Isso Ja Nao me Pertence mais

Cerca de 787822 frases e pensamentos: Isso Ja Nao me Pertence mais

Danças Vespertinas


Em meio à névoa vespertina,
surge a dançarina, delicada como o mais puro ar...
Seus passos deslizam, um suave remanso,
no doce embalo de um amor a se desvendar.
Candura em cada volta, cada giro encantado...
Seu olhar reflete estrelas que no céu estão a pirilimpimpar,
E, no silêncio da noite, o coração aflito
encontra nesse amoroso e afetuoso bailado seu modo de amar.
No sussurrar do vento, uma melodia eterna...
as sombras sombrias se rendem a esse delicado traçar...
E, assim, na penumbra, entre risos e ternura,
o amor se revela, tão leve, a flutuar... em cada momento suavemente ase revelar.

Principalmente em regiões interioranas de estados mais conservadores, muitos pais educam seus filhos com base em interpretações equivocadas ou informações imprecisas sobre as leis, acreditando agir em benefício deles. No entanto, essa conduta pode, na prática, restringir direitos, comprometer a vida social e econômica e impor limitações e punições desnecessárias.

Aprenda mais rapido que a Inteligencia Artificial

Você consegue ser tudo que quiser da vida, desde que estude, trabalhe, persista e faça mais do que esperam de você.

"Riscos tem para tudo, só é preciso prevenir dos mesmos e no mais indesejado, contorna-los"

8:28 - 4 de setembro de 2023


Sonhei mais uma vez, descobri que alguém do passado estava morando na cidade outra vez

"O dia da descoberta mais enigmática e perfeita!
23/09/2015


" Acordei lembrando que tive um sonho na noite passada era realmente fantástico!
Estava tentando entender a relação do hoje com o antes e havia muitas fotos de crianças espalhadas por um imenso corredor.


Algumas em álbuns jogadas em cima de uma mesa, ao meu lado alguém que perguntava pra mim o que eu sentia. Eu não entendia, porque não consegui identificar esse tal alguém e de repente ele falou:
"Olhe novamente para todas estas fotos e fale- me o que sente..."


Comecei a observar olhares e rostos sem limites, era uma sensação estranha! Havia pessoas que eu conhecia, incluindo o 'C', mais de repente não era exatamente aquelas pessoas, eu sabia que eram, mais não eram.


Todas as fotos não tinham nenhuma relação com a realidade.


Mais havia uma fotografia em especial em que meus olhos fixaram - se a apreciar em todos os ângulos, a dele do 'c', mais eu sentia que não havia nenhum sentimento que me levasse a algum propósito, apesar de saber que vivemos... como ele disse, "curtos momentos juntos".


A fotografia se tornou pra mim algo estranho e desconhecido e de relance meu coração se manifestou dizendo que estava marcado para sempre por causa de um sentimento que um dia eu mesma criei.


Senti o vento a soprar levando todos os sonhos de um passado vazio, tudo começou a ficar embaçado de uma maneira indecifravelmente fria, todas as fotos foram apagadas e às únicas memórias são os fatos que eu descobri.


Um dia, achei que tinha um sentimento verdadeiro onde todos os dias eu os alimentava com lágrimas, lágrimas de dor, de saudades, de planos. E eu lembrei daquele rosto na fotografia. Era apenas o reflexo do que eu desconhecia, sendo mostrado pra mim de uma forma que eu nunca imaginei.


Foram fatos reais!


Mostrados em um sonho apenas.


Fatos que cruzaram a minha vida em algum lugar de um passado fugaz, acordei em um impulso extremo e percebi que todos aqueles rostos foram esquecidos, após uma enorme descoberta."

"Sonhei hoje com um tubarão querendo me atacar, quanto mais eu tentava ficar o mais distante dele, mais eu o temia, era como se ele quisesse dar um salto alto para me alcançar, ele parecia ser artificial, pelas cores e textura, era um tubarão azul com branco e parecia ser de plástico, ou feito em 3d, mas ele era real, porque estava dentro de um rio e ele andava e olhava para mim com olhar ameaçador. "




Agosto de 2024

14 de maio de 2023


Sonhei com o cunhado do meu marido, comprando um terreno, do irmão mais novo do meu marido por 10 mil reais, e não era pra fazer casa, era pra fazer plantio, o terreno dava em um rio e era mais estreito que um banheiro bem pequeno de 1 metro de comprimento.

