Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Me sinto aflito e em instantes bem, sou meio louco
Confuso porque nĂŁo te tenho por aqui mais, aceitei te perder, mas o amor ainda existe
Até nos meus sonhos tento entender, mas fica mais complicado cada dia que passa
NĂŁo Ă© que eu queira te amar, nĂŁo Ă© coisa programada, Ă© coisa da cabeça e Ă© porque vocĂȘ me faz falta
Mas que diferença isso faz ? não te ter é uma realidade e os dias vão se acabando vazios
EstĂĄ acontecendo tanta coisa enquanto eu estou perdido dentro de mim
Cada dia eu desejo te esquecer, mas quando penso nisso... penso em vocĂȘ.
"Jasiel"
Como nada Ă© absoluto e isolado neste Universo, essa regra tambĂ©m se impĂ”e ao livre arbĂtrio ou ao determinismo. NĂŁo pode haver livre arbĂtrio se esse nĂŁo se mover para alĂ©m dos limites da fatalidade e do automatismo instintivo. AliĂĄs, a liberdade sĂł tem sentido, como bem humano, enquanto soergue-se para derrubar limites.
Mas, tomemos cuidado: romper limites nĂŁo significa demolir a casa, mas saber abrir e fechar as portas, sair de casa e voltar para ela na hora segura. NĂŁo hĂĄ liberdade no Caos, bem como nĂŁo hĂĄ progresso na desgraça! Ao sairmos pela soleira da frente de casa, tomemos cuidado para que as portas nĂŁo se tranquem por dentro, ficando entĂŁo nĂłs âsem pai nem mĂŁeâ no Mundo.
(Em "Sobre o Livre ArbĂtrio": http://wp.me/pwUpj-1mz)
NĂŁo conhecerei Aquele que Ă© Grande se eu nĂŁo amĂĄ-Lo em todas as coisas pequenas que Ele criou. NĂŁo saberei amar Aquele que cria do Alto se eu nĂŁo o quiser conhecer na flor que nasce do lodo.
Servos, apenas servos.
Quem daqueles crentes, que viveram no primeiro século ou que vivem em lugares em que a igreja é perseguida, poderia imaginar que haveria um tempo em que o evangelho pode ser livremente pregado? Ou, que haja outro lugar em que se pode falar de Jesus sem correr o risco de ser queimado vivo?
Quem deles acreditaria se lhes fosse dito que hĂĄ um tempo e um lugar em que as BĂblias podem ser livremente comercializadas e, algumas, mais baratas que uma passagem de transporte pĂșblico?
Somos privilegiados. Temos acesso livre às Sagradas Escrituras. Liberdade de culto. E, ainda assim, não nos aproximamos quilÎmetros do amor que aqueles crentes tinham quando testemunhavam de sua fé.
O que se passa com a igreja do presente sĂ©culo? Esqueceu-se do seu chamado? Esqueceu-se de qual Ă© o seu chamado? O que aconteceu com os profetas, pregadores, pastores, lĂderes dos dias atuais? Por que tantos querem ser ovacionados, aplaudidos e elogiados? O que aconteceu com aquele maravilhoso aprendizado do maior de todos os mestres, Jesus, quando, sendo Senhor, lavou os pĂ©s dos seus discĂpulos? SerĂĄ que confundimos o nosso chamado?
NĂŁo fomos chamados para sermos senhores, mas servos. Apenas isso.
NĂŁo fomos chamados para sermos estrelas, apenas servos.
NĂŁo fomos chamados para sermos brilhantes, apenas servos.
NĂŁo fomos chamados para sermos âgrandes homens de Deusâ, apenas servos.
Se na nossa vida ninguém notar o nosso trabalho, se não nos honrarem com os låbios, mas, se vivermos como servos jå estaremos cumprindo com o nosso chamado.
Queridos, sejamos servos... apenas servos.
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Sobre a justiça e a misericórdia
Vejo que ninguĂ©m entende o que significa justiça, e todos acham que lutam por ela sem sequer saber qual o lugar de cada um no mundo e na sociedade. Causa-me espanto quando vejo adulterarem a essĂȘncia da misericĂłrdia, deformando-a em favor de uma promiscuidade relativista, alienante e segregadora.
