Isso Ja Nao me Pertence mais

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Somos todos ingratos. Já esqueci mãos que me levantaram e já fui esquecido por quem um dia levantei. O ser humano é rápido para pedir e lento para reconhecer; aceita o abrigo, mas fecha a porta quando vê alguém na tempestade. Por isso, faço o bem sem esperar retorno. A gratidão é rara como ouro puro, e quando aparece, é um milagre. O resto… é só a natureza imperfeita que carregamos no peito.

A felicidade de quem já se reconheceu em essência, é fazer outras pessoas despertarem pro seu amor próprio, e admirarem a sua capacidade de sempre poder mais.✨️

Você que já sofreu desprezo por nada ter,
e sempre foi ignorado,
DEUS ama Você,
pois DEUS ama quem todos deixa de lado...
Com ou sem dinheiro eles serão cobrados,
mas você será abençoado!

Tem promessa politica tão absurda que, se fosse petição, o juiz já mandaria emendar por ausência de conexão com a realidade.

Vendi um verso de amor,
pra um moço bem estudado,
o dinheiro já acabou,
mas o doutor,
ainda tem meu verso guardado!

Poema - Idolatria


Na Bíblia já dizia
Sobre a idolatria
Será que existe cura?
Idolatram mais a criatura
Padres, bispos e pastores
Do que o Criador
Seguindo suas religiões
Odiando os próprios irmãos
Chegam até a comparar políticos
Com Jesus Cristo.


A idolatria é cega
Seus ídolos na terra
Podem cometer desvios éticos e crimes
Mas por causa da religião, do gênero musical ou dos times
Tudo será tratado como mentira ou perseguição
O maior exemplo está nas eleições
Maldito o homem que confia no homem
O seu santo nome
Não está vinculado a nenhum lado político
Precisamos de mais estudos bíblicos.

"O mundo já está cheio de críticos. Seja a pessoa que puxa para cima, que incentiva e que acredita antes de todo mundo."

Faça a diferença, o mundo já está cheio de pessoas iguais.

Tanta coisa que a vida já levou
E a gente somando só rancor.

Quando penso que enfim me encontrei, já sou borrão em outro papel.

Às vezes atravessamos o mundo procurando aquilo que já caminha ao nosso lado.

O DNA representa aquilo que recebemos e incorporamos. Já, a Identidade, representa aquilo que construímos a partir disso.

Oh indivíduo que vive comigo...
Preocupa te em machucar meu corpo
Quando já tinhas dilacerado minha alma.

Já andei por caminhos errantes, mas as minhas escolhas são os certos caminhos constantes, mesmo que eu possa ainda errar como antes. Mas peço a Deus que não me deixe cair nos meus pecados rompantes!

Já galopei muitas vezes na garupa da solidão, no deserto onde só escutava o pulsar do coração, para encontrar assim da vida, sua verdadeira razão!

ALGUÉM CHORA POR VOCÊ!

Alguém já chorou por você!
Alguém sofreu e lamentou sua ausência
E para aliviar tanta dor que persistia
Somente restava o choro e orações.
Alguém em algum lugar sofreu por você!
Quando nem ao menos se lembrava
O quanto fez esta pessoa por amor
Chorar o quanto chorou por você.
Ela nada pediu em troca do que sentia
Somente desejava que lembrasse
Das lágrimas e sorrisos compartilhados.
Alguém em algum lugar ainda chora!
Chora a ingratidão que não merecia
Mas que ainda deseja de todo coração
Que siga seu caminho em paz.
E, mesmo que ainda chore num canto qualquer
Deseja que você seja realmente feliz!

AUTOR - JOÃO BATISTA BARBOSA
Poesia

"Se a sua visão de futuro parece confortável e realista, ela já está obsoleta. O verdadeiro salto exige que o improvável se torne obrigatório."

