Isso Ja Nao me Pertence mais
O PODER DO AGORA
Você já percebeu que o momento mais importante da sua vida é o agora? O passado já se foi, o futuro é incerto, mas o presente é a única chance que você tem de agir, de mudar, de construir. Cada escolha que você faz agora molda o seu amanhã. Não espere, não adie. O tempo não volta. Viva o presente com intensidade, pois é nele que tudo acontece.
Ja parou pra pensar. Por mais que a humanidade se divida em povos, culturas e crenças, todos nós chegamos ao mundo pelo ventre de uma mulher.
Toda vez que você pensar que poderia ter feito mais, continuará sofrendo. No fundo, você já fez tudo o que pôde, deu o seu melhor para agradar quem nunca mereceu o seu cuidado. Um dia você vai entender que todo esse esforço foi em vão, viva o tem melhor para você.
Você já passou por coisas piores.
Essa dificuldade é só mais uma prova de que você irá vencer em nome de Jesus. Amém! 🙏
COPO CHEIO
O copo já estava cheio
Talvez só mais uma gota
Para mudar o seu plano
Como esvaziar o receio
Dessa situação tão tosca
Prum taura já veterano
Há que buscar um esteio
E acertar bem na mosca
Para enxugar o Oceano!
A pessoa já acostumada à perversão, ao contrário, irá sempre moderar, procederá da maneira mais abjeta, mas com uma aparência de ordem e de decoro, cuja pretensão é a de levar vantagem sobre os senhores.
Já passei por vários pesares
hoje, busco mais leveza,
tento apreciar os detalhes
que alimentam a minha existência
olhares sinceros, momentos agradáveis
verdadeiros sentimentos,
gestos afáveis
e a Deus, agradeço e peço
pra que possa viver sempre de verdade.
Já bati muitas palmas pra maluco dançar, só para agradar. Agora estou mais seletiva nas minhas escolhas. Se gosto, aplaudo. Se não gosto deixo passar.
O PREÇO DA EVOLUÇÃO
Já faz algum tempo que venho me observando com mais atenção. Nesse processo de autoanálise, aprendi algo valioso: o preço da evolução.
Como se diz popularmente, abri a caixa de Pandora.
A expressão vem do mito grego em que Pandora, a primeira mulher, recebeu uma jarra contendo todos os males da humanidade — como a doença, a guerra e a tristeza — e, por curiosidade, a abriu, liberando-os no mundo. Restou apenas a esperança no fundo da caixa.
É mais ou menos isso.
No grupo do qual faço parte, dizemos que “é olhar os pontos cegos, é acender a luz no quarto escuro”.
Um dos momentos mais reveladores foi entender meu padrão de funcionamento — onde estavam as manias, os repertórios e as marcas deixadas pela infância. Nosso corpo e nossa mente se adaptam da melhor forma possível para sobreviver. Afinal, era (e muitas vezes ainda é) sobre isso: sobreviver, apesar de tudo.
Ao longo desses dois anos, compreendi que todas as circunstâncias estão interligadas por decisões e ações — tomadas ou não.
Passamos a enxergar tudo com outros olhos.
Como costumamos dizer: com os óculos divergentes.
Hoje, perceber os acontecimentos e entendê-los antes que se tornem complexos demais para resolver é simplesmente extraordinário.
Recentemente, identifiquei um ponto cego.
Quando somos crianças, precisamos de proteção, de um ambiente acolhedor e seguro, onde nossa integridade e nosso intelecto possam se desenvolver sem dependências emocionais.
Mas percebi algo doloroso: a pessoa de quem eu esperava proteção eu tinha medo… medo pela minha própria sobrevivência.
E isso é profundamente problemático na formação de uma criança.
Ela quer desesperadamente ser abraçada, acolhida, acalentada — mas teme, porque justamente quem deveria protegê-la é também quem desperta medo.
Então o corpo deseja o toque, o carinho, o amparo… mas a mente reage com defesa.
Sentimentos confusos, bagunçados, onde se ama e se teme a mesma pessoa com a mesma intensidade. E o que acontece na vida adulta? Transferimos esse padrão para nossos relacionamentos.
Quando começamos a nos envolver com alguém, por mais que o corpo queira se entregar, a mente grita:
“Cuidado! Vão te deixar. Vão te trair.”
A entrega, que deveria ser leve, se torna um campo de batalha entre corpo e mente. O corpo diz: “Vai, confia”. A mente responde: “Não vai, não confia.”
Dias atrás, vi uma publicação de um psicanalista que explicava isso cientificamente — e fez todo sentido.
Ele falava sobre a linguagem biológica das emoções.
Quando estamos felizes, nosso corpo produz quatro neurotransmissores principais:
*Endorfina, que alivia dor e estresse.
