Injustiça
Embora detestamos provações, injustiças e perseguições, esses foram pontos fundamentais nas vidas de José, que foi injustamente preso, e Davi, que não foi convidado para o almoço em família onde o profeta ungiria o próximo rei, entre tantos outros exemplos. A marca da promessa é como uma luz que dissipa as trevas, e o dono das trevas não fica feliz em ser dissipado ou desmarcado. Por isso, fará de tudo para roubar seus sonhos, esperança, motivação e fé. Nossa fé, que é a prova de que realmente cremos naquele que não vemos, é muito importante, pois muitos, depois de terem a fé aprovada, receberam a recompensa divina. Um grande exemplo é nosso pai Abraão, que creu contra toda esperança. Antes de alcançarem suas conquistas materiais, esses gigantes da fé tiveram que ser aprovados, sendo fiéis ao Deus eterno, sem murmurar, mas acreditando que Deus agiria em favor deles. No meio de tanta dor e injustiça, somente uma intervenção divina pode nos livrar das mãos dos "Labões" da vida.
Referência bíblica: Labão engana Jacó em Gênesis 29, onde Labão troca a filha mais nova, Raquel, pela mais velha, Lia, na noite de núpcias.
Como lidamos com as ofensas e injustiças que enfrentamos em nossas vidas. Muitas vezes, a nossa primeira reação pode ser a de buscar vingança ou justiça por conta própria. No entanto, essa abordagem apenas perpetua o ciclo de dor e ressentimento.
Ao lembrar que a vingança não nos pertence, somos convidados a confiar na justiça divina. Isso nos ensina a praticar a paciência e a compaixão, reconhecendo que cada pessoa é responsável por suas ações e que, no final, todos nós colhemos as consequências do que semeamos.
Além disso, deixar que Deus cuide da situação nos liberta do peso emocional da raiva e do desejo de retaliação. É um chamado para buscar a paz interior e confiar que, no tempo certo, a verdade e a justiça prevalecerão. Essa reflexão nos encoraja a cultivar o amor e o perdão, em vez de alimentar o ódio e o ressentimento.
Como saber o quanto somos maus? É só ver na medida de nossos pecados e injustiças cometidas. E isto, não Recebemos de Deus de igual modo, pelo contrário, Deus retribui a sua misericórdia com justiça amor e repreensão, mesmo não sendo merecedores! Glória seja dada a Deus!
O homem honesto não consegue viver com uma injustiça em sua mente, a todo tempo seu caráter não reconhece seu próprio rosto! É semelhante as ondas do mar, indo e vindo trazendo a tona a injustiça cometida.
É no tempo da provação que a gente cresce, muitas vezes o desânimo chega, por ver tantas injustiças, e pessoas maldosas espalhando seu veneno, mas acredite, o Deus que tudo vê, nunca tirou os olhos de você, e na hora certa, tua vitória vai chegar.
... em tempos
de tão surradas e cruéis
injustiças, buscar fazer justiça
sem respaldo da sensatez,
pode ser tão mais insípido
e cruel do que qualquer
injustiça que nos
revolte!
Sentir-se injustiçado pelo sofrimento, é admitir que ele é gratuito e que não é decorrente das nossas próprias ações, nesta, ou em vidas passadas. Na vida não existe injustiça. Para cada ação há uma reação.
Não fique revoltado quando presenciar uma injustiça, pois a vida se encarrega de colocar tudo no seu devido lugar.
Nem sempre é possível, mas é melhor praticar a Justiça, pois a terra onde a Injustiça é plantada pode ser demasiadamente fértil e tornar a colheita mais abundante do que se pode suportar.
Quando a injustiça emana justamente da instituição que carrega o peso de garantir a justiça, o coração do advogado se parte. É um paradoxo doloroso: lutar em nome do Direito e, ao mesmo tempo, testemunhar sua negação. Em momentos assim, parece que a balança da justiça se inclina ao avesso, oferecendo amparo àqueles que ferem e desamparando os que juraram proteger.
Para o policial militar, que carrega nos ombros o fardo da ordem pública, a sensação de abandono pelo próprio sistema é uma ferida que o Direito deveria sanar, mas frequentemente ignora. Quando a lei, que deveria ser imparcial e firme, parece pender para o lado de quem desrespeita suas regras, o sentimento de impotência é inevitável.
E o advogado, que deveria ser a ponte entre o indivíduo e a justiça, encontra-se questionando seu propósito. Como acreditar no Direito quando ele falha justamente para aqueles que o defendem com a própria vida? No entanto, é nessas horas que a verdadeira essência do advogado é testada. Ele deve se lembrar de que, por mais que o sistema seja falho, sua luta não é vã.
O Direito não deve servir apenas ao papel. Deve existir, sobretudo, na prática, para todos — sem distinção. Ainda que a estrada seja árdua, é a persistência em buscar a justiça que mantém a esperança viva. Afinal, a injustiça que hoje sangra o policial militar deve ser combatida com a força de quem ainda acredita no ideal de um mundo mais justo.
Não permita que o ódio alheio roube tua doçura.
Não permita que a injustiça te torne fria.
Não devolva maldição a quem só precisava de oração.
Quem te atacou precisa de cura. Mas você…
Você foi chamada para ser sal, luz, alívio.
Porque já o mistério da injustiça opera; somente há um que agora o retém até que do meio seja tirado.