JÓIAS DEVOLVIDAS.
Do livro: Quem Tem Medo da Morte?
de Richard Simonetti.
“Jóias Devolvidas” é um dos contos mais conhecidos e emocionalmente penetrantes da literatura espírita contemporânea. A narrativa apresenta uma reflexão profunda sobre o apego humano, a transitoriedade da matéria e a verdadeira natureza dos vínculos afetivos sob a perspectiva da Doutrina Espírita.
O enredo gira em torno de uma mulher que perde prematuramente os filhos e mergulha numa dor devastadora. Revoltada contra Deus e incapaz de aceitar o sofrimento, ela procura um sábio homem espiritual em busca de explicações. Esperava consolo imediato, talvez alguma fórmula para anestesiar a própria angústia. Entretanto, recebe uma comparação inesperada.
O mentor lhe pergunta se ela possuía jóias valiosas guardadas em casa. A mulher responde que sim. Então ele questiona:
“Se alguém lhe emprestasse jóias preciosas durante alguns anos e depois viesse buscá-las, você acusaria essa pessoa de roubo?”
A mulher responde negativamente, afirmando que aquilo que é emprestado continua pertencendo ao verdadeiro dono.
É nesse instante que surge o núcleo filosófico do conto.
O sábio explica que os filhos não pertencem aos pais em sentido absoluto. São Espíritos imortais confiados temporariamente ao cuidado da família terrestre. Deus os concede por empréstimo sublime para que haja aprendizado, reencontro, reparação e amor. Quando regressam ao plano espiritual, as “jóias” são apenas devolvidas ao verdadeiro proprietário da Vida.
A alegoria é profundamente coerente com os princípios espíritas sobre reencarnação e sobrevivência da alma. Segundo O Evangelho segundo o Espiritismo, os laços familiares transcendem o túmulo, e a morte física não rompe os vínculos do afeto legítimo. O corpo perece, porém o Espírito continua sua jornada evolutiva.
O conto não banaliza a dor materna nem reduz o luto a um discurso frio de resignação. Pelo contrário. Richard Simonetti trabalha a dimensão psicológica da perda mostrando que o sofrimento nasce, muitas vezes, da ilusão de posse. O ser humano acostuma-se a dizer “meu filho”, “minha esposa”, “meu pai”, como se as almas fossem propriedades definitivas. O Espiritismo, entretanto, ensina que ninguém possui ninguém. Todos são companheiros temporários na travessia terrestre.
Há também um aspecto moral extremamente elevado na narrativa. A maternidade e a paternidade aparecem como missões espirituais e não como direitos absolutos. Os pais são administradores de consciências em formação, responsáveis por oferecer amor, orientação ética e amparo moral enquanto durar a experiência encarnatória.
Sob prisma psicológico, o conto toca numa das maiores angústias humanas: o medo da separação. A perda física parece insuportável porque a consciência materialista encara a morte como extinção. Já a visão espírita modifica radicalmente essa percepção. A ausência transforma-se em distância temporária. O túmulo deixa de representar destruição definitiva e passa a simbolizar apenas mudança de estado existencial.
A força do texto reside justamente na simplicidade simbólica da metáfora. As jóias representam aquilo que mais amamos. E quanto mais valiosas, menos realmente nos pertencem. O amor verdadeiro não aprisiona, não reivindica posse e não exige permanência eterna na matéria. Ama sabendo libertar.
O conto também dialoga profundamente com a questão 934 de O Livro dos Espíritos, quando se discute por que criaturas boas sofrem tanto na Terra. A resposta espírita demonstra que as provas dolorosas frequentemente possuem finalidade educativa, expiatória e evolutiva. Muitas vezes, reencontros familiares são breves porque certas almas necessitam apenas de pequeno contato regenerador antes de retornarem ao mundo espiritual.
Richard Simonetti consegue transformar uma reflexão doutrinária em experiência emocional. Não escreve apenas para instruir intelectualmente, mas para tocar regiões profundas da alma humana. Seu conto convida o leitor a substituir revolta por entendimento, desespero por esperança e posse por gratidão.
A verdadeira tragédia não é devolver as jóias ao Céu. A verdadeira tragédia seria jamais ter recebido seu brilho por um único instante sequer.

Fontes:
Quem Tem Medo da Morte?
O Livro dos Espíritos.
O Evangelho segundo o Espiritismo.
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“Todo futuro admirado pelos homens já foi um presente ignorado.”

⁠O tempo passa e a vida vai recriando outros rumos para as pessoas que um dia já foram presentes em nossa convivência. Elas buscam novos horizontes e nessa trajetória, o passado fica apenas nas lembranças.