Não importa onde ou em qual condição, do seu lado o frio vira calor, a chuva vira sol, a tristeza då lugar para o nosso pequeno tempo-espaço chamado amor. Te amo!
Em meu mundo Ă© assim , tĂŁo pouco importado estĂĄ em ĂĄrea vip ou na geral, tomando champanhe Cristal ,Perrier Jouet, Chandon , Sidra Cereser ou ĂĄgua . O importante Ă© brindar a alegria de estĂĄ junto com pessoas que realmente sabem o verdadeiro significado de amizade.
ela não sai do meu pensamento, e dereteu como gelo no mar para o meu coração, ela é exatamente quem deve ser digna deles, por causa do doce que me tem feito na mente
Quando vocĂȘ nĂŁo ficar mais satisfeito com esse mundo Ă© porque compreendeu que foi feito para viver em outro lugar.
Entre as pausas.
Quero compor meus espaços em poemas.
Minha vida em musicas e minhas palavras em sinĂŽnimos de silĂȘncios.
Ă assim que minha alma estarĂĄ em descanso, pois quando escrevo nĂŁo sĂŁo as frases que importam, mas sim as pausas entre elas.
à nesses espaços que eu moro.
Venha passar essa noite comigo.
Descubra meu nome nos lençóis.
NĂŁo sou escritor, sou apenas um poeta e por isso nĂŁo encontrarĂĄ nada em minha fala.
Leia a poesia dos meus olhos e sinta a escrita dos meus toques.
Acorde comigo.
Caminhe comigo entre as pausas.
Essa tarde estĂĄ perfeita para um poema.
Eu lhe empresto meus chinelos e divido minha caneca.
Hå muitos, muitos espaços a serem compostos.
O Logos [o Verbo de Deus] não é somente uma razão matemåtica. O Logos tem um Coração, o Logos é também Amor. A Verdade é bela e a Verdade e a Beleza caminham lado a lado: a Beleza é o selo da Verdade.
Que o dia lindo que logo vai nascer seja um convite. Que exista luz para que brote dos meus olhos (ternura). Que os ventos me tragam paz e dela brote alguma esperança. Que exista em algum lugar um segredo que me faça continuar. Que a clareira que estå aberta no meu coração seja preenchida por alegrias. Que as entregas sejam sempre verdadeiras. Que eu percorra o mundo sem medo de ser feliz.
Que eu plante amores e colha sorrisos, porque o amor Ă© a Ășnica forma de candear caminhos, e a verdade Ă© o mapa que me guia em qualquer direção.
Virando pĂĄginas, aquilo que dĂłi simplesmente nĂŁo se encaixa mais na minha vida.
Abandonando incertezas.
-Apenas Sendo
Semelhante ao esquecimento de um ente querido que se vai, pelo qual sĂł fica a saudade um pouco anestesiada, um "kitsch"(*) compulsĂłrio, nosso esquecimento pelos outros passa pelo cansaço que nossa presença causa, pelos traumas e sofrimentos que podemos vir a inspirar. Quando a mente cansa, ela força o kitsch, a banalização dos pesares pelo famoso âeu nĂŁo tĂŽ nem aĂâ ou por um ânĂŁo me importo maisâ. Se nĂŁo for um blefe, devemos nos cuidar: pode ser o Ășltimo perdĂŁo e supremo ato de indulgĂȘncia anteriores ao afastamento da Vida e do Amor.
(*) Kitsch: é uma palavra de origem germùnica, utilizada pelo autor checo Milan Kundera para referir-se ao esquecimento compulsório que nossa mente nos impÔe, visando evitar o sofrimento por algum fato ou trauma e que geralmente vem em forma de um perdão ou perda de importùncia dada.
ATRAVĂS DA JANELA DO ĂNIBUS
(...)