*Serotonina, que traz satisfação e bem-estar.
*Dopamina, que motiva e gera prazer.
*Oxitocina, o hormônio do amor e do afeto.
Essas substâncias são como mensageiros do corpo e da alma — regulam humor, sono, apetite e emoções.
Mas quando sentimos medo, entra em cena outro sistema:
O corpo libera adrenalina, preparando-nos para lutar ou fugir, e cortisol, o hormônio do estresse.
Curiosamente, também pode haver liberação de oxitocina, para promover conexão em meio ao medo.
E quando sentimos alegria e, no segundo seguinte, medo ou raiva da mesma situação?
Nosso corpo entra em confusão. É uma mistura química intensa — luta, fuga e euforia coexistindo.
Ah… esse tal de autoconhecimento!
É revelador, libertador e, ao mesmo tempo, desafiador.
Como disse no início, é abrir a caixa de Pandora — e ter maturidade para limpar os próprios núcleos emocionais.
É ter as conversas necessárias para recuperar a autonomia de viver uma vida plena, feliz e em progresso. É retirar as travas que nos impedem de seguir.
Costumamos dizer: plano, preço, pagamento e resultado inevitável.
Eu decidi pagar o preço de limpar meus núcleos.
E sei que o resultado será excelente — porque é inevitável.
Afinal, tudo muda quando alguma coisa muda!
Albert Einstein disse:
“A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original.”
Essa frase me toca profundamente. Ela nos lembra que a expansão é irreversível. Ao absorver uma nova perspectiva, nossa mente se transforma — e não há como voltar atrás. Estar aberto ao aprendizado é o que impulsiona o crescimento e a inovação. Cada nova ideia nos convida a ver o mundo por outro ângulo. E, depois disso, nunca mais seremos os mesmos. Agora, com uma nova visão sobre as circunstâncias, só me resta viver conforme dizemos por aqui:
-Vai pra vida. Ela te espera!
Ana Cláudia Oliver-09/10/2025
A guerra mais longa que a gente luta
E entre o que a gente sente e o que a gente já sabe o que se deve fazer..
Você acreditaria que seus pais ou alguém muito mais velho que você já foram mais jovens como você(s) em gerações anteriores a sua?!
Quem já transitou pelos becos em domínio de ladrões sabe que mais vale as cartas que tem na mão do que o dinheiro que carrega no bolso.
Quando um veterano descobre que já tem mais passado do que futuro, deve sorrir: venceu o tempo e foi privilegiado pela vida. Agora, resta-lhe transformar cada novo dia em conquista, para que o futuro se converta em páginas dignas de enriquecer o seu passado.
O orgulho nos impede de ver e ouvir aquilo que é mais importante para nosso crescimento.
Já a humildade nos dá o dom de percebemos a vida ao nosso redor, mesmo sem os sentidos básicos como visão e audição.
É engraçado como, aos 19 anos, eu aparentemente já vivi mais romances do que um protagonista de novela das nove. Pelo menos é isso que dizem por aí. Segundo as fofocas, eu sou infiel, mulherengo e emocionalmente indisponível. Tudo isso sem nem sair muito de casa. Um talento raro, reconheço.
As pessoas falam de mim como se estivessem narrando um documentário. “Ele é assim”, “ele faz isso”, “cuidado com ele”. Às vezes eu fico até curioso pra saber em qual episódio eu perdi essa parte da minha própria vida. Porque, sinceramente, se eu fosse metade do que falam, eu estaria cansado demais pra responder mensagem.
O mais divertido é a confiança. Não é “acho que”, é “tenho certeza”. Fonte? Vozes da cabeça, provavelmente. Um viu algo, contou pra outro, que aumentou um detalhe, que inventou o resto. Quando chegou em mim, eu já tinha três amantes, dois corações partidos e uma fama que eu nem pedi.
Dizem que eu sou mulherengo, mas esquecem de mencionar que eu me apego fácil, fico ouvindo áudio longo e ainda mando “chegou bem?” depois. Infiel, então? Mal consigo organizar minha própria vida, imagina manter vidas duplas. Isso exige planejamento, e eu ainda erro até horário de compromisso.
No fundo, eu rio. Rio alto. Porque enquanto tem gente gastando tempo criando versões minhas, eu tô aqui vivendo a versão real, cheia de falhas, confusões e zero roteiro. Se falassem menos de mim, talvez sobrasse tempo pra cuidarem da própria bagunça.
Então deixo falarem. Que falem muito. Que inventem, que fofiquem, que cochichem. Eu viro piada deles, eles viram piada minha, e a vida segue. Afinal, se aos 19 eu já sou lenda urbana, imagina aos 30. Eu só espero que, até lá, as histórias fiquem melhores.
— Cyrox
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