Inútil
O mal é inútil, só que às vezes até o inútil é útil para aprendermos que não precisamos, que não é útil.
O desejo de compreender o mundo é, muitas vezes, apenas o reflexo do esforço inútil de compreender a si mesmo; e nesse espelho quebrado, cada fragmento revela uma verdade que assusta mais do que esclarece.
Lutar dói, e às vezes parece até inútil…Mas saber que há uma força maior me dizendo "confia em Mim", me faz andar e acreditar um pouco mais. Me faz Acreditar que, no fim, tudo vai ficar bem.E que, o fim, é só o começo de um novo capítulo.
Com Deus a caminhada é melhor, e feito com propósito.
“A vida é um caminho de ida sem volta; a revolta contra o passado é a resistência inútil de quem ainda não aprendeu que o tempo não retrocede, apenas revela.”
"Imita o que é bom e perfeito e esquece o que frívolo e inútil!"
Otávio ABernardes
Itumbiara, 20 de julho de 2026.
Não há nada mais inútil do que um suposto cristão com um estilo de vida idêntico ao daqueles que caminham para o inferno.
Tentar sufocar a Riqueza Infinita é inútil; o bem guiado por Deus é uma força devastadora que engole toda a maldade pelo caminho.
Dizer que ajuda para parecer bom aos olhos do mundo é inútil; o que conta para o Céu é a atitude sincera na ausência de testemunhas.
INÚTIL EXPLICAÇÃO.
“Rasgarei minha inspiração e sairei a respirar.”
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Há frases que não parecem despedidas da arte, mas um pedido de socorro da própria alma. Como se o espírito, cansado de carregar tempestades silenciosas, precisasse abandonar os papéis, os versos e as metáforas para voltar a sentir o vento simples da existência.
Porque há um instante em que o homem compreende que nem toda profundidade salva. Algumas sensibilidades tornam-se abismos ornamentados. E o poeta, exausto de transformar dor em beleza, deseja apenas respirar sem precisar converter cada lágrima em linguagem.
Rasgar a inspiração não é destruir o dom. É impedir que ele devore quem o possui.
Existe uma melancolia perigosamente bela naqueles que escrevem demais sobre a própria ruína. Aos poucos, confundem sofrimento com identidade. Passam a acreditar que deixar de sofrer seria deixar de criar. Entretanto, a verdadeira grandeza criadora não nasce apenas da dor. Nasce também do retorno. Do reencontro com a luz comum das manhãs silenciosas. Do café esquecido sobre a mesa. Das árvores que continuam existindo sem precisar serem descritas.
Talvez respirar seja o poema que faltava.
E talvez o maior gesto de profundidade não seja afundar-se mais. Seja voltar à superfície sem perder a dignidade do que se viveu.
