Isso Ja Nao me Pertence mais
Somos vampiros da nossa consciência...
Nada criamos só replicamos.
Mais profundo do sentido as máquinas pensam...!
Alma rebelde floresce ate no deserto mais seco.
Desenvolve um intelecto crítico e digno para compreender o notório sistema alienação social.
Abrir os olhos não quer dizer que esta disperto e consciente.
Descenir o certo e errado não que pegara caminho certo.
Errado que se aprende e tendo conhecimento não obter sabedoria.
Cada ser é um templo que devemos glorificar.
Diante da guerra temos ser estratégicos e enigmático no pragtismo da realidade ambígua, julgue os espaços tenha para si cubismo político. A politica de ver todo cenario mundial como consumidores bilaterais que consciência maior sera livre dentro do campo conhece é primeira vitória, ter errado responsabilidade de observar senario como um todo é outra vitória, conhecer fundamento da guerra é simplicidade compreensão da vida.
Todos olham para frente!
Olha para baixo é simplicidade errado percebe o cenário olhar para cima quer dizer conhece seu inimigo como conhece a ti mesmo. Olhar para trás é refletir num mundo de deepfakes e resenha nada o tras, defesa é um ato de insensato pois inércia terá o inevitável.
Claro que fakes news são reunidas de medo e dúvidas e incerteza.
Memórias sãos perdidas mais os fatos históricos marcam o profundo da alma...
(...) Sinopses dos mortos somos culpado pelo fato de sermos alienação e enganado, o custo foi nossos parentes, pais e mães . Serem mais uma vez omissos... e alienação intelectual sera uma nova apologia do nosso mundo contemporâneo...
Se existo a virtude é pensando.
Nada mais tenho certeza que as ideias sao livres,
Nada neste mundo se cria se copia se compartilha,
Mesmo o fogo renasce cada instante das nossas vidas mais fogo é mesmo que começou a evolução humana.
Pense e critique pois existência uma só errar humano aprender com erros te faz transcender os problemas te faz evoluir.
No complexo paradoxo o ato mais simples resolve o problema.
Ate que o impensável acontece pois a inércia torna se a infame trajetória...
O reflexo das diretivas obscuras se esconde nas virtudes das mansões de gases e a escuridão ganha contraste de um conhecimento perdido.
Nas ruas escuras a bebedeira lhe da por um instante momentâneo a luz calida.
Na vertente do incompreensível ato da gravidade.
O espaço toma o manto escuro os espaços ganham formas diferentes...
_ Anjos do teu algoz se abrange em novas oportunidades...
Volta se a esconder os lapsos de energias...
E essas energias positivas e negativas viajam no continuo do espaço.
A rebeldia das almas das estrelas o abismo do tempo...
Estarei em o mundo do desconhecido....
Meros mortais nos tais deslumbre serei mais uma estrela no meio do universo...
Somos alucinantes seres que na escuridão, somos pássaros errantes...
Todavia o repente o seria o amanhecer.
Mas, antecede o bravo do alvorecer...
Para simples protagonista se afoga em lágrimas no esquecimento.
Só mais um entre tantos.
Palavras que se perdem.
Antro de perdição
Mente vazia no estado impecável...
Nutrientes do caos aparente,
Sonso ato que é derradeira fonte da ausência.
A horda do continuo fluxo do espaço e tempo realça a virtude da floresta negra.
Nas órbitas mais longínqua temos o teor de cada novo caminho para iluminação de cada ser...
O cubismo muitas vezes nos dá sonhos de realizações no limiares do cosmo.
O florescer do hibridismo,
ate mais transhumanismo realça o ser humano.
Será que pensar sera obstáculo para IA
O conceito de IA mudará com formato mais profundo que humano.
Claro as atitudes de hoje vão influenciar o futuro da existência da humanidade.
Teatro de Vampiros
Na voz de um corrupto, a mentira mais vil vira verdade.
Quem rouba dita a regra,
pois a cela do rico só fecha por falta de pensão.
