Irmao Nao Va embora
"Tem coisas que a gente não diz, só faz sentir. Que a sua sexta-feira seja intensa, envolvente e cheia de segundas intenções. – Anjinha Sensual." 🖤
"Não espere o momento perfeito para ser feliz. O hoje é a única certeza que temos; agarre as oportunidades e faça valer a pena cada segundo."
— Anjinha Sensual
"Não me entrego pela metade e não sei transbordar em águas rasas. Se for para tocar a minha alma, que seja com a profundidade de quem não tem medo de se afogar em mim."
Não transbordo em águas rasas. Se for para tocar minha alma, que seja com a profundidade de quem não tem medo de se afogar em mim.
Exagere...
Na gratidão, nos sorrisos e nos abraços.
Não espere o momento perfeito para ser feliz.
O hoje é a única certeza que temos;
agarre as oportunidades e faça valer a pena cada segundo.
Amigo de verdade não é quem tenta arrancar a sua dor, mas quem aprende a carregar o silêncio do seu lado. É aquele que não tem pressa para ver você sarar, que aceita o ritmo torto dos seus dias e lembra, sem precisar dizer nada, que a escuridão nunca foi grande o bastante para apagar quem você é.
De nada adianta ajudar quem não busca melhorar! O ajudado continua na estagnação e nós acabamos por definhar!
FINJA!
Finja que não está vendo o que acontece na sua sociedade!
Acredite que ver as pessoas jogadas como lixo nas ruas é algo comum...
Ache normal você escravizar sua vida trabalhando até os 60 anos enquanto seus direitos básicos de sobrevivência são roubados!
Agrade sua família, seus amigos, a sociedade e o mundo, menos você! Vista uma capa, uma aparência, uma vaidade, mantenha sua máscara para o mundo, enquanto você mesmo é deixado de lado.
Se importe com o que os outros acham ou pensam de você, não faça nada, não se mova, fique parado, quieto, calado, não seja ninguém, seja normal, indiferente, não viva!
Tenha medo de ser taxado de "louco(a)", tenha medo de ser você mesmo, seja "louco(a)" apenas dentro da sua cabeça, enquanto você finge ser "normal" para as pessoas à sua volta.
Deixe o tempo passar, viva apenas finais de semana, férias, viva de esmolas do tempo, camufle as angústias, o tédio, a falta de sentido na porta do boteco, do bar, em baladas, bebendo para disfarçar aquele pensamento de mudar, não procure trabalhar no que você ama, seja escravo de qualquer coisa, viva atrás de dinheiro, de conforto, de riqueza material.
Seja orgulhoso(a), teimoso(a), não enxergue isso também, finja que também não entendeu, que não está vendo, mantenha-se dia após dia fingindo, até envelhecer, e a morte se aproximar, finja que vive!
Votar no Lula não transformará o Brasil num paraíso, mas votar na direita irá torná-lo num inferno! Rejeite a mula, vote no Lula!
Há dias em que a dor não se manifesta como um grito estridente, mas como uma infiltração lenta e constante na alma. Ela vai corroendo as certezas que levamos anos para erguer, deixando no lugar apenas a poeira de um tempo que não volta mais. Ainda assim, é na solidez dessa poeira que reaprendemos a pisar para tentar nos manter de pé.
- Tiago Scheimann
Ester Melinda,
você carrega dentro de si uma força que o mundo ainda não viu por completo. Continue avançando com coragem, porque cada passo seu ilumina o caminho — e o melhor ainda está por vir.
Você é capaz. Acredite.
HIPOCRISIA
Ilusões?
São doces,não são?
A verdade costuma doer
Perfurar o peito
até ele sangrar.
É mais confortável se enganar, não é?
Esconder seu verdadeiro eu, dos outros
Porque assim, ninguém vai lhe julgar
Bater e matar.
É uma grande tortura
Se afastar de coisas que ama
Para salvar o pouco
que restou de você mesmo, não é?
Ou então quando
Esconde a dor em seu olhar
Com um patético sorriso,
suficiente para que acreditem
que as palavras proferidas por eles não machucam,
Não ofendem.
