Isso Ja Nao me Pertence mais
Não vou fazer loucura nenhuma pra provar o meu amor. Acho que "amar e acreditar" já é loucura o suficiente pra nós dois.
O trem da nossa vida um dia parou / as estações sei que talvez já não existam / mas há uma saudade que ainda viaja / porque a lembrança é uma viagem sem fim.
Eu já nem sei o que fazer
Se a saudade faz doer
Cada minuto sem você
Não dá mas para ficar.
Meus olhos falam de mim
Minha boca canta teu olhar,
Sorrir saudades e lembranças
É o que me resta pra enganar.
É enganar o coração
É enganar a ilusão
Viver de sonhos
Pra continuar...
Tua saudade doe em mim
Teu rosto já ficou,
Está tatuado nas lembranças
Meu grande amor.
Amor maior que a escuridão
Que brilha mais que o luar
Maior de sonhos de amor
Que eu te encontrei para cantar
Falar de ti faltam palavras
Teu olhar me faz sonhar
Teu sorriso me dá beijos
Tua voz me faz cantar,
É você meu grande amor
Que pra sempre vai ficar
Na minha história,
Na minha vida.
Não adianta nem tentar
Não vou jamais te esquecer
É pra você minha saudade
É você minha lembrança
Minha vontade de viver,
Chega domingo
Vai o sábado
Sonho chegar segunda-feira,
Vê teu sorriso, teu olhar...
Nem que seja brincadeira
Brincar de amar é o único jeito,
Você já sabe que eu te amo
Pra sempre vou te amar.
Já disse em versos em poesias
Já te mandei mil melodias
Já te falei com o meu olhar
Já te mostrei no meu sorriso
Jé te falei de todo jeito...
Só tem um jeito,
Vou sempre te amar.
— Eles já desistiram. Não viu o que Tessa escreveu? — respondeu Zacarias. — Uma cura nem sempre pode ser encontrada, não a tempo. Eu sei, digo, aprendi, que não se pode contar com isso. Não pode ser nossa única esperança. Temos que sofrer pelos Crepusculares como se já estivessem mortos, e confiar no que somos: Caçadores de Sombras, guerreiros. Temos que fazer o que fomos moldados para fazer. Lutar.
— Mas como nos defendemos de Sebastian? Já estava ruim o bastante quando era só com os Crepusculares; agora temos que combater o Povo das Fadas também! — retrucou Tomas. — E você é só um menino...
— Tenho 146 anos — rebateu Zacarias. — E esta não é a minha primeira guerra invencível. Acredito que podemos transformar a traição das fadas em uma vantagem. Para isso precisaremos da ajuda do Labirinto Espiral, mas se me escutarem, direi como fazer.
(Auto)Biografia Não Autorizada
Escrever uma (auto)biografia já é uma árdua tarefa por si só. Viver é biográfico. Por mais público e notório que se seja, a distinção entre o público e o privado é ou será sempre a distância elementar entre a cozinha da casa e sua latrina.
Os cômodos de uma casa são praticamente a realização da vida de uma pessoa. E é nela, esse pequeno feudo chamado lar, em que escrevemos com sangue, suor e lágrimas os momentos significativos e significantes de nossa estúpida e singular existência.
Talvez por isto, essa distância tão hegemônica à tantos mundos, em que quartos e salas, áreas distintas entre o lazer e o serviço, sejam tão pouco comensais. Um olhar sobre si mesmo recai muito mais sobre nossas mentiras do que sobre nossas imprudentes verdades.
Ao certo e para tanto: verdades não nos interessam. Por si mesmas já desencantam. Desmistificam. Desmitificam. E isto é trágico.
Ser sincero é ser sozinho: egoísta demais para conviver com a fragilidade da existência e sua incompletude.
Caso não queira ser contrariado, por favor: não nasça! Desejas ser perfeito? Morra!! Somente a morte nos torna, retorna, reflete em si, o que por ventura ou desventura é perfeito.
Há quem diga da perfeição divina. Nem nela, aos 120 anos de idade, um homem de bom senso crê.
Não por sua latente companhia. Aliás, de ambos: Eros e Tanatos. Juventude e decrepitude sempre andam juntas. É como saber e ignorância: como necessitamos de justificativas para nos dizermos sãos. Como precisamos tanto da palavra igualdade para nos afirmarmos únicos e tão únicos, tão donos de nós próprios: livres. Encarcerados em uma bolha de ares não respiráveis, mas livres!