10 de julho de 2024




"Sonhei com o Elon Musk, sim. Ele mesmo! O cara mais popular da atualidade!! Ele tinha vindo me visitar, era como se fosse um grande amigo meu, ele conversava e trocava idéias, em certo momento, ele estava em pé na porta e vestia uma camisa social, uma calça jeans meio desbotada e tinha os cabelos loiros, lisos e nos ombros. Depois eu já estava atrás da casa, sentada com ele das 6 da tarde, até às 12 horas da madrugada e estava com muita fome, mas não conseguia levantar, estava ouvindo ele falar, em certo momento, olhei o chão e vi a sombra de duas máscaras de fantasia douradas, uma beijou a outra, em seguida vi no mesmo lugar, no chão, uma coruja dourada, muito bonita, só a imagem, como se ela tivesse de alguma forma, sendo mostrada através de um data show no chão do meu quintal. Mostrei pra ele e ele ficou com uma cara de que estava muito confuso, enquanto isso, estava muito escuro e eu tinha medo do escuro, virei a minha cadeira e depois disse que iria colocar a minha janta, e perguntei se ele também queria, ele se recusou, por sentir vergonha de aceitar a comida, mesmo assim eu entrei, mas antes de começar a colocar a comida dele, ao entrar na porta da cozinha, vi uma menina de mais ou menos uns 2 anos, saindo de dentro do mato toda suja e eu não a conhecia, peguei o prato e havia muita carne dentro da panela e parecia deliciosa, com muita gordura envolta. Eu peguei o prato e comecei a colocar a comida do Elon Musk, depois colocaria a minha, enquanto ele estava no quintal sentado no escuro e me esperando para voltar a conversar"

Pensei ter perdido a minha inspiração, após revelar meus mais sublimes segredos.


Passei um tempo para entender que fui corajosa o bastante.


Foi por causa disso, que eu agora renasci.

Ele é vítima de uma infância corrompida.


Por mais que a gente queira se afastar, precisamos saber que nunca foi culpa dele.


Agora, a culpa é dele quando ele não sabe o que fazer com tudo isso, e acaba se moldando da forma como a gente o vê...

Colecionar memórias é a forma mais bonita de viver. A vida é boa demais para passar despercebida, então eu escolho guardar momentos: risadas simples, conversas inesperadas, pequenos instantes que aquecem o coração. No fim, são essas lembranças que contam a verdadeira história de quem somos e do caminho que percorremos.

Ela teve muitos distúrbios psicológicos ao longo de mais de 40 anos, com meu pai.

Eu havia escrito uma carta, e nela falava para nunca mais me procurarem, porque seguiria a minha vida.


Mas, terminei a carta ás 3 da manhã!! Após alguns minutos que meu pai havia me deixado em paz, pois ele me torturava com um facão e psicologicamente, desde ás 6 da tarde. Porque eu comecei a trabalhar para o estado estagiando na época, graças a uma indicação da mãe de uma colega. E, nesse dia havia recebido meu primeiro pagamento. Ele queria tudo. Mas, eu precisava comprar meu material escolar, não dei. Disse que estava tudo no banco que no outro dia eu sacaria.
Na verdade, eu estava com tudo.


250,00!


Então, terminei a carta...

No fim das contas, aquela árvore foi mais leal do que muita gente ali. Porque ela nunca fingiu ser algo que não era. Já as pessoas… ah, essas fazem teatro melhor que muito artista premiado.

Eu descobri, do jeito mais nada poético possível, que amar alguém por muitos anos é tipo cuidar de uma planta que insiste em quase morrer, mas também insiste em não desistir. Tem dias que eu olho pra gente e penso com toda sinceridade do mundo, meu Deus, quem foi que teve essa ideia genial de continuar aqui? Porque no começo, ah… no começo a gente não sabia nem onde colocar as mãos, quanto mais o coração. Era tudo meio torto, meio desconfiado, meio “será que isso presta?”. E mesmo assim, a gente ficou.


E ficar, eu percebi, é um ato meio revolucionário hoje em dia. Porque o mundo ensina a ir embora na primeira instabilidade, como se amor fosse aplicativo que trava e a gente desinstala sem nem tentar reiniciar. Só que eu e ele somos dessas pessoas teimosas, que atualizam, que insistem, que brigam, que cansam, mas que no final do dia ainda estão ali, se olhando com aquele ar de quem já viu o pior e mesmo assim decidiu ficar para o próximo episódio.


Tem dias em que o nosso amor parece uma construção feita com pressa, cheia de rachaduras, barulho, poeira e um certo risco de desabar. E tem outros dias em que eu olho e penso, isso aqui tá virando uma obra de arte, viu. Porque cada dificuldade foi uma lixa, cada discussão foi um martelo, cada reconciliação foi um polimento. A gente não nasceu pronto, a gente foi se fazendo. E olha, dá um trabalho quase absurdo.


