Isso Ja Nao me Pertence mais
Como não te amar com esse teu
jeitinho meigo de me cuidar!
Como não me entregar comesse teu
olhar que chega me arrepiar!
Como não querer ser sua se,cada vez que te vejo, minha alma sente
que te pertence!
@JaneFernandaN
Não devemos ter sonhos. E, se pegarmos o que não nos pertence, nossos sonhos viram pesadelos.
No trânsito intenso da vida, evite fazer as bandalhas para não pegar a contra mão e bater de frente com uma realidade que não te pertence
Poucas coisas nessa vida são mais importantes do que honrar pai e mãe! E aquilo que é mais importante seus pais é que vão te ensinar!
Antes de você abrir os olhos, o mundo se fechou. Algumas palavras até sumiram, os poemas mais tristes parecem ter evaporado na escuridão: aquela tela negra, sem moldura, exposta na galeria infinita e inalcançável: o céu. As estrelas precisaram se apagar e ficaram imóveis, estáticas, como se admirassem algo mais brilhante do que elas: você sonhando, por exemplo. As últimas folhas se desprenderam delicadamente dos últimos galhos das últimas árvores coloridas: o outono acabou de acabar: nenhuma outra estação quis aflorar. Nem a primavera, que combinava tão bem com a poesia da sua fala tão delicada. Nem o verão, que aquecia tão bem suas mãos tão frias. Nem o inverno, que congelava cada eu te amo pronunciado pelos seus lábios finos no tempo, na neve, em nós. E os olhos que apareciam no final dos meus sonhos mais confusos, eram seus. Tenho certeza. Não absoluta. Mas tenho certeza. Eles formavam duas luas cheias, circulares: símbolo da eternidade. Sim, a eternidade nasce e morre todos os dias em você. Ela precisa da sua doçura, quase maternal, para acontecer para sempre. Eram duas luas negras: talvez de planetas que nem existem mais, ou que nunca existiram, e que qualquer poeta criaria, ou recriaria, só para vê-los decorando a imensidão do céu ou condecorando a pequenez do mundo diante da grandeza dos seus olhos. E lá de dentro, posso enfim observar a beleza da vida: da morte: as dores nunca sentidas: os sentimentos mais dolorosos. E ainda assim, eles riem. Sim. Sem dentes, sem lábios, sem motivos. Eles riem. E quando sua gargalhada escapa da traqueia, o canto dos seus olhos dobra e forma pequenas rugas: pequenos caminhos: atalhos. Como se seu sorriso quisesse escapar da cadeia das suas pálpebras, que preservam encantos que você não mostrará a ninguém. É segredo. É mistério. É seu. É silêncio.
É ilusório a sensação de escrever algo, que, por mais estando protegido pelos limites da computação, não esteja alcançável ao limite humano. O computador querer ser maior que o humano é como se o humano queira ser maior que Deus. (e se existe, é estúpido pensar que não haja algo maior que ele, nem algo menor que nós)
Eu pensei que a coisa mais importante na vida fosse fazer boas escolhas e seguir o caminho certo, mas agora entendi que os caminhos precisam ser construídos. Quero construir outro caminho pra minha vida. Eu adoraria que você fizesse parte dele.
Quanto mais se pensa, menos se sabe sobre tudo. Dúvidas surgem, mas talvez a resposta esteja ironicamente em não responder.
As cidades gêmeas de Ponta Porã, no Brasil, e Pedro Juan Caballero, no Paraguai, é o mais emblemático e fascinante exemplo de desenvolvimento sócio-histórico e cultural na região fronteiriça.
Essas cidades, separadas apenas por uma linha imaginária, compartilham uma rica diversidade de povos vindos de várias partes do Brasil e do mundo, criando um mosaico cultural único.
A mistura de culturas é evidente na gastronomia local, onde pratos brasileiros e paraguaios se encontram, resultando em uma culinária rica e variada.
Além disso, a diversidade religiosa é marcante, com igrejas, templos e centros de diferentes denominações convivendo harmoniosamente. Essa convivência pacífica é um testemunho das lutas e superações que a região enfrentou ao longo dos anos.
A história dessas cidades é repleta de conquistas e desafios. Desde a sua fundação, Ponta Porã e Pedro Juan Caballero têm sido palco de importantes eventos históricos que moldaram a identidade local. As lendas e histórias locais se entrelaçam com o cotidiano do povo, criando um ambiente onde o passado e o presente coexistem de maneira única.
A riqueza cultural também se manifesta nas artes, com poesias e versos que capturam a essência da vida na fronteira. Figuras ilustres e anônimas, cada uma com suas próprias histórias de vitórias e derrotas, contribuem para o tecido social vibrante dessas cidades.
A região de fronteira entre Ponta Porã e Pedro Juan Caballero se torna um é um portal único no espaço e no tempo, pois várias culturas se encontram transformando-se e criando desta maneira uma identidade única e rica em diversidade.
O futuro pertence aqueles que acreditam em seus sonhos, por isso corra atrás dos seus e lembre-se sempre que quando se trata de um sonho pessoal não existe “nosso sonho”. Se o sonho te pertence é você que deve ir à busca de realizá-lo e não o outro.
Não alimente dependências de outras pessoas. Ver-se como vítima da própria história, das pessoas e do mundo não ajuda em nada. Como se permitir ser feliz alimentando um pensamento assim?
Transforme-os em metas e estabeleça atitudes diárias que te aproximem da sua realização.
Sem esforço, sem suor, sem ação, nada acontece. Seu sonho não vai bater na sua porta e dizer: realizado!
Diante de um problema, crie possibilidades em vez de ficar se justificando, superar desafios nos leva a grandes realizações.
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