Infinito
Desde o Jardim do Éden as flores e os frutos desafiam as tecnologias humanas até hoje pois murcham e apodrecem, mesmo fora do tempo.
Por mais que o mundo inteiro pinte o coração de vermelho, o meu coração sempre é azul. Vermelho é o sangue que pulsa dentro dele mas o meu na cor do mar e do céu, ele compactua com a imensidão e o infinito, assim como devem ser nossas emoções, amores, carinhos e escolhas perante a vida.
Perdoar sempre é tornar se melhor, aperfeiçoar se e aparar as arestas dos desgastes da pedra bruta, todos os dias.
Toda verdade que sabemos ao longo de uma vida, não passa de uma gota d'água mas as inverdades que os ignorantes e soberbos, julgam saber é bem maior do que as águas de todos oceanos.
O verdadeiro amor incomoda, o que se acomoda não é amor e sim uma tranqüila boa amizade branda e serena para se conviver.
Existe o momento, onde o silencio me conforta e diz tudo que eu preciso. Muito mais que as mil palavras de atenção e persuasão. As imagens ficam mais cores e reflexos, não se percebe o que dramaticamente querem dizer.
O amor saudável e verdadeiro nunca retrocede. O que acontece, é que mudamos nossos interesses para uma convivência, mas uma vez amando, permanece, ama se para sempre.
Quando caminho a noite, costumo me perder no grande oceano de estrelas mas mais tarde, ao deitar a recolher no meu leito, só admiro uma estrela, minha pequenina estrela guia, que conserva me na paz, ate os primeiros raios de luz da Grande Estrela do amanhecer.
Deus é para todos, e está presente em tudo e em todos os lugares mas a religião são para poucos. Aqueles que não tiverem a verdadeira compreensão da dimensão entre a vida e o sagrado, serão escravizados por ela.
Fui alguma coisa um dia, hoje sou muito pouco e com fé e sabedoria no futuro prospero, não serei nada. A felicidade na eternidade é muito mais, subtrair se do que se por.
Um único caminho para iluminação verdadeira, ser, estar, ter e aguardar receber, cada vez menos. Só no vazio que encontramos o todo. As virtudes são na verdade vícios do ego. Assim como toda bondade dada por troca, merecimento e retribuição.
O Caminho Invisível - A
Jornada do Arvoricionismo
Em um mundo onde as verdades se ocultam
nas sombras, O Caminho Invisível conduz o
leitor a uma imersão profunda no
Arvoricionismo, revelando o que reside além
do visível.
Misturando misticismo, filosofia e sabedoria
ancestral, esta obra vai além de uma simples
leitura – é uma provocação à mente e ao
espírito. Através de enigmas, reflexões e
histórias enigmáticas, você será levado a
questionar a realidade e os mistérios do
universo.
Esta jornada é para aqueles que ousam
encarar o desconhecido e desvendar o que sempre esteve oculto.
O infinito nos priva
da emoção de chegar.
Somente o que é finito
tem início, meio e fim.
O infinito é caminho,
que não termina ou começa
em qualquer tempo e lugar.