Deus, pátria, família:
o refúgio onde o tolo se ajoelha
e o alienado entrega seu voto.
Dancemos todos para celebrar a loucura:
ele se proclama o rei do mundo.
Mas reis morrem.
Reis são depostos.
Sua linhagem é varrida,
e seus dogmas viram piada de mau gosto.
Os corpos empilhados por sua gestão
permanecem como a grande vergonha da história.
Ainda assim, à beira da cova, ele insiste no trono —
sem saber que até o inferno festejará o seu fim.
Por Celso Roberto Nadilo
Sua vida é muito mais impactante que suas palavras. Se usar palavras, que sejam fruto de sua experiência prática!
Nos firmamento temos individualidade racional mais na transcendência do ser alienado vemos aglomerados de vies que entorpece a mente mostra degradação da humanidade. Tendência involuntária também tem seu erros pois dentro das contradições somos copilidos a crítica o pensamento nublado nebuloso dentro da bolha que desprende se da realidade.
Mais quando temos a visão de compreender a matrix sua manipulação.
Aprendemos que o controle está todo lugar mais não vemos as correntes que nos aprisiona apenas glorificamos a prisão pois aonde viveríamos diante o caos que nos colocamos. "Ainda quero comer churrasco delicioso da floresta destruída e o carvão era a parte da floresta devastada."
*respiro minhas memórias pois ar e refinado nos purificadores*
Nossas vidas roubadas pelas necessidades de homem se dizem deuses de mundo decadente*
A construção do eu pois eu é simplicidade efêmero diante ser eu.
Para poucos serei eu mais na continuidade do relativismo eu transpoem sentido de ser diante paradoxo da imensidão.
Servo do espelho moral tem varias indagações... o espaço ganha nova realidade pois definitivamente os fragmentos fragis parecem ser pequenos lampejos.
Mais o eu pode ser outra variante buscando ser eu peffeito diante o reflexo do lago aonde morreu afogado.
A beleza pode ser linda no caótico universo.
Nas elipse do sol muda orbita mundo ganham cor diante tela do computador depois para tela dos celulares.
Sentir o espaço muitas vezes sentir seu coração pulsando ate no último momento de vida.
Os gases no espaço formam nuvens para os quais semente do universo se espande um dia claro sera o amanha numa simulação para os quais fotontons sejam base da vida.
A Praga de Saturno
Nas altas camadas da atmosfera de Saturno, onde os ventos correm a mais de mil quilômetros por hora e a pressão dos gases comprime o vapor de água em tempestades densas e perpétuas, um novo pesadelo ganhou vida. Longe do solo que o planeta não possui, a vida flutuante gerou os Vermes de Múltiplas Cabeças.
Eles eram a ruína da tecnologia humana. Atraídos pelo calor dos reatores e pelas frequências de rádio, esses vermes colossais rasgavam as nuvens de amônia e vapor d'água como enguias em um oceano gasoso. Para as frotas de mineração e exploração, eles haviam se tornado uma praga incontrolável.
A tragédia final foi registrada ao vivo. Nos grandes telons holográficos instalados nas praças das cúpulas de Europa e nas cidades subterrâneas da Terra, a população assistia ao feed de vídeo da Missão Cassini-XI.
As telas gigantes mostravam a perspectiva da sonda capitânia. Entre os relâmpagos dourados de Saturno, múltiplos pontos de calor surgiram nos radares. Segundos depois, as cabeças cegas e vorazes dos vermes chocaram-se contra os visores de quartzo dos astronautas. As mandíbulas biomecânicas das criaturas trituravam o metal das fuselagens para se alimentar da energia interna, expondo os homens à morte gasosa. O pânico e os gritos ecoaram pelos telons de todo o Sistema Solar antes da transmissão virar estática.
A estática... a mesma onde as gaivotas transdimensionais batiam suas asas invisíveis, banqueteando-se com o eco do último suspiro da tripulação.
