Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

àł‹ ✿ E tudo se renova e inova ... porque somos almas livres ... vivendo de emoçÔes a cada dia ... resplandecendo nossa essĂȘncia ... vivificando a paz e o amor de almas ! ‱ ♡

NĂŁo precisa de muito, para vocĂȘ conhecer o lado interesseiro das pessoas em sua volta; peça um simples favor, e nĂŁo se surpreenda, caso elas te ignorem (...).

SIM 💘

Desejo-te ardentemente
Ao meu lado sempre
Amo-te a todo momento
Quero-te numa cama
De brancos lençóis
Para amar-te com desejo
Com loucura nesta vida
De tantos espinhos
De belas rosas
Num belo verso de amor
SĂł tu e eu.

A decepção não vem das pessoas as quais gostamos, mas, sim, de expectativas criadas por nós mesmo em cima delas.

Nunca teria se permitido, nem em um milhĂŁo de anos, escolhĂȘ-la como esposa. Ela era perigosa demais para sua paz de espĂ­rito.

A distĂąncia pode impedir um toque, mas nĂŁo que eu te ame ou te deseje.

Amar. Verbo Transitivo Direto. Ou seria de ligação? Liga quem nĂŁo estĂĄ perto. Faria sentido pois pode dar qualidade, caracterĂ­stica sobre suas intençÔes e indicar se vocĂȘ pretende ser, continuar, tornar-se ligada a mim, ficar, estar e permanecer forte em busca de um fim. Em comum.

Incomum, abstrato, porém um tanto quanto concreto. Casal, substantivo coletivo, par, são dois, deriva ao afeto. Violento. Irracional. Perigoso. Descontrolado. Positivo. Neutro. Negativo. Ofuscado? Ego que não desapega de ser solitårio, apegado ao orgulho do coração fraco.

Vivido. Revivido. Eu revivo. Pois senti e quis ler e reler esse livro de paginas em branco que eu escrevi. Recitei, cantei, falei, transmiti, citei, eu sei que ele entrou por que eu permiti. Bateu na porta como quem não queria nada, me abraçou, me beijou, acendeu as luzes e se apagou. Caos. O plano era não deixar o café esfriar. Esfriou.

O vento passou, e levou. O tempo chegou e vĂŽou como um pĂĄssaro livre bateu suas asas e ganhou o oblĂ­quo indescritĂ­vel de quem um dia vivenciou o amor. A semente brotou, cresceu, renasceu e voltou, por que eu aceitei quem sou. Minha companhia transborda o amor prĂłprio que eu avistei em quem me criou, dois brotos no mundo que nĂŁo abdicaram desse pobre solo que secou.

Cå estou, escrevo, apago, rescrevo, leio. Devaneio. Desespero. Desde o momento em que eu releio, me vejo e me perco. Me lembro do que não deveria, e penso. O sol estå indo, um dia propenso pra ter sentimentos. As paredes caem, o gelo amolece ao meu redor. Cabeça a milhão, problema na mente e muito suor.

E ninguém entende o por que da gente não ser o melhor, o dia foi quente, porém diferente, mas não foi o pior. O seu cargo aqui é bem importante, então me prometa. Pare, respira, inspira e aceita o seu lugar no planeta. Persista, batalhe sem armas, somente o amor serå capaz de mudar os problemas que a gente criou.

EntĂŁo por favor, desista do ato e sinta o que eu sinto, veja o que eu vejo pois esse amor Ă© puro, nĂŁo minto. Levante a cabeça e jogue esses remĂ©dios no lixo. Um sentimento tĂŁo limpo nĂŁo tem a ver com isso. Mantenha a calma, faça sua prece e peça paciĂȘncia. A presença nĂŁo dĂłi, pois o que machuca Ă© a sua ausĂȘncia.

