Ja Amei e não fui Amada

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Já não me encontro no amor ou na dor. Na saudade ou no vício. Na espera ou na vontade de algo melhor.
- Marcela Lobato

Já não me encontro no amor ou na dor. Na saudade ou no vício. Na espera ou na vontade de algo melhor. Não há razão ou sentido. Tudo pelo que vivi, hoje são flores mortas em um jardim sem vida dentro de um cemitério abandonado, frio e amaldiçoado. Não resta nada pelo que viver.
- Marcela Lobato

Ser emo nunca foi uma fase ou um mero modismo pra mim. Mesmo antes de conhecer essa palavra, já era a personificação do seu significado. O emo, tanto o original, enquanto vertente do rock, como no aspecto do estilo, assim como modo de ser, sempre me agradaram e foram parte de mim. Conheci um pouco antes de se tornar um modismo, e nunca neguei ser e gostar.
Quando gosto de algo, não me importa se ninguém conhece, se ninguém gosta, se é uma "moda do momento" ou se é extremamente popular. Pra mim, a única coisa que sempre importou foi se eu gostei ou não. Se me identifico, se aquilo conversa com o meu mundo particular, se me agrada.
Lembro de uma amiga que dizia que quando eu estivesse um pouco mais velha, veria como não gostaria mais do emo e nem me afirmaria como tal. Bom, ela se enganou. Fui, sou e sempre serei emo. Keep emo alive! Mantenha o emo vivo! Viva a cena alternativa!
- Marcela Lobato

Desde criança, as trevas já eram parte de mim, e o rock corria em minhas veias, sendo tão vital quanto o sangue. O obscuro sempre me atraiu, e a noite sempre foi a minha parte preferida do dia, especialmente a madrugada. Desde sempre sou atraída pela escuridão, porque sou parte dela.
Sou noturna, apaixonada pela melancolia e pelos vampiros das séries de TV, principalmente por seu emocional complexo e tristeza existencial, onde sempre me vi, quase como olhar em um espelho. Nunca fui sol, mas sim lua. Nunca me encaixei nas expectativas que traiam quem sou. Para ser eu mesma, paguei um alto preço, mas muito mais caro seria me anular para pertencer ao vazio das superficialidades e falsidade social.
- Marcela Lobato

Fico pensando no quão terrível e brutal o mundo já foi, mais do que é hoje, com tantos grupos na sociedade. Principalmente após a criação do cristianismo, a maldade se disfarçou de amor. A violência se disfarçou de bondade. A barbárie se disfarçou de divino. O ódio gratuito se fez de virtude, santidade e "purificação dos pecados", como se fosse piedade torturar, excluir ou destruir alguém apenas por ser quem é, amar quem ama, acreditar no que acredita, ou mesmo não acreditar em nada.
Em nome de Jesus, mulheres foram prisioneiras de maridos violentos, tratadas como animais reprodutores sem sentimentos, desejos nem vontade. Como menos que humanas. Pessoas negras foram escravizadas, no maior crime contra a humanidade da nossa história. Pessoas LGBTQIAPN+ passaram pelo indescritível. Pagãos, ateus e qualquer um que não partilhasse da fé cristã, ou dos seus moldes, foram tratados como menos que humanos, e dignos de qualquer violência, afinal, quem cometia os atos mais perversos e bárbaros acreditava fazer em nome do deus que pode perdoar tudo, não importa o quão terrível e irreversível na vida alheia seja o seu erro.
Tenho medo de um dia acordar em um mundo semelhante ao passado. As vezes sinto que vivi nesses tempos macabros, e que as memórias estão prestes a voltar. Tantos desejam o retorno de tudo que houve de pior na sociedade, chegando a exigir o fim de direitos conquistados pela luta de milhões que não resistiram, mas não desistiram até o último segundo de suas vidas.
Por que é tão difícil aceitar a liberdade alheia? Por que parece tão difícil para tantos olhar o outro com mais empatia? Cuidar das suas próprias vidas, e deixar em paz as escolhas e consequências alheias que apenas dizem respeito a própria pessoa? Era de se esperar que o tempo mudaria e melhoraria a sociedade, a humanidade, mas o que vejo são vermes rastejantes desejando reviver o que de mais cruel tivemos no passado, sempre em nome do mesmo pseudo deus pelo qual tanto sangue inocente foi e continua sendo derramado.
A minha heresia me faz orgulhosa da minha existência estar tão oposta aos hipócritas, falsos moralistas estúpidos e ignorantes que se auto intitulam "cidadãos de bem". Que meus deuses me livrem de ser, ainda que minimamente, como esses que só sabem julgar e ver o "erro" sempre no outro. Que se acham donos da verdade absoluta, vivendo de inveja, falsidade e repressão. Muitos são as baratas que torcem pelo inseticida, ou o frango que faz propaganda pra Sadia. Não há amor, apenas um jogo de aparências em suas vidas e corações vazios.
Vivem pela ignorância e estupidez, recusando qualquer melhoria, evolução ou conhecimento. Se recusam a ver a pluralidade, a diversidade, que são a verdadeira beleza desse mundo terrível onde vivemos. Eu nunca pertenci e nem pertencerei a esse lugar. Nunca vou entender todo esse ódio gratuito e sem sentido desses que só tem lama por dentro, mas sempre vai me entristecer ver até onde o ser humano pode ir em nome de nada, apenas para machucar aqueles que tiveram a coragem que eles nunca tiveram. Mas enquanto eu viver, lutarei pela liberdade de todas as pessoas, e serei livre, o tanto quanto puder ser nesse mundo. Tenho orgulho de ser o diabo para aqueles que seguem um deus misógino, infanticida, ególatra, narcisista e terrívelmente humano naquilo que há de pior na humanidade.
- Marcela Lobato

