Inveja Arma dos Incompetentes
Em um mundo de sorrisos, há quem tropece em risos. Para algumas pessoas, a felicidade alheia se torna uma fonte de incômodo, levando a sentimentos de inveja, frustração ou desconforto ao verem a alegria nos outros. Talvez o segredo seja aprender a dançar com a felicidade alheia.
Não é o meu mundo, este das luzes falsas e dos risos vazios. Não me encontro nos sorrisos de porcelana, nas felicidades ensaiadas. Não quero partilhar palavras ocas, conversas sem alma, onde o vazio se disfarça de importância. Não me reconheço nas máscaras de vaidade, nos olhares de arrogância que se erguem como narizes ao vento.
Aqui, a inveja semeia competições vãs, materializa o espírito e afasta a verdadeira essência. Não, este cenário de ilusões não é o meu lugar. Procuro o simples, o genuíno, onde o ser é mais que o parecer. Busco a pureza dos gestos sinceros, a presença dos que são e estão, sem pretensão ou artifício.
Como um ingénuo, quero apenas ser e estar, em harmonia com a simplicidade, ao lado de quem vive com a verdade no olhar e luz na alma.
Não é o meu mundo, este das luzes falsas e dos risos vazios, das felicidades ensaiadas e conversas sem alma, onde a inveja semeia competições vãs e a arrogância se ergue. Procuro o simples e genuíno, onde o ser é mais que o parecer, em harmonia com a verdade no olhar e luz na alma.
Se o seu insucesso criar desgosto pelo sucesso dos outros, há algo de errado consigo.
Com certeza não chegarás a lado nenhum, sem antes desbloquear essa barreira que tu próprio criastes.