Largue essa faca, perceba o que eu percebo. Tire essa dor do seu peito, afaste-se do parapeito, e nĂŁo pule. NĂŁo beba, nĂŁo atire pra amenizar, por favor, nĂŁo fume. Sua alma Ă© forte, eu vejo seus cortes, vocĂȘ Ă© insubstituĂ­vel. Por trĂĄs do cenĂĄrio, e dos holofotes, Ă© inconfundĂ­vel, eu sinto.

E pinto a tela da nossa canção de glĂłria e vitĂłria. Canto para os pĂĄssaros todas as nossas histĂłrias. Pois somos sobreviventes, e mesmo assim, sobreviveremos. Um grupo bem diferente que ama e eu amo, assim nĂłs viveremos. Todos arranhĂ”es sĂŁo sĂł lembranças de raios e trovĂ”es de cada batalha que vencemos. Assim caminhamos, e como eu te amo, vocĂȘ vai ficar feliz. Sua vibe Ă© incrĂ­vel, fica bem, fica aqui, escuta o que a gente diz.

Fica. Por amor?

Converta escuridão em Luz, amargura em doçura.

Ela Ă© um diamante em meio a esse monte de bijuteria

O homem que conversa com uma mulher com segundas intençÔes jamais vai entender que a primeira faz toda diferença

TĂĄ espalhando por aĂ­ que eu esfriei, que eu tĂŽ mal
Que eu tĂŽ sem sal, realmente eu tĂŽ
Sem saudade de vocĂȘ
Eu jĂĄ fiz foi te esquecer

Se for para chorar por alguém, chora olhando na cara dele, pois não tem graça gastar lågrimas para as paredes.

Podemos ter amigos, família, namorado, colega de trabalho. Sempre temos alguém ao nosso lado, mas no final das contas, somos solitårio nesse mundo.

Se vocĂȘ nĂŁo acredita em si mesmo, quem acreditaria em vocĂȘ?

Não adianta procurar em alguém aquilo que te falta. Pois não achå-la. Deve ser autossuficiente acima de tudo.

Sabe aquele rodĂ­zio de companhia? Achando que a pessoa nĂŁo Ă© para vocĂȘ? Talvez a problema seja si mesmo.

Valorize-se!

JĂĄ memorizei o seu corpo todo
Pro caso da gente nĂŁo se ver de novo
Doa a quem doer, essa Ă© a verdade
Entre nĂłs dois nĂŁo cabe saudade

Hoje Ă© dia de sorrisos,
de abraços e beijos
de café com os amigos
trabalho e diversĂŁo
hoje Ă© dia de encontros
hoje Ă© dia de ser feliz...