Só que no meio desse caos bonito, eu entendi uma coisa que ninguém conta direito. Amor de verdade não é o que nunca balança. É o que balança, ameaça cair, faz a gente perder a paciência, mas ainda assim encontra um jeito meio torto de se sustentar. É tipo aquele copo lascado que você continua usando porque tem história. E quanto mais história tem, mais difícil é largar.


Hoje, quando eu olho nos olhos dele, eu não vejo perfeição. Vejo caminho. Vejo tudo o que já passamos, tudo o que quase quebrou a gente, e tudo o que, estranhamente, fortaleceu. Nosso amor ainda é instável às vezes, claro que é. Mas também é resistente de um jeito que nem eu sei explicar direito. É como se a gente tivesse construído algo que não é indestrutível, mas é persistente. E no fim das contas, isso vale muito mais.


Porque diamante mesmo não nasce pronto. Ele aguenta pressão, tempo, calor, caos. Igualzinho a gente. E eu sigo aqui, lapidando, sendo lapidada, às vezes reclamando, às vezes rindo, mas sempre ficando. Porque no meio de tanta coisa passageira, o que a gente tem… ficou.

Um belo dia, desses em que a gente abre o Instagram mais por tédio do que por curiosidade, como quem abre a geladeira esperando que um brigadeiro mágico tenha brotado do nada, lá estava ele. Sugerido. Entregue pelo algoritmo como se fosse uma encomenda atrasada do passado. A pessoa que eu mais amei nessa vida, ali, em pixels bem organizados e uma bio que provavelmente nem dizia metade do que um dia eu achei que ele era.


E foi estranho. Não aquele estranho de arrepio ou saudade que aperta o peito, não. Foi um estranho quase burocrático, como reencontrar um conhecido antigo no mercado e perceber que você não tem absolutamente nada para dizer além de um “oi” educado que nem chega a sair. Eu olhei e pensei, com uma calma que teria me assustado anos atrás: eu não o conheço mais. Talvez nunca tenha conhecido.


Porque a verdade, essa senhora inconveniente que chega sem bater, é que a gente ama muito mais a versão que constrói do que a pessoa em si. Eu amei um garoto de 16 anos que despertou em mim um universo inteiro, como se tivesse apertado um botão secreto dentro do meu peito que ninguém antes tinha encontrado. E eu fiquei ali, por muito tempo, vivendo daquele eco, daquela sensação inaugural, como se o primeiro amor fosse um selo de autenticidade na minha história.


Eu queria que ele tivesse crescido ao meu lado. Queria que o tempo tivesse sido gentil o suficiente para nos transformar juntos, como duas xícaras esquecidas no mesmo canto da mesa. Mas a vida não é esse romance organizado que a gente planeja na cabeça. A vida é meio bagunçada, meio irônica, meio debochada. Ela separa com uma naturalidade impressionante aquilo que a gente jura que nasceu para ficar.


E separou.


Só que o mais curioso não foi a separação. Foi o depois.


Depois veio alguém que dizia nunca ter conhecido o amor. E eu, que já tinha um coração com histórico de quedas, cheguei cautelosa, quase com um manual invisível nas mãos. Observando. Testando. Duvidando. Porque amar de novo não é exatamente romântico, é quase um ato de coragem meio inconsequente. É tipo provar uma comida que já te fez passar mal, torcendo para que dessa vez o tempero esteja certo.


Ele era um homem feito, mas com aquele jeitinho de menino que ainda não entendeu algumas coisas básicas da vida. E eu fui, sem perceber, ensinando. Mostrando. Traduzindo sentimentos que às vezes nem eu mesma dominava tão bem assim. E no meio disso tudo, eu me tornei o primeiro amor dele. Olha que ironia bonita. Eu, que carregava um primeiro amor como uma espécie de monumento interno, virei o primeiro amor de alguém.


E eu gostei disso. Não vou mentir. Tem um certo charme em ser o começo de alguém, em ocupar esse lugar inaugural que muda tudo.


Mas não foi fácil. Eu tive medo. Medo de me decepcionar, medo de repetir a história, medo de investir de novo em algo que poderia virar mais uma lembrança guardada numa gaveta meio empoeirada da alma. Só que, diferente da primeira vez, eu não fui no impulso. Eu fui construindo. Lapidando. Questionando. Como quem monta um quebra-cabeça sem a imagem da caixa.


E, aos poucos, fez sentido.


Hoje, tantos anos depois, o amor não é aquele incêndio descontrolado do começo da vida. Ele é mais estável, mais consciente, mais… decidido. A gente se ama com uma escolha diária, quase teimosa. Não é perfeito, longe disso, mas é real. E talvez seja isso que mais importa no fim das contas.


