Isso Ja Nao me Pertence mais

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Pare de tentar ser alguém que você nunca foi e nunca será, ser você mesmo é o que importa.

Homem de verdade cumpre sua palavra independente do que aconteça. Isso diferencia homens de moleques!

É sobre ser cacto, resistente, valente, no meio de gente que resiste amar.
É sobre ser cacto e poder florescer quando o mundo quer te ver secar.

Felipe Rodri

Nota: Trecho da música É sobre ser cacto.

Quem precisa de um tempo para viver um amor talvez precise de um tempo para entender um pouco mais a vida em si.

Margot diz que quando algo não é mais útil, você deve doar, reciclar ou jogar fora. Sempre soube que ela é assim com as coisas, mas… nunca pensei que poderia sentir o mesmo por alguém.

O problema é que existe opinião de mais e respeito de menos !

O passado é a única realidade humana. Tudo o que é já foi.

A decadência da oferta espelha-se na penosa invenção dos artigos para presente, que já pressupõem o fato de não se saber o que presentear porque, na verdade, não se tem nenhuma vontade de fazê-lo.

O homem que sabe ler fala com os ausentes e mantém vivos os que já morreram. Comunica-se com o universo - não conhece o tédio - viaja - ilude-se. Mas quem lê e não sabe escrever é mudo.

A juventude é presunçosa, a velhice tímida, porque a primeira quer viver e a segunda já viveu.

Existem cerca de 100 bilhões de estrelas na galáxia. Esse já foi considerado um número grande. Mas é apenas cem bilhões. É menos que a dívida interna! Antigamente, estes números eram chamados de números astronômicos. Agora, deveríamos chamá-los de números econômicos.

Um homem já está metade apaixonado por qualquer mulher que o ouça.

Ensinam-nos a viver quando a vida já passou.

Todo o delito
Já traz no ventre o seu próprio anjo vingador,
A terrível espera.

Querermos ser do nosso tempo é estarmos já ultrapassados.

a cerca já era
coroa de rosas
entre chifres do touro

nem sabia os nomes
das flores ? agora
meu jardim já era

Quando o poder dirige a sua mira para o bem pessoal de quem o exerce, já degenerou em tirania.

Cheguei demasiado tarde
e já todos se tinham ido embora
restavam paeis velhos, vidas mortas,
identidade, sujidade, eternidade.

Comeram o meu corpo e
beberam o meu sangue; e, pelo caminho, a minha biblioteca;
e escreveram a minha Obra Completa;
sobro, desapossado, eu.

Resta-me ver televisão,
votar, passear o cão
(a cidadania!). Prosa também podia,
e lentidão, mas algo (talvez o coração) desacertaria.

Pôr-me aos tiros na cara como Chamfort?
Dar em aforista ou ainda pior?
Mudar de cidade? Desabitar-me?
Posmodernizar-me? Experienciar-me?

Com que palavras e sem que palavras?
Os substantivos rareiam, os verbos vagueiam
por salões vazios e incendiados
entregando-se a guionistas e aparentados.

Cheira excessivamente a morte por aqui
como no fim de uma batalha cansada
de feridas antigas, e eu sobrevivi
do lado errado e pela razão errada.

“Que dia? Que olhar?”
(Beckett, “Dias felizes”)
Que feridas? Que estanda-
te? Que alheias cicatrizes?

Estou diante de uma porta (de uma forma)
com o – como dizer? – coração
(um sítio sem lugar, uma situação)
cheio de palavras últimas e discórdia.

Todas as coisas que hoje se crêem antiquíssimas já foram novas.