E nada como afirmar: o amor é azul! A terra é azul. O mar é azul. O ouro é azul. A morte azul. A chama da vida: o fogo é azul!!
É... A lua, no entanto, é cor de burro quando foge! Ou algo meio insonso, insípido. A lua é sem sal. E tudo sem sal é, na modernidade de nossos pré-tumulares, bom. É preciso iodo. Não etos, atos. Sei lá mais... Em um mundo formatado em óides, úricos e ídricos, apenas os hídricos e hesitantes são totalmente descartáveis para o bem maior da integridade econômica (reciclável) glocal.
O êxito é uma palavra sagrada. Secreta. Guardiã da eternidade. Mãe da sobriedade. Talvez natimorta. Já que o que se revela no hoje o é em sua totalidade. E há que fale sobre sustentabilidade. Vá entender lá o que é isso!? Na antiguidade, e nunca sequer saímos de lá (se é que lá estivemos ou chegamos!?), era a legalidade da escravidão! O que não está longe, mas bem presente! Enfim, nada como ser troglodita.
Outro dia estava lá, debruçado sobre os escombros de si mesmo e solicitando piedades aos transeuntes, o meu precursor: algo de resto entre o preto, o branco e o qualquer coisa chamado de índio. E rio-me quando afirmam-nos cinza. Acaso trate-se da cor: ainda há como escolher entre escuro ou claro; mas tratando-se de ou da existência, resistência, força, qualidade, propriedade, serve ao menos para salgar a caça que sobrar. Acaso sobre.
Falava-se outro dia sobre a fome. Não a conheço. O que conheço possui outro nome. Chama-se estupidez. E nada é tão farta no mundo quanto a estupidez. Estupidez e ignorância são sinônimos da igualdade que se busca e da sustentabilidade que se conquista no “por ora” das horas extras não pagas.
E cobrá-las acaba por ser direito, porém, incoerente. Afinal, a previdência é a previdência. E para ela hora extra não existe. Não conta como tempo de serviço. Ou se conta, onde estão os dez, quinze anos nelas embutidos e consagrados à vã gloria do proletário. Assiduidade. Nada como ser assíduo. Nada como a mais profunda competência. Relevância. Excelência. É bom também! É ser sustentável... No mínimo: auto-sustentável, ainda que imóvel.
Imóvel. Creio bem mais nesta palavra do que na liberdade ou esperança. Um dia foi-se criança. E hoje é-se velho, arcaico, deprimente, descartável – principalmente se não possuir renda ou recursos. E tem-se apenas vinte anos... O que dizer de quem chegou – sobrevivente – aos sessenta, setenta, oitenta, cem...
E sem é uma palavra derradeira. Porém cada vez mais comum. Assim como imóvel. É... O latifúndio venceu: a cova rasa é um direito legal, porém, distante, bem distante do lugar comum. É um imóvel. Como cada vez mais nos tornamos...
O pedágio está nas ruas, nas vielas, nos becos e avenidas, está nas praças, nos concretos e congressos, nas concretudes constituídas no pânico e no medo nosso de cada dia.
É o patrimônio que somos. O legado que deixamos. A biografia. A historiografia real e ampla de nossas palavras, atos e omissões. E tudo é trabalho. Tudo se resume ao servir, ao prestar, ao eficiente e eficaz. Aos meios e recursos recebidos. Às habilidades e competências adquiridas. Ao uso. Usufruto, talvez!? Usucapião, sempre.
Memórias são assim: fragmentos de nossas conveniências.
E como somos tão determinados por nossas inconveniências. Como somos julgados segundo nossas misérias. Como nos espelhamos tanto em dependências.
O mundo não é um mundo de luzes. Ele é constituído e consagrado através da escuridão. O obscuro e o oblíquo são as forças motrizes da existência. Precisamos muito mais dos vícios do que das virtudes... Pessoas virtuosas não nos são úteis.
E no fim desta, assim como as demais, pouco nos importa ser Dante ou Cervantes: de nada ou pouco a prata abasta. Tanto faz perguntar sobre o caminho: “as aves do passado não repousam no mesmo ninho do agora”.