E então, naquele dia, diante da sugestão do Instagram, eu percebi uma coisa simples e libertadora: não fazia mais sentido. Não havia mais curiosidade, nem saudade, nem aquela vontade boba de stalkeada estratégica. Só havia um “X” ali, discreto, quase tímido, esperando para ser clicado.


E eu cliquei.


Sem drama. Sem trilha sonora. Sem discurso interno elaborado. Cliquei como quem fecha uma aba desnecessária no navegador da vida.


Porque, se existe essa ideia bonita de que somos amores de outras vidas tentando nos reencontrar, eu realmente espero que, em algum outro tempo, em alguma outra versão de mim, a gente tenha dado certo. Que a gente tenha se encontrado no momento certo, com a maturidade certa, com a vida menos caótica.


Mas não foi nessa.


E tudo bem.


Porque nessa vida aqui, nessa bagunça organizada que eu aprendi a chamar de lar, eu já tenho o amor que eu quero ter até o fim. Não aquele que me ensinou a sentir pela primeira vez, mas aquele que escolheu ficar quando sentir deixou de ser novidade e virou compromisso.


E olha… entre um amor que marca e um amor que permanece, eu fico com o que fica. Sempre.

Eu acho curioso como a gente vive numa época em que trocar de celular demora mais do que trocar de gente. O celular, coitado, ainda ganha capinha nova, película, limpeza de memória… já as pessoas, não. Travou uma vez, já vem aquele impulso moderno de deslizar pra próxima versão como se fosse atualização de aplicativo. E eu fico olhando isso tudo com uma mistura de riso e leve desespero, tipo quem percebe que o mundo virou um grande teste de paciência… e ninguém quer passar.


Porque ficar hoje em dia virou quase um ato subversivo. É tipo levantar uma bandeira invisível e dizer com toda a calma do mundo, eu não vou embora só porque ficou difícil. E veja bem, não é sobre aguentar qualquer coisa, não é sobre se anular, virar mártir emocional ou protagonista de novela sofrida das seis. É sobre escolher conscientemente continuar. E isso dá um trabalho que ninguém posta nos stories.


Tem dias em que amar parece simples, leve, até meio cinematográfico. Mas tem outros em que amar é quase administrativo. Exige organização emocional, revisão de expectativas, paciência digna de quem já enfrentou fila de banco em dia de pagamento. Porque não tem trilha sonora, não tem vento no cabelo, não tem cena em câmera lenta. Tem só duas pessoas tentando não estragar o que construíram com as próprias mãos.


E o mais engraçado é que a gente foi condicionado a acreditar que amor de verdade é aquele que faz o coração disparar o tempo todo. Sendo que, sinceramente, se for assim o tempo inteiro, talvez seja mais caso de ansiedade do que de romance. Porque amor mesmo, esse que dura, ele se parece mais com um sofá confortável do que com uma montanha-russa. Não impressiona à primeira vista, mas sustenta o corpo quando a vida pesa.


Escolher ficar é isso. É olhar pra mesma pessoa, com os mesmos defeitos já conhecidos, com as mesmas manias que às vezes irritam, e ainda assim pensar, eu prefiro construir aqui do que começar do zero com alguém que ainda nem sei como vai me decepcionar. Porque, convenhamos, todo mundo decepciona em algum momento. A diferença é se você vai embora na primeira rachadura ou se entende que relações não são porcelana, são mais tipo concreto… racham, mas também podem ser reforçadas.


E no meio desse mundo que valoriza o novo, o rápido, o descartável, permanecer virou quase um luxo emocional. Um tipo de coragem silenciosa que não dá curtida, não viraliza, mas sustenta histórias inteiras. Porque no fim, o extraordinário não é o começo cheio de fogos de artifício. O extraordinário é continuar quando os fogos acabam e sobra só a realidade… e mesmo assim, escolher ficar.


Agora me conta… você é do time que insiste ou do time que troca?

Meu pai é pobre lascado, minha mãe sempre foi violentada por ele, até Enlouquecer, mais de 30 anos de abusos... Perdeu a sanidade Mental, passou por hospitais psiquiatricos e tratamentos de choque, nós cuidamos dela, ela ficou melhor, está lá com ele novamente, e diz que ele nunca fez nada com ela e nem conosco... Não tenha pena de gente assim! Eles sofrem por suas próprias escolhas e dependência emocional. Lavei minhas mãos...
Ela sempre nos ameaça, dizendo que a gente que precisa ir preso no lugar dele, só porque a gente fala pra ela deixar ele. Nunca parou de apanhar dele, está enlouquecendo novamente!!