CLADISSA - ROMANCE. N° 59.
LIVRO - 59
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
"CAPÍTULO VI"
"A DIGNIDADE ENTRE A TERRA E O OLHAR"
A Úmbria do sĂ©culo XI nĂŁo era apenas geografia. Era estrutura feudal, era hierarquia sacramentada, era ordem imposta sob o duplo jugo da espada e do altar. ApĂłs a fragmentação do poder carolĂ­ngio, as pequenas senhorias tornaram-se centros autĂŽnomos de comando, onde a vida camponesa se submetia Ă  lĂłgica da dependĂȘncia e da proteção. Naquele contexto, a mulher sem linhagem era invisĂ­vel aos registros, mas nĂŁo aos olhares.
Cladissa caminhava pelos campos como quem carrega não apenas feixes de trigo, mas o peso de uma condição social irreversível. Órfã de camponeses, destituída de dote, alheia às alianças matrimoniais que sustentavam a economia feudal, ela não possuía moeda de troca. Ainda assim, despertava investidas.
A razão não residia na posse, mas na presença.
A mentalidade medieval compreendia a mulher sob trĂȘs categorias recorrentes, a virgem, a esposa, a pecadora. Tal tripartição, difundida pela teologia latina e consolidada na cultura eclesiĂĄstica do perĂ­odo, formava o horizonte moral da Ă©poca. A autoridade espiritual exercida por centros como a Abadia de Monte Cassino, sob influĂȘncia da tradição beneditina fundada por SĂŁo Bento de NĂșrsia, impregnava o imaginĂĄrio com uma disciplina que exaltava o silĂȘncio e a submissĂŁo.
Mas havia outra força. A política.
A região da Úmbria encontrava-se sob disputas constantes entre a autoridade imperial do Henrique IV e o poder papal de Gregório VII, cujo conflito culminaria na chamada Querela das Investiduras. O poder era tensão. A tensão infiltrava-se nas aldeias. Onde há instabilidade, há oportunismo.
Cladissa representava algo raro. Beleza associada à altivez moral. Não era a sedução vulgar das feiras itinerantes, nem o riso fåcil das tavernas. Era compostura. Em uma sociedade rigidamente estratificada, a dignidade em corpo pobre provoca inquietação. Ela não se inclinava além do necessårio. Não oferecia palavras supérfluas. Não solicitava proteção. Isso bastava para despertar desejo e desafio.
Os jovens escudeiros viam nela a possibilidade de conquista. Para eles, a mulher sem tutela masculina constituĂ­a territĂłrio disponĂ­vel. Alguns pequenos proprietĂĄrios a percebiam como eventual concubina Ăștil. Havia tambĂ©m homens sinceros, que a observavam com respeito contido, temerosos de aproximar-se por nĂŁo possuĂ­rem recursos para elevĂĄ-la socialmente.
A estrutura feudal operava sob pactos. Casamento era contrato econÎmico. Amor era luxo. Uma camponesa órfã, ainda que virtuosa, raramente ascendia sem mediação clerical ou proteção senhorial. No entanto, a história demonstra que períodos de transição institucional abrem fissuras nas hierarquias. A instabilidade do império, as tensÔes entre Roma e os príncipes germùnicos, o enfraquecimento de determinadas casas locais criavam margens de mobilidade inesperada.
Cladissa não compreendia os tratados políticos, mas percebia as mudanças no ar. Mais soldados cruzavam as estradas. Mensageiros passavam com pressa. Homens discutiam tributos nas portas das igrejas.
Ela sentia que algo maior movia-se.
Seu silĂȘncio nĂŁo era ignorĂąncia. Era prudĂȘncia.
No interior da pequena igreja rural, sob afrescos jå desbotados pelo tempo, Cladissa ajoelhava-se não por submissão servil, mas por convicção íntima. A fé medieval era simultaneamente temor e esperança. O sermão falava de culpa, de pecado, de vigilùncia. Contudo, para ela, Deus era abrigo. Não ameaça.
Essa distinção interior tornava-a ainda mais singular.
Entre a terra que lhe sujava as mãos e o olhar que lhe sondava o destino, Cladissa começava a compreender que a verdadeira herança não era dote nem brasão, mas caråter. Em uma era onde o sangue definia o valor, ela intuía que a nobreza podia nascer da conduta.
Os campos permaneciam os mesmos. As muralhas continuavam erguidas. A ordem social nĂŁo se alterara visivelmente.
Mas dentro dela, algo se consolidava.
E quando a dignidade de uma mulher enraĂ­za-se na prĂłpria consciĂȘncia, nenhuma estrutura feudal consegue mantĂȘ-la para sempre confinada ao chĂŁo que pisa.

Procure lugares bons, energias boas, pessoas legais.

