Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
O que Ă© verdade
Hoje fui perguntado se eu a conhecia
Falei que tinha uma
A verdade Ă© assim
Cada um tem a sua
Para uns, a verdade Ă© suprema
Ă voraz
Ă letal
Algo que faz mal
Usadas para bater e agredir alguém
Tratando-o como mero animal
Outros a reserva para si
A distribui em doses homeopĂĄticas
A conta-gotas
De forma simpĂĄtica
Pois ela nĂŁo Ă©
Nada mais, nada menos como acreditamos
Conhecida, amada e quiçå odiada
Da forma que a interpretamos
A melhor forma de amĂĄ-la
Ă ser o que Ă©
Guardando-a dentro do coração
E mostrĂĄ-la para quem nos respeita
Sem mentirmos, mas nos protegendo
Sem ferir ou enganar,
Ninguém que venha nos amar
Amo com minha verdade pura
Um amor que nĂŁo permite machucar
Por isso, minha verdade dou
Meu coração quero dar
Sem malĂcias, mas minha verdade
SĂł com vocĂȘ vai ficar
Na poesia me disfarço
e a teu lado navego
nos versos que te escrevo
ternuras ancoradas
mastros de espuma
vocĂȘ, uma pergunta ao vento
eu, nuvem fugidia
nĂłs, apenas um poema onĂrico...
De repente vocĂȘ Ă© avĂł, e aĂ a vida muda. Literalmente muda. Aparecem em nossas vidas pequenos seres poderosos que, num passe de mĂĄgica, nos enchem de sorrisos, disposição, amor, tempo. Nossos dias tornam-se coloridos. NĂŁo podemos passar em frente a lojas de roupinhas, de brinquedos, tornamos-nos moles e defensoras, e descobrimos que o amor por eles Ă© imenso. Hoje Ă© o dia dos netos, e se vocĂȘ jĂĄ Ă© avĂł ou avĂŽ sabe do que estou falando. Se nĂŁo Ă© ainda, prepare-se para a maior aventura da sua vida.
O que passa em minha mente,
Ă sĂł confusĂŁo...
São as escolhas que eu faço,
Que aperta o coração.
Pequenas atitudes,
Que eu tenho que mudar.
A culpa foi minha,
Por te fazer chorar.
O amor nĂŁo Ă© tĂŁo simples,
Sei a minha dificuldade.
Mas uma coisa pode ter certeza,
Eu Te Amo de verdade... â€đ
(âŠ) E, no fim, o Ăntegro se desculpa
E o assassino faz vitĂłria
Porque dizem que liberdade Ă© solidĂŁo
E cara de choro Ă© vexatĂłria.
Força de dentro vira nada
Esquecem que ela vem da maior fraqueza
Mas eles dizem que faca nas costas
Ă pura falta de destreza.
EntĂŁo,
Desculpe-me, mas nĂŁo posso ficar.
Galileu foi louco
Einstein foi burro
E eu sou o drama desnecessĂĄrio.
Desculpe-me, mas nĂŁo posso ficar.
O traĂdo Ă© caçoado
O traidor Ă© aclamado
E eu sou a culpa desse falsĂĄrio.
Desculpe-me
Desculpe-me!
Mas eu, realmente, nĂŁo posso ficar!
Eu ponho exclamação em todas as coisas
Porque todo o resto, Ă© banalizar.
Desculpe-me
PerdĂŁo!
Eu nĂŁo sei lidar com este mundo!
NĂŁo posso ficar calma
Porque tudo o que sei
Ă ficar
Fundo.
(...) Marcados demais para a ingenuidade
Sozinhos demais para o acolhimento
Apunhalados demais para a confiança.
Esquecido que sĂł vale o que causa
Ansiedade
Enrugada demais para ser de momento.
Que dure até enquanto
pudermos ser
crianças.
