Interior
Sou côncavo e convexo.
Essencialmente bela.
Beleza interior.
Sou sonhadora.
Se me perco, sigo em frente.
Me (re)invento.
Não sou metade, sou inteira.
Me entrego por inteira.
As vezes enlouqueço, me permito ousar.
Não gosto de coisas mornas.
Prefiro o fogo.
Fogo é vida.
Somente o fogo me explica.
No fogo me perco.
No fogo me acho, me encaixo.
Sou intensa.
Não sou burra e nem santa.
Para que ser santa?
Já nem sou mais criança.
Apesar de travessa.
Sou esperta.
Leio as entrelinhas.
Sou mais riso que pranto.
Sou o que vivi.
E, tudo que ainda vou viver.
Transparente.
Sou dia e noite.
Em noites de lua cheia me transformo.
Sou loba.
Conheço minha alma e meu corpo.
Misteriosa.
Imperfeita e inconclusa.
Dona do meu nariz.
Das minhas vontades e são muitas.
Complexa.
Então, não procure me entender.
Apenas me ame, sem querer.
A paz interior é uma sintonia elevada de boas vibrações que conseguimos emanar. Ela nos fortalece nos dando a imunidade contra as energias de baixa frequência, faz a nossa caminhada ser a perfeição que todos desejamos e um atalho perfeito para nos conduzir ao altíssimo.
A Beleza Interior.
A beleza está além da essência, está além da aparência.
Está nos gestos, nas atitudes e nas virtudes.
A beleza é invisível aos olhos e é tocada sutilmente pelo coração.
É o brilho doce que toca a alma, faz com que encante os olhos e faz pulsar mais forte o coração.
Cada novo pensamento constrói uma mudança interior. Quando nos dispomos ao tratamento interior, vamos aos poucos reconstruindo nossa maneira de pensar, de sentir e de viver.
Grandes mudanças não ocorrem na aparência, elas acontecem no interior do ser humano. O problema é que nem todos conseguem enxergar.
E ai eu me pergunto... Do que adianta ter padrão de beleza se o interior é podre?!
É engraçado como as pessoas se preocupam em manter um corpo sarado, roupas da moda, carro do ano, mas esquecem que nada disso tem sentido se não tiverem um bom caráter.
Dignidade , honestidade, compromisso, empatia, bondade, humildade, não são estampados na cara muito menos vem escrito no corpo. São suas atitudes e não suas características físicas que vão dizer "quem você é".
Ainda que hoje, esses valores sejam banalizados pela sociedade, sua beleza um dia chegará ao fim mas seus valores morais não. E tu não serás lembrado pelo seu esforço dentro de academia e suas roupas de marca, mas lembrarão de cada atitude íntegra que fizestes.
Molde seu corpo, mas não deixe que seu interior atrofie, pratique diariamente exercícios para constituir sua conduta, seja leal com as pessoas, seja sincero, preocupe-se com o que os outros vão sentir não somente o que vão pensar, faça o bem, deseje o bem, transmita simpatia e não ostentação, olhe nos olhos, abaixe a cabeça, seja VOCÊ e, seja humano!
Carime B Elmôr
Se o meu mundo interior estiver em ordem será porque tomo diariamente a decisão de estar atento a isso.
Acredite na força que vêem de dentro, acredite na força do interior, força essa de maior poder e manipulação.
No interior.
Fica distante da cidade
mas isso não entristece
importante é a felicidade
dada pra quem merece
e eu amo a simplicidade
que o interior me oferece.
Renascer é emergir de um sono na escuridão e afundar-se no despertar da paz interior. Assim cresce-se na humilde vontade de partilhar o Amor.
Esse ponto de contato interior, apesar de toda a sua importância, não é, entretanto, mais do que um ponto. Após o longo período de materialismo de que ela está apenas despertando, nossa alma acha-se repleta de germes de desespero e de incredulidade, prestes a soçobrar no nada. A esmagadora opressão das doutrinas materialistas, que fizeram da vida do universo uma vã e detestável brincadeira, ainda não se dissipou. A alma que volta a si permanece sob a impressão desse pesadelo. Uma luz vacilante brilha tenuemente, como um minúsculo ponto perdido no enorme círculo da escuridão. Essa luz fraca é apenas um pressentimento que a alma não tem coragem de sustentar; ela se pergunta se a luz não será o sonho, e a escuridão a realidade. Essa dúvida e os sofrimentos opressivos que ela deve à filosofia materialista distinguem nossa alma da alma dos primitivos. Por mais levemente que se a toque, nossa alma soa como um vaso precioso, que se encontrou rachado na terra. É por isso que a atração que nos leva ao primitivo, tal como o sentimos hoje, só pode ser, sob sua forma atual e factícia, de curta duração.
Salta os olhos que essas duas analogias da arte nova com certas formas de épocas passadas são diametralmente opostas. A primeira exterior, será sem futuro. A segunda é interior e encerra o germe do futuro. Após o período de tentação materialista a que aparentemente sucumbiu, mas que repele como uma tentação ruim, a alma emerge, purificada pela luta e pela dor. Os sentimentos elementares, como o medo, a tristeza, a alegria, que teriam podido, durante o período da tentação, servir de conteúdo para a arte, atrairão pouco o artista. Ele se esforçara por despertar sentimentos mais matizados, ainda sem nome. O próprio artista vive uma existência completa, relativamente requintada, e a obra, nascida de seu cérebro, provocara no espectador capaz de experimentá-las, emoções mais delicadas, que nossa linguagem é incapaz de exprimir.
"Bonitas são as coisas vindas do interior, as palavras simples, sinceras e significativas. Bonito é achar a poesia do vento, das flores e das crianças. Bonito é chorar quando sentir vontade e deixar que as lágrimas rolem sem vergonha ou medo de crítica. Bonito é gostar da vida e viver do sonho. Bonito é ser realista sem ser cruel, é acreditar na beleza de todas as coisas. Bonito é você ser você,do jeito que você é, sem máscaras,sem falsidades, sem falcatruas,com transparência e,
principalmente, com muita bondade e honestidade."
O poder pessoal é a nossa força interior, a capacidade que temos de desenvolver nossos desejos, colocar em prática nossa vontade, e assim, decidirmos e escolhermos como vamos reagir às circunstâncias.
Aquietar a alma em Deus, na pessoa do Seu Filho Jesus Cristo, não só desenvolve uma paz interior, como serenidade para decidir, força para agir e coragem para reagir.