Muitas vezes nĂŁo fazemos enfim o que hĂĄ dentro de nĂłs mesmo que conheço como essĂȘncia, porque vivemos de acordo com o que a prĂłpria sociedade nos dita o que devemos ou nĂŁo fazer, e muitas das vezes nos pegamos envolvidos com essa ideia e lentamente sem perceber criamos uma barreira dentro de nĂłs mesmos, dificultando a volta a nossa origem. Bom tudo isso, quer dizer, que a vida Ă© nossa, e assim sendo nossa, temos todo direito de fazermos dela o que quisermos, deixar que nos ditem estaremos sendo traidores com nossa prĂłpria vida, pois a vida se denomina num ciclo, sĂł vocĂȘ sabe o que faz dela, sĂł vocĂȘ sente o que quer de fato realmente fazer, os problemas passam a acontecer, quando nos rotulamos, quando deixamos de ouvir o interior para ouvir o exterior.
Libere seu sentimento.
Ele sabe exatamente o que vocĂȘ quer.
Se arrisque de vez em quando.
Faça teste com vocĂȘ mesmo, e no final percebera que se arriscar Ă© se permitir ser feliz, Ă© permitir sentir emoçÔes inexplicĂĄveis.
Tudo esta dentro de vocĂȘ.
Para se encontrar Ă© preciso se perder.

Acho que foi em 1993. Numa entrevista _ histĂłrica_ pra MTV, Renato Russo disse a Zeca Camargo que achava lealdade mais importante que fidelidade. Eu era menina, mas lembro que gravei a entrevista numa fita VHS e revi inĂșmeras vezes, me intrigando sempre nessa parte.
Eu entendia pouco acerca do amor, dos afetos, da durabilidade das relaçÔes. Mas Renato Russo me influenciava _ numa época em que meu pensamento ainda estava sendo moldado_ e eu tentava, imaturamente, entender aquela declaração.

Isso foi hĂĄ vinte anos. De lĂĄ pra cĂĄ, relaçÔes se construĂ­ram e desconstruĂ­ram na minha frente. E vivendo minha prĂłpria experiĂȘncia, finalmente consigo entender, e de certa forma concordar, com Renato Russo.

A fidelidade Ă© permeada por regras, obrigaçÔes, compromisso. É conexĂŁo com fio, em que te dou uma ponta e fico com a outra. Assim, ficamos ligados mas temos que manter a vigĂ­lia para o fio nĂŁo escapar e nosso aparelho nĂŁo desligar. JĂĄ a lealdade_ permeada pelo vĂ­nculo, vontade e emoção_ Ă© o pacto que se firma nĂŁo por valores morais, e sim emocionais. É conexĂŁo "wi-fi: fidelidade sem fio", que faz com que eu permaneça unida a vocĂȘ independente da existĂȘncia de condutores ou contratos. Permaneço em pleno funcionamento por convicçÔes permanentes e duradouras, invisĂ­veis aos olhos.

Amor nenhum se atualiza sozinho. O tempo passa, a gente muda, o amor modifica. E nessa evolução toda, a Ășnica tecla capaz de atualizar e permitir a duração do amor, Ă© a tecla da lealdade. É ela que conta ao outro que estou mudando, que nĂŁo gosto mais daquele apelido, ou que aquela mania de encostar os pĂ©s gelados em mim embaixo do cobertor ficou chata. É ela que diz que eu gosto tanto do seu cabelo jogado na testa, por que Ă© que nĂŁo deixa sempre assim? Ou que traduz que tenho medo de te perder, mas ainda assim preciso lhe contar que na Ă©poca da faculdade usei drogas, pratiquei magia ou fiz um aborto. É ela que permite que coisas ruins ou nĂŁo tĂŁo bonitas encontrem um refĂșgio, um lugar seguro onde possam descansar em paz.
É ela que faz o amor se atualizar e durar...

Lealdade Ă© nĂŁo precisar solicitar conexĂŁo. É conectar-se sem demora, reservas ou desconfianças. É compartilhar a senha da prĂłpria vida, com tudo de bom e ruim que lhe coube atĂ© aqui.
Leal é quem conhece as fraquezas, revezes, tombos e dificuldades do outro e não usa isso como ålibi na hora da desavença; ao contrårio, suporta sua imperfeição e o ajuda a se levantar.
Leal Ă© quem lhe defende na sua ausĂȘncia.
É quem prepara seu terreno, se preocupa com sua dor, antecipa a cura;
Leal é aquele que é fiel por opção, atento ao amor que possui, zeloso com o próprio coração;
É quem não omite o próprio descontentamento, mas aponta o que pode ser feito pra não se perder...