" Meu mundo Ă© tĂŁo pequeno sem ela
porque assim, ele se resume a nada
Vago pelo céu, olhando a terra que vivi
sobre mares e montanhas
suntuosos sonhos
cantando, sobrevivi
subordinei com muito rock
para as galĂĄxias prĂłximas, mandei muito pop
para ela, mensagens enviadas numa garrafa sideral
mas ela nĂŁo leu
nem percebeu
que eu ainda estava aqui
ouvindo o barulho do mar
ontem ainda, olhando para o céu, vi um et planando sua aeronave
parecia me olhar, estava a mil
numa fração de segundos me abduziu
subimos ao cosmos
como se eu fosse um generoso troféu
logo eu, que na ausĂȘncia do amor,
e na saudade dela
sou peregrino de um mundo sĂł meu
o que dizer aos lunĂĄticos compatriotas
direi que o et foi um idiota
quando por algum motivo,
me confundiu
Minhas palavras jĂĄ nĂŁo tĂȘm sentido;
Palavras agora sĂŁo vazias...
E tudo isso pensando em vocĂȘ.
JĂĄ nĂŁo sinto, nĂŁo falo, nĂŁo vejo, mas pensando em vocĂȘ.
Palavras vazias, consomem minha mente a cada vez que lembro de ti.
Segurar sua mĂŁo Ă© como esquecer da vida.
Mas o pior, Ă© que sei que vocĂȘ nĂŁo estĂĄ aqui.
E tudo isso não passou de um sonho, que se esvai como fumaça.
Eu sempre achei e acho que nĂłs mulheres somos melhores que os homens, mas com naturalidade, digamos que aceitamos ser companheiras. Queridos, vocĂȘs estĂŁo no lucro...
Sei que hĂĄ o sagrado
abençoado
protegido
que hĂĄ abrigo
sustento
alfa definido
sei que existe amor
comprometimento
um pai lå no céu
mas e ela
a flor mais bela
aquela que dĂĄ a vida
que faz tudo ter sentido
que brilha
o ser divino
que todo masculino se rende
Ă essĂȘncia
Ă mĂŁe...
Pode perdir o que quiseres
Só não precisa pedir meu coração
A partir do momento que te vi
Meu coração deixou de ser meu
Para ser inteiramente teu
Quanto mais os dias passam, mais vocĂȘ descobre a maldade que as pessoas te fazem de graça.
Confie em quem te ama e estĂĄ bem na sua frente.
Confie em quem nunca irĂĄ te trair, magoar ou machucar.
VĂtima Ă© a pessoa que sofre de alguma coisa.
Pra quĂȘ ser vĂtima de pessoas que nĂŁo te dizem nada, se eu estou bem Ă sua frente pra te amar e te dar toda a felicidade do mundo?
Alguem me perguntou, "onde estĂŁo as novidades de meus versos"?
EntĂŁo pensei, onde estĂĄ a raiz de minha inspiração, a essĂȘncia do coração?
O gosto por traçar rabiscos da vida, o centro da minha atenção?
O cativeiro do meu olhar, onde estĂĄ, essa autoridade maxima, a primĂssia de minhas memorias, o deleite de ter uma ideia, o prazer de mencionar vocĂȘ, a liberdade de escrever?
A benção da nova letra, onde estå a melodia perfeita?
O brilho de seu olhar, onde estå seu sorriso que provoca reciprocidade, onde estå a irÎnia da vida, a maçã do amor, a devassidão de seu cheiro, meu cheiro, onde estå sua voz macia, seu jeito de me falar, mesmo que fale sem pensar.
Onde estĂĄ a murmuração do amor, onde estĂĄ vocĂȘ "alegria, prazer e felicidade" onde estĂĄs?
Te digo, "alegria, prazer, felicidade" quando quizer ouvir um verso novo venha para mim e recite um verso passado, que escrevi brindando nossa felicidade, então juntos nesta ocasião perfeita, te darei dos versos a novidade, expressÔes verdadeiras de minha caneta.
MALA EXISTENCIAL:
PĂE AI 'EM SUA MALA EXISTENCIAL' UMA QUANTIDADE BOA DE CERTEZA. E NĂO ESQUEĂA A FĂ, O AMOR INCONDICIONAL, A VIDA ABUNDANTE E TAMBĂM A VISĂO DE COISAS BOAS QUE VOCĂ VIVEU.
