Invisível
“Tudo aquilo que nasce no visível foi, antes, autorizado no silêncio do invisível.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“O invisível não é ausência; é gestação silenciosa daquilo que ainda procura forma.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Nem toda frase é apenas frase; algumas são sementes lançadas no campo invisível da vida.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
A Maldição de Sariel
por Sariel Oliveira
Carrego nos ombros uma herança invisível,
não deixada por sangue ou nome,
mas costurada nas costelas pelo próprio destino.
Minha maldição não é feita de má sorte,
mas de olhos que veem fundo demais,
de um coração que sangra por feridas que não são minhas.
Sou condenado a sentir o que os outros escondem,
a ouvir o silêncio que grita no peito alheio.
E, mesmo sabendo que isso me arrasta,
continuo — como se minha alma
fosse feita para ser farol em noites que não acabam.
Porque minha maldição é também minha sentença:
viver intensamente
num mundo que teme quem não sabe se calar.
Há momentos em que a vida coloca diante de nós um espelho invisível. Nele não vemos o rosto, mas as escolhas que evitamos fazer. A maioria das pessoas acredita que o destino é moldado pelo acaso, pela sorte ou pela vontade de forças externas. O verdadeiro cárcere do homem não está no mundo, mas na inconsciência que paralisa sua vontade.
A luz que revela aquilo que fomos condicionados a ignorar. E quando a consciência desperta, nasce também a responsabilidade. Não existe evolução sem decisão. Cada escolha é um portal: ou expandimos nossa essência ou fortalecemos as correntes que nos mantêm presos ao medo, à procrastinação e à ilusão do conforto.
Muitos desejam transformação, mas poucos aceitam a disciplina necessária para atravessar o próprio abismo interior. Constância não é motivação passageira. É continuar mesmo quando a mente cria desculpas, mesmo quando o mundo silencia os teus esforços e ninguém reconhece tua batalha. O iniciado compreende que fazer o que precisa ser feito é um ato sagrado de domínio sobre si mesmo.
O caos interno sempre tentará convencer-te a desistir. Mas aquele que governa a própria mente deixa de ser escravo das circunstâncias. A verdadeira iluminação não acontece apenas ao compreender grandes mistérios, mas ao agir diariamente em direção àquilo que a alma sabe que deve se tornar.
Os amigos riem porque muita gente desaprendeu a respeitar o invisível. Vivemos dias em que o deboche virou escudo intelectual. Só que há coisas que não cabem em laboratório: a intuição da mãe, o arrepio diante do tambor, a paz inesperada depois da oração, a sensação de ter escapado de algo ruim sem entender como.
O povo simples nunca precisou explicar a fé. Apenas viveu.
A Árvore Invisível
No meio da floresta, onde o verde se espalha em incontáveis tons de vida, há uma árvore morta. Seu tronco retorcido e seco ergue-se como um esqueleto, desprovido de folhas, de seiva, de movimento. Os pássaros não pousam em seus galhos; os insetos não a rodeiam; até o vento parece desviar-se dela, como se sua presença fosse um incômodo.
Ela já foi grande, já sustentou ninhos, já balançou sob o peso de frutos. Agora, é apenas um vulto silencioso, uma sombra esquecida no meio do esplendor alheio. Os olhos dos passantes deslizam sobre ela, sem fixar-se, sem reconhecer sua existência. Afinal, quem se importa com o que já não floresce?
Assim também é a velhice humana. Há um momento em que as folhas caem — a vitalidade, o vigor, a utilidade aparente — e, de repente, o mundo parece desviar o olhar. O idoso, outrora centro de histórias e sustento, torna-se uma figura quieta nos cantos da casa, nos bancos das praças, nos quartos de asilos. Suas rugas são como as rachaduras no tronco da árvore seca: marcas de tempestades sobrevividas, de anos que não foram gentis, mas que ninguém mais se dá ao trabalho de ler.
A floresta segue verde, impiedosamente bela. A vida dos outros segue, impiedosamente alegre. E a árvore morta permanece, invisível, até o dia em que o vento mais forte a derrubar, e então, talvez, alguém note sua ausência — mas não sua existência.
Assim como tantos velhos, que só são lembrados quando já se foram.
🪄A arma invisível do mundo corporativo: O Silêncio🤫.
🫥Muitas vezes, as palavras que guardamos doem mais do que as que falamos. No entanto, existe um segredo naquelas que escolhemos não dizer.
🎚️A entonação certa pode até atingir um resultado imediato, funcionando como um termômetro que eleva ou baixa a pressão de uma conversa. Mas nada tem o efeito prático da "capacidade de influenciar sem pronunciar uma palavra".
