, até alcançar um estágio de aflição profunda.
Deus amou tanto o mundo que deu o seu único Filho, para que todo aquele que nele crê não se perca, mas tenha a vida eterna.
Você me amava tanto, mais tanto, que quando eu lhe dizia "bom dia" você nem se dava ao trabalho de me responder.
Sobre os socialistas, é preciso ter em mente que se eles mentem tanto sobre o presente (cristalino e à vista de todos), mentem ainda mais sobre o passado - distante e nebuloso.
O mundo moderno da arte nos apresenta nada menos do que a própria realidade, tanto física cotidiana quanto psicológica do individuo, procurando mostrar, traduzir e expressar essa nova realidade na quebra de paradigmas artísticos, busca uma reflexão acerca da sociedade, do que aflige o individuo e a máxima expressão dos sentimentos e identidade nacional (esta última, no caso do Brasil).
A arquitetura moderna, por exemplo, busca um design futurístico, aliando comodidade e aproveitamento do espaço, devido as novas tecnologias na construção civil, esta é uma forma de aproveitar estes artifícios e demonstrar a época tecnológica de nosso tempo.
A arte moderna, afinal, é moderna, por apresentar uma nova forma quase que totalmente desconexa com a arte convencional e realista, de certa forma, com um liberalismo artístico, valorizando somente a expressividade e significado que a obra vem a despertar ao apreciador.
Soneto 3
Amor que queima em chama incandescente,
Que traz alegria, cuidado e tanto zelo,
Adrenalina intensa e um doce apelo,
Mas falta paz no peito, permanente.
És tudo o que desejo, fogo ardente,
Carinho que me envolve em terno selo,
Porém, não tenho paz no nosso enredo,
E a alma se debate, descontente.
Parto, pois preciso do sossego,
Embora meu amor por ti me inflame,
Sem paz, não há futuro que prospere.
Que o tempo cure a dor deste desapego,
E, em memórias, reste só o que é sublime,
Pois o amor, sem paz, não se profere.