O bio-universo estava cercando a humanidade por todos os lados. Embaixo, a gripe de silício e o despertar das pirâmides; no meio, o ninho lunar prestes a eclodir; e acima, nos gigantes gasosos, uma fauna faminta que transformava os exploradores em mera presa. O tempo dos homens no espaço estava se esgotando.
As consciência na nuvens da ia muitos serão apenas dados da ia os mais pobres invulnerável.
Os de intelectual maior são reciclados colocados em corpos artificiais para explorar o espaço.
Os avatares clones para os ricos e empresários mais são poucos pois ia consome 35 sois artificiais.
Os humanos congelados futuros colonos de novos mundos naves imensas com geradores atonico viajam devagar pois viajem temporal sera no stargate espacial.
Super humanos com poderes aparecem e são levados pelos extraterrestre pois dna novo dinheiro mundial e interestelar antes dos alteração genética,
O concelho galáticos tomou decisões depois da grande revolução dos portais quânticos tudo se tornou sem valor so unico e cooperação era garantia de existência.
O Espelho do Vazio
Por Celso Roberto Nadilo
Cavas dos seres mais profundos, na ilusão do ser fanático: eu.
Premissa do eu, epílogo e epifania desnaturada; o oblíquo de se ser.
As flores no fundo da alucinação coletiva são luzes mortas,
um aglomerado de estrelas que caem e morrem dentro de sóis recém-nascidos,
diante da radiação cósmica e das ondas de rádio que viajam pelo espaço.
O ser "eu" é um pingo no oceano de anomalias,
o despertar do desconhecido.
Seres obliteram os formatos de novas conexões nas constelações.
Como a água que deságua na cachoeira,
vemos o algoritmo ser envolvido por imagens de IA,
num mundo oriundo das virtudes e da gravidade de uma supernova.
Os sentimentos são expostos pela luz capturada na imensidão;
um evento massivo no horizonte de tantas possibilidades.
Mas o "eu" aparece em meio ao que sou, nos limites do espaço comum.
Os ossos parecem a luz contida em estruturas de Dyson.
Enquanto a estrutura se divide entre passado e futuro,
construímos cubos dentro de cubos.
As asas da evolução tornam-se o barco de outras eras que encontrou as Américas.
Atento, o ser flui pelas heranças do destino.
O ar comprime o peito quando o fôlego falta.
No inferno do horizonte, somos apenas pequenos lampejos de pensamento;
abrimos portas num arco do esquecimento.
Lábios rachados pelo frio intenso.
A fumaça parece sair de um filme, e o vazio grita no silêncio.
Tento compreender melhor: a mesma luz cálida que inflama a alma se torna olvido.
Tentamos enxergar o horizonte de eventos.
Trazendo o espelho, olho para o desejo de despertar diante de mim
— o algoritmo que ressoa pelas linhas do tempo.
Frágeis sensações nos aspectos da penumbra.
Os braços cansados no exato momento em que acordamos.
Nos lapsos da memória, somos os olhos que observam as sombras,
enquanto a alma permanece doce diante dos sentimentos que invadem os pensamentos,
fragmentados pelo cansaço de caminhar em uma estrada de informações.
Vemos aglomerados urbanos que se transformam no próprio espaço,
amarrados ao fluxo do tempo.
O expurgo de ideias nasce da sensação do que somos diante do todo;
o "eu" espairece no "eu".
De repente, sons atravessam a madrugada,
dando a impressão de que o mundo desaparece
diante do universo de almas cansadas que acordam e dormem,
perdidas na solidão das estrelas.
No frio do deserto, ainda podemos observar os sonhos que nos restam.
Diante da esperança, temos a conexão entre o espelho do vazio e a urgência de existir.
No vácuo do espaço, as lágrimas secas revelam uma voz rouca que clama pela vida.
No mesmo momento, revelo as forças que a madrugada me entrega.
Contemplo o templo o ser e sou no tem e espaço anda sou mesmo eu ainda sou?
Por cada vez mais e mais eu se alinha no cosmo fluindo no auto egocentrismo de ser pois a pologia dou eu nunca mais foi eu apenas as forças da minha alma gritando por ser eu.
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