As pessoas nĂŁo nos ouvem porque estĂŁo em seu caminho andando rĂĄpidas demais, ou entĂŁo caminhando como zumbis surdos-mudos. Quando sofremos, paramos diante do sofrimento, pois, enfim, algo de extremamente real estĂĄ a nos deixar perplexos. O conforto da ilusĂŁo acaba, e a boa vida, simples, tranquila, Ă© interrompida por algum fato traumĂĄtico, insĂłlito, estranho. Algo nos arranca da hipnose coletiva e nos pĂ”e sozinhos, nĂŁo por estarmos sozinhos no mundo, mas por nos acharmos fora da catalepsia cotidiana de quem levanta da cama, toma cafĂ©, pĂ”e o mesmo uniforme ou terno e vai para o mesmo trabalho quase que sem lembrar-se em que dia da semana estĂĄ. Para uns, isso Ă© a glĂłria e o orgulho por se sentir um herĂłi fora do gado humano. Para outros, experiĂȘncias dolorosas ou alegres, desde que excedam o "script", sĂŁo sintomas de que estĂŁo fora da realidade.
(...)
Naquela noite, nĂŁo pude dizer nada Ă garota, pela distĂąncia em que me encontrava dela. Os policiais jĂĄ tinham se encarregado de soccorĂȘ-la, alĂ©m de, eventualmente, servirem de psicĂłlogos de improviso. O gado do ĂŽnibus seguia para seu estĂĄbulo, bem disciplinado e anestesiado. A garota ficou lĂĄ, Ă mercĂȘ do princĂpio que diz que seres humanos nĂŁo devem estar fora do convĂvio social. O ser humano Ă© um animal domesticĂĄvel, interdependente de seus pares. Nenhum de seus pares parecia lhe ouvir, as manadas humanas lhe passavam sem notĂĄ-la. O ritmo do mundo a atropelava e a redoma em torno de nossos ouvidos impedia que seu uivo ecoasse em nossas mentes. Apenas o vidro da janela do ĂŽnibus me permitiu ver a paisagem do medo e da perplexidade. A banalidade da Vida veloz e sem conteĂșdo impera sobre o sabor das lĂĄgrimas daquela garota.
("Através da janela do Înibus": http://wp.me/pwUpj-L6)
TRANSLĂCIDA
LĂĄgrima
Desce célere
Como um tĂtere
Bélico.
Ăntima
Revolta pĂłstuma
De um esforço måximo,
TitĂąnico.
FĂĄtima,
Pode ser vĂtima
E Maria a Ășltima
AfrodisĂaca.
Tétrica
Tentativa do décimo
Soluço de EurĂdice,
LĂșbrico.
Vértice,
Num eterno Ăłsculo,
Intenso e mĂstico,
MelĂłdico.
LĂĄstima,
Que dareis em dĂstico
Ao meu pranto satĂrico?
Fétida!
MĂșsica,
Aos ouvidos, mĂtica;
No Coração, apoteótica,
Ăgape.
("TranslĂșcida": http://wp.me/pwUpj-Jr)
Matamos uma opção pra fazer sobreviver outra; soterramos um projeto para reviver um sonho antigo. Cortamos a cabeça de Maria Antonieta para elevar os Jacobinos ao Poder Supremo de nossa fantåstica revolução. Afinal, Maria Antonieta é inocente ou criminosa? Os Jacobinos nos salvarão da mediocridade ou nos mergulharão em terror noturno? Não hå vencedores ou vencidos; hå apenas preferidos e preteridos, e enquanto uns morrem em seus intentos, outros festejam triunfantes, sejam de qual lado forem. O Vencedor vence, e o vencido é renegado. Um aparece em seu brilho ofuscante de Eleito e o segundo é banido, então.
("A Alegria de um Ă© o Inferno de outro": http://wp.me/pwUpj-I5)
FAĂA-SE A LUZ!
Ao invĂ©s de focarmos com nossos sentidos falhos a turbulĂȘncia mundana com falta de fĂ©, devemos nos lembrar que o Criador originou tudo, e organizou, a partir do Caos e do Nada. Devemos transformar, com confiança, o que estĂĄ em desarmonia em uma realidade plena de Ordem, que Ă© o primeiro sintoma da ação do Amor. Devemos manifestar essa filiação divina, colocando ordem no Mundo, com a mesma certeza de quando o Senhor disse: âHaja a Luzâ.
("VĂłs sois deuses!": http://wp.me/pwUpj-zj)