Então sim, eu concordo com Renato Russo e acho que deslealdade separa mais que infidelidade. Pois não adianta não trair por fora, se traio o amor por dentro. Se tenho medo de arriscar e polpo meu afeto de se conhecer por inteiro; se não tolero meu caos e vivo uma mentira imaculada. Se não absolvo minha história nem perdoo meu enredo, desejando fazer dele uma fåbula fantasiosa aos olhos de quem amo. Se contrario minha vontade e disposição e omito minhas intolerùncias pra não ferir _ me afastando silenciosa e gradativamente até a ruptura. Se me apresento por partes_ as melhores ficam aparentes, as nem tanto eu omito_ e não permito ser conhecido.

Finalmente, se nĂŁo confio a ponto de compartilhar a poltrona do carona_ ao meu lado_ reservando apenas o banco de trĂĄs ( e olhe lĂĄ!) Ă  minha companhia nessa viagem...

NĂŁo pode reclamar do escuro, aquele que nĂŁo se levanta para acender a luz.

A vida é como um quebra-cabeças, sabe?
Muitas vezes encontramos uma peça muito semelhante com a que procuramos. EntĂŁo vocĂȘ a encontra e tenta encaixĂĄ-la no espaço vazio. AtĂ© que ela se encaixa. Fica apertada, diferente talvez, mas se encaixa. SĂł que dura pouco tempo. Pois aquela nĂŁo Ă© verdadeira peça. Nunca irĂĄ se encaixar com perfeição. E vocĂȘ pode acabar estragando-a, sem querer. EntĂŁo vocĂȘ se dĂĄ conta disso apenas no fim da montagem. Retira a peça errada com tristeza. Sim, tristeza. Pois a peça, mesmo errada, parecia por um instante Ăłtima ali, ao invĂ©s do espaço vazio. Mesmo assim, retira ela. Começa a procurar pela peça verdadeira. Sacode a caixa pra ver se ela estĂĄ ali, perdida. Procura no chĂŁo. Procura em todos os lugares possĂ­veis. Procura no meio das outras peças. Procura. Procura. E nĂŁo acha. EntĂŁo vocĂȘ decide nĂŁo montar mais. Deixa o quebra-cabeças de lado. O tempo passa e vocĂȘ decide voltar a montĂĄ-lo. DistribuĂ­ as peças conforme as cores e vĂȘ o vazio daquela peça ainda ali. NĂŁo sacode a caixa. NĂŁo procura no chĂŁo. NĂŁo procura no meio das outras peças. NĂŁo faz absolutamente nada. Apenas olha e a vĂȘ bem ali, na sua frente. Ela se encaixa perfeitamente no espaço. A verdadeira peça. Naturalmente. Sem força. Sem empurrĂ”es. E vocĂȘ pergunta a peça porque ela tinha desaparecido. A peça responde que nĂŁo havia desaparecido. Sempre esteve ali, na sua frente. Esperando ser notada. Esperando ser vista. NĂŁo era uma questĂŁo de procura. Era uma questĂŁo de paciĂȘncia. O mesmo acontece com o amor. VocĂȘ procura, procura e procura. Encontra peças erradas que fingem se encaixar. No entanto, a sua peça verdadeira estĂĄ lĂĄ. Em algum lugar. Esperando que vocĂȘ pare de procurar e olhe com calma. Olhe pra frente. Talvez o seu amor esteja bem perto de vocĂȘ. Pode ser que vocĂȘ o jĂĄ conheça ou nĂŁo. Pare de ir atrĂĄs das borboletas por um momento. E pare de enfeitar o jardim. Apenas fique ali, observando. Deixe o tempo passar. Às vezes quem corre demais nĂŁo Ă© visto.