Injustiça

Cerca de 2268 frases e pensamentos: Injustiça

Tenho fobia da injustiça, do preconceito, de gente sem caráter, de não conquistar aquilo que almejo e principalmente de perder pessoas especiais. Mas esse medo não me enfraquece, pelo contrario me dá forças pra enfrentar tudo e qualquer obstaculo, pois "O mundo está nas mãos daqueles que têm a coragem de sonhar e de correr o risco de viver seus sonhos." (Paulo Coelho)

Com tuas mãos e pensar não faças nada... para certas injustiças a justiça divina, para outras o tribunal de justiça!

Para que a vida seja suportável é preciso habituar-se as injúrias do tempo e as injustiças das pessoas.

Que
eu nunca me acomode
diante
das injustiças.
Meu arco é a Coragem.
Minha flecha, a Paz!

27/11/2015

O advogado e a advogada atuam para buscar a justiça, assegurando que nenhuma injustiça seja cometida.

Sérgio Furquim

MAGISTRATURA Que não é isenta de ideologias e parcialidades é refém do ódio e da injustiça, que promove a perversa autocracia.
É de incumbência parlamentar vigiar e defender o sistema democrático de direito, para o bem da sociedade como um todo.

"Justiça e quando preserva o direito do cidadão para que este não seja injustiçado. Mas para preservar o direito do cidadão perante a justiça se faz necessário o advogado, o verdadeiro fiscal da lei"
Sérgio Furquim

A atuação do advogado é essencial para assegurar que o cidadão não seja vítima de injustiças, e que seus direitos sejam devidamente respeitados dentro do sistema legal.
Sérgio Furquim

Onde o ódio impera, a inteligência fenece, a sabedoria morre e a injustiça domina e escraviza.

Onde há ódio, a inteligência fenece, a sabedoria morre e o vírus da injustiça se propaga.

"O advogado é o interlocutor do cidadão para que a justiça não cometa injustiça" ressalta o papel fundamental do advogado como defensor dos direitos individuais e coletivos.
Sérgio Furquim

O advogado deve ser um defensor dos mais vulneráveis, lutando contra abusos e injustiças cometidas contra eles.
Sérgio Furquim

“O Direito existe para que a força não seja a lei e a injustiça não seja o destino.”

"O mundo é repleto de injustiças, mas se seguirmos em frente e lutarmos, estaremos contribuindo para uma sociedade mais justa e igualitária."

A sociedade tem o advogado como o guardião que luta para que a justiça não cometa injustiça.

Só combate as injustiças por meio de advogados e advogadas com coragem e determinação,

Quando for julgado e estiver convicto da injustiça, apenas perdoe, pois a maldade ronda a mente dos tolos.

Ser advogado é lutar para que a justiça não cometa injustiça.

Quando deparar-se com a injustiça sendo praticada, repare nas suas próprias atitudes para certificar-se que não pratica o mesmo.

A VESTIMENTA DA GUERRA


(Poema sobre os horrores dos conflitos e a injustiça dos inocentes que pagam o preço)


Vestida de cinza, de fogo e de pranto,
a guerra caminha sem rosto e sem canto.
Não tem coração, mas tem ordens em punho,
e assina sentenças num frio conjunto.


Nos salões do poder, bebem vinhos, decidem.
Assinam destinos — mas nunca os vivem.
Mandam soldados, filhos de alguém,
pra morrer por um trono, por petróleo ou por “bem”.


A criança que chora, não sabe o porquê.
Só sabe que a mãe não vai mais lhe acolher.
Que a casa virou entulho no chão,
e que seu brinquedo jaz sob explosão.


O velho, cansado, sem pátria ou abrigo,
sente o chão sumir — não tem mais abrigo.
A sopa que faltou, a reza que escapa,
a lágrima muda que desce e desaba.


A mãe que amamenta no meio do medo,
vê o filho ir pro front — sem querer, sem segredo.
Briga que não é sua, dor que não tem fim,
mas que corta a carne, invade o jardim.


O pai, sem paredes, sem teto, sem pão,
carrega nos braços o resto do chão.
Os olhos perguntam: “Por que, meu Senhor?”
Mas as bombas respondem com mais desamor.


E o soldado que parte, coração em pedaços,
com fuzil nos ombros e culpa nos braços.
Cumpre ordens que o peito não quer,
e destrói o que resta de algum outro lar qualquer.


Ele ora em silêncio, enquanto avança,
lembrando do filho, da esposa, da dança.
Mas precisa apertar o gatilho, sem ver —
que o homem que cai poderia ser você.


Ele não quer matar.
Mas foi enviado.
Com uniforme limpo, mas o espírito rasgado.
Porque é fácil mandar, de poltrona e discurso,
e pôr na mão dos pobres o peso do absurdo.


Enquanto isso, em terno, gravata e cifrão,
os homens da guerra tomam decisão.
Covardes demais pra pisar a trincheira,
valentes demais pra matar por bandeira.


E a vida se perde em nome da glória,
escrevendo de sangue a mesma velha história.
Ganância, poder, dominação, vaidade —
e a morte batendo à porta da humanidade.






A guerra tem roupa, mas não tem alma.
Tem fúria no peito, mas não tem calma.
Quem veste essa dor é sempre o pequeno —
que morre calado, que sofre, que é pleno.