Ter um Deus apenas, não é algo de bom senso.
Falar de amor não é bom. Amar faz bem, só isso. Saber amar é que é difícil: tanto de aprender, quanto mais, ensinar...
Perdão?! Não conheço! Mas esquecer vale a pena.
Vou viajar. É comum ao tempo fazer-se espaço. Na bagagem quase nada levo. O suficiente para uma semana, ainda que a jornada leve décadas. Esteja onde estiver, lá estarei completamente nu. E isto me é bom e sagaz: ser sempre incompleto. Satisfatoriamente, incompleto...
"Não posso dizer que estou inteiramente bem, eu estaria mentido para mim mesma e já cansei de fazer isso. Mas também não posso dizer que estou mal, seria reclamar de mais e confrontar a vida sem agradecer tudo que tenho."
- Ludmilla Maia
JULGAMENTO/APARÊNCIAS.
Não devemos julgar as pessoas pelas aparências. O nosso olhar crítico já vem com a predisposição para um julgamento antecipado. Daí, os grandes enganos!
Não dá pra escrever uma história nova quando o caderno já está cheio de rabisco. Se você deseja recomeçar, apague o que não te faz feliz e preencha o seu coração do que te torna uma pessoa melhor.
Eu era, mas já não sou
Autor: LCF
1
Eu era feliz;
Amigo e amável;
Contudo, agora;
Sou triste e imprestável;
Abominável.
2
Sinto-me assim;
Pois em tempos eu era;
E já não sou.
3
Eu ajudava;
Explicava e auxiliava;
Mas isso é passado;
Porque neste momento estou chateado;
Sendo que antes não estava.
4
Espero que isto passe;
Se nada mudar;
Não sei no que isto vai dar;
E eu quero o meu futuro a funcionar;
A funcionar direito.
Já fiz comigo muitas coisas erradas:
já confiei em quem não devia, me apaixonei por quem não merecia
fugi de quem me queria, dei valor a quem não tinha,
silenciei quanto devia ter falado tudo, falei quando era importante que eu ficasse calada.
Agora vou fazer a pior de todas as sacanagens com todas essas pessoas que passaram pela minha vida:
Vou ser muito feliz!
que é para doer, é para mostrar que apesar de tudo, sobrevivi,
e que agora a vida está boa demais para me preocupar
ou sofrer por quem não mereceu nem o meu sorriso...
FUI FELIZ
Volto a viver a minha vida,
já não posso contar com você
a me olhar carinhosamente,
a me dar forças para seguir,
terei agora que contar
apenas com a minha presença
sozinha, e tentar sorrir...
Já não tenho o seu amor,
existem só as lágrimas para chorar
ao lembrar do que fomos
e o que poderíamos ter sido...
Mas valeu a pena,
senti alegria em te-lo ao meu lado,
senti coragem quando me abraçou,
senti meu coração se alegrar ao te tocar...
Você me proporcionou os melhores momentos
e jamais senti isso em minha vida.
Valeu a pena,
embora tão pouco tempo
e milhões de sentimentos
que agora em mim vive...
Volto a viver minha vida,
agora sem você,
mas com mais força para lutar,
mais forças para a vida,
mais força para recomeçar.
Você me ensinou tudo isso...
Não sei o que me espera amanhã, mas já entreguei minha vida nas mãos de Deus e com certeza ele guardou o melhor pra mim.
Renova-me Senhor Jesus, já não quero ser igual.
Põe em mim seu coração.
Porque tudo que há dentro de mim, precisa mais de ti.
Todo homem tem uma mulher no coração. Se ele não ama, já amou, e os estragos que ela causou destroem o coração de todas as outras.
Resignificar é preciso!!!
Elimine as possibilidades de criar esperanças naquilo que já não existe mais...
Crie sim expectativas em fatos sólidos e assim acontecerá como planejado ou ao menos como merecido.
Foca no que é de fato , e não no que nunca foi !
"Resignificar"♡
O homem que diz que sabe, já está morto. Mas, o homem que pensa "não sei", o homem que está descobrindo, investigando, que não está em busca de um fim, nem pensando em termos de "chegar" ou de "vir a ser"- esse homem está vivendo, e esse viver é a verdade.
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