🎙️É quando o interlocutor parece prever o que sairá da sua boca, mas você mantém o mistério. Essa é a arma invisível: aquela que não dispara, não tem calibre, mas é capaz de desarmar a mente mais rígida.
🧭No mundo corporativo, saber a hora de calar é uma arte. Às vezes, o seu silêncio soa muito mais alto do que o melhor dos discursos.
Voz Invisível
Invisível aos seus olhos,
mas visível no coração de muitos,
existo porque Deus quis que eu estivesse aqui.
Diferente de vocês, não tenho compreensão,
mas tenho emoção, amor, carinho sem preço,
a liberdade de estar e viver sem preço.
Mas minha vida vocês cessaram.
O vento já não tocava meu rosto,
o mar já não se abria diante de mim,
na escuridão me encontrei.
Minha alma ouviu vozes
clamando por justiça,
onde fizeram da minha vida um preço
para abafar e acobertar culpados.
Ficam impunes,
causando mais maldades
àqueles que só querem viver.
Sou um cachorro,
meu nome é Orelha,
e falo em nome de todos
que pedem socorro.
ass. Roseli Ribeiro ( em memoria do meu cachorro rust, morreu com uma pancada na coluna, foi sim andando até sua casinha para morrer, assim como orelha tentou).
A invisibilidade do sentir:
"A sinceridade é um jardim invisível; por mais que eu te entregue o perfume, meus pensamentos são caminhos que teus olhos não podem pisar." Ass Roseli Ribeiro
Invisível na Multidão
Invisível em meio à multidão,
Reduzidos a meras cifras e estatísticas.
Pois quando o número deixa de existir,
Resta apenas o peso do nome e do sobrenome.
Há quem alcance as oportunidades,
Enquanto outros vagam à sorte do mundo,
Ou aguardam, em silêncio, o amparo
Da escassa bondade de alguém.
Por motivos diversos e caminhos incertos,
Nenhum ser humano está imune ao destino;
Pois todos estamos sujeitos à queda,
Nesta frágil jornada que chamamos de vida.
Roseli Ribeiro
"O sacrifício silencioso de plantar as sementes hoje é a fundação invisível da fartura de amanhã."
Laerson Endrigo Ely, Método R.E.N.D.A. de Investimentos
O gosto silencioso da verdade era a sonoridade invisível do destino no aroma imemorial dos séculos, na textura celeste da dúvida que se esvaia no perfume matemático das estrelas, cuja a voz arquitetônica do universo se espraiava no sabor abstrato da liberdade. A claridade oceânica do pensamento era a melodia filosófica da impermanência que levava consigo a textura sideral da esperança no aroma intemporal da beleza na voz geométrica do infinito. A luminosidade silenciosa da consciência tinha gosto estelar da transcendência e a música subterrânea do destino era o perfume primordial do ser, cuja claridade poética era astronômica na saudade e na voz mineral da verdade. O aroma gravitacional do amor era etéreo na arqueologia do passado, na luz oceânica da eternidade. O perfume triangular da lua era a voz hexagonal das nuvens no sabor espiral do vento. A textura circular da saudade tinha a claridade prismática do amor na melodia vertical da aurora no aroma espelhado do céu. A voz labiríntica das montanhas estrelava a chuva na textura flutuante da memória. A sonoridade cristalizada da neve era o perfume errante dos caminhos, navegantes do tempo. A condição peregrina da esperança tocava a música planetária da noite, que orbitava em silêncio na luz nômade da ternura constelar da distância desmedida na vida celeste do infinito luminário dos sonhos. A voz navegável da saudade faziam as mãos mais descrentes no instante ambivalente de fechar as cortinas e finalizar o espetáculo, no sabor astral da lembrança numerosa tanto quanto onerosa, na forma galáctica da poesia no intermitente destino que se fazia mais vivo na música suave no instante do amor.
O ar, invisível e presente em todos os espaços, revela um poder indispensável: o de sustentar a vida.
"Não desanime. O invisível cuida do que a sua exaustão deixou de regar; até no esquecimento, a vida dá um jeito de florescer."
O ambiente é a mão invisível que molda o comportamento humano.
O peso invisível das decisões:
Muitos empreendedores relatam dificuldade para dormir durante períodos críticos.
Outros convivem constantemente com ansiedade relacionada ao futuro do negócio.
Isso acontece porque o empreendedor aprende rapidamente que suas decisões possuem impacto direto sobre muitas pessoas.
A empresa deixa de ser apenas um projeto pessoal.
Passa a ser uma responsabilidade coletiva.