Quando na realidade
Te matam pouco a pouco
TODOS OS DIAS!
Hipócritas!
Dizem amar,
Mas,
Ferem
Violentam
Batem
Ofendem
Os que não se adequam a seus fantasiosos padrões.
Hipócritas!
Dizem que amam
Mas nunca amaram ninguém
A não ser, a si próprios.
Hipócritas!
Dizem lutar pela verdade
Mas mentem para si mesmos
De que os fins justificam os meios!
Hipócritas!
Dizem defender a vida
Mas nos matam
Todos os dias.
Hipócritas!
Se dizem humanos,
Mas esqueceram a sua humanidade
Nas profundezas da escuridão.
Hipócritas!
Não são nada mais que farsantes
Iludidos,
Pelo próprio fanatismo.
NÓS, HUMANOS, SOMENTE OBEDECEMOS. NADA MAIS! E, OS FINAIS FELIZES NÃO EXISTE. TODOS MORREMOS NO FINAL DE TUDO! DEPOIS DOS 30 ANOS, SÓ DOENÇAS E DORES NO CORPO INTEIRO. E, SE NÃO TIVER DINHEIRO PARA CUIDAR E BUSCAR TRATAMENTO, ACABA ADIANDO A SUA MORTE. É A REALIDADE DE TODOS NÓS!
" Ser espírita não consiste apenas em acreditar na imortalidade da alma.
Consiste em cultivar uma disciplina intelectual.
Questionar.
Pesquisar.
Comparar.
Estudar.
Corrigir-se.
Abandonar opiniões quando os fatos demonstram seu erro. "
SOMBRA FERIDA NO OSTRACISMO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
No meu porão não há arco-íris, há neblina e luto
um veludo de pó que emoldura o corte do absoluto.
As paredes, urnas frias, suspiram úmidos segredos,
onde a luz morreu em filas, sepultada entre medos.
Há um perfume de velório, metálico e ancestral,
cheiro de livros podres, de promessas em funeral.
As tábuas gemem documentos de infância em decomposição,
e eu, órfão de auroras, escuto o peito em erupção.
Os vermes fazem coro num idioma de sal,
recitam o credo antigo da desordem e do mal.
Não vêm risos prometidos das pontes do horizonte,
só ecos de um requiem que secos meus ossos aponte.
A túnica do sonho jaz rasgada, sem bordado,
e a esperança, cadáver, exala ar frio e embargado.
Vejo, entre teias grossas, um retrato de saudade,
o olhar do tempo fechado numa urna de verdade.
Quem trouxe velas aqui? Quem desabou essa cal?
E somente o vento com fome, sussurra: _ o funeral.
Não há prisma que ministre cores à noite do abandono,
apenas o vinho azedo do remorso e do engano.
As rimas que eu buscava, como penas, se desfazem,
perdidas nas catacumbas onde as vontades jazem.
E o coração, esse pássaro morto, pesa como um sino
que bate sem crença, anunciando o próprio destino.
Aqui as estrelas não descem; apenas descem os lamentos
de uma geometria morta, sem mapas nem alentos.
Trazem-me vozes em latim as lembranças desbotadas,
orações incompletas por almas já extraviadas.
E eu, médico das sombras, abro o livro da ruína,
escrevo nela com lágrimas a página da ladainha.
Não espero salvação que salvação há no pó?
A salvação é miragem, e o porão é o seu nó.
Se há amor, é funesto; se há fé, é contrição;
se há cor, é somente a púrpura da minha instrução.
Por fim, deixo aos ratos as medalhas do desvelo
e à penumbra consagro este pobre desassossego.
No meu porão não há arco-íris, há silêncio e ossos
e a voz do tempo que bebeu todos os nossos esforços.
E se acaso amanhã algum raio ousar romper o chão,
ele morrerá engasgado na cova da razão.
Assim reclamo meu tribunal de sombras e lutos,
onde escrevo, com sangue frio, os versos absolutos.
Que fique a certidão: no fundo desta invenção,
não há arco-íris só a eterna, sublime condenação.