Talvez, quem eu amo, já não exista. Seja um fantasma fragmentado. Eu a procuro, mas não a encontro. Nunca a encontro além de dentro da minha mente, onde a sua ausência é sempre notada pela sua inevitável presença.
- Marcela Lobato

Às vezes eu sinto um desconforto enorme interno, um certo sufocamento também. Já sentiram isso?
É como se precisasse arrancar a pele, a alma... Sei lá.
Tipo uma sensação física/orgânica de "não posso mais continuar, me tirem de dentro de mim".
- Marcela Lobato

Essa história já tem quase onze anos, e sempre me abala muito ver certos casais da ficção. Há cenas que sempre me pegam emocionalmente. Acho que isso nunca vai deixar de ferir.
Meu medo é que nunca mais a veja, porque apesar da gente, tecnicamente, ao menos, ainda se falar, ela vive fugindo, e eu sempre sinto que é a última vez. Que o futuro já não nos tem nessa mediocre e indesejada existência.
- Marcela Lobato

Quando a boca da pessoa é tão gostosa que só de olhar você já pensa o que não devia.

⁠O mais curioso dentro da atual pandemia mundial são os novos hábitos ocidentais adquiridos, já praticados de forma tradicional pelos orientais a muitos anos. Como o uso de mascaras em publico diante de uma doença. Os sapatos deixados na entrada da casa. O cumprimento por reverencia sem qualquer contato físico. O uso de toalhas quentes esterilizadas durante as refeiçoes. Agora uma pergunta que não quer se calar, uma simples coincidência ou uma adequação da cultura oriental para o mundo inteiro,
nestes novos tempos.

O caminho degradante que no Brasil, se segue já era previsível desde a década de 1970, pelos militares, por sermos uma nação continental, da mesma forma que será com a Amazônia brasileira, imensa, insondável, não dividida, sem uma mão forte para administrar. Falo por que vivi lá. O que é imenso, perde se o controle, e é maldosamente no interesse de uma minoria gananciosa, permitirem alguns estados brasileiros, terem o tamanho que tem.

Em termos práticos no Brasil, sou a favor da desmilitarização das forças armadas. Já que não temos guerra contra ninguém e se tivéssemos com o equipamento sucateado e antiquado que temos, perderíamos a primeira investida. Não existe o por que de mais investimentos em guerra, que na pratica não funcionam... melhor preparar as forças armadas para uma função de assistencialismo a catástrofes climáticas e catástrofes oriundas da poluição. Uma nação que não tem uma bomba atômica, não pode falar em guerra no aspecto internacional. Então vamos parar de ficar brincando de tiro ao alvo e investir o dinheiro do contribuinte, aonde realmente seja coerente e necessário.

Grande parte da ficção na literatura e nos meios audiovisuais, já sabemos a muitos anos que são acessados por sintonia fina com a realidade do inconsciente coletivo universal. Jules Gabriel Verne, conhecido nos países de língua portuguesa como Júlio Verne nascido em Nantes, França, 8 de fevereiro de 1828 e falecido em Amiens, França, 24 de março de 1905, é sem duvida o mais claro exemplo disto como escritor francês, considerado por críticos literários o inventor do gênero de ficção científica, tendo feito previsões em seus livros sobre o aparecimento de novos avanços científicos, como Viagem ao Centro da Terra de 1864, Da Terra à Lua de 1865 e Vinte Mil Léguas Submarinas de 1869. Antecipando no século XIX os caminhos científicos de foco para as novas descobertas nas próximas gerações.

O poder do som, já era conhecido pelos chineses a milhares de anos do passado. A tal ponto, que o Imperador mantinha um grupo seleto de fieis afinadores de todos instrumentos, que percorriam todos lugares do reino, afinando pelo diapasão imperial com isto controlava o bem estar, as idéias, o espirito, os pensamentos e as atitudes a favor do império. Logo o som, tons vibracionais é o guia das águas, da vida e do comportamento humano.

⁠Você só enxerga a escuridão quando vive dela ou quando já passou por ela.

Reclamamos de tudo que não temos, mas não valorizamos o que já conquistamos.

Uma grande vontade de te ver pessoalmente, daquele jeitinho que eu já te disse, uma grande mistura de sentimentos, sensações e vontades.

O Amor Eternizado nas Saudades

As saudades que você deixou já estão enraizadas na minha mente.
São marcas do seu amor, da sua amada existência.
Irei carregá-las para sempre para onde eu for, para continuar sentindo a sua presença.
Para mim, nunca perderá o seu valor.
Para a minha vida, você foi e será uma bênção.

⁠Considero a saudade como uma faca de dois gumes, já que ao mesmo tempo que nos traz aquele sentimento nostálgico de um momento feliz, pode nos trazer a tristeza por não podermos mais vivenciá-lo, entretanto, melhor focarmos nas boas lembranças e seguirmos.

⁠Muitos já duvidam do seu poder, não